Paraipaba é um município brasileiro do estado do Ceará. Sua população, conforme censo do IBGE 2022, era de 32.216 habitantes. Em 2016, a população estimada foi de 32 256 habitantes.
Às margens do rio Curu, Paraipaba tem um dos maiores projetos irrigados do mundo, em que se cultivam uma ampla variedade de frutas, e notadamente o coco, principal cultura comercial do município. Paraipaba é sede da empresa Dikoko, notabilizando-se por ser a maior indústria produtora e exportadora de derivados de coco do estado do Ceará.
Paraipaba possui uma exuberância de aproximadamente 14 km de praia que se estendem a partir da foz do Rio Curu até a barra, formada pelas tranquilas águas da lagoa das Almécegas com a beleza sem igual das praias, dunas e lagoas existentes ao longo de toda costa.
História
Chamou-se inicialmente Passagem dos Tigres e Tigre, sucessivamente.
Suas origens remontam ao início da segunda metade do Século XVII, quando, por determinação de Matias Beck, instalou-se no lugar Paraipaba um centro protestante de letras batavas e ensino religioso (1650). Desarticulado o domínio espanhol e advindo o sistema luso, desprezou-se esse indício de civilização, ficando apenas o registro histórico.
Nesse local, habitado especialmente por Tapuias Anacés, estendeu-se o povoamento, ocupando vastas porções de terras planas, agricultáveis e a margear o rio Paraipaba. Essa ocupação, no entanto, lenta e sem o apoio dos poderes competentes, levaria séculos para sua definitiva arregimentação individual ou gregamento em termos urbanos.
Formação Administrativa
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, figura no município de Paracuru o distrito de Passagem do Tigre.
Pelo Decreto Estadual n.º 64, de 07 de agosto de 1935, o município de Paracuru passou a denominar-se São Gonçalo.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o distrito de Passagem do Tigre figura no município de São Gonçalo (ex Paracuru).
Pelo Decreto Estadual n.º 448, de 20 de dezembro de 1938, o distrito de Passagem do Tigre passou a denominar-se simplesmente Tigre.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Tigre figura no município de São Gonçalo.
Pelo Decreto Estadual n.º 1.114, de 30 de dezembro de 1943, o distrito de Tigre passou a denominar-se Paraipaba e o município de São Gonçalo a denominar-se Anacetaba.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1950, o distrito de Paraipaba (ex Tigre) figura no município de Anacetaba (ex-São Gonçalo).
Pela Lei Estadual n.º 1.153, de 22 de novembro de 1951, o município de Anacetaba passou a denominar-se São Gonçalo do Amarante. Sob a mesma Lei é criado o município de Paracuru, passando o distrito de Paraipaba a fazer parte do município de Paracuru.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1955, o distrito de Paraipaba figura no município de Paracuru.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Paraipaba, pela Lei Estadual n.º 6.351, de º de julho de 1963, desmembrado de Paracuru. Sede no antigo distrito de Paraipaba. Constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinha, criado pela mesma Lei Estadual acima citada.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinha.
Pela Lei Estadual n.º 8.339, de 14 de dezembro de 1965, é extinto o município de Paraipaba, sendo seu território anexado ao município de Paracuru, como simples distrito.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1968, o distrito de Paraipaba é distrito de Paracuru.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1983.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Paraipaba, pela Lei Estadual n.º 11.009, de 05 de fevereiro de 1985, desmembrado de Paracuru. Sede no antigo distrito de Paraipaba. Constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinhas, ambos desmembrados de Paracauru. Instalado em 1º de janeiro de 1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
Pela Lei Municipal n.º 170, de 17 de março de 1995, foram criados os distritos de Camboas e Boa Vista e anexados ao município de Paraipaba.
Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído de 4 distritos: Paraipaba, Boa Vista, Camboas e Lagoinha.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
Altitude
A altitude média da sede municipal é muito baixa, situando-se em torno de 15 metros acima do nível do mar.
Relevo
O relevo é característico da Planície Litorânea, com vastas extensões de praias, restingas, campos de dunas e áreas de várzea. No interior, há a presença de tabuleiros costeiros, com altitudes levemente elevadas.
Solos
Os solos são dominados por Areias Quartzosas Marinhas nas dunas e praias, e Neossolos Quartzarênicos e Argissolos nos tabuleiros. Nas margens dos rios e estuários, predominam os Solos Hidromórficos, ideais para a instalação dos viveiros de camarão, devido à sua salinidade e retenção hídrica.
Clima
O clima de Paraipaba é classificado como Tropical Quente Semiárido (BShw), com características litorâneas que amenizam a aridez. As temperaturas são elevadas o ano todo, com média anual em torno de 27 °C. A pluviosidade média é de 1.290 mm com chuvas concentradas de janeiro a maio
Vegetação
A vegetação é composta por restinga (nas dunas e praias), tabuleiros costeiros (com caatinga de porte mais baixo) e, crucialmente, pelo Manguezal nos estuários dos rios. A área litorânea também apresenta a cultura de coqueirais e a presença da carnaúba, um símbolo da região.
Distritos
O município está constituído pelo distrito Sede, Lagoinha, Camboas e Boa Vista.
Economia
A economia de Paraipaba é dominada pela Aquicultura e pelo Turismo.
O município é um dos maiores produtores de camarão em cativeiro do Ceará, com grandes fazendas de camarão exportando a produção. Esta atividade gera centenas de empregos e impulsiona o comércio local.
A pesca artesanal de lagosta, peixes e outros crustáceos ainda é uma atividade tradicional e importante.
O comércio atende à demanda da população local e do fluxo turístico, com destaque para a gastronomia baseada em frutos do mar.
Educação
Na área de Educação, o município possui escolas de ensino fundamental e médio. Há um foco na qualificação técnica, buscando suprir a demanda de mão de obra especializada para a carcinicultura e o turismo. A cidade conta com polos de educação a distância (EAD) e busca melhorar os índices de desenvolvimento educacional.
Turismo
No mês de julho acontece a tradicional Regata de Lagoinha, onde atrai turistas de todo o mundo. No mês de outubro as pessoas comemoram a tradicional festa de Santa Rita de Cássia que é Padroeira de Paraipaba.
Festejos de Santa Rita de Cássia
Todos os anos, entre os dias 22 de outubro e 1 novembro, ocorre os Festejos de Santa Rita de Cássia, santa das causas impossíveis. Reúne devotos vindos de diversas cidades e é vista por muitos como uma oportunidade para pagar promessas.
Praia de Lagoinha
À 11 km do município localiza-se a praia da Lagoinha, que é bastante conhecida por suas dunas e coqueirais. Paraipaba é a terra de gente bonita e hospitaleira, quem bebe de sua água jamais esquece.
Localizada a aproximadamente 120km da capital do Estado, a comunidade de Lagoinha tornou-se mundialmente conhecida e bastante visitada pela beleza de suas praias, dunas e falésias. Paisagem de rara beleza, conservando o primitivismo que a destacou como uma das mais belas do Brasil. Tem o formato de meia-lua, uma enseada de ondas fracas, cercada por dunas amarelas, arrecifes e coqueirais com bicas de água doce ao lado do Morro, um dos principais cartões postais do Ceará, onde está o porto das jangadas.
A praia de Lagoinha se destaca no turismo mundial como uma das mais belas do Brasil, sendo o maior atrativo turístico, com paisagem de rara beleza, formato de meia-lua, uma enseada de ondas fracas, cercada por dunas amarelas, arrecifes e coqueirais com bicas de água doce. Formada por um penhasco de cerca de 50 metros de altura, Lagoinha conserva ainda uma paisagem natural primitiva composta por dunas douradas e um vasto e verdejante coqueiral que vão ao encontro de um mar de águas calmas e de um verde deslumbrante. Encontrando-se a uma distância 120 km de Fortaleza e 92 km de Itapipoca, é assistida por um transporte de qualidade pelas cooperativas licitadas pelo governo do estado. A Coottrece(Fortaleza) e a Cooperita(Itapipoca) perfazem o trajeto em aproximadamente 2 horas. Na praia da Lagoinha, não faltam opções para se divertir e se apaixonar. Vale a pena conhecer a vegetação de mangue, os coqueiros, as formações rochosas, bem como contemplar os recifes que surgem quando a maré está baixa, os quais formam piscinas de água salgada próximas à praia.
Para melhor aproveitar a viagem à Lagoinha, a indicação é fazer um delicioso e aventureiro passeio em um veículo conhecido como pau de arara. Logo fazer a travessia da lagoa em uma jangada e andar de buggy pela praia, tornam mais emocionante ainda a estadia numa das mais belas praias do país.
Outra opção mais individual é alugar um quadriciclo e ir pela direção oeste, conhecer o morro do cascudo (onde a lenda diz ter um antigo navio pirata, encalhado sob as dunas), ir em direção à barra do jegue (lagoa de água escura, abastecida pela água da lagoa das almécegas, quando sua barragem sangra, e por diversos olhos d'água), onde há o encontro da água doce da barragem e salgada do mar.
Do lado leste, após a escadaria e o morro principal, encontramos a praia do porto velho, lugar menos frequentado que a praia principal de Lagoinha, sem barracas e sem serviço ao turista, mas com mar mais revolto. Após a praia do porto velho, encontramos lugares desertos, onde se pode curtir a praia mais à vontade, curtindo a plena natureza crua!
A belíssima praia da Lagoinha é uma área de proteção ambiental, com isso, objetiva-se a preservação do lugar e toda a sua natureza.
Um dos passeios mais procurados é para a Lagoa das Almécegas, que conta com barcos que cruzam suas águas límpidas e claras. A parada final é diante das muitas barracas localizadas tanto na lagoa quanto na praia, que oferecem um bom serviço, com destaque para o famoso peixe frito e frutos do mar, além de uma deliciosa água de coco bem gelada.
O povoado fica no alto do morro e tem um mirante que permite uma vista panorâmica e magnífica da praia. Na vila de Lagoinha, o turista pode encontrar vários serviços de hospedagem, tanto à beira da praia como na vila, assim como vários restaurante com comidas típicas, principalmente pescado fresco.
Com uma população, composta em sua maioria por pequenos grupos de pescadores artesanais, ainda guarda a tranquilidade e a paz estampadas nas folhas verdes de seus coqueirais embalados pela brisa do mar, que à tardinha acalenta todos que a visitam. As dunas de Lagoinha são áreas de Proteção Ambiental com 523 ha. de pura beleza.
Lagoa das Almécegas
Seguindo tranquilamente pela praia no sentido oeste, ou através de um passeio divertido no tradicional “pau de arara”, encontramos, a poucos quilômetros de Lagoinha, um novo atrativo natural. Águas escuras, belas dunas, morros e uma barragem que oferece um refrescante banho com direito a passeio de barco, caracterizam Lagoa da Almécegas. Os serviços à beira da lagoa são para todos os bolsos, tendo um lado mais simples, e atravessando a lagoa de passeio de barco, um mais requintado.
Praia de Capim Açu ou Barra do Curu
A estrada indica o caminho certo para chegar à praia do Capim Açu, local que oferece uma visão exuberante da natureza. As lagoas, os manguezais, as dunas e o coqueiral formam os caminhos que aguçam a nossa imaginação, retratando o próprio paraíso. O descanso relaxante em suas tranquilas águas faz o visitante esquecer o tempo e apenas despertar com o magnífico pôr-do-sol. Deserta, com larga faixa de areia fofa e jangadas, próximo à Ponta Aguda, rochas extensas são a atração.
Praia de Camboas
A 12 km da sede, praia situada na margem esquerda do Rio Curu, conjunto físico variado composto de dunas, coqueiros, águas, mangues e enseadas.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE .
Às margens do rio Curu, Paraipaba tem um dos maiores projetos irrigados do mundo, em que se cultivam uma ampla variedade de frutas, e notadamente o coco, principal cultura comercial do município. Paraipaba é sede da empresa Dikoko, notabilizando-se por ser a maior indústria produtora e exportadora de derivados de coco do estado do Ceará.
Paraipaba possui uma exuberância de aproximadamente 14 km de praia que se estendem a partir da foz do Rio Curu até a barra, formada pelas tranquilas águas da lagoa das Almécegas com a beleza sem igual das praias, dunas e lagoas existentes ao longo de toda costa.
História
Chamou-se inicialmente Passagem dos Tigres e Tigre, sucessivamente.
Suas origens remontam ao início da segunda metade do Século XVII, quando, por determinação de Matias Beck, instalou-se no lugar Paraipaba um centro protestante de letras batavas e ensino religioso (1650). Desarticulado o domínio espanhol e advindo o sistema luso, desprezou-se esse indício de civilização, ficando apenas o registro histórico.
Nesse local, habitado especialmente por Tapuias Anacés, estendeu-se o povoamento, ocupando vastas porções de terras planas, agricultáveis e a margear o rio Paraipaba. Essa ocupação, no entanto, lenta e sem o apoio dos poderes competentes, levaria séculos para sua definitiva arregimentação individual ou gregamento em termos urbanos.
Formação Administrativa
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, figura no município de Paracuru o distrito de Passagem do Tigre.
Pelo Decreto Estadual n.º 64, de 07 de agosto de 1935, o município de Paracuru passou a denominar-se São Gonçalo.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o distrito de Passagem do Tigre figura no município de São Gonçalo (ex Paracuru).
Pelo Decreto Estadual n.º 448, de 20 de dezembro de 1938, o distrito de Passagem do Tigre passou a denominar-se simplesmente Tigre.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Tigre figura no município de São Gonçalo.
Pelo Decreto Estadual n.º 1.114, de 30 de dezembro de 1943, o distrito de Tigre passou a denominar-se Paraipaba e o município de São Gonçalo a denominar-se Anacetaba.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1950, o distrito de Paraipaba (ex Tigre) figura no município de Anacetaba (ex-São Gonçalo).
Pela Lei Estadual n.º 1.153, de 22 de novembro de 1951, o município de Anacetaba passou a denominar-se São Gonçalo do Amarante. Sob a mesma Lei é criado o município de Paracuru, passando o distrito de Paraipaba a fazer parte do município de Paracuru.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1955, o distrito de Paraipaba figura no município de Paracuru.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Paraipaba, pela Lei Estadual n.º 6.351, de º de julho de 1963, desmembrado de Paracuru. Sede no antigo distrito de Paraipaba. Constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinha, criado pela mesma Lei Estadual acima citada.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinha.
Pela Lei Estadual n.º 8.339, de 14 de dezembro de 1965, é extinto o município de Paraipaba, sendo seu território anexado ao município de Paracuru, como simples distrito.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1968, o distrito de Paraipaba é distrito de Paracuru.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1983.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Paraipaba, pela Lei Estadual n.º 11.009, de 05 de fevereiro de 1985, desmembrado de Paracuru. Sede no antigo distrito de Paraipaba. Constituído de 2 distritos: Paraipaba e Lagoinhas, ambos desmembrados de Paracauru. Instalado em 1º de janeiro de 1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
Pela Lei Municipal n.º 170, de 17 de março de 1995, foram criados os distritos de Camboas e Boa Vista e anexados ao município de Paraipaba.
Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído de 4 distritos: Paraipaba, Boa Vista, Camboas e Lagoinha.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
Altitude
A altitude média da sede municipal é muito baixa, situando-se em torno de 15 metros acima do nível do mar.
Relevo
O relevo é característico da Planície Litorânea, com vastas extensões de praias, restingas, campos de dunas e áreas de várzea. No interior, há a presença de tabuleiros costeiros, com altitudes levemente elevadas.
Solos
Os solos são dominados por Areias Quartzosas Marinhas nas dunas e praias, e Neossolos Quartzarênicos e Argissolos nos tabuleiros. Nas margens dos rios e estuários, predominam os Solos Hidromórficos, ideais para a instalação dos viveiros de camarão, devido à sua salinidade e retenção hídrica.
Clima
O clima de Paraipaba é classificado como Tropical Quente Semiárido (BShw), com características litorâneas que amenizam a aridez. As temperaturas são elevadas o ano todo, com média anual em torno de 27 °C. A pluviosidade média é de 1.290 mm com chuvas concentradas de janeiro a maio
Vegetação
A vegetação é composta por restinga (nas dunas e praias), tabuleiros costeiros (com caatinga de porte mais baixo) e, crucialmente, pelo Manguezal nos estuários dos rios. A área litorânea também apresenta a cultura de coqueirais e a presença da carnaúba, um símbolo da região.
Distritos
O município está constituído pelo distrito Sede, Lagoinha, Camboas e Boa Vista.
Economia
A economia de Paraipaba é dominada pela Aquicultura e pelo Turismo.
O município é um dos maiores produtores de camarão em cativeiro do Ceará, com grandes fazendas de camarão exportando a produção. Esta atividade gera centenas de empregos e impulsiona o comércio local.
A pesca artesanal de lagosta, peixes e outros crustáceos ainda é uma atividade tradicional e importante.
O comércio atende à demanda da população local e do fluxo turístico, com destaque para a gastronomia baseada em frutos do mar.
Educação
Na área de Educação, o município possui escolas de ensino fundamental e médio. Há um foco na qualificação técnica, buscando suprir a demanda de mão de obra especializada para a carcinicultura e o turismo. A cidade conta com polos de educação a distância (EAD) e busca melhorar os índices de desenvolvimento educacional.
Turismo
No mês de julho acontece a tradicional Regata de Lagoinha, onde atrai turistas de todo o mundo. No mês de outubro as pessoas comemoram a tradicional festa de Santa Rita de Cássia que é Padroeira de Paraipaba.
Festejos de Santa Rita de Cássia
Todos os anos, entre os dias 22 de outubro e 1 novembro, ocorre os Festejos de Santa Rita de Cássia, santa das causas impossíveis. Reúne devotos vindos de diversas cidades e é vista por muitos como uma oportunidade para pagar promessas.
Praia de Lagoinha
À 11 km do município localiza-se a praia da Lagoinha, que é bastante conhecida por suas dunas e coqueirais. Paraipaba é a terra de gente bonita e hospitaleira, quem bebe de sua água jamais esquece.
Localizada a aproximadamente 120km da capital do Estado, a comunidade de Lagoinha tornou-se mundialmente conhecida e bastante visitada pela beleza de suas praias, dunas e falésias. Paisagem de rara beleza, conservando o primitivismo que a destacou como uma das mais belas do Brasil. Tem o formato de meia-lua, uma enseada de ondas fracas, cercada por dunas amarelas, arrecifes e coqueirais com bicas de água doce ao lado do Morro, um dos principais cartões postais do Ceará, onde está o porto das jangadas.
A praia de Lagoinha se destaca no turismo mundial como uma das mais belas do Brasil, sendo o maior atrativo turístico, com paisagem de rara beleza, formato de meia-lua, uma enseada de ondas fracas, cercada por dunas amarelas, arrecifes e coqueirais com bicas de água doce. Formada por um penhasco de cerca de 50 metros de altura, Lagoinha conserva ainda uma paisagem natural primitiva composta por dunas douradas e um vasto e verdejante coqueiral que vão ao encontro de um mar de águas calmas e de um verde deslumbrante. Encontrando-se a uma distância 120 km de Fortaleza e 92 km de Itapipoca, é assistida por um transporte de qualidade pelas cooperativas licitadas pelo governo do estado. A Coottrece(Fortaleza) e a Cooperita(Itapipoca) perfazem o trajeto em aproximadamente 2 horas. Na praia da Lagoinha, não faltam opções para se divertir e se apaixonar. Vale a pena conhecer a vegetação de mangue, os coqueiros, as formações rochosas, bem como contemplar os recifes que surgem quando a maré está baixa, os quais formam piscinas de água salgada próximas à praia.
Para melhor aproveitar a viagem à Lagoinha, a indicação é fazer um delicioso e aventureiro passeio em um veículo conhecido como pau de arara. Logo fazer a travessia da lagoa em uma jangada e andar de buggy pela praia, tornam mais emocionante ainda a estadia numa das mais belas praias do país.
Outra opção mais individual é alugar um quadriciclo e ir pela direção oeste, conhecer o morro do cascudo (onde a lenda diz ter um antigo navio pirata, encalhado sob as dunas), ir em direção à barra do jegue (lagoa de água escura, abastecida pela água da lagoa das almécegas, quando sua barragem sangra, e por diversos olhos d'água), onde há o encontro da água doce da barragem e salgada do mar.
Do lado leste, após a escadaria e o morro principal, encontramos a praia do porto velho, lugar menos frequentado que a praia principal de Lagoinha, sem barracas e sem serviço ao turista, mas com mar mais revolto. Após a praia do porto velho, encontramos lugares desertos, onde se pode curtir a praia mais à vontade, curtindo a plena natureza crua!
A belíssima praia da Lagoinha é uma área de proteção ambiental, com isso, objetiva-se a preservação do lugar e toda a sua natureza.
Um dos passeios mais procurados é para a Lagoa das Almécegas, que conta com barcos que cruzam suas águas límpidas e claras. A parada final é diante das muitas barracas localizadas tanto na lagoa quanto na praia, que oferecem um bom serviço, com destaque para o famoso peixe frito e frutos do mar, além de uma deliciosa água de coco bem gelada.
O povoado fica no alto do morro e tem um mirante que permite uma vista panorâmica e magnífica da praia. Na vila de Lagoinha, o turista pode encontrar vários serviços de hospedagem, tanto à beira da praia como na vila, assim como vários restaurante com comidas típicas, principalmente pescado fresco.
Com uma população, composta em sua maioria por pequenos grupos de pescadores artesanais, ainda guarda a tranquilidade e a paz estampadas nas folhas verdes de seus coqueirais embalados pela brisa do mar, que à tardinha acalenta todos que a visitam. As dunas de Lagoinha são áreas de Proteção Ambiental com 523 ha. de pura beleza.
Lagoa das Almécegas
Seguindo tranquilamente pela praia no sentido oeste, ou através de um passeio divertido no tradicional “pau de arara”, encontramos, a poucos quilômetros de Lagoinha, um novo atrativo natural. Águas escuras, belas dunas, morros e uma barragem que oferece um refrescante banho com direito a passeio de barco, caracterizam Lagoa da Almécegas. Os serviços à beira da lagoa são para todos os bolsos, tendo um lado mais simples, e atravessando a lagoa de passeio de barco, um mais requintado.
Praia de Capim Açu ou Barra do Curu
A estrada indica o caminho certo para chegar à praia do Capim Açu, local que oferece uma visão exuberante da natureza. As lagoas, os manguezais, as dunas e o coqueiral formam os caminhos que aguçam a nossa imaginação, retratando o próprio paraíso. O descanso relaxante em suas tranquilas águas faz o visitante esquecer o tempo e apenas despertar com o magnífico pôr-do-sol. Deserta, com larga faixa de areia fofa e jangadas, próximo à Ponta Aguda, rochas extensas são a atração.
Praia de Camboas
A 12 km da sede, praia situada na margem esquerda do Rio Curu, conjunto físico variado composto de dunas, coqueiros, águas, mangues e enseadas.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE .