Propriá é um município brasileiro do estado de Sergipe. Conforme estimativas do IBGE, para o ano de 2025, a população de Propriá era de 27.213 habitantes.
História
Propriá teve origem no princípio do século XVII, quando foi instalada uma missão jesuíta para catequese dos índios.
O município, que comandava administrativamente várias cidades da região do rio São Francisco, era conhecido na época como “Urubu de Baixo” e pertencia a Cristóvão de Barros, conquistador de Sergipe, que doou em 9 de abril de 1500 ao filho dele Antônio Cardoso de Barros.
No final da primeira metade do século XVII, as terras foram doadas pela viúva de Antônio Cardoso de Barros, Dona Guiomar de Melo, ao genro Pedro Abreu de Lima.
Diante da privilegiada localização às margens do rio São Francisco, que proporcionava um rápido progresso, Urubu de Baixo foi elevada em 18 de outubro de 1718 a Sede de Freguesia de Santo Antônio de Urubu de Baixo, desmembrada da Vila-Nova do São Francisco.
Em 5 de setembro de 1801, foi elevada a Freguesia à Vila. A instalação da Vila de Propriá foi realizada com uma solenidade festiva em 07 de fevereiro de 1802, naquele dia foi construído um pelourinho de pau redondo em frente à Igreja de Santo Antônio como sinal de autonomia.
Em finais de 1859, o imperador Dom Pedro II e a imperatriz Tereza Cristina chegam a Propriá através do Rio São Francisco. Foi ele quem idealizou a ponte, mas a queria em outra localização, passando por dentro da cidade. Parece que ele estava certo. Veja o que anotou dom Pedro em sua agenda: "Propriá é uma vila de 3 mil habitantes, com algumas casas boas e de sobrado, e uma fábrica ... de descascar arroz, com máquina de vapor...". Arroz, peixe, algodão, cana-de-açúcar e uma enorme feira regional. Propriá era um centro industrial e comercial tão forte que só perdia para Aracaju. Por conta disso, todos os outros setores da sociedade cresciam. O padre Antônio Cabral, vigário da cidade, recebendo três freiras de Portugal, resolveu construir um colégio para meninas. Boa parte dos recursos para a construção da escola foi doada por João Fernandes de Britto. Nasce o Colégio Nossa Senhora das Graças, que começou a receber meninas das famílias tradicionais de Sergipe.
Através da Resolução Provincial n.º 755, de 21 de fevereiro de 1866, Propriá recebe a categoria de cidade.
O município é limitado pelo estado de Alagoas ao nordeste e pelos municípios de Neópolis e Japoatã ao sul, São Francisco ao sudoeste, e Cedro de São João e Telha ao oeste.
Propriá tem tradição na fabricação de doces típicos. Destaque para o doce de batata, considerado o melhor do Estado de Sergipe.
Propriá teve origem no princípio do século XVII, quando foi instalada uma missão jesuíta para catequese dos índios. O município, que comandava administrativamente várias cidades da região do rio São Francisco, era conhecido na época como “Urubu de Baixo” e pertencia a Cristóvão de Barros, conquistador de Sergipe, que doou em 9 de abril de 1590 ao filho dele Antônio Cardoso de Barros.
No final da primeira metade do século XVII, as terras foram doadas pela viúva de Antônio Cardoso de Barros, D. Guiomar de Melo, ao genro Pedro Abreu de Lima. Diante da privilegiada localização às margens do rio São Francisco, que proporcionava um rápido progresso, Urubu de Baixo foi elevada em 18 de outubro de 1718 a Sede de Freguesia de Santo Antônio de Urubu de Baixo, desmembrada da Vila-Nova do São Francisco.
Em 5 de setembro de 1801, foi elevada a Freguesia à Vila. A instalação da Vila de Propriá foi realizada com uma solenidade festiva em 7 de fevereiro de 1802. Através da Resolução Provincial nº 755, de 21 de fevereiro de 1866, Propriá recebe a categoria de cidade.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Propriá, em 1718.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Propriá em 1800. Sede na antiga povoação de Urubu da Baixa. Instalado em 07 de fevereiro de 1802.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Propriá, pela Resolução Provincial n.º 755, de 21 de fevereiro de 1866.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome "Propriá" possui raízes indígenas. A palavra deriva do tupi e significa "fruto de muitas cascas" ou, em outras interpretações, uma referência à abundância de certas espécies vegetais locais.
Geografia
Localiza-se a uma latitude 10º12'40" sul e a uma longitude 36º50'25" oeste, estando a uma altitude de 14 metros. O município é limitado pelo estado de Alagoas a nordeste e pelos municípios de Neópolis e Japoatã a sul, São Francisco a sudoeste, e Cedro de São João e Telha a oeste. Possui uma área de 95,51 km².
A geografia de Propriá é definida pela presença majestosa do Rio São Francisco. Com uma altitude baixa e um relevo suave, a cidade se expande em harmonia com as curvas do rio.
Solo
O solo, rico em aluviões devido às cheias históricas do rio, é extremamente produtivo, permitindo o cultivo de diversas culturas. A vegetação, marcada pela transição entre o agreste e as matas ciliares que protegem o leito do São Francisco, cria um mosaico verde que é o orgulho da região. É uma geografia que, ao mesmo tempo em que oferece beleza cênica, impõe o respeito profundo que o povo de Propriá mantém pela força das águas.
Clima
Em Propriá, o verão é longo, quente e de céu parcialmente encoberto; o inverno é curto, com precipitação, de céu quase sem nuvens e morno. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo e de ventos fortes. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 21 °C a 34 °C e raramente é inferior a 19 °C ou superior a 36 °C.
A melhor época do ano para visitar Propriá e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao meio de outubro.
A estação quente permanece por 5,6 meses, de 21 de outubro a 9 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Propriá é março, com a máxima de 34 °C e mínima de 24 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,5 meses, de 9 de junho a 25 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Propriá é julho, com a mínima de 21 °C e máxima de 29 °C, em média.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1963 a 1970 e a partir de 1973, a menor temperatura registrada em Propriá foi de 14,5 °C em 11 de setembro de 1983 e a maior atingiu 39,8 °C em 26 de novembro de 2015. O maior acumulado de precipitação em 24 horas alcançou 140,6 mm em 30 de abril de 1977, seguido por 139,2 mm em 6 de dezembro de 1964. Abril de 1966, com 806,1 mm, foi o mês de maior precipitação.
Em Propriá, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Propriá começa por volta de 26 de maio e dura 4,9 meses, terminando em torno de 22 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Propriá é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 22 de outubro e dura 7,1 meses, terminando em torno de 26 de maio.
Economia
Propriá já foi a segunda economia do estado de Sergipe (a primeira era Aracaju) e liderava o comércio atacadista do Baixo São Francisco (Sergipe e Alagoas), sofrendo uma decadência desde a década de 1970. Propriá tem tradição na fabricação de doces típicos, com destaque para o doce de batata, considerado o melhor do estado de Sergipe.
A economia local é diversificada. Historicamente ligada ao comércio e à agricultura, a cidade hoje vê o fortalecimento da piscicultura, do setor de serviços e de pequenas indústrias. A presença do Rio São Francisco continua sendo o coração da economia, impulsionando a pesca e o transporte, além de ser o motor que sustenta a vida de centenas de famílias que vivem da produção em seu entorno.
De janeiro a maio de 2026, foram registradas 621 admissões formais e 662 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -41 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 70.
Educação
Propriá compreende que o conhecimento é a semente do progresso. Nos últimos anos, a cidade tem investido na expansão da oferta educacional, aproximando os estudantes do ensino superior através de polos de educação presencial e à distância. O foco na capacitação técnica e profissional visa atender às necessidades locais, como a gestão de recursos hídricos, o agronegócio e a administração, garantindo que o jovem de Propriá encontre em sua própria terra as oportunidades para construir um futuro digno.
Turismo
O turismo em Propriá é um convite para contemplar a história e a natureza. Os passeios pelo Rio São Francisco são experiências inesquecíveis, onde o pôr do sol se torna um espetáculo à parte.
Cultura
Culturalmente, a cidade é um tesouro. As manifestações folclóricas, as festas religiosas — como a procissão fluvial — e a riqueza do artesanato local mantêm viva a memória dos nossos antepassados.
Esporte
No esporte, a cidade é muito ativa. O futebol amador é a paixão que mobiliza a comunidade nos finais de semana, e o incentivo a modalidades aquáticas, aproveitando o potencial do rio, tem crescido, transformando Propriá em um centro de saúde e integração social, onde a juventude encontra nos campos e nas águas um espaço de desenvolvimento e união.
Propriá possui duas equipes de futebol, o América Futebol Clube e o Esporte Clube Propriá. O Propriá foi fundado em 1913 e o seu estádio é o Constantino Tavares e o América foi fundado em 1942, a partir de uma dissidência do Propriá, e manda seus jogos no Estádio Durval Feitosa.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela ; Site da Prefeitura Municipal .
História
Propriá teve origem no princípio do século XVII, quando foi instalada uma missão jesuíta para catequese dos índios.
O município, que comandava administrativamente várias cidades da região do rio São Francisco, era conhecido na época como “Urubu de Baixo” e pertencia a Cristóvão de Barros, conquistador de Sergipe, que doou em 9 de abril de 1500 ao filho dele Antônio Cardoso de Barros.
No final da primeira metade do século XVII, as terras foram doadas pela viúva de Antônio Cardoso de Barros, Dona Guiomar de Melo, ao genro Pedro Abreu de Lima.
Diante da privilegiada localização às margens do rio São Francisco, que proporcionava um rápido progresso, Urubu de Baixo foi elevada em 18 de outubro de 1718 a Sede de Freguesia de Santo Antônio de Urubu de Baixo, desmembrada da Vila-Nova do São Francisco.
Em 5 de setembro de 1801, foi elevada a Freguesia à Vila. A instalação da Vila de Propriá foi realizada com uma solenidade festiva em 07 de fevereiro de 1802, naquele dia foi construído um pelourinho de pau redondo em frente à Igreja de Santo Antônio como sinal de autonomia.
Em finais de 1859, o imperador Dom Pedro II e a imperatriz Tereza Cristina chegam a Propriá através do Rio São Francisco. Foi ele quem idealizou a ponte, mas a queria em outra localização, passando por dentro da cidade. Parece que ele estava certo. Veja o que anotou dom Pedro em sua agenda: "Propriá é uma vila de 3 mil habitantes, com algumas casas boas e de sobrado, e uma fábrica ... de descascar arroz, com máquina de vapor...". Arroz, peixe, algodão, cana-de-açúcar e uma enorme feira regional. Propriá era um centro industrial e comercial tão forte que só perdia para Aracaju. Por conta disso, todos os outros setores da sociedade cresciam. O padre Antônio Cabral, vigário da cidade, recebendo três freiras de Portugal, resolveu construir um colégio para meninas. Boa parte dos recursos para a construção da escola foi doada por João Fernandes de Britto. Nasce o Colégio Nossa Senhora das Graças, que começou a receber meninas das famílias tradicionais de Sergipe.
Através da Resolução Provincial n.º 755, de 21 de fevereiro de 1866, Propriá recebe a categoria de cidade.
O município é limitado pelo estado de Alagoas ao nordeste e pelos municípios de Neópolis e Japoatã ao sul, São Francisco ao sudoeste, e Cedro de São João e Telha ao oeste.
Propriá tem tradição na fabricação de doces típicos. Destaque para o doce de batata, considerado o melhor do Estado de Sergipe.
Propriá teve origem no princípio do século XVII, quando foi instalada uma missão jesuíta para catequese dos índios. O município, que comandava administrativamente várias cidades da região do rio São Francisco, era conhecido na época como “Urubu de Baixo” e pertencia a Cristóvão de Barros, conquistador de Sergipe, que doou em 9 de abril de 1590 ao filho dele Antônio Cardoso de Barros.
No final da primeira metade do século XVII, as terras foram doadas pela viúva de Antônio Cardoso de Barros, D. Guiomar de Melo, ao genro Pedro Abreu de Lima. Diante da privilegiada localização às margens do rio São Francisco, que proporcionava um rápido progresso, Urubu de Baixo foi elevada em 18 de outubro de 1718 a Sede de Freguesia de Santo Antônio de Urubu de Baixo, desmembrada da Vila-Nova do São Francisco.
Em 5 de setembro de 1801, foi elevada a Freguesia à Vila. A instalação da Vila de Propriá foi realizada com uma solenidade festiva em 7 de fevereiro de 1802. Através da Resolução Provincial nº 755, de 21 de fevereiro de 1866, Propriá recebe a categoria de cidade.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Propriá, em 1718.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Propriá em 1800. Sede na antiga povoação de Urubu da Baixa. Instalado em 07 de fevereiro de 1802.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Propriá, pela Resolução Provincial n.º 755, de 21 de fevereiro de 1866.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome "Propriá" possui raízes indígenas. A palavra deriva do tupi e significa "fruto de muitas cascas" ou, em outras interpretações, uma referência à abundância de certas espécies vegetais locais.
Geografia
Localiza-se a uma latitude 10º12'40" sul e a uma longitude 36º50'25" oeste, estando a uma altitude de 14 metros. O município é limitado pelo estado de Alagoas a nordeste e pelos municípios de Neópolis e Japoatã a sul, São Francisco a sudoeste, e Cedro de São João e Telha a oeste. Possui uma área de 95,51 km².
A geografia de Propriá é definida pela presença majestosa do Rio São Francisco. Com uma altitude baixa e um relevo suave, a cidade se expande em harmonia com as curvas do rio.
Solo
O solo, rico em aluviões devido às cheias históricas do rio, é extremamente produtivo, permitindo o cultivo de diversas culturas. A vegetação, marcada pela transição entre o agreste e as matas ciliares que protegem o leito do São Francisco, cria um mosaico verde que é o orgulho da região. É uma geografia que, ao mesmo tempo em que oferece beleza cênica, impõe o respeito profundo que o povo de Propriá mantém pela força das águas.
Clima
Em Propriá, o verão é longo, quente e de céu parcialmente encoberto; o inverno é curto, com precipitação, de céu quase sem nuvens e morno. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo e de ventos fortes. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 21 °C a 34 °C e raramente é inferior a 19 °C ou superior a 36 °C.
A melhor época do ano para visitar Propriá e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao meio de outubro.
A estação quente permanece por 5,6 meses, de 21 de outubro a 9 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Propriá é março, com a máxima de 34 °C e mínima de 24 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,5 meses, de 9 de junho a 25 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Propriá é julho, com a mínima de 21 °C e máxima de 29 °C, em média.
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1963 a 1970 e a partir de 1973, a menor temperatura registrada em Propriá foi de 14,5 °C em 11 de setembro de 1983 e a maior atingiu 39,8 °C em 26 de novembro de 2015. O maior acumulado de precipitação em 24 horas alcançou 140,6 mm em 30 de abril de 1977, seguido por 139,2 mm em 6 de dezembro de 1964. Abril de 1966, com 806,1 mm, foi o mês de maior precipitação.
Em Propriá, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Propriá começa por volta de 26 de maio e dura 4,9 meses, terminando em torno de 22 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Propriá é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 22 de outubro e dura 7,1 meses, terminando em torno de 26 de maio.
Economia
Propriá já foi a segunda economia do estado de Sergipe (a primeira era Aracaju) e liderava o comércio atacadista do Baixo São Francisco (Sergipe e Alagoas), sofrendo uma decadência desde a década de 1970. Propriá tem tradição na fabricação de doces típicos, com destaque para o doce de batata, considerado o melhor do estado de Sergipe.
A economia local é diversificada. Historicamente ligada ao comércio e à agricultura, a cidade hoje vê o fortalecimento da piscicultura, do setor de serviços e de pequenas indústrias. A presença do Rio São Francisco continua sendo o coração da economia, impulsionando a pesca e o transporte, além de ser o motor que sustenta a vida de centenas de famílias que vivem da produção em seu entorno.
De janeiro a maio de 2026, foram registradas 621 admissões formais e 662 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -41 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 70.
Educação
Propriá compreende que o conhecimento é a semente do progresso. Nos últimos anos, a cidade tem investido na expansão da oferta educacional, aproximando os estudantes do ensino superior através de polos de educação presencial e à distância. O foco na capacitação técnica e profissional visa atender às necessidades locais, como a gestão de recursos hídricos, o agronegócio e a administração, garantindo que o jovem de Propriá encontre em sua própria terra as oportunidades para construir um futuro digno.
Turismo
O turismo em Propriá é um convite para contemplar a história e a natureza. Os passeios pelo Rio São Francisco são experiências inesquecíveis, onde o pôr do sol se torna um espetáculo à parte.
Cultura
Culturalmente, a cidade é um tesouro. As manifestações folclóricas, as festas religiosas — como a procissão fluvial — e a riqueza do artesanato local mantêm viva a memória dos nossos antepassados.
Esporte
No esporte, a cidade é muito ativa. O futebol amador é a paixão que mobiliza a comunidade nos finais de semana, e o incentivo a modalidades aquáticas, aproveitando o potencial do rio, tem crescido, transformando Propriá em um centro de saúde e integração social, onde a juventude encontra nos campos e nas águas um espaço de desenvolvimento e união.
Propriá possui duas equipes de futebol, o América Futebol Clube e o Esporte Clube Propriá. O Propriá foi fundado em 1913 e o seu estádio é o Constantino Tavares e o América foi fundado em 1942, a partir de uma dissidência do Propriá, e manda seus jogos no Estádio Durval Feitosa.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela ; Site da Prefeitura Municipal .