Carinhanha é um município brasileiro localizado no oeste do estado da Bahia, às margens do Rio São Francisco, próximo da divisa com Minas Gerais. Sua população, conforme estimativas do IBGE para o ano de 2025, era de 30.439 habitantes.
História
Após a invasão dos portugueses em terras antes nunca pisadas por homens brancos, isso em 22 de abril de 1500, no caso do Brasil, começaram efetivamente as ocupações dois anos mais tarde. O sistema de distribuição dessas terras, foi por um instrumento denominado Carta Régia. Assim conhecidas doze Capitanias Hereditárias e um sem número de Sesmarias, pedaço de terra de extensão indefinida, dentro das Capitanias, em que o sesmeiro deveria cumprir certas obrigações, como o envio de árvores de valor para a construção naval na metrópole.
De posse destas Cartas Régias, duas famílias que se tornaram poderosas pela extinção de terras conquistadas e pelos currais de gado montados pelo interior, passaram a disputar com os índios confederados as terras do Vale do Rio São Francisco.
A primeira, instalou o seu morgado no litoral baiano, formando a dinastia da Casa da Torre, dos Garcia d'Ávila. Mas a Casa da Torre, segundo Pedro Calmon, se distraiu e quando foi advertida, os Guedes de Brito já tinham montado oito curais de gado, no sertão da Bahia.
O morgado dos Guedes de Brito, conhecido por dinastia da Casa da Ponte, tornou-se tão poderoso que os Garcia d'Ávila preferiam uma convivência pacífica a um enfrentamento belicoso. As duas Casas decidiram, então, repartir entre si a ocupação das terras do Sertão do São Francisco, considerando-se como os legítimos herdeiros dos despojos de uma guerra tida como justa. A guerra travada no Vale do São Francisco contra os nativos teria sido uma guerra contra pagãos, considerados bichos.
No século XVII, essas terras já integravam a Sesmaria do Itapicurú e Rio São Francisco, doadas em conjunto ao Mestre de Campos, Antônio Guedes de Brito e Bernardo Vieira Ravasco, por volta do mês do agosto de 1693.
Com Antonio Guedes de Brito, investido na patente de Mestre de Campos, coube desbravar o sertão do Vale do São Francisco. Segundo alguns historiadores, ele teria partido com duzentos homens rumo ao vale, mais teria sido morto, não completando a sua missão de 'pacificar' o vale, combatendo índios e negros aquilombados. Para o seu posto foi nomeado o General Mathias Cardoso de Almeida, o qual teria posto fim à desordem com um verdadeiro massacre de índios e negros.
Entretanto, antes de morrer, Antônio Guedes de Brito, teria constituído Manoel Nunes Viana como procurador de suas duas filhas: Isabel e Joana Guedes de Brito. Coube a Manoel Nunes Viana estender os domínios dos Guedes de Brito, do Morro do Chapéu à Sabarabuçu, hoje Sabará, em Minas Gerais.
Em 1709, foi fundada a vila de San Joze de Carunhenha, onde foi montado o seu quartel general. Em 17 de novembro, Manoel Nunes Viana seguiu para a Capitania de São Vicente, onde lutou na Guerra dos Emboabas, retornando em 1712, seguindo a rota do ouro pelo Rio das Velhas, afluente do São Francisco. Finalmente, a Sesmaria de São José de Carinhanha foi doada ao sesmeiro Athanásio de Siqueira Brandão.
Formação Administrativa
Segundo o livro Tombo do Arcebispado de Pernambuco, a Freguesia de São José de Carinhanha foi instalada por Portaria de 06 de agosto de 1806, quando pertencia à Diocese de Pernambuco, pelo Bispo Azeredo Coutinho.
Por Decreto da Sagrada Congregação Consistorial de 25 de maio de 1854, mandado executar pelo Delegado Apostólico Martins Marini, a 01 de maio de 1855, foi esta Freguesia desmembrada da Diocese de Pernambuco e incorporada à da Bahia.
Já no Catálogo Geral da Arquidiocese da Bahia, às fls. 57, vê-se que a Freguesia de São José de Carinhanha foi criada por carta Régia da Rainha Dona Maria I, a 29 de abril de 1779 e instalada a Paróquia pelo visitador Francisco José Correia por delegação do Bispo de Pernambuco, Dom Azeredo Coutinho.
Outras informações dão conta de que foi desmembrada de Paracatu, Minas Gerais, em 06 de agosto de 1806. Colonizada pelo Bispo Azevedo Coutinho em 1804, sendo o primeiro Vigário o Padre Pedro Machado da Cruz Pereira.
Em 1913, Carinhanha passou à categoria de Freguesia de São José de Carinhanha, pertencente à Comarca do Rio São Francisco, e foi elevada à categoria de vila em 20 de abril de 1832, sendo inaugurada em 1834.
A emancipação do Município ocorreu em 17 de agosto de 1909, por força do Decreto Lei n.º 762, sendo desmembrada do município de Barra do Rio Grande.
Origem do nome
A origem do nome "Carinhanha" carrega a poesia e a ancestralidade indígena que marcam a região. O termo tem raízes em vocábulos tradicionais associados aos rios e à fauna local, fazendo referência às águas que serpenteiam a terra e à abundância de pescado.
Geografia
A geografia de Carinhanha é um espetáculo esculpido pela natureza. O relevo é predominantemente plano e suavemente ondulado, formado por vales férteis e extensas planícies aluviais margeando os grandes rios. Com uma altitude baixa, o município desfruta de um clima tropical semiárido, suavizado pela umidade trazida pelo Rio São Francisco, com temperaturas quentes e um regime de ventos constantes.
O solo, extremamente fértil nas áreas de várzea, sustenta uma agricultura rica e diversificada. A vegetação original mescla trechos de cerrado, caatinga e matas ciliares que protegem as margens dos rios e abrigam uma rica biodiversidade de fauna e flora.
Clima
Carinhanha sofre influência da massa Equatorial Continental (Ec) no sentido leste para oeste, variando de 700 mm (Calha do Rio São Francisco) a 1.600mm na fronteira ocidental. Possui uma distribuição desigual durante o ano, pois seu período de chuva se concentra entre novembro e março, com índice pluviométrico anual de cerca de 750 milímetros (mm). Os meses de junho a agosto são secos, podendo o índice chegar a zero. O risco de seca é de médio a alto. O efeito de continentalidade determina a maior amplitude térmica média anual do estado da Bahia.
Em Carinhanha, a estação com precipitação é de céu encoberto e abafada; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é quente. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 36 °C e raramente é inferior a 15 °C ou superior a 39 °C.
A melhor época do ano para visitar Carinhanha e realizar atividades de clima quente é do início de maio ao início de outubro.
A estação quente permanece por 1,6 mês, de 7 de setembro a 26 de outubro, com temperatura máxima média diária acima de 35 °C. O mês mais quente do ano em Carinhanha é outubro, com a máxima de 36 °C e mínima de 22 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,1 meses, de 27 de novembro a 31 de janeiro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 32 °C. O mês mais frio do ano em Carinhanha é julho, com a mínima de 18 °C e máxima de 32 °C, em média.
O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 130,5 milímetros (mm) em 3 de dezembro de 1985. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 126,7 mm em 9 de março de 2020, 119,9 mm em 16 de novembro de 1998, 115,9 mm em 9 de novembro de 2011, 101,5 mm em 16 de janeiro de 2002, 101,3 mm em 20 de novembro de 2016 e 100,2 mm em 25 de novembro de 2011. Janeiro de 2016, com 625,1 mm, foi o mês de maior precipitação, superando o antigo recorde de 427,1 mm em fevereiro de 2007.
Em Carinhanha, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre extrema variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Carinhanha começa por volta de 25 de abril e dura 5,8 meses, terminando em torno de 19 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Carinhanha é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 19 de outubro e dura 6,2 meses, terminando em torno de 25 de abril.
O mês mais encoberto do ano em Carinhanha é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 78% do tempo.
Economia
Carinhanha é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios.
A economia local apoia-se em pilares fundamentais: destaca-se na agricultura irrigada e familiar nas várzeas do São Francisco, na pecuária extensiva, na pesca artesanal, além de contar com um comércio local dinâmico e o setor de serviços.
De janeiro a junho de 2026, foram registradas 101 admissões formais e 77 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 24 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -11.
Educação
A educação em Carinhanha está baseada em que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano e social. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a agronomia, a gestão, a pedagogia e a tecnologia garantem que a juventude carinhanhense encontre ferramentas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Carinhanha é um convite apaixonante à contemplação e ao lazer. As belas praias fluviais que se formam às margens do Rio São Francisco durante a época de seca, os passeios de barco e a observação do pôr do sol encantam os visitantes.
Cultura
Culturalmente, a cidade está baseada em suas tradições, com as festas populares, as manifestações folclóricas, as cantorias de viola e a rica culinária à base de peixes do rio mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais e às práticas esportivas nas praias e centros comunitários movimenta a população, promovendo saúde, lazer e forte integração social entre moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .
História
Após a invasão dos portugueses em terras antes nunca pisadas por homens brancos, isso em 22 de abril de 1500, no caso do Brasil, começaram efetivamente as ocupações dois anos mais tarde. O sistema de distribuição dessas terras, foi por um instrumento denominado Carta Régia. Assim conhecidas doze Capitanias Hereditárias e um sem número de Sesmarias, pedaço de terra de extensão indefinida, dentro das Capitanias, em que o sesmeiro deveria cumprir certas obrigações, como o envio de árvores de valor para a construção naval na metrópole.
De posse destas Cartas Régias, duas famílias que se tornaram poderosas pela extinção de terras conquistadas e pelos currais de gado montados pelo interior, passaram a disputar com os índios confederados as terras do Vale do Rio São Francisco.
A primeira, instalou o seu morgado no litoral baiano, formando a dinastia da Casa da Torre, dos Garcia d'Ávila. Mas a Casa da Torre, segundo Pedro Calmon, se distraiu e quando foi advertida, os Guedes de Brito já tinham montado oito curais de gado, no sertão da Bahia.
O morgado dos Guedes de Brito, conhecido por dinastia da Casa da Ponte, tornou-se tão poderoso que os Garcia d'Ávila preferiam uma convivência pacífica a um enfrentamento belicoso. As duas Casas decidiram, então, repartir entre si a ocupação das terras do Sertão do São Francisco, considerando-se como os legítimos herdeiros dos despojos de uma guerra tida como justa. A guerra travada no Vale do São Francisco contra os nativos teria sido uma guerra contra pagãos, considerados bichos.
No século XVII, essas terras já integravam a Sesmaria do Itapicurú e Rio São Francisco, doadas em conjunto ao Mestre de Campos, Antônio Guedes de Brito e Bernardo Vieira Ravasco, por volta do mês do agosto de 1693.
Com Antonio Guedes de Brito, investido na patente de Mestre de Campos, coube desbravar o sertão do Vale do São Francisco. Segundo alguns historiadores, ele teria partido com duzentos homens rumo ao vale, mais teria sido morto, não completando a sua missão de 'pacificar' o vale, combatendo índios e negros aquilombados. Para o seu posto foi nomeado o General Mathias Cardoso de Almeida, o qual teria posto fim à desordem com um verdadeiro massacre de índios e negros.
Entretanto, antes de morrer, Antônio Guedes de Brito, teria constituído Manoel Nunes Viana como procurador de suas duas filhas: Isabel e Joana Guedes de Brito. Coube a Manoel Nunes Viana estender os domínios dos Guedes de Brito, do Morro do Chapéu à Sabarabuçu, hoje Sabará, em Minas Gerais.
Em 1709, foi fundada a vila de San Joze de Carunhenha, onde foi montado o seu quartel general. Em 17 de novembro, Manoel Nunes Viana seguiu para a Capitania de São Vicente, onde lutou na Guerra dos Emboabas, retornando em 1712, seguindo a rota do ouro pelo Rio das Velhas, afluente do São Francisco. Finalmente, a Sesmaria de São José de Carinhanha foi doada ao sesmeiro Athanásio de Siqueira Brandão.
Formação Administrativa
Segundo o livro Tombo do Arcebispado de Pernambuco, a Freguesia de São José de Carinhanha foi instalada por Portaria de 06 de agosto de 1806, quando pertencia à Diocese de Pernambuco, pelo Bispo Azeredo Coutinho.
Por Decreto da Sagrada Congregação Consistorial de 25 de maio de 1854, mandado executar pelo Delegado Apostólico Martins Marini, a 01 de maio de 1855, foi esta Freguesia desmembrada da Diocese de Pernambuco e incorporada à da Bahia.
Já no Catálogo Geral da Arquidiocese da Bahia, às fls. 57, vê-se que a Freguesia de São José de Carinhanha foi criada por carta Régia da Rainha Dona Maria I, a 29 de abril de 1779 e instalada a Paróquia pelo visitador Francisco José Correia por delegação do Bispo de Pernambuco, Dom Azeredo Coutinho.
Outras informações dão conta de que foi desmembrada de Paracatu, Minas Gerais, em 06 de agosto de 1806. Colonizada pelo Bispo Azevedo Coutinho em 1804, sendo o primeiro Vigário o Padre Pedro Machado da Cruz Pereira.
Em 1913, Carinhanha passou à categoria de Freguesia de São José de Carinhanha, pertencente à Comarca do Rio São Francisco, e foi elevada à categoria de vila em 20 de abril de 1832, sendo inaugurada em 1834.
A emancipação do Município ocorreu em 17 de agosto de 1909, por força do Decreto Lei n.º 762, sendo desmembrada do município de Barra do Rio Grande.
Origem do nome
A origem do nome "Carinhanha" carrega a poesia e a ancestralidade indígena que marcam a região. O termo tem raízes em vocábulos tradicionais associados aos rios e à fauna local, fazendo referência às águas que serpenteiam a terra e à abundância de pescado.
Geografia
A geografia de Carinhanha é um espetáculo esculpido pela natureza. O relevo é predominantemente plano e suavemente ondulado, formado por vales férteis e extensas planícies aluviais margeando os grandes rios. Com uma altitude baixa, o município desfruta de um clima tropical semiárido, suavizado pela umidade trazida pelo Rio São Francisco, com temperaturas quentes e um regime de ventos constantes.
O solo, extremamente fértil nas áreas de várzea, sustenta uma agricultura rica e diversificada. A vegetação original mescla trechos de cerrado, caatinga e matas ciliares que protegem as margens dos rios e abrigam uma rica biodiversidade de fauna e flora.
Clima
Carinhanha sofre influência da massa Equatorial Continental (Ec) no sentido leste para oeste, variando de 700 mm (Calha do Rio São Francisco) a 1.600mm na fronteira ocidental. Possui uma distribuição desigual durante o ano, pois seu período de chuva se concentra entre novembro e março, com índice pluviométrico anual de cerca de 750 milímetros (mm). Os meses de junho a agosto são secos, podendo o índice chegar a zero. O risco de seca é de médio a alto. O efeito de continentalidade determina a maior amplitude térmica média anual do estado da Bahia.
Em Carinhanha, a estação com precipitação é de céu encoberto e abafada; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é quente. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 36 °C e raramente é inferior a 15 °C ou superior a 39 °C.
A melhor época do ano para visitar Carinhanha e realizar atividades de clima quente é do início de maio ao início de outubro.
A estação quente permanece por 1,6 mês, de 7 de setembro a 26 de outubro, com temperatura máxima média diária acima de 35 °C. O mês mais quente do ano em Carinhanha é outubro, com a máxima de 36 °C e mínima de 22 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,1 meses, de 27 de novembro a 31 de janeiro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 32 °C. O mês mais frio do ano em Carinhanha é julho, com a mínima de 18 °C e máxima de 32 °C, em média.
O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 130,5 milímetros (mm) em 3 de dezembro de 1985. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 126,7 mm em 9 de março de 2020, 119,9 mm em 16 de novembro de 1998, 115,9 mm em 9 de novembro de 2011, 101,5 mm em 16 de janeiro de 2002, 101,3 mm em 20 de novembro de 2016 e 100,2 mm em 25 de novembro de 2011. Janeiro de 2016, com 625,1 mm, foi o mês de maior precipitação, superando o antigo recorde de 427,1 mm em fevereiro de 2007.
Em Carinhanha, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre extrema variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Carinhanha começa por volta de 25 de abril e dura 5,8 meses, terminando em torno de 19 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Carinhanha é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 19 de outubro e dura 6,2 meses, terminando em torno de 25 de abril.
O mês mais encoberto do ano em Carinhanha é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 78% do tempo.
Economia
Carinhanha é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios.
A economia local apoia-se em pilares fundamentais: destaca-se na agricultura irrigada e familiar nas várzeas do São Francisco, na pecuária extensiva, na pesca artesanal, além de contar com um comércio local dinâmico e o setor de serviços.
De janeiro a junho de 2026, foram registradas 101 admissões formais e 77 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 24 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -11.
Educação
A educação em Carinhanha está baseada em que o conhecimento é a semente mais sólida para o desenvolvimento humano e social. Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a agronomia, a gestão, a pedagogia e a tecnologia garantem que a juventude carinhanhense encontre ferramentas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Carinhanha é um convite apaixonante à contemplação e ao lazer. As belas praias fluviais que se formam às margens do Rio São Francisco durante a época de seca, os passeios de barco e a observação do pôr do sol encantam os visitantes.
Cultura
Culturalmente, a cidade está baseada em suas tradições, com as festas populares, as manifestações folclóricas, as cantorias de viola e a rica culinária à base de peixes do rio mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais e às práticas esportivas nas praias e centros comunitários movimenta a população, promovendo saúde, lazer e forte integração social entre moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .