Catolé do Rocha é um município brasileiro no estado da Paraíba. Está localizado na Região Geográfica Imediata de Catolé do Rocha-São Bento. Sua população estimada pelo IBGE, para o ano de 2025, era de 32.288 habitantes.
História
Conta a história que os primeiros habitantes da localidade foram os indígenas Pegas, Coyacus e Cariris. Na época, o território compreendia uma extensão de aproximadamente 5.400 km2. As bandeiras do Governo Geral, capitães paulistas, matavam os indígenas requerendo sesmarias de três léguas de comprimentos por uma de largura. Eram eles, os Garcias D’Ávila, Rocha Pita e os Oliveiras Ledo que povoaram principalmente a região do Rio Agon.
Os primeiros registros de fazendas de gado na região são de 1700, quando Clara Espínola, o Conde Alvor, Manoel da Cruz, Bartolomeu Barbosa requereram as sesmarias de três léguas para cada um entre os providos de Poty e Riacho dos Porcos e do meio, o governo de então concede a Clara Espínola e Bento Araújo, terras no Sertão de Piranhas e Riacho Agon. O Tenente Coronel Francisco da Rocha Oliveira e sua esposa Brásida Maria da Silva estabeleceram-se no ano de 1774, com a construção de uma capela erigida em honra de Nossa Senhora do Rosário.
Após a construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em fins do século XVIII, o lugar teve um surto de desenvolvimento, com o surgimento de algumas construções que marcaram a época como: o prédio da Coletoria Estadual, um sobrado com a fachada revestida de azulejos trazidos de Portugal, o prédio da Intendência a Antiga Prefeitura, onde hoje funciona o Projeto Arte de Viver, o sobrado de Américo Maia onde funciona dois Cartórios e a Rádio Panorama FM, o sobrado Coronel Valdivino Lobo, já demolido, a Casa de Caridade, depois Colégio Leão XIII, atualmente Centro de Catequese e Pastoral.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Federal de Catolé do Rocha, pela Lei Provincial n.º 5, de 26 de maio de 1835. Instalado em 30-09-1835. Sede na povoação de Catolé do Rocha.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, Vila de Catolé do Rocha é constituído do distrito sede.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, a vila aparece com a denominação simplificada para Catolé do Rocha e constituído do distrito sede.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Jericó.
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 520, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Jericó passou a denominar-se Itacambá. Sob o mesmo Decreto-Lei, é criado o distrito de Riacho dos Cavalos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia, Itacambá (ex-Jericó) e Riacho dos Cavalos.
Pela Lei Estadual n.º 318, de 07 de janeiro de 1949, o distrito de Itacambá voltou a denominar-se Jericó.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o município é constituído de 4 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia, Jericó (ex Itacambá) e Riacho dos Cavalos.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1955.
Pela Lei Estadual n.º 2.097, de 08 de maio de 1959, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Jericó. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Riacho dos Cavalos.
Pela Lei Estadual n.º 2.675, de 22 de dezembro de 1961, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Riacho dos Cavalos. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 2.641, de 20 de dezembro de 1961, é criado o distrito de Brejo dos Santos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Brejo dos Santos e Coronel Maia.
Pela Lei Estadual n.º 3.320, de 03 de junho1965, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Brejo dos Santos. Elevado à categoria de município.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1968.
Pela Lei Estadual n.º 3.914, de 08 de setembro de 1977, é criado o distrito de Picos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
Em divisão territorial datada de 01 de janeiro de 1979, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Picos.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome é uma combinação de elementos naturais e linhagem familiar, refletindo a essência do lugar:
"Catolé" deriva do tupi e faz referência ao fruto de uma palmeira nativa (Syagrus cearensis), muito abundante na região na época da fundação. "do Rocha" é uma homenagem direta à família fundadora, os Rocha Oliveira, que deram início à colonização e ao desenvolvimento econômico daquelas terras.
Geografia
Com 551,765 km², a área de Catolé do Rocha equivale a 0,9771% do território paraibano. Limita-se ao norte com Almino Afonso e Patu, ambos no Rio Grande do Norte (RN), a sul com Riacho dos Cavalos e Jericó, a leste com Brejo do Cruz e Belém do Brejo do Cruz e a oeste com João Dias (RN) e Brejo dos Santos.
No município predomina um relevo ondulado a suavemente ondulado, havendo áreas onduladas a fortemente onduladas nas serras a centro-oeste e norte do município. O solo predominante é o podzólico vermelho-amarelo equivalente eutrófico, chamado de luvissolo no atual Sistema Brasileiro de Classificação de
Os solos são cobertos por espécies de pequeno porte do bioma Caatinga. O território municipal está totalmente incluso nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Piranhas. O clima local é semiárido, com chuvas concentradas no quadrimestre de fevereiro a maio.
A geografia de Catolé é marcada pelo contraste entre a rigidez das pedras e a força da vegetação xerófila.
A altitude média é de de 272 metros acima do nível do mar.
Quanto ao relevo, está inserida no Planalto da Borborema, com presença de Inselbergs (testemunhos).
O solo apresenta predomínio de solos Bruno Não Cálcicos e Litólicos (pedregosos).
A vegetação é a caatinga arbustiva e arbórea, que floresce intensamente nas raras chuvas.
O maior símbolo geográfico da cidade é a Pedra do Bico, uma formação granítica imponente que domina o horizonte e serve como cartão-postal natural do município.
Clima
Em Catolé do Rocha, a estação com precipitação é quente, abafada e de céu quase encoberto; a estação seca é escaldante, de ventos fortes e de céu parcialmente encoberto. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 19 °C a 38 °C e raramente é inferior a 18 °C ou superior a 39 °C.
A melhor época do ano para visitar Catolé do Rocha e realizar atividades de clima quente é do início de junho ao fim de setembro.
A estação quente permanece por 3,5 meses, de 11 de setembro a 26 de dezembro, com temperatura máxima média diária acima de 36 °C. O mês mais quente do ano em Catolé do Rocha é novembro, com a máxima de 38 °C e mínima de 22 °C, em média.
A estação fresca permanece por 3,4 meses, de 16 de março a 29 de junho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 33 °C. O mês mais frio do ano em Catolé do Rocha é junho, com a mínima de 20 °C e máxima de 32 °C, em média.
Em Catolé do Rocha, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Catolé do Rocha começa por volta de 29 de maio e dura 4,8 meses, terminando em torno de 23 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Catolé do Rocha é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 23 de outubro e dura 7,2 meses, terminando em torno de 29 de maio.
O mês mais encoberto do ano em Catolé do Rocha é abril, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 67% do tempo.
Economia
Catolé do Rocha é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
Ao contrário de muitas cidades sertanejas que dependem exclusivamente do funcionalismo público, Catolé do Rocha possui uma matriz econômica diversificada:
O município é um surpreendente polo de fabricação de produtos plásticos (mangueiras, embalagens), que são distribuídos para todo o Nordeste.
O setor de serviços e o varejo são extremamente fortes, alimentados pelo fluxo de pessoas das cidades vizinhas.
Na agricultura e pecuária, destacam-se a produção de milho, feijão e a criação de gado bovino e ovino, adaptada às condições climáticas da região.
De janeiro a março de 2026, foram registradas 397 admissões formais e 276 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 121 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 20.
Até abril de 2026 houve registro de 9 novas empresas em Catolé do Rocha, sendo que 3 atuam pela internet. Neste último mês, 4 novas empresas se instalaram, sendo 3 com atuação pela internet. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (2). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 70 empresas.
Educação
Catolé do Rocha consolidou-se como uma "cidade universitária" no sertão. O grande pilar é a UEPB (Universidade Estadual da Paraíba), com o Campus IV, que oferece cursos estratégicos como Agronomia e licenciaturas. A presença da universidade não apenas qualifica a mão de obra local, mas também oxigena a economia através do fluxo de estudantes e pesquisadores, promovendo um ambiente de efervescência intelectual.
Turismo e Cultura
A cultura é o maior orgulho do catoleense. A cidade é o berço do renomado artista Chico César, cuja obra reverbera as raízes e a poesia do lugar.
A Pedra do Bico atrai praticantes de trilhas e rapel, além de estudiosos da geologia sertaneja.
O Catolé Folia é historicamente reconhecido como um dos melhores carnavais de rua do interior da Paraíba, atraindo milhares de foliões todos os anos.
A festa da padroeira, Nossa Senhora dos Remédios, movimenta a cidade com ritos que misturam fé e tradição popular.
Esporte
O esporte em Catolé do Rocha é vivido com intensidade, especialmente o futebol e o futsal. O Estádio Municipal e o ginásio poliesportivo são palcos de competições regionais acirradas. A cidade tem tradição em revelar talentos em diversas modalidades e possui uma comunidade de ciclistas ativa, que utiliza as paisagens serranas para o mountain bike, aproveitando o relevo desafiador das cercanias.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .
História
Conta a história que os primeiros habitantes da localidade foram os indígenas Pegas, Coyacus e Cariris. Na época, o território compreendia uma extensão de aproximadamente 5.400 km2. As bandeiras do Governo Geral, capitães paulistas, matavam os indígenas requerendo sesmarias de três léguas de comprimentos por uma de largura. Eram eles, os Garcias D’Ávila, Rocha Pita e os Oliveiras Ledo que povoaram principalmente a região do Rio Agon.
Os primeiros registros de fazendas de gado na região são de 1700, quando Clara Espínola, o Conde Alvor, Manoel da Cruz, Bartolomeu Barbosa requereram as sesmarias de três léguas para cada um entre os providos de Poty e Riacho dos Porcos e do meio, o governo de então concede a Clara Espínola e Bento Araújo, terras no Sertão de Piranhas e Riacho Agon. O Tenente Coronel Francisco da Rocha Oliveira e sua esposa Brásida Maria da Silva estabeleceram-se no ano de 1774, com a construção de uma capela erigida em honra de Nossa Senhora do Rosário.
Após a construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em fins do século XVIII, o lugar teve um surto de desenvolvimento, com o surgimento de algumas construções que marcaram a época como: o prédio da Coletoria Estadual, um sobrado com a fachada revestida de azulejos trazidos de Portugal, o prédio da Intendência a Antiga Prefeitura, onde hoje funciona o Projeto Arte de Viver, o sobrado de Américo Maia onde funciona dois Cartórios e a Rádio Panorama FM, o sobrado Coronel Valdivino Lobo, já demolido, a Casa de Caridade, depois Colégio Leão XIII, atualmente Centro de Catequese e Pastoral.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Federal de Catolé do Rocha, pela Lei Provincial n.º 5, de 26 de maio de 1835. Instalado em 30-09-1835. Sede na povoação de Catolé do Rocha.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, Vila de Catolé do Rocha é constituído do distrito sede.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, a vila aparece com a denominação simplificada para Catolé do Rocha e constituído do distrito sede.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Jericó.
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 520, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Jericó passou a denominar-se Itacambá. Sob o mesmo Decreto-Lei, é criado o distrito de Riacho dos Cavalos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 4 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia, Itacambá (ex-Jericó) e Riacho dos Cavalos.
Pela Lei Estadual n.º 318, de 07 de janeiro de 1949, o distrito de Itacambá voltou a denominar-se Jericó.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o município é constituído de 4 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia, Jericó (ex Itacambá) e Riacho dos Cavalos.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1955.
Pela Lei Estadual n.º 2.097, de 08 de maio de 1959, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Jericó. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Riacho dos Cavalos.
Pela Lei Estadual n.º 2.675, de 22 de dezembro de 1961, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Riacho dos Cavalos. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 2.641, de 20 de dezembro de 1961, é criado o distrito de Brejo dos Santos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Brejo dos Santos e Coronel Maia.
Pela Lei Estadual n.º 3.320, de 03 de junho1965, é desmembrado do município de Catolé do Rocha o distrito de Brejo dos Santos. Elevado à categoria de município.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1968.
Pela Lei Estadual n.º 3.914, de 08 de setembro de 1977, é criado o distrito de Picos e anexado ao município de Catolé do Rocha.
Em divisão territorial datada de 01 de janeiro de 1979, o município é constituído de 3 distritos: Catolé do Rocha, Coronel Maia e Picos.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome é uma combinação de elementos naturais e linhagem familiar, refletindo a essência do lugar:
"Catolé" deriva do tupi e faz referência ao fruto de uma palmeira nativa (Syagrus cearensis), muito abundante na região na época da fundação. "do Rocha" é uma homenagem direta à família fundadora, os Rocha Oliveira, que deram início à colonização e ao desenvolvimento econômico daquelas terras.
Geografia
Com 551,765 km², a área de Catolé do Rocha equivale a 0,9771% do território paraibano. Limita-se ao norte com Almino Afonso e Patu, ambos no Rio Grande do Norte (RN), a sul com Riacho dos Cavalos e Jericó, a leste com Brejo do Cruz e Belém do Brejo do Cruz e a oeste com João Dias (RN) e Brejo dos Santos.
No município predomina um relevo ondulado a suavemente ondulado, havendo áreas onduladas a fortemente onduladas nas serras a centro-oeste e norte do município. O solo predominante é o podzólico vermelho-amarelo equivalente eutrófico, chamado de luvissolo no atual Sistema Brasileiro de Classificação de
Os solos são cobertos por espécies de pequeno porte do bioma Caatinga. O território municipal está totalmente incluso nos domínios da bacia hidrográfica do Rio Piranhas. O clima local é semiárido, com chuvas concentradas no quadrimestre de fevereiro a maio.
A geografia de Catolé é marcada pelo contraste entre a rigidez das pedras e a força da vegetação xerófila.
A altitude média é de de 272 metros acima do nível do mar.
Quanto ao relevo, está inserida no Planalto da Borborema, com presença de Inselbergs (testemunhos).
O solo apresenta predomínio de solos Bruno Não Cálcicos e Litólicos (pedregosos).
A vegetação é a caatinga arbustiva e arbórea, que floresce intensamente nas raras chuvas.
O maior símbolo geográfico da cidade é a Pedra do Bico, uma formação granítica imponente que domina o horizonte e serve como cartão-postal natural do município.
Clima
Em Catolé do Rocha, a estação com precipitação é quente, abafada e de céu quase encoberto; a estação seca é escaldante, de ventos fortes e de céu parcialmente encoberto. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 19 °C a 38 °C e raramente é inferior a 18 °C ou superior a 39 °C.
A melhor época do ano para visitar Catolé do Rocha e realizar atividades de clima quente é do início de junho ao fim de setembro.
A estação quente permanece por 3,5 meses, de 11 de setembro a 26 de dezembro, com temperatura máxima média diária acima de 36 °C. O mês mais quente do ano em Catolé do Rocha é novembro, com a máxima de 38 °C e mínima de 22 °C, em média.
A estação fresca permanece por 3,4 meses, de 16 de março a 29 de junho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 33 °C. O mês mais frio do ano em Catolé do Rocha é junho, com a mínima de 20 °C e máxima de 32 °C, em média.
Em Catolé do Rocha, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Catolé do Rocha começa por volta de 29 de maio e dura 4,8 meses, terminando em torno de 23 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Catolé do Rocha é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 23 de outubro e dura 7,2 meses, terminando em torno de 29 de maio.
O mês mais encoberto do ano em Catolé do Rocha é abril, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 67% do tempo.
Economia
Catolé do Rocha é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
Ao contrário de muitas cidades sertanejas que dependem exclusivamente do funcionalismo público, Catolé do Rocha possui uma matriz econômica diversificada:
O município é um surpreendente polo de fabricação de produtos plásticos (mangueiras, embalagens), que são distribuídos para todo o Nordeste.
O setor de serviços e o varejo são extremamente fortes, alimentados pelo fluxo de pessoas das cidades vizinhas.
Na agricultura e pecuária, destacam-se a produção de milho, feijão e a criação de gado bovino e ovino, adaptada às condições climáticas da região.
De janeiro a março de 2026, foram registradas 397 admissões formais e 276 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 121 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 20.
Até abril de 2026 houve registro de 9 novas empresas em Catolé do Rocha, sendo que 3 atuam pela internet. Neste último mês, 4 novas empresas se instalaram, sendo 3 com atuação pela internet. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (2). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 70 empresas.
Educação
Catolé do Rocha consolidou-se como uma "cidade universitária" no sertão. O grande pilar é a UEPB (Universidade Estadual da Paraíba), com o Campus IV, que oferece cursos estratégicos como Agronomia e licenciaturas. A presença da universidade não apenas qualifica a mão de obra local, mas também oxigena a economia através do fluxo de estudantes e pesquisadores, promovendo um ambiente de efervescência intelectual.
Turismo e Cultura
A cultura é o maior orgulho do catoleense. A cidade é o berço do renomado artista Chico César, cuja obra reverbera as raízes e a poesia do lugar.
A Pedra do Bico atrai praticantes de trilhas e rapel, além de estudiosos da geologia sertaneja.
O Catolé Folia é historicamente reconhecido como um dos melhores carnavais de rua do interior da Paraíba, atraindo milhares de foliões todos os anos.
A festa da padroeira, Nossa Senhora dos Remédios, movimenta a cidade com ritos que misturam fé e tradição popular.
Esporte
O esporte em Catolé do Rocha é vivido com intensidade, especialmente o futebol e o futsal. O Estádio Municipal e o ginásio poliesportivo são palcos de competições regionais acirradas. A cidade tem tradição em revelar talentos em diversas modalidades e possui uma comunidade de ciclistas ativa, que utiliza as paisagens serranas para o mountain bike, aproveitando o relevo desafiador das cercanias.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .