Miranda do Norte é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população estimada pelo IBGE, para o ano de 2025, era de 24.373 habitantes.
A exemplo de Santa Rita e São Mateus do Maranhão, que foram emancipados em 1961, Miranda do Norte, primitivamente denominado Miranda, foi um povoado que surgiu a partir da construção da BR-135 que conseguiu ser elevado à condição de município.
Localizado a 124 Km de São Luís, tornou-se parada obrigatória de veículos de carga e passageiros, o que foi de fundamental importância para o desenvolvimento de seus setores de comércio e serviços, principalmente restaurantes, pousadas e postos de abastecimento de combustíveis. Ainda que estivesse mais próximo de Arari, pertencia a Itapecuru quando conquistou sua autonomia, pela Lei n.º 4.866, a 15 de março de 1988.
A exemplo de Santa Rita e São Mateus do Maranhão, que foram emancipados em 1961, Miranda do Norte, primitivamente denominado Miranda, foi um povoado que surgiu a partir da construção da BR-135 que conseguiu ser elevado à condição de município.
Localizado a 124 Km de São Luís, tornou-se parada obrigatória de veículos de carga e passageiros, o que foi de fundamental importância para o desenvolvimento de seus setores de comércio e serviços, principalmente restaurantes, pousadas e postos de abastecimento de combustíveis. Ainda que estivesse mais próximo de Arari, pertencia a Itapecuru quando conquistou sua autonomia, pela Lei n.º 4.866, a 15 de março de 1988.
O município é sede da Região de Planejamento dos Eixos Rodoferroviários.
A Usina Termelétrica Gera Maranhão fica localizada no município.
História
Origens do município
Século XVII
A área era habitada pelos indígenas provavelmente da mesma etnia que ocorria na região, nas margens do rio Itapecuru, os Tapuias/Uruaitis e Barbados… Posteriormente houve a chegada de portugueses pelo litoral no século XVII, fundando e povoando através de correntes agrícolas, pastores e os padres jesuítas a cidade de Icatu e depois Rosário, e somente algumas décadas depois já no século XVIII, expandiram para o interior através dos rios Itapecuru, Mearim e outros, começando a fundação e povoação de outras cidades, como Itapecuru Mirim, Anajatuba, Arari, Cantanhede, e Pirapemas…
A história de Miranda se entrelaça a de Itapecuru Mirim, pois a região pertencia a Itapecuru Mirim quando está se tornou vila.
Século XVIII
Porém a terra onde hoje é Miranda do Norte, era identificada pelo nome de “Jundiai” pela existência de um afluente do rio Itapecuru de mesmo nome.
Essa área era propriedade do português Manoel Barbosa de Miranda, que nunca habitou nessa propriedade.
Pela existência de olhos d’água do riacho Jundiaí a propriedade foi posteriormente identificada como Olhos D’água de Miranda em alusão a seu proprietário. Ficando de fato conhecida como terras de Miranda.
Século XIX
Com o falecimento do português, a viúva Maria Sabina Barbosa de Miranda, no século XIX, vendeu as terras ao Capitão e Alferes José Clementino Bezerra, que logo mudou-se trazendo consigo a sua família, fixando as suas casas nas proximidades do Igarapé do Uh, iniciando ali o primeiro núcleo familiar que deu origem ao povoado Miranda, pertencente ao município de Itapecuru Mirim. Além de desenvolverem a agricultura familiar, introduziram a pecuária na região.
Com o falecimento do patriarca, Capitão José Clementino Bezerra o seu filho mais velho, Raimundo Abraão Bezerra (atual nome do palácio municipal), tornou-se seu sucessor que juntamente com seus outros irmãos, entre eles Francisco Alexandrino Bezerra e José Mariano Bezerra deram início ao povoamento e urbanização do núcleo familiar, criando a primeira escola sendo um dos primeiros sinais de desenvolvimento que passou a constitui-se mais tarde numa região atrativa para os habitantes de áreas vizinhas, provocando um aumento em seu contingente populacional.
Século XX
A sua posição geográfica entre Itapecuru Mirim e Arari, longe de possíveis enchentes e alagamentos causados pelos rios Itapecuru e Mearim e situada ás margens de duas importantes rodovias federais construídas já no século XX, as BR-135 ligando-a a Capital São Luís e ao sul do estado, e a BR-222 ligando-a a baixada maranhense, estimulou esse crescimento e diversificando suas atividades econômicas, além de possibilitar um maior intercâmbio cultural, que tiveram papéis decisivos em seu processo de emancipação política.
O destino desta terra começou a mudar no dia 13 de maio de 1982, pois começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, projeto de n.º 36, o qual tratava da emancipação política do povoado de Miranda, uma antiga luta das lideranças políticas locais. No dia 31 de janeiro de 1988, foi realizado plebiscito para a escolha do novo nome da cidade, o povo teve que escolher entre: “Miranda do Norte, Miranda dos Bezerras ou Olhos D’água de Miranda”, tendo sido escolhido através do voto direto o nome atual da cidade: Miranda do Norte, a terminologia “Norte” foi acrescida para diferenciar de um outro município do mesmo nome no estado de Mato Grosso do Sul. No dia 15 de março do mesmo ano, foi promulgada pela Assembleia Legislativa a Lei nº 4.866, tornando o povoado de Miranda em cidade, a Ata de instalação, ou seja, a certidão de nascimento do novo município foi lavrada na sede da igreja batista local, no dia 29 de maio daquele ano.
O aspecto político da cidade mudou com sua emancipação, pois a sede do governo municipal já não pertencia à cidade de Itapecuru Mirim, tendo sido transferido para as fronteiras do agora município de Miranda do Norte. Com a ruptura do poder foi nomeado pelo Governador do estado, Epitácio Cafeteira, o senhor Walter Bezerra Barros, como interventor, o qual permaneceu no poder até a realização das primeiras eleições, que aconteceu ainda no ano de 1988, da qual saiu-se vencedor o eleito primeiro prefeito pelo voto direto do povo, Luís Albuquerque Pereira Bonfim, pertencente ao PFL (Partido da Frente Liberal), permanecendo no poder nos anos de 1989 a 1992.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Miranda do Norte, pela Lei Estadual n.º 4.866, de 15 de março de 1988, desmembrado de Itapecuru-Mirim e Arari. Sede no atual distrito de Miranda do Norte, ex povoado de Miranda do município de Itapecuru-Mirim. Instalado em 01 de janeiro de 1989.
Em divisão territorial datada de 17 de janeiro de 1991, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Gentílico: mirandense-do-norte.
Origem do Nome
A origem do nome "Miranda do Norte" carrega uma homenagem histórica muito significativa: o nome foi dado em reconhecimento a ilustres pioneiros e famílias tradicionais que desbravaram e impulsionaram o povoamento local, somado ao complemento "do Norte" para identificação geográfica no cenário estadual.
Geografia
A posição geográfica de Miranda do Norte é bastante privilegiada, por se encontrar no eixo de duas importantes rodovias, a BR-135 e a BR-222, que possibilita melhor intercâmbio comercial, visto constituir-se, naturalmente um entreposto comercial de produtos agrícolas e manufaturados, destinados ao mercado interno e externo da região.
A geografia de Miranda do Norte é marcada por um relevo predominantemente plano e suavemente ondulado, típico da transição entre a baixada maranhense e o interior do estado. Com uma altitude baixa, o município desfruta de um clima tropical quente e úmido, caracterizado por temperaturas elevadas durante boa parte do ano e um regime de chuvas bem definido que renova as energias da vegetação a cada estação.
O solo, fértil em várias porções, sustenta uma agricultura tradicional e diversificada. A vegetação original, que mesclava trechos de matas secundárias, capoeiras e vegetação típica de transição, convive harmoniosamente com áreas de cultivo e pastagens, mantendo a biodiversidade e os recursos hídricos da região.
Localização
O município situa-se na micro região de Itapecuru, que por sua vez é parte da meso-região Norte-maranhense. Encontra-se situado no segundo fuso horário brasileiro, estando atrasado 03 horas em relação ao Meridiano de Greenwich. Sua latitude varia entre 3° e 4° e a longitude entre 44° e 45°.
Área
O município possui uma área de 341,107 km², incluindo terras desmembradas de Itapecuru-Mirim e Arari. O ponto mais alto do município alcança 90 metros e o mais baixo chega a 15 metros.
Clima
O município localiza-se em uma região bastante fértil, por se encontrar entre as bacias dos rios Mearim e Itapecuru, apresentando clima do tipo tropical úmido, que é dominante em todo o estado. A temperatura média anual é de 26°C e o índice pluviométrico varia de 1.400 a 1.600 mm anuais.
Economia
Miranda do Norte é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia local apoia-se em pilares dinâmicos: destaca-se fortemente no setor de comércio e serviços — impulsionado pela privilegiada localização logística —, além da agricultura familiar, da pecuária de pequeno e médio porte e da prestação de serviços à microrregião.
De janeiro a junho de 2026, foram registradas 256 admissões formais e 269 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -13 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 101.
Até julho de 2026 houve registro de 8 novas empresas em Miranda do Norte, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, 3 novas empresas se instalaram, sendo 1 com atuação pela internet. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 34 empresas.
Educação
Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a pedagogia, a administração e a tecnologia garantem que a juventude mirandense encontre ferramentas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Miranda do Norte é um convite apaixonante à contemplação da vida interiorana e à vivência comunitária. Os eventos festivos, as praças arborizadas e a hospitalidade nas conversas de calçada encantam os visitantes que buscam autenticidade.
Cultura
A cidade transborda tradição: as festas religiosas, as manifestações folclóricas, as celebrações juninas e a rica culinária maranhense mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais e às práticas esportivas nas escolas movimenta os centros comunitários, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Caravela .
A Usina Termelétrica Gera Maranhão fica localizada no município.
História
Origens do município
Século XVII
A área era habitada pelos indígenas provavelmente da mesma etnia que ocorria na região, nas margens do rio Itapecuru, os Tapuias/Uruaitis e Barbados… Posteriormente houve a chegada de portugueses pelo litoral no século XVII, fundando e povoando através de correntes agrícolas, pastores e os padres jesuítas a cidade de Icatu e depois Rosário, e somente algumas décadas depois já no século XVIII, expandiram para o interior através dos rios Itapecuru, Mearim e outros, começando a fundação e povoação de outras cidades, como Itapecuru Mirim, Anajatuba, Arari, Cantanhede, e Pirapemas…
A história de Miranda se entrelaça a de Itapecuru Mirim, pois a região pertencia a Itapecuru Mirim quando está se tornou vila.
Século XVIII
Porém a terra onde hoje é Miranda do Norte, era identificada pelo nome de “Jundiai” pela existência de um afluente do rio Itapecuru de mesmo nome.
Essa área era propriedade do português Manoel Barbosa de Miranda, que nunca habitou nessa propriedade.
Pela existência de olhos d’água do riacho Jundiaí a propriedade foi posteriormente identificada como Olhos D’água de Miranda em alusão a seu proprietário. Ficando de fato conhecida como terras de Miranda.
Século XIX
Com o falecimento do português, a viúva Maria Sabina Barbosa de Miranda, no século XIX, vendeu as terras ao Capitão e Alferes José Clementino Bezerra, que logo mudou-se trazendo consigo a sua família, fixando as suas casas nas proximidades do Igarapé do Uh, iniciando ali o primeiro núcleo familiar que deu origem ao povoado Miranda, pertencente ao município de Itapecuru Mirim. Além de desenvolverem a agricultura familiar, introduziram a pecuária na região.
Com o falecimento do patriarca, Capitão José Clementino Bezerra o seu filho mais velho, Raimundo Abraão Bezerra (atual nome do palácio municipal), tornou-se seu sucessor que juntamente com seus outros irmãos, entre eles Francisco Alexandrino Bezerra e José Mariano Bezerra deram início ao povoamento e urbanização do núcleo familiar, criando a primeira escola sendo um dos primeiros sinais de desenvolvimento que passou a constitui-se mais tarde numa região atrativa para os habitantes de áreas vizinhas, provocando um aumento em seu contingente populacional.
Século XX
A sua posição geográfica entre Itapecuru Mirim e Arari, longe de possíveis enchentes e alagamentos causados pelos rios Itapecuru e Mearim e situada ás margens de duas importantes rodovias federais construídas já no século XX, as BR-135 ligando-a a Capital São Luís e ao sul do estado, e a BR-222 ligando-a a baixada maranhense, estimulou esse crescimento e diversificando suas atividades econômicas, além de possibilitar um maior intercâmbio cultural, que tiveram papéis decisivos em seu processo de emancipação política.
O destino desta terra começou a mudar no dia 13 de maio de 1982, pois começou a tramitar na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, projeto de n.º 36, o qual tratava da emancipação política do povoado de Miranda, uma antiga luta das lideranças políticas locais. No dia 31 de janeiro de 1988, foi realizado plebiscito para a escolha do novo nome da cidade, o povo teve que escolher entre: “Miranda do Norte, Miranda dos Bezerras ou Olhos D’água de Miranda”, tendo sido escolhido através do voto direto o nome atual da cidade: Miranda do Norte, a terminologia “Norte” foi acrescida para diferenciar de um outro município do mesmo nome no estado de Mato Grosso do Sul. No dia 15 de março do mesmo ano, foi promulgada pela Assembleia Legislativa a Lei nº 4.866, tornando o povoado de Miranda em cidade, a Ata de instalação, ou seja, a certidão de nascimento do novo município foi lavrada na sede da igreja batista local, no dia 29 de maio daquele ano.
O aspecto político da cidade mudou com sua emancipação, pois a sede do governo municipal já não pertencia à cidade de Itapecuru Mirim, tendo sido transferido para as fronteiras do agora município de Miranda do Norte. Com a ruptura do poder foi nomeado pelo Governador do estado, Epitácio Cafeteira, o senhor Walter Bezerra Barros, como interventor, o qual permaneceu no poder até a realização das primeiras eleições, que aconteceu ainda no ano de 1988, da qual saiu-se vencedor o eleito primeiro prefeito pelo voto direto do povo, Luís Albuquerque Pereira Bonfim, pertencente ao PFL (Partido da Frente Liberal), permanecendo no poder nos anos de 1989 a 1992.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Miranda do Norte, pela Lei Estadual n.º 4.866, de 15 de março de 1988, desmembrado de Itapecuru-Mirim e Arari. Sede no atual distrito de Miranda do Norte, ex povoado de Miranda do município de Itapecuru-Mirim. Instalado em 01 de janeiro de 1989.
Em divisão territorial datada de 17 de janeiro de 1991, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Gentílico: mirandense-do-norte.
Origem do Nome
A origem do nome "Miranda do Norte" carrega uma homenagem histórica muito significativa: o nome foi dado em reconhecimento a ilustres pioneiros e famílias tradicionais que desbravaram e impulsionaram o povoamento local, somado ao complemento "do Norte" para identificação geográfica no cenário estadual.
Geografia
A posição geográfica de Miranda do Norte é bastante privilegiada, por se encontrar no eixo de duas importantes rodovias, a BR-135 e a BR-222, que possibilita melhor intercâmbio comercial, visto constituir-se, naturalmente um entreposto comercial de produtos agrícolas e manufaturados, destinados ao mercado interno e externo da região.
A geografia de Miranda do Norte é marcada por um relevo predominantemente plano e suavemente ondulado, típico da transição entre a baixada maranhense e o interior do estado. Com uma altitude baixa, o município desfruta de um clima tropical quente e úmido, caracterizado por temperaturas elevadas durante boa parte do ano e um regime de chuvas bem definido que renova as energias da vegetação a cada estação.
O solo, fértil em várias porções, sustenta uma agricultura tradicional e diversificada. A vegetação original, que mesclava trechos de matas secundárias, capoeiras e vegetação típica de transição, convive harmoniosamente com áreas de cultivo e pastagens, mantendo a biodiversidade e os recursos hídricos da região.
Localização
O município situa-se na micro região de Itapecuru, que por sua vez é parte da meso-região Norte-maranhense. Encontra-se situado no segundo fuso horário brasileiro, estando atrasado 03 horas em relação ao Meridiano de Greenwich. Sua latitude varia entre 3° e 4° e a longitude entre 44° e 45°.
Área
O município possui uma área de 341,107 km², incluindo terras desmembradas de Itapecuru-Mirim e Arari. O ponto mais alto do município alcança 90 metros e o mais baixo chega a 15 metros.
Clima
O município localiza-se em uma região bastante fértil, por se encontrar entre as bacias dos rios Mearim e Itapecuru, apresentando clima do tipo tropical úmido, que é dominante em todo o estado. A temperatura média anual é de 26°C e o índice pluviométrico varia de 1.400 a 1.600 mm anuais.
Economia
Miranda do Norte é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia local apoia-se em pilares dinâmicos: destaca-se fortemente no setor de comércio e serviços — impulsionado pela privilegiada localização logística —, além da agricultura familiar, da pecuária de pequeno e médio porte e da prestação de serviços à microrregião.
De janeiro a junho de 2026, foram registradas 256 admissões formais e 269 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -13 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 101.
Até julho de 2026 houve registro de 8 novas empresas em Miranda do Norte, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, 3 novas empresas se instalaram, sendo 1 com atuação pela internet. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 34 empresas.
Educação
Nos últimos anos, o município tem buscado ampliar o acesso ao ensino superior e à capacitação profissional por meio de polos educacionais e parcerias estratégicas. A oferta de cursos voltados para a gestão, a pedagogia, a administração e a tecnologia garantem que a juventude mirandense encontre ferramentas para inovar e liderar o futuro da cidade sem precisar deixar sua terra natal.
Turismo
O turismo em Miranda do Norte é um convite apaixonante à contemplação da vida interiorana e à vivência comunitária. Os eventos festivos, as praças arborizadas e a hospitalidade nas conversas de calçada encantam os visitantes que buscam autenticidade.
Cultura
A cidade transborda tradição: as festas religiosas, as manifestações folclóricas, as celebrações juninas e a rica culinária maranhense mantêm viva a identidade de um povo orgulhoso de suas raízes.
Esporte
No esporte, o município demonstra grande vitalidade. O incentivo ao futebol amador, aos campeonatos locais e às práticas esportivas nas escolas movimenta os centros comunitários, promovendo a saúde, o lazer e a forte integração social entre os moradores de todas as gerações.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Caravela .