sexta-feira, 30 de outubro de 2026

TRÊS COROAS - RIO GRANDE DO SUL

Três Coroas é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se na Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e na Microrregião de Gramado-Canela, mais precisamente no Vale do Paranhana, a uma latitude 29º31'01" sul e a uma longitude 50º46'40" oeste, estando a uma altitude média de 56 metros. Sua população estimada pelo IBGE, para o ano de 2025, era 29.721 habitantes. Possui uma área de 185,535 km². É um município que conta com as águas do Rio Paranhana.
História
A história de Três Coroas inicia junto com a colonização da Colônia de Santa Maria do Mundo Novo, atual Vale do Paranhana, em 1846. Diversos imigrantes de origem alemã, vindos de São Leopoldo, fixaram residência no vale em 1854, quando já era caminho de tropeiros que circulavam entre Vacaria e Santo Antônio da Patrulha. Em 1875, começaram a chegar italianos. Inicialmente, pertencia a Santo Antônio da Patrulha.
Antes de Três Coroas o lugar já teve várias denominações: Linha dos Últimos Alemães, Vale ou Colônia de Santa Maria, Santa Maria de Cima, Santa Maria do Mundo Novo e Mundo Novo. Por último, quando já era o quarto distrito de Taquara, em 1944, Três Coroas. O nome é devido a uma araucária com três copas (coroas) que existia no vale do Arroio Kampf. O pinheiro servia de referência para a localização dos viajantes na região, mas, em data desconhecida, foi derrubado. Ficava perto do rio Paranhana e da atual RS-115, no limite com Igrejinha, possivelmente no território do município vizinho.
Tornou-se município em 12 de maio de 1959.
Gentílico: trescoroense.

Formação Administrativa 
Em divisões territoriais datadas de 31/12/1936 e 31/12/1937, figura no município de Taquara o distrito de Mundo Novo.
Pelo Decreto-Lei Estadual nº 720, de 29/12/1944, o distrito de Mundo Novo passa a denominar-se Três Coroas.
Desmembrado de Taquara, Três Coroas é elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 3.741, de 12/05/1959. O município é instalado em 25/11/1959, constituído do dis­trito sede.
Assim permanece em divisão territorial datada de 2020.

Origem do Nome
A origem do nome "Três Coroas" carrega uma lenda histórica e geográfica muito querida pelos seus habitantes. Conta a tradição que os tropeiros e desbravadores que cruzavam a região avistavam três pinheiros imponentes cujas copas, entrelaçadas e destacadas no alto de um morro, lembravam o formato de três coroas, servindo de marco e ponto de referência para os viajantes.
Geografia
A geografia de Três Coroas é um espetáculo esculpido pela natureza. O relevo é acidentado e montanhoso, característico da Serra Gaúcha, com vales profundos, paredões de rocha e encostas verdejantes. Com uma altitude que varia do nível do vale até áreas serranas mais elevadas, o município desfruta de um clima subtropical temperado, com verões agradáveis e invernos rigorosos, propícios para o aconchego e para o turismo de contemplação.
O solo, de característica argilosa e rica em matéria orgânica nas áreas de encosta, sustenta uma vegetação exuberante. A vegetação original é composta por densas florestas ombrófilas mistas, destacando-se as matas de araucárias, que convivem harmoniosamente com parques ecológicos e rios caudalosos repletos de corredeiras.
Clima
Em Três Coroas, o verão é longo, abafado e morno; o inverno é curto e ameno. Durante o ano inteiro, o tempo é com precipitação e de céu parcialmente encoberto. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 10 °C a 30 °C e raramente é inferior a 4 °C ou superior a 34 °C. 
As melhores épocas do ano para visitar Três Coroas e realizar atividades de clima quente são do início de março ao início de maio e do início de outubro ao meio de dezembro. 
A estação quente permanece por 4,0 meses, de 22 de novembro a 21 de março, com temperatura máxima média diária acima de 28 °C. O mês mais quente do ano em Três Coroas é janeiro, com a máxima de 30 °C e mínima de 20 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,9 meses, de 18 de maio a 14 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 21 °C. O mês mais frio do ano em Três Coroas é julho, com a mínima de 10 °C e máxima de 19 °C, em média. 
Em Três Coroas, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre pequena variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Três Coroas começa por volta de 12 de fevereiro e dura 2,7 meses, terminando em torno de 1 de maio. 
O mês menos encoberto do ano em Três Coroas é março, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 61% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 1 de maio e dura 9,4 meses, terminando em torno de 12 de fevereiro. 
O mês mais encoberto do ano em Três Coroas é junho, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 52% do tempo. 
Economia
Três Coroas é uma pequena cidade que se destaca pelo elevado potencial de consumo e pelo alto crescimento econômico.
Como em todo o Vale dos Sinos, a economia gira em torno da indústria calçadista. Três Coroas é sede de centenas de empresas do ramo que empregam diretamente cerca de 5,4 mil pessoas e mais 4,5 mil indiretamente. Estas indústrias produzem 16 milhões de pares de calçados por ano.
A economia local apoia-se em pilares diversificados e dinâmicos: destaca-se fortemente na indústria calçadista — sendo um polo de expressão nacional —, na agricultura familiar, na marcenaria e na movelaria, além de contar com um comércio local vibrante e um setor turístico em constante expansão.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 2,7 mil admissões formais e 2,2 mil desligamentos, resultando em um saldo de 421 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 306.
Educação
Três Coroas compreende que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano, cultural e tecnológico. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a tecnologia, a pedagogia, a administração e o turismo garantem que a juventude trescoroense encontre ferramentas qualificadas para liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Três Coroas é um convite apaixonante à aventura, à espiritualidade e ao descanso. O município abriga o famoso Templo Budista Khadro Ling, um refúgio de paz com arquitetura oriental impressionante que atrai visitantes de todo o país. 
O turismo na cidade tem sido alavancado pelas atrações naturais como o Rio Paranhana, Camping das Laranjeiras, montanhas, pelos esportes de aventura como rafting, ciclismo de montanha e rapel, e pelo único templo budista tibetano da América do Sul, o templo de Chagdud Gonpa Khadro Ling, situado sobre as montanhas e aberto à visitação pública.
Localizada em uma região montanhosa o município possui diversas atrações naturais. Os principais atrativos são o Rio Paranhana os parques naturais como o Parque das Laranjeiras e o Brasil Raft Park - ambos localizados na localidade de Linha Café.
Os principais eventos da cidade são o Três Coroas em Festa, um festival de comemoração do aniversário do município, realizada anualmente no mês de maio; O Três Coroas em Ação, Festival de Teatro Amador e Estudantil que acontece no mês de Novembro; o Festival de Canoagem, uma competição de canoagem, seja ela nacional, panamericana ou mundial, realizada no mês de novembro no Parque das Laranjeiras.
Cultura
Culturalmente, a cidade transborda tradição: as festas típicas alemãs, a arquitetura enxaimel, a música e a rica culinária regional mantêm viva a identidade de um povo acolhedor.
Esporte
No esporte, Três Coroas é uma referência internacional absoluta. O município é considerado a capital brasileira da canoagem slalom, contando com o Parque Municipal de Corredeiras, palco de competições nacionais e mundiais nas águas bravas do Rio Paranhana. Além disso, o incentivo ao rafting, ao mountain bike, ao futebol amador e às práticas esportivas nas escolas movimenta a comunidade, promovendo saúde, lazer e forte integração social.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

PIRACURUCA - PIAUÍ

Piracuruca é um município do estado do Piauí, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 03º 55' 41" sul e a uma longitude 41º 42' 33" oeste, estando a uma altitude de 60 metros. Sua população estimada em 2025, pelo IBGE, era de 29,721 habitantes.
Em Piracuruca, fica localizado o Parque Nacional de Sete Cidades.
Fé e Religiosidade
Piracuruca tem como padroeira Nossa Senhora do Carmo, cuja devoção é mais que tricentenária e atrai milhares de fiéis durante suas festividades, de 06 a 16 de julho.
Além das Festividades da Padroeira em julho, também celebram-se os copadroeiros Santo Antônio e São Francisco de Assis, nos meses de junho e setembro-outubro, respectivamente.
Topônimo
"Piracuruca" é um termo de origem tupi que significa "peixe roncador", através da junção dos termos pirá (peixe) e kuruk (roncador). É uma referência ao Rio Piracuruca, que corta a cidade.
A origem do nome "Piracuruca" carrega a poesia e a profunda ancestralidade indígena que marcam a região. O termo de origem tupi-guarani significa "garganta de peixe" ou faz referência ao movimento e à abundância de peixes nas águas dos rios locais, simbolizando a riqueza hidrográfica e a generosidade da natureza.
Localização
Está localizado no norte do estado do Piauí, no Brasil. A distância entre a sede e a capital do estado, Teresina é de 196 quilômetros, que podem ser vencidos em três horas e meia de carro, com acesso pela BR-343 ou pela PI-115.
História
O município de Piracuruca encontra-se na Região Nordeste do Brasil. Sua história ainda é pouco pesquisada, repleta de mitos e lendas. Não se sabe a data da criação da Freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo de Piracuruca. Mas, de acordo com o historiador padre Cláudio Melo em seu livro "Fé e Civilização", provavelmente aconteceu em 1722 ou em 1723, em razão do desmembramento da Freguesia do Surubim (Campo Maior). É provável que o primeiro sacerdote católico tenha sido o padre João da Costa Pereira, sesmeiro e desbravador do século XVII. Sabe-se que, em 1732, o padre José Lopes Pereira iniciou suas atividades, interrompendo-as em 1742, quando foi transferido para a recém-criada Freguesia do Desterro do Piauí. Segundo o padre Cláudio Melo, o vigário José Lopes Pereira ainda retornou em dois períodos: de 1763 a 1767; e o último, de 1772 a 1780. Durante seu exercício, foi auxiliado por frades carmelitas e outros missionários.
A ocupação da área de sua jurisdição (Brejo, Maranhão; Parnaíba; Buriti dos Lopes; Bom Princípio do Piauí; Batalha; Pedro II; Domingos Mourão; Milton Brandão; Lagoa de São Francisco; Piracuruca; Cocal; Cocal dos Alves; São José do Divino; Brasileira; São João da Fronteira) está relacionada com o fim do período holandês no Recife, em 1654, decorrendo na migração dos tabajaras, liderados pela família Camarão, para a serra da Ibiapaba; o povoamento de cristãos-novos, judeus convertidos, e demais degredados (ciganos, inclusive) por determinação da Coroa portuguesa, oriundos de Portugal e dos Açores; a construção das estradas de ligação entre o Maranhão e o Ceará; a revolta de Beckman, irmãos cristãos-novos, donos de engenho no Maranhão; o aldeamento dos jesuítas em Viçosa do Ceará, na serra da Ibiapaba; a atuação de bandeirantes paulistas (capitão mor, mestre do campo da conquista do Piauí, Francisco Dias de Siqueira, conhecido como "O Surdo" ou "O Apuçá", auxiliado por João Pires de Brito; capitão mor João Amaro Maciel Parente), baianos (capitão mor Bernardo de Carvalho e Aguiar, Coronel Pedro Barbosa Leal); e maranhenses (Capitão mor do Maranhão Vital Maciel Parente) e pernambucanos (capitão mor Antônio da Cunha Souto Maior, mestre da conquista do Piauí e do Maranhão); a ação evangelizadora de missionários de várias ordens religiosas: mercedários, carmelitas e jesuítas, por exemplo.
A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo foi construída entre 1718 e 1743 a mando de Manuel Dantas Correia e José Dantas Correia[6], porém, desconhece-se se os dois tinham alguma ligação com os carmelitas e mercedários que atuavam no norte do Piauí. Uma de suas primeiras imagens, Nossa Senhora do Monte Serrat, fora trazida da Ermida de Nossa Senhora do Monte Serrat, construída em 1711 pelo Coronel Pedro Barbosa Leal na Vila Velha da Parnaíba, em razão do aumento dos ataques dos tremembés à região, no começo do segundo decênio do século XVIII.
A freguesia de Nossa Senhora do Monte do Carmo tornou-se vila de Nossa Senhora do Carmo da Piracuruca através de Decreto Regencial em 6 de julho de 1832, e foi emancipada politicamente, elevando-se à categoria de cidade pelo Decreto Estadual n.º 01, de 28 de dezembro de 1889.
Piracuruca é um nome tupi que significa "peixe que ronca". A cidade foi fundada a partir de antiquíssima fazenda de gado, situada às margens do rio do mesmo nome, na rota da passagem de colonizadores que, do Ceará, adentravam pela terra dos índios tocarijus rumo ao Maranhão.
A cidade guarda, até hoje, a aparência da arquitetura do tempo colonial e destaca-se pela hospitalidade do seu povo. A economia baseia-se na pecuária e no extrativismo da carnaubeira, palmeira nativa que produz resinas vegetais de larga aplicação na indústria.
Formação Administrativa 
Distrito criado com a denominação de Piracuruca, anterior a 1760. 
Elevado à categoria de município de Piracuruca, pelo distrito de 06 de julho de 1832, com a desmembrado de Paranaíba. Sede na antiga vila de Piracuruca. Constituído do distrito sede. Instalado em 23 de dezembro de 1832. 
Elevado à condição de cidade, pela Lei Estadual nº 01, de 29 de dezembro de 1889. 
Em divisão administrativa referente ao ano d e1911, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937. 
Pela Lei Municipal n.º 268, de 04 de janeiro de 1956, é criado o distrito de São José e anexado ao município de Piracuruca. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído de 2 distrito: Piracuruca e São José. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 17 de janeiro de 1991. 
Pelo artigo 35, inciso II, do ato das disposições constitucionais transitórias, da Constituição Estadual de 05 de outubro de 1989, regulamentado pela Lei Estadual n.º 4.477, de 29 de abril de 1992, desmembrado de Piracuruca. Distrito de São José. Elevado à categoria de município com a denominação de São José do Divino. 
Em divisão territorial datada de 01 de junho de 1995, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Geografia
A geografia de Piracuruca é um verdadeiro espetáculo esculpido pela natureza no norte do estado. O relevo é predominantemente plano e suavemente ondulado, recortado por serras, colinas e vales por onde serpenteiam rios vitais. Com uma altitude moderada, o município desfruta de um clima tropical quente e úmido, caracterizado por temperaturas elevadas e um regime de chuvas bem marcado que revigora a paisagem a cada estação.
O solo, fértil em várias porções ribeirinhas, sustenta uma agricultura diversificada. A vegetação original é um dos grandes tesouros ecológicos da região, combinando trechos de transição entre o Cerrado e a Caatinga, além de áreas de mata de cocais. Parte do grandioso Parque Nacional de Sete Cidades estende-se pelo território municipal, abrigando formações rochosas milenares, pinturas rupestres e uma biodiversidade riquíssima.
Clima
Em Piracuruca, a estação com precipitação é de céu encoberto e quente; a estação seca é escaldante e de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 23 °C a 37 °C e raramente é inferior a 22 °C ou superior a 39 °C. 
A melhor época do ano para visitar Piracuruca e realizar atividades de clima quente é do fim de junho ao meio de setembro. 
A estação quente permanece por 2,3 meses, de 14 de outubro a 23 de dezembro, com temperatura máxima média diária acima de 36 °C. O mês mais quente do ano em Piracuruca é novembro, com a máxima de 37 °C e mínima de 26 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 4,3 meses, de 2 de fevereiro a 11 de junho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 33 °C. O mês mais frio do ano em Piracuruca é março, com a mínima de 24 °C e máxima de 32 °C, em média. 
Em Piracuruca, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre extrema variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Piracuruca começa por volta de 4 de junho e dura 4,7 meses, terminando em torno de 25 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Piracuruca é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 68% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 25 de outubro e dura 7,3 meses, terminando em torno de 4 de junho. 
O mês mais encoberto do ano em Piracuruca é abril, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 82% do tempo. 
Economia
Piracuruca é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia local apoia-se em pilares sólidos e diversificados: destaca-se fortemente na agricultura familiar, na pecuária bovina e caprina, na avicultura, além de contar com um comércio local dinâmico, o setor de serviços e o ecoturismo em expansão.
O município de Piracuruca é um dos maiores produtores de castanha de caju da região norte do estado bem como se desenvolve aceleradamente a atividade apícola, que juntos formam dois importantes vetores que viabilizam a criação de pequenas indústrias do setor.
A administração municipal busca resgatar esta viabilidade e proporcionar incentivo a investimentos nesta área, que seguramente será um forte gerador de empregos.
A barragem do rio Piracuruca, que acumula 250 000 000 de metros cúbicos de água, oferece, em suas margens, a fantástica oportunidade de fixação de pequenos lotes onde centenas de famílias podem produzir legumes e verduras durante o ano inteiro, além de possibilitar a piscicultura em tanques-rede.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 516 admissões formais e 368 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 148 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 46.
Até agosto de 2026 houve registro de 22 novas empresas em Piracuruca, sendo que 7 atuam pela internet. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (8). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 55 empresas.
Educação
Piracuruca compreende que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano e social. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a pedagogia, a administração, a agronomia e a tecnologia garantem que a juventude piracuruquense encontre ferramentas qualificadas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Piracuruca é um convite apaixonante à aventura e à contemplação. A proximidade e a integração com o Parque Nacional de Sete Cidades atraem ecoturistas, geólogos e aventureiros de todo o mundo para desvendar suas formações de arenito esculpidas pelo vento e vestígios arqueológicos.
O potencial turístico do município de Piracuruca encontra-se nas belezas naturais e arquitetônicas, o Complexo Turístico Prainha, Barragem, Parque Nacional de Sete Cidades, Parque Ambiental Henriqueta Fortes de Cerqueira, dentre outras. A arquitetura e os casarões e palacetes do centro da cidade, a Estação Ferroviária feita em 1923 e a monumental igreja matriz construída de pedra em estilo barroco[8] e a rica história da cidade formam um conjunto de belezas que enchem os olhos de quem vem conhecer a cidade.
Cultura
Culturalmente, a cidade transborda identidade: as festas religiosas, as manifestações folclóricas, a música e a rica culinária regional mantêm viva a tradição de um povo acolhedor.
Biblioteca
Conforme a lista do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas a biblioteca Municipal de Piracuruca tem a denominação oficial de Biblioteca Pública Municipal Poetisa Luiza Amélia. Funciona no Espaço Jovem sediado no prédio do Padre Sá Palácio, historicamente conhecido por Casa Imperial da Intendência de Piracuruca, localizada na Praça Irmãos Dantas, onde também funciona academia pública, aulas de música, e emissão de documentos de identificação.
Construção conhecida como Casarão Padre Sá, Palácio Municipal e Casa Imperial da Intendência de Piracuruca e de acordo com a Lista do patrimônio histórico no Piauí: A antiga Casa da Intendência foi a primeira sede do Governo Municipal de Piracuruca, quando de sua instalação em 23 de dezembro de 1823. Presume- se que o prédio tenha sido edificado pelo Padre Sá Palácio entre 1812 e 1823, tendo sido lá o local da leitura da Proclamação por Leonardo das Dores castelo Branco no ato de adesão da Piracuruca à Intendência do Brasil. Ao longo do tempo o prédio serviu a diversas atividades públicas e tornou-se residência, também, por várias ocasiões.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais, ao ciclismo e às práticas esportivas nas escolas e centros comunitários movimenta a sociedade, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

LARANJAL PAULISTA - SÃO PAULO

Laranjal Paulista é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 23º02'59" sul e a uma longitude 47º50'12" oeste, estando a uma altitude de 536 metros. Sua população estimada em 2025, pelo IBGE, era de 27.075 habitantes. O município é formado pela sede e pelos distritos de Laras e Maristela. 
História
Muito antes da chegada dos colonizadores, há cerca de 1 500 anos, terraços fluviais do médio Tietê já abrigavam grupos falantes de Tupi-Guarani (tradição Tupiguarani) e também povos de língua Jê que cultivavam mandioca e milho, caçavam e produziam fina cerâmica vermelha, de que são exemplo as vasilhas “cambuchícaguába” preservadas hoje no Museu Histórico Sorocabano. A presença dessas populações permanece na toponímia regional, em nomes como Tietê (“rio verdadeiro”), Sorocaba (“terra fendida”), Ipanema (“água ruim, rio sem peixes”) e Sarapuí (“mosquito que pica”).
A ocupação atual do Município se divide em duas fases: rural e urbana. A primeira fase, no início do Século XVII, foi motivada pelos grupos tropeiros que rumavam à Sorocaba. Para os pousos eles se aconchegavam à beira do que chamavam de ribeirão dos laranjais e, por onde passavam, divulgavam que “a partir das suas acanhadas margens vislumbrava-se a existência de alongadas e férteis terras”, atraindo os primeiros pequenos agricultores.
Iniciando a fase urbana, em 1884, seguindo o traçado das obras da Estrada de Ferro Sorocabana e a ela se antecipando, chegava Delfino de Mello à localidade denominada de Laranjal. Adquiriu considerável gleba de terra e, para explorar comercialmente, construiu uma casa de pensão para abrigar os trabalhadores da ferrovia. Em curto espaço de tempo o local despertou o interesse de famílias da região para outras atividades comerciais dando início ao núcleo urbano.
Ainda em 1884, Delfino de Mello doou terreno para a construção de uma capela na vila que, em 1886, tornar-se-ia o distrito policial de Laranjal[8] e com a primeira escola pública outras benfeitorias se juntariam: agência postal, cartório de registro civil, a paróquia, telefone público, iluminação elétrica.
A Abolição de 1888 integrou ainda ex escravizados à vida comunitária — preservando congadas, modas de viola e outras tradições. Em 30 de novembro de 1896, pela Lei Estadual n.º 460, cria-se o distrito de Laranjal, pertencendo ao município e comarca de Tietê, no mesmo território do então distrito policial. O povoado é elevado à categoria de vila e sede do distrito por força da Lei Estadual n.º 1.038, de 19 de dezembro de 1906. Logo em seguida, na década de 1910, chegavam imigrantes italianos e sírio libaneses que abriram casas comerciais e pequenas indústrias, ampliando a diversidade étnica do futuro município criado pela Lei Estadual n.º 1.555, publicada em 10 de outubro de 1917, que criava o Município de Laranjal que, pelo Decreto Federal n.º 14.334/1944, passou a chamar-se Laranjal Paulista.
Gentílico: Larajalense. 
Formação Administrativa 
Distrito criado com a denominação de Laranjal, por Lei Estadual n.º 460, de 30 de novembro de 1896, no Município de Tietê. 
Elevado à categoria de município com a denominação de Laranjal, por Lei Estadual n.º 1.555, de 08 de outubro de 1917, desmembrado de Tietê. Constituído do Distrito sede. Sua instalação verificou-se no dia 25 de janeiro de 1918. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Município de Laranjal figura como Distrito Sede. 
Em divisão territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual n.º 9.073, de 31 de março de 1938, o Município de Laranjal pertence ao Termo judiciário de Tiete da comarca de Tietê e figura com o Distrito Sede. Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 9.775, de 30 de novembro de 1938, o Município adquiriu o Distrito de Laras, do Município de Tietê. Em 1939-1943, o município é composto de 2 Distritos: Laranjal e Laras. 
Decreto-Lei Estadual n.º 14.334, de 30 de novembro de 1944, passaram a denominar-se Laranjal Paulista. 
No quadro fixado, pelo referido Decreto-Lei, para vigorar em 1945-1948, o Município de Laranjal Paulista ficou composto dos Distritos de Laranjal Paulista e Laras, e pertence ao termo e comarca de Tietê. 
Aparece no quadro fixado pela Lei n.º 233, de 24 de dezembro de 1948, para 1949-1953, composto dos Distritos de Laranjal Paulista, Laras e Maristela, comarca de Tietê, assim como no fixado pela Lei n.º 2.456, de 30 de dezembro de ¬1953 para vigorar em 1954-1958. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído de 3 Distritos: Laranjal Paulista, Laras e Maristela. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15 de julho de 1999. 
Alterações Toponímicas Municipais 
Laranjal para Laranjal Paulista, teve sua denominação alterada por força do Decreto-Lei Estadual n.º 14.334, de 30 de dezembro de 1944.
Origem do Nome
A origem do nome "Laranjal Paulista" carrega a cor, o aroma e a história da grande vocação que marcou o início do povoamento: o nome é uma referência direta aos extensos e tradicionais pomares de laranjas que coloriam a paisagem da região nos tempos coloniais e imperiais.
Geografia
A geografia de Laranjal Paulista é um verdadeiro espetáculo esculpido pela natureza no interior paulista. O relevo é predominantemente suave-ondulado, composto por colinas, coxilhas e vales cortados por rios e córregos cristalinos. Com uma altitude moderada, o município desfruta de um clima subtropical úmido, caracterizado por verões agradáveis e invernos com noites frescas, proporcionando uma qualidade de vida excepcional.
O solo, de excelente fertilidade e rico em nutrientes, é o grande alicerce da vocação agrícola da terra. A vegetação original, que combinava trechos de Cerrado e de Mata Atlântica de interior, hoje convive harmoniosamente com extensas áreas de cultivo, pomares e matas ciliares que protegem os mananciais hídricos da região.
A área do município é de 384,274 km², estando localizado na Depressão Periférica Paulista entre o Planalto Atlântico – região da capital – e o Planalto Ocidental – região de Botucatu.
A principal via de acesso ao município é a Rodovia Marechal Rondon
O solo proporciona a exploração de recursos minerais como areia, argila, brita, calcário empregados na construção civil.
Hidrografia
A hidrografia do município está composta pelo  Rio Tietê e Rio Sorocaba e mais seis ribeirões e seis córregos
Ferrovias
A ferrovia que atende a cidade é a Linha Tronco da antiga Estrada de Ferro Sorocabana 
Clima e Condições Meteorológicas
Em Laranjal Paulista, o verão é com precipitação, longo, abafado, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, de céu quase sem nuvens e agradável. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 13 °C a 31 °C e raramente é inferior a 9 °C ou superior a 34 °C. 
A melhor época do ano para visitar Laranjal Paulista e realizar atividades de clima quente é do meio de abril ao fim de setembro. 
A estação quente permanece por 4,8 meses, de 5 de novembro a 29 de março, com temperatura máxima média diária acima de 30 °C. O mês mais quente do ano em Laranjal Paulista é fevereiro, com a máxima de 31 °C e mínima de 21 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,7 meses, de 14 de maio a 5 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Laranjal Paulista é julho, com a mínima de 13 °C e máxima de 25 °C, em média. 
Em Laranjal Paulista, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Laranjal Paulista começa por volta de 31 de março e dura 6,4 meses, terminando em torno de 13 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Laranjal Paulista é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 71% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 13 de outubro e dura 5,6 meses, terminando em torno de 31 de março. 
O mês mais encoberto do ano em Laranjal Paulista é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 71% do tempo. 
Economia
Laranjal Paulista é uma pequena cidade que se destaca pelo elevado potencial de consumo e pela alta regularidade das vendas no ano.
Atualmente a economia do município está voltada para avicultura, cerâmica, cultura de cana de açúcar e fabricação de brinquedos.
A policultura de café, algodão, feijão, milho já foi a base econômica do município. Em 1990 cedeu lugar à pecuária, com a cana-de-açúcar, houve algum incentivo a pequenos agricultores.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 4 mil admissões formais e 3,1 mil desligamentos, resultando em um saldo de 895 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1098.
Até agosto de 2026 houve registro de 30 novas empresas em Laranjal Paulista, sendo que 6 atuam pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (11). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 104 empresas.
Educação
Laranjal Paulista compreende que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano e a inovação tecnológica. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a agronomia, a administração, a pedagogia e a tecnologia garante que a juventude laranjalense encontre ferramentas qualificadas para liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O município é integrante da Região Turística Raízes do Interior Paulista e, pela Lei Estadual n.º 16.720, de 2018, passou a ser considerado e certificado como Município de Interesse Turístico.
O turismo em Laranjal Paulista é um convite apaixonante à tranquilidade do interior e à contemplação das belezas rurais. As praças arborizadas, as igrejas históricas, os passeios pelas fazendas tradicionais e as belezas naturais às margens dos rios encantam os visitantes.
Os eventos locais que integram o Calendário Turístico do Estado de São Paulo são os seguintes: a "Festa de São João Batista" (em junho), a "Copa Brasil de Futebol Infantil" (em julho) e a "Festa do Peão Boiadeiro" (em outubro).
Festa de São João Batista - tradicional Festa de São João celebrada em louvor ao padroeiro da cidade, que dura de uma semana a dez dias, terminando no dia 24 de junho, dia de São João (feriado municipal).
Neste dia, realiza-se uma procissão pelas ruas centrais do município, reunindo imagens de outros santos que representam as demais paróquias de Laranjal, tais como São Benedito, São Roque, Nossa Senhora Aparecida e vários outros. No fim da procissão é celebrada uma missa em louvor ao padroeiro, com uma grande queima de fogos ao seu encerramento.
Na parte profana, isto é, não religiosa, barracas de entidades municipais são montadas ao redor do Largo São João, onde se situa a Igreja Matriz da cidade, as quais vendem bebidas, comidas tradicionais e artesanato a fim de arrecadar fundos. Também é montado um palco para a apresentação de grupos folclóricos e bandas contratadas pela comissão de festas para entreter os cidadãos e visitantes de outras localidades que sempre comparecem para prestigiar a festa. Todo dia 24 de junho, já pela manhã, tem início atividades que remetem às origens da Festa, tais como leilão de lenha, leitoa ensebada, pau de sebo, leilão de gado e demais prendas.
Todo o entorno do Largo São João (praça central da cidade) é decorado com bandeirinhas coloridas, onde ocorre a quadrilha, geralmente formada por estudantes ou integrantes de grupos da terceira idade. A Festa já é realizada há mais de 100 anos e é a principal atração da cidade, sendo considerada um patrimônio cultural por muitos.
Cultura
Culturalmente, a cidade transborda tradição: as festas religiosas, as manifestações folclóricas, a música sertaneja raiz e a rica culinária caipira mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos municipais, ao ciclismo e às práticas esportivas nas escolas e centros comunitários movimenta a sociedade, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

terça-feira, 27 de outubro de 2026

ITACARÉ - BAHIA

Itacaré é um município brasileiro do litoral do estado da Bahia. Itacaré é um famoso destino turístico localizado no litoral sul da Bahia, na Costa do Cacau, conhecido por unir praias paradisíacas e Mata Atlântica preservada. Sua população, conforme estimativas do IBGE para o ano de 2025, era de 29.496 habitantes.
História
Por volta do ano 1000, a região foi invadida pelos tupis, que expulsaram os antigos habitantes, falantes de línguas do tronco linguístico macro-jê, para o interior do continente. No século XVI, quando os primeiros europeus chegaram à região, ela estava ocupada pela etnia tupi dos tupiniquins. No século XVI, o jesuíta Luís da Grã fundou uma capela dedicada a são Miguel. O jesuíta, então, batizou a povoação ao redor da capela como "São Miguel da Barra do Rio de Contas", juntamente com o município de Ubaitaba, que se chamava Itapira, sede do município de São Miguel da Barra do Rio de Contas.
A povoação foi elevada a sede de município em 1732 e Ubaitaba (até então denominada Itapira), tornou-se seu distrito, por obra de dona Maria Athaíde e Castro, a condessa do Resende, donatária da capitania de Ilhéus. O município passou a ter a sua designação atual somente em 1931.
Itacaré e Ubaitaba foram desmembradas pelo Decreto n.º 8.567, de 27 de julho de 1933.
Alguns eventos estatisticamente improváveis fizeram, de Itacaré, um lugar especial e com alto grau de preservação:
- tem uma formação geológica única no Nordeste brasileiro, com uma faixa costeira dotada de solo fértil e falésias rochosas, e por isso a Mata Atlântica avança até o mar.
- a cultura agrícola predominante foi o cacau em sistema de cabruca (um sistema ecológico de cultivo agroflorestal), que precisa da sombra da Mata Atlântica para ser plantado, ao contrário da cana-de-açúcar e do café, em que seria necessário devastar toda a mata.
- o município cresceu muito entre 1890 e 1940 graças ao cacau, mas, nos anos 1940, o porto da cidade assoreou e o lugar ficou isolado, visto que as estradas eram muito ruins. Esse isolamento dificultou o crescimento até a construção da Estrada Parque da Serra Ilhéus-Itacaré em 1998, a primeira estrada realmente ecológica do país.
Formação Administrativa 
Distrito criado com a denominação de Barra do Rio de Contas, em 1718. 
Elevada à categoria de vila com a denominação de Barra do Rio de Contas, em 27 de janeiro de 1732. Sede na antiga povoação de Barra do Rio de Contas. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Barra do Rio de Contas e Faisqueira. 
Pelos Decretos Estaduais n.º 7.455, de 23 de junho de 1931 e n.º 7.479, de 08 de julho de 1931, transfere a sede de Barra do Rio de Contas para a povoação de Itapira, tomando esta denominação. 
Pelo Decreto Estadual n.º 7.850, de 16 de dezembro de 1931, a sede do município do distrito de Itapira para o de Itacaré. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Itacaré e Catulé. Não figurando o distrito de Faisqueira. 
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Itacaré, Coronel Soares e São Miguel. Não figurando o distrito de Catulé. 
Pelo Decreto Estadual n.º 11.089, de 30 de novembro de 1938, o distrito de São Miguel passou a denominar-se Itaipava e o de Coronel Soares a denominar-se Poço Central. 
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 141, de 31 de dezembro de 1943, confirmado pelo Decreto-Lei Estadual n.º 12.978, o distrito de Itaipava passou a denominar-se Poiri. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Itacaré, Itaipava e Poço Central. 
Em divisão territorial datada 01 de julho de 1950, o município é constituído de 3 distritos: Itacaré, Poço Central e Poiri ex Itaipava. 
Pela Lei Estadual n.º 628, de 30 de dezembro de 1953, é criado o distrito de Lage do Banco ex ¬povoado, criado com terras desmembrada do distrito de Poiri e anexado ao município de Itacaré. Sob o mesma Lei, é criado o distrito de Taboquinhas ex povoado e anexado ao município de Itacaré. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1955, o município é constituído de 5 distritos: Itacaré, Laje do Banco, Poço Central, Poiri e Taboquinhas 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960. 
Pela Lei Estadual n.º 1.579, de 15 de dezembro de 1961, desmembra do município de Itacaré os distritos de Poiri, Laje do Branco e Poço Central, para formar o novo município com a denominação de Aurelino Leal, ex Poiri. 
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído de 2 distritos: Itacaré e Taboquinhas. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Origem do Nome
O topônimo "Itacaré" se originou do tupi antigo: significa "jacaré de pedra", através da junção dos termos itá (pedra) e îakaré (jacaré). 
O nome "Itacaré" carrega a poesia e a ancestralidade dos povos indígenas que originalmente habitaram a região. O termo tem raízes no tupi-guarani e faz referência às pedras ou rochas presentes no rio ou na costa, unindo significados associados à paisagem natural.
Geografia
A geografia de Itacaré é um verdadeiro espetáculo esculpido pela natureza. O relevo é predominantemente acidentado, composto por colinas, morros e vales cobertos por uma vegetação exuberante que desce até as areias douradas das praias. Com uma altitude baixa, o município desfruta de um clima tropical úmido, caracterizado por temperaturas quentes o ano todo e chuvas bem distribuídas que mantêm o verde intenso da floresta.
O solo, rico em nutrientes nas áreas de vale, sustentou historicamente a próspera cultura cacaueira. A vegetação original é um dos grandes tesouros de Itacaré: trechos preservados de Mata Atlântica de restinga e manguezais formam um ecossistema riquíssimo, que abriga espécies endêmicas de flora e fauna, além de garantir a pureza dos rios e cachoeiras que brotam por toda a região.
Clima
Em Itacaré, o verão é longo, de céu quase encoberto e morno; o inverno é curto, de céu quase sem nuvens e agradável. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 20 °C a 30 °C e raramente é inferior a 19 °C ou superior a 31 °C. 
A melhor época do ano para visitar Itacaré e realizar atividades de clima quente é do meio de maio ao fim de outubro. 
A estação quente permanece por 4,1 meses, de 17 de dezembro a 20 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 29 °C. O mês mais quente do ano em Itacaré é janeiro, com a máxima de 29 °C e mínima de 24 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,9 meses, de 20 de junho a 18 de setembro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 27 °C. O mês mais frio do ano em Itacaré é julho, com a mínima de 20 °C e máxima de 26 °C, em média. 
Em Itacaré, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Itacaré começa por volta de 17 de abril e dura 6,2 meses, terminando em torno de 24 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Itacaré é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 74% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 24 de outubro e dura 5,8 meses, terminando em torno de 17 de abril. 
O mês mais encoberto do ano em Itacaré é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 66% do tempo. 
Economia
Itacaré é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. 
A principal fonte de economia da cidade é o ecoturismo, que responde por mais de 90% do seu produto interno bruto (PIB). Os principais segmentos turísticos trabalhados são ecoturismo, sol e praia, turismo de aventura e esportivo.
A economia local apoia-se em pilares dinâmicos: destaca-se fortemente no turismo internacional e ecológico, na prestação de serviços, no comércio, na pesca artesanal e na agricultura tradicional, com destaque contínuo para o cultivo do cacau fino e da agrofloresta sustentável.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 1,3 mil admissões formais e 1,3 mil desligamentos, resultando em um saldo negativo de -77 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 134.
Até agosto de 2026 houve registro de 9 novas empresas em Itacaré, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 33 empresas.
Educação
Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias com instituições de pesquisa. A oferta de cursos voltados para o turismo sustentável, a gestão ambiental, a biologia, a administração e a pedagogia garantem que a juventude itacareense encontre ferramentas para inovar e liderar o desenvolvimento da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Itacaré é um convite apaixonante à aventura e ao descanso. As praias selvagens e preservadas — como a Ribeira, a Tiririca e a Engenhoca —, as trilhas ecológicas na Mata Atlântica e as belas cachoeiras, como a do Tijuípe, encantam visitantes do mundo todo. 
Principais pontos turísticos
- Praias de Surf e Natureza: destacam-se a Praia da Tiririca (foco do surfe), Praia da Concha (mar calmo perto da vila), Jeribucaçu e Engenhoca, muitas acessadas por trilhas na mata.
- Cachoeiras e Trilhas: a região oferece passeios ecológicos, banhos de rio e cachoeiras como a do Tijuipe.
- Vida Noturna: a famosa Rua da Pituba reúne bares, lojas e restaurantes com pratos da culinária baiana.
- Pôr do Sol: a Ponta do Xaréu é o ponto clássico para ver o entardecer no mar.
Cultura
A cidade transborda identidade: as manifestações afro-brasileiras, a capoeira, o ritmo do forró, as festas populares e a rica culinária baiana à base de frutos do mar e cacau mantêm viva a tradição de um povo acolhedor.
Esporte
No esporte, o município é uma verdadeira referência nacional e internacional. Itacaré destaca-se pelo surf de excelência, acolhendo etapas de campeonatos importantes devido às suas ondas perfeitas. Além disso, o incentivo ao ecoturismo, ao mountain bike, ao canoísmo no Rio de Contas e ao futebol amador movimenta a comunidade, promovendo a saúde, o lazer e a integração social entre moradores e visitantes.
A Praia da Tiririca já foi sede da etapa brasileira da Liga Mundial de Surfe. Ocorreu em 2013 e 2015 e retornou entre 2017 e 2019.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

CAETÉS - PERNAMBUCO

Caetés é um município brasileiro do estado de Pernambuco, situado no Agreste.
A localidade, desmembrada do município de Garanhuns em 1963, é conhecida por ser a terra natal do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Destaca-se na geração de energia eólica. Conforme estimativas do IBGE para o ano de 2025, a população de Caetés era de 30.571 habitantes.
História
A cidade de Caetés surgiu de um povoado fundado por Miguel Quirino dos Santos. Até 1938 a localidade chamava-se "São Caetano". Emancipou-se como município em 13 de setembro de 1963, desmembrando-se do município de Garanhuns.
Segundo o IBGE, "O nome da cidade de Caetés tem como origem uma imagem de São Caetano, comprada pelo sobrinho do fundador Miguel Quirino dos Santos. E originou-se do nome de um índio civilizado, Caetano, da tribo dos Caetés".
Formação Administrativa
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de São Caetano figura no município de Garanhuns. 
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937. 
Pelo Decreto-Lei n.º 92, de 31 de março de 1938, o distrito de São Caetano passa a denominar-se Caetés. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o distrito de Caetés figura no município de Garanhuns. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960. 
Elevado à categoria de município com a denominação de Caetés, pela Lei Estadual n.º 4.987, de 20 de dezembro de 1963, desmembrado do município de Garanhuns. Sede no antigo distrito de Caetés. Constituído do distrito sede. Instalado em 18 de agosto de 1964. 
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2025.
Origem do Nome
Segundo o IBGE, "O nome da cidade de Caetés tem como origem uma imagem de São Caetano, comprada pelo sobrinho do fundador Miguel Quirino dos Santos. E originou-se do nome de um índio civilizado, Caetano, da tribo dos Caetés".
Outra versão aponta que a origem do nome "Caetés" carrega a ancestralidade e a poesia dos povos indígenas que outrora habitaram a região. O termo faz referência histórica à tribo dos caetés, grupo indígena que marcou a história colonial do litoral e cujos vestígios e memória batizaram a terra serrana.
Gentílico: Caeteense.
Geografia
O município localiza-se no Planalto da Borborema. A vegetação predominante é a caatinga hiperxerófila.
Caetés é formado pelo distrito sede e pelos povoados de Ponto Alegre, Atoleiro, Barriguda, Bastiões, Vila Araçá, Várzea Comprida, Várzea Suja e Queimada Grande.
A geografia de Caetés é um verdadeiro espetáculo típico das terras altas do agreste. O relevo é predominantemente acidentado, composto por serras, colinas e vales verdejantes que desenham paisagens de rara beleza cênica. Com uma altitude elevada, que ultrapassa os setecentos metros, o município desfruta de um clima tropical semiárido abrandado pela altitude, caracterizado por temperaturas agradáveis, noites frescas e um regime de ventos constantes que trazem um charme especial à região.
O solo, de boa fertilidade em diversas porções, sustenta uma agricultura tradicional e diversificada. A vegetação original mescla trechos de transição entre a caatinga arbórea e a mata serrana, abrigando nascentes e mantendo a biodiversidade local.
Clima
O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico inferior a 800 mm, o índice de aridez até 0,5 e o risco de seca maior que 60%.
Dados do Departamento de Ciências Atmosféricas, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), mostram que Caetés apresenta um clima com média pluviométrica anual de 758,4 mm sendo o mês de Julho com maior precipitação e menor temperatura média mensal com 17,9 ºC, e o mês de Dezembro o mês com a temperatura média mensal mais alta, com 22,3 ºC.
Em Caetés, o verão é longo, abafado, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, de céu quase sem nuvens e agradável. Durante o ano inteiro, o tempo é de ventos fortes. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 15 °C a 31 °C e raramente é inferior a 13 °C ou superior a 33 °C. 
A melhor época do ano para visitar Caetés e realizar atividades de clima quente é do início de junho ao meio de outubro. 
A estação quente permanece por 5,5 meses, de 20 de outubro a 6 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 30 °C. O mês mais quente do ano em Caetés é janeiro, com a máxima de 31 °C e mínima de 18 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,5 meses, de 7 de junho a 24 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Caetés é julho, com a mínima de 15 °C e máxima de 24 °C, em média. 
Em Caetés, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Caetés começa por volta de 28 de maio e dura 4,7 meses, terminando em torno de 19 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Caetés é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 74% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 19 de outubro e dura 7,3 meses, terminando em torno de 28 de maio. 
O mês mais encoberto do ano em Caetés é abril, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 60% do tempo. 
Economia
Caetés é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia local apoia-se em pilares sólidos: destaca-se fortemente na agricultura familiar — com o cultivo de milho, feijão, mandioca, algodão e hortaliças —, na pecuária leiteira de destaque regional, além de contar com um comércio local dinâmico e o setor de serviços.
Destaca-se na geração de energia eólica e na logística de transportes na região.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 248 admissões formais e 180 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 68 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 114.
Educação
Caetés compreende que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano e a transformação social. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a pedagogia, a agronomia e a tecnologia garantem que a juventude caeteense encontre ferramentas qualificadas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Caetés é um convite apaixonante à contemplação das belezas naturais e à imersão cultural. As trilhas pelas serras, os mirantes com vistas panorâmicas deslumbrantes e a tranquilidade das praças e igrejas centenárias encantam os visitantes. 
Cultura
A cidade transborda tradição: as festas religiosas, as manifestações folclóricas, a música nordestina e a rica culinária regional mantêm viva a identidade de um povo acolhedor. Além disso, Caetés orgulha-se de sua relevância histórica nacional, sendo terra natal de figuras políticas de projeção mundial, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja trajetória de superação inspiração gerações.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais e às práticas esportivas nas escolas e centros comunitários movimenta a sociedade, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

CLÁUDIO - MINAS GERAIS

Cláudio é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Localiza-se a uma latitude 20º26'36" sul e a uma longitude 44º45'57" oeste, estando a uma altitude de 832 metros. De acordo com estimativas do IBGE para o ano de 2025, sua população era de 31.936 habitantes. 
A cidade também é conhecida por ser a "cidade dos apelidos", pois a maioria de seus habitantes possui algum apelido. Possui uma área de 632,12 km².
A cidade ganhou projeção nacional em julho de 2014, após reportagem da Folha de S.Paulo denunciar que um aeroporto na cidade, localizado em fazenda de um parente de Aécio Neves, foi reformado em sua gestão como governador. Para a obra, foi alocada verba estadual de 14 milhões de reais. 
O então candidato confirmou a reforma e o uso do aeroporto, contudo, negou qualquer irregularidade na obra e desapropriação do terreno. O jornal informou ainda que a família de Múcio Guimarães Tolentino, tio-avô de Aécio e ex-prefeito do município, guardava as chaves do portão do aeroporto, sendo que para pousar ali, era preciso pedir autorização aos filhos de Múcio. 
História
Na época do Descobrimento do Brasil, a região onde se encontrava o município de Cláudio era povoada pelos índios Cataguás. 
Existem várias versões acerca da origem do município, sendo a mais conhecida delas a registrada na Enciclopédia dos Municípios brasileiros: “Os primeiros moradores da região datam de 1758, época em que aportaram na localidade duas famílias portuguesas, provavelmente em busca de ouro. Instalaram-se em barracas, às margens do córrego que, então, tomou o nome de Lavapés. 
Com o tempo, aos primitivos habitantes do local, foram se juntando outros, atraídos pelas notícias de fertilidades do solo e ricas minas auríferas no povoado denominado “Ouro Fala”. Afluíram então para a região famílias de localidades circunvizinhas e, como formavam clãs de certa linhagem, foram se entrelaçando com as primitivas pelo matrimônio, até que se formou uma sociedade relativamente bem organizada. 
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Aparecida do Cláudio, pela Lei Provincial n.º 913, de 08 de junho de 1858, e Lei Estadual n.º 2, de 14 de setembro de 1891, subordinado ao município de Oliveira. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de Aparecida do Cláudio, pela Lei Estadual n.º 556, de 30 de agosto de 1911, desmembrado de Oliveira. Sede na antiga vila de Aparecido do Cláudio. Constituído do distrito sede. Instalado em 21 de junho de 1912. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila de Aparecido do Cláudio é constituída o distrito sede. 
Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral de 01 de setembro de 1920. 
Pela Lei Estadual n.º 843, de 07 de setembro de 1923, o município de Aparecida do Cláudio passou a denominar-se Cláudio. Pela referida Lei Estadual acima citada, é criado o distrito de Itamembé (ex povoado de Cachoeira de Santo Antônio) e anexado ao município de Cláudio. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Cláudio, pela Lei Estadual n.º 893, de 10 de setembro de 1925. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Cláudio e Itamembé. 
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937. 
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 148, de 17 de dezembro de 1938, o município de Cláudio adquiriu para o distrito sede de Cláudio parte do território do município de Itapecerica. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Cláudio e Itamembé. 
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 1.058, de 31 de dezembro de 1943, o município de Cláudio adquiriu para distrito de Cláudio, parte do território do distrito de Marilândia, do município de Itapecerica. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Cláudio e Itamembé. 
Pela Lei Estadual n.º 336, de 27 de dezembro de 1948, o distrito de Itamembé tomou o nome de Monsenhor João Alexandre. 
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o município é constituído de 2 distritos: Cláudio e Monsenhor João Alexandre (ex Itamembé). 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome "Cláudio" carrega uma história singular e popular muito querida pelos seus habitantes. Consta que, por volta de meados do século dezoito, com a chegada das primeiras famílias em busca de terras férteis e minas de ouro, um escravo chamado Cláudio, pertencente a um dos patriarcas locais, descobriu um ribeirão durante suas sondagens pelos arredores. O curso d'água passou a ser chamado de "Ribeirão do Cláudio", e com o passar do tempo o nome estendeu-se a toda a região.
Gentílico: Claudiense.
Geografia
A geografia de Cláudio é um verdadeiro espetáculo típico do relevo mineiro. As paisagens são compostas por mares de morros, colinas suaves e vales férteis que compõem cenários de rara beleza. Com uma altitude média que gira em torno de 830 metros, o município desfruta de um clima tropical de altitude, caracterizado por verões agradáveis e invernos com noites frias e revigorantes.
O solo, de excelente fertilidade em muitas de suas porções, sustenta tanto a atividade agrícola quanto a cobertura vegetal original, que se divide harmoniosamente entre os biomas do Cerrado e da Mata Atlântica. Essa transição ecológica garante a preservação de nascentes, córregos e uma biodiversidade rica que embeleza a zona rural do município.
Clima
Em Cláudio, a estação com precipitação é de céu encoberto e úmida; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é morno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 12 °C a 29 °C e raramente é inferior a 9 °C ou superior a 33 °C. 
A melhor época do ano para visitar Cláudio e realizar atividades de clima quente é do meio de abril ao fim de setembro. 
A estação morna permanece por 2,3 meses, de 13 de janeiro a 22 de março, com temperatura máxima média diária acima de 28 °C. O mês mais quente do ano em Cláudio é fevereiro, com a máxima de 29 °C e mínima de 20 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,4 meses, de 18 de maio a 30 de julho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Cláudio é junho, com a mínima de 13 °C e máxima de 25 °C, em média. 
Em Cláudio, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre extrema variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Cláudio começa por volta de 8 de abril e dura 6,1 meses, terminando em torno de 12 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Cláudio é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 76% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 12 de outubro e dura 5,9 meses, terminando em torno de 8 de abril. 
O mês mais encoberto do ano em Cláudio é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 78% do tempo. 
Economia
Cláudio é conhecida como o maior polo de fundições e metalúrgicas da América Latina, destacando-se na produção de peças de ferro fundido e móveis em alumínio.Cláudio é um município de pequeno porte econômico, porém apresentou um bom crescimento ao longo da primeira década de 2000, sendo que a variação da renda entre 2000 e 2010 foi de 76%, conforme indicado pelo mapa da miséria e da desigualdade econômica no Brasil. 
Devido a fertilidade do solo e suporte técnico, a produção cafeeira no município vem se destacando como um forte componente econômico. Há ainda um conjunto de cerca de 60 indústrias que integram o Parque Industrial Paulino Prado. A cidade é também conhecida por seu grande pólo de fundições e metalúrgica, um dos maiores do Brasil. Destacam-se a produção de móveis em alumínio, peças de ferro fundido e outros. O município conta com uma Cooperativa de Crédito e 6 agências bancárias: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, ING, Bradesco.
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 4,1 mil admissões formais e 4 mil desligamentos, resultando em um saldo de 133 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 283.
Até agosto de 2026 houve registro de 44 novas empresas em Cláudio, sendo que 12 atuam pela internet. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é menor que o do mês imediatamente anterior (11). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 143 empresas.
Educação
Cláudio compreende com clareza que o conhecimento é a base mais sólida para o desenvolvimento humano e tecnológico. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a engenharia, a gestão industrial, a administração, a tecnologia e a pedagogia garantem que a juventude claudiense encontre ferramentas qualificadas para inovar e liderar o futuro do polo metalúrgico e da comunidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O município faz parte do circuito turístico Grutas e Mar de Minas.
O turismo em Cláudio é um convite apaixonante à contemplação da tranquilidade interiorana e à imersão na cultura mineira. As praças arborizadas, as igrejas seculares, os eventos tradicionais e a hospitalidade sem igual encantam os visitantes.
O município conta com atrativos naturais como a Cachoeira do São Bento e a Cachoeira Corumbá, além de belas paisagens da região. 
Cultura
Culturalmente, a cidade transborda tradição: as festas religiosas, a música, as manifestações artísticas e a inconfundível culinária mineira — repleta de sabores caseiros e afeto — mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais, ao ciclismo e às práticas esportivas nas escolas e centros comunitários movimenta a sociedade, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

VALENTE - BAHIA

Valente é um município brasileiro, que fica localizado no estado da Bahia, mais precisamente no nordeste do estado. Segundo as estimativas do IBGE, em 2025, o município tinha uma população de 25.132 habitantes, numa área territorial de 394,876 Km². Sua altitude é de 358 metros em relação ao nível do mar, tendo sua sede à 238 km da capital. Valente está localizado no território do sisal, a qual é conhecida como "a capital do sisal". A área do município se divide sobre duas bacias hidrográficas, do Jacuípe e Paraguaçu.
História
A cidade, no começo do século XX, era uma imensa fazenda de gado. A origem do nome "Valente" deu-se por causa de um boi que se desgarrou do rebanho e morreu afogado ao cair dentro de uma cacimba, que passou a ser chamada de Caldeirão do Boi Valente. Assim, mudaram o nome da fazenda para "Boi Valente", e em 12 de agosto de 1958, quando o povoado, pertencente a Conceição do Coite, virou cidade, foi abreviado para "Valente". O "Caldeirão do Boi Valente" ainda resiste ao tempo, e está localizado numa propriedade particular, próxima ao centro da cidade. Atualmente, no calçadão, no centro da cidade, a história está resumida em uma pedra. No local encontra-se o primeiro imóvel comercial construído na cidade, quando ainda era vila.
Formação Administrativa 
Distrito criado com a denominação de Valente em 1900. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figurava no município de Conceição de Coité, o distrito de Valente. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01 de julho de 1955. 
Elevado à categoria município com a denominação de Valente, pela lei estadual, desmembrado de Conceição de Coité. Sede no atual distrito de Valente, ex povoado de Caldeirão do Valente. Assim permanecendo em divisão territorial até hoje.
Origem do Nome
A origem do nome "Valente" carrega a memória e a homenagem aos primeiros desbravadores e famílias que se fixaram na região no século dezenove, destacando-se pela coragem, bravura e resiliência diante dos desafios do sertão.
Geografia
A geografia de Valente é um verdadeiro espetáculo esculpido pela natureza no semiárido nordestino. O relevo é predominantemente plano e suavemente ondulado, recortado por vales e por elevações de altitude moderada que oferecem belas panorâmicas da região. Com uma altitude favorável, o município desfruta de um clima tropical semiárido, marcado por dias ensolarados e noites amenas, suavizadas por ventos constantes.
O solo, de característica arenosa e argilosa, é o grande berço da principal riqueza agrícola local. A vegetação original, composta por caatinga arbórea e trechos de transição, convive harmoniosamente com as imensas lavouras de sisal — planta altamente resistente à seca que se tornou o símbolo verde da economia e da paisagem valentense.
Clima
Em Valente, o verão é longo, abafado, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, seco, de céu quase sem nuvens, de ventos fortes e agradável. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 17 °C a 35 °C e raramente é inferior a 15 °C ou superior a 38 °C. 
A melhor época do ano para visitar Valente e realizar atividades de clima quente é do início de maio ao fim de outubro. 
A estação quente permanece por 6,1 meses, de 28 de setembro a 31 de março, com temperatura máxima média diária acima de 34 °C. O mês mais quente do ano em Valente é janeiro, com a máxima de 34 °C e mínima de 21 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,4 meses, de 5 de junho a 18 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Valente é julho, com a mínima de 17 °C e máxima de 29 °C, em média. 
Em Valente, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Valente começa por volta de 17 de maio e dura 5,2 meses, terminando em torno de 22 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Valente é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 76% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 22 de outubro e dura 6,8 meses, terminando em torno de 17 de maio. 
O mês mais encoberto do ano em Valente é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 64% do tempo. 
Infraestrutura
Valente possui um Hospital municipal de médio porte e postos de saúde. Na educação possui boas escolas estaduais como o Wilson Lins e o Colégio Estadual de Valente, entre as escolas particulares, possui o colégio Piaget, que está entre os melhores do estado da Bahia, e entre os 100 melhores de todo o Nordeste. No ensino superior possui a faculdade FATECBA e já sediou a FTC a distância. No lazer possui um grande ginásio poliesportivo, clubes sociais como o APAEB, AABB e Umburana, a cidade sempre celebra festas e shows importantes para a região, atraindo grande público, possui algumas praças importantes, como a Jazida, com arcos, quiosques, concha acústica e uma grande rocha no centro, a praça central possui pistas de skate, equipamentos de ginásticas para jovens e idosos e pistas de Cooper. Nos transportes, a cidade é cortada pela BA 416 e BA 120, possui uma pequena rodoviária, O açude municipal, localizado no oeste da cidade já teve projetos de urbanização para criação de uma grande orla, mas o projeto jamais saiu do papel. 
O principal povoado do Município é Itarerú. 
O Município possui os seguintes Distritos: Distrito de Santa Rita de Cássia (Lei Municipal 661/2015, publicada no Diário Oficial do Legislativo dia 22 de maio de 2015) e Distrito de Valilandia (Lei Municipal n.º 662/2015, publicada no Diário Oficial do Legislativo dia 22 de maio de 2015)
Economia
A economia do município é impulsionada pelo comércio local e por três grandes empregadores: A Prefeitura Municipal localizada no centro da cidade, duas indústrias de médio porte, sendo uma calçadista e a Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (APAEB), uma de suas atividades é a produção de fios naturais e tapetes e carpetes de sisal. Outras fontes de renda importantes é a agricultura familiar e o Sisal, planta que deu a Valente o título de capital mundial da fibra. A agave tem perdido seu espaço nas fazendas para outras produções por causa da baixa valorização dos seus derivados. Após a instalação de uma unidade produtiva de mel, na comunidade de Alagoinhas, a prefeitura de Valente incentivou mais uma fonte de renda que atende e mantém mais de 60 famílias.
Valente está na área de influência econômica de Feira de Santana, além do Sisal e da pecuária, a cidade possui o turismo de festejos populares, como o São João. Valente se destaca pela sua organização, limpeza pública, arborização, e por ter uma qualidade de vida superior à de cidades vizinhas. 
De janeiro a julho de 2026, foram registradas 775 admissões formais e 556 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 219 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de 80.
Até agosto de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Valente, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 10 empresas.
Educação
Em Valente, o conhecimento é considerado a semente mais sólida para a transformação social e o desenvolvimento sustentável. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias com instituições de referência. A oferta de cursos voltados para a gestão, a pedagogia, a agronomia e a tecnologia garantem que a juventude valentense encontre ferramentas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Valente é um convite apaixonante à imersão na cultura sertaneja e na história do cooperativismo. Os roteiros rurais, a contemplação das paisagens de sisal e as visitas a iniciativas de economia solidária encantam os visitantes. 
Cultura
Culturalmente, a cidade transborda tradição: as festas populares, as manifestações folclóricas, a literatura de cordel, a música e a rica culinária regional mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
Valente possui um calendário esportivo movimentado. No futebol, que tem como principal palco o Estádio Municipal Evandro Mota Araújo (Evandrão), a principal competição é o Campeonato Valentense, realizado anualmente no primeiro semestre. Outra competição de destaque é a Copa de Integração Rural de Futebol Society. Destaque também para os jogos estudantis que envolvem praticamente todas as escolas do município em diversas modalidades, sendo realizado geralmente no início de agosto.
Valente também é destaque no automobilismo nacional, onde realiza todos os anos o Rally Rota Brasil (antigo Rally do Sisal), tradicional competição que faz parte do Campeonato Baiano e Brasileiro de Rally. Um dos destaques da cidade é o piloto Roberto Cunha, com seis títulos nacionais no currículo e etc. A cidade também possui o único Rally Parque do país, o PRO Rally Park. Um complexo Off Road com diversas pistas exclusivas para competições. Fica situado na BA 120, na rodovia que liga Valente a Santaluz.
Valente que tem parceria com o Instituto Fazer Acontecer (IFA), que trás varios beneficios no esporte aos povoados, e a sede.
A Seleção de Valente voltou a disputar em 2017 o Campeonato Baiano Intermunicipal de Futebol, que não disputava desde 2011.
Outros esportes bastante disputados pelo valentense são o futebol society, que conta com diversas competições, principalmente na Zona Rural, o Voleibol com uma equipe fantástica, que vem fazendo um lindo trabalho de educação e integração dos jovens valentenses e o futsal. Valente também conta com duas associações de Karatê, a Carcará de Valente, e a Dragões de Valente, além da Academia Montanha de Jiu-Jitsu. Já no atletismo, o ponto alto acontece no "Circuito de Corridas", realizado em três etapas no final do segundo semestre.
Contudo, em relação aos 'esportes de quadra', o que sempre teve maior destaque foi o handebol, tanto masculino quanto feminino, com excelentes atletas nos cenários regional e estadual.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .