Bagre é um município brasileiro do estado do Pará, pertencente à Mesorregião do Marajó. Localiza-se no norte brasileiro, a uma latitude 01º53'59" sul e a longitude 50º09'52" oeste. Sua população, conforme estimativas do IBGE para o ano de 2025, era de 35.147 habitantes.
História
São poucas as informações sobre a fundação do povoado que deu origem a esse Município, sabendo-se que foi a época da Proclamação da República. A Lei n.º 934, de julho de 1879, criou no lugar chamado Bagre, que pertencia ao Município de Oeiras, uma capela curada que, através da Lei n.º 1.173, de 23 de abril de 1883, passou para o Município de Melgaço. E em 1887, já no crepúsculo do regimento monárquico, pela Lei n.º 1.306, de 28 de novembro, foi elevada á condição de Freguesia, permanecendo, assim, até a República.
Por solicitação de seus habitantes, o governo provisório do Pará – o primeiro republicano – em 1890, pelo Decreto n.º 210, de 28 de outubro, criou o Município de Bagre. Da mesma data é a portaria que nomeava o Conselho de Intendência Municipal, sendo presidido pelo intendente Manoel Evaristo de Mendonça, eleito no primeiro pleito municipal ali realizado.
A posse dos nomeados e a instalação oficial do município, ocorreu a 11 de novembro de1891, Bagre pertenceu, sucessivamente, aos Municípios de Portel (Decreto n.º 72, de 27 de dezembro de 1930), Curralinho (Decreto n.º 72, de 27 de dezembro de 1930) e, em 1935, com a Lei n.º 08, voltou a pertencer a Portel, apresentando-se como um de seus distritos, o que foi considerado pelo Decreto Lei n.º 2,.972 de 31 de março de 1938.
Pelo Decreto Lei n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, o Município de Portel perde para Oeiras o distrito de Bagre. Em face do disposto no Decreto Lei n.º 4.505, de 30 de novembro de 1943, o Município de Oeiras e o distrito de Bagre passaram a denominar-se Araticu, constituído de dois distritos Araticu e Bagre, Bagre, até 1961, pertencia ao município de Araticu, hoje Oeiras do Pará. A Lei n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, lhe restituiu a autonomia municipal.
O município é constituído dos distritos de Bagre e Pedreira.
A povoação foi fundada no século XIX, pertencendo então ao município de Oeiras do Pará. Em 1883 passou a pertencer ao município de Melgaço e em 1887 foi elevada a freguesia. Foi município autónomo entre 1890 e 1930. Nesse ano foi anexada ao município de Portel como distrito. Este foi, no entanto, transferido para o município de Curralinho até 1935. Em 1938 voltou ao município de Oeiras do Pará, então conhecido como Araticu, onde se manteve até a sua autonomia ser restaurada em 1961.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Bagre, por Lei Provincial n.º 1.306, de 28 de novembro de 1887, no município de Oeiras.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Bagre, por Decreto Estadual n.º 198, de 09 de outubro de 1890, desmembrado de Oeiras. Constituído do distrito sede.
Em divisão territorial administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 4 distritos: Bagre, Itaucu, Jaguarajó e Jacundá.
Pelo Decreto Estadual n.º 6, de 04 de novembro de 1930, o município de Bagre foi extinto, sendo seu território anexado ao município de Portel.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Bagre figura no município de Portel.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
Pela Lei Estadual n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, é desmembrado do município de Portel o distrito de Bagre, para constituir o novo município de Oeiras.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Bagre figura no município de Oeiras.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 4.505, de 30 de dezembro de 1943, o município de Oeiras passou a denominar-se Araticu.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o distrito Bagre figura no município de Araticu.
Elevado à categoria de município com a denominação de Bagre, pela Lei Estadual n.º 1.127, de 11 de março de 1955, desmembrado de Araticu. Sede no antigo distrito de Bagre. Constituído do distrito sede.
Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 04 de outubro de 1955, é anulada a criação do município, voltando seu território a figurar como distrito no município de Araticu.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o distrito de Bagre permanece no município de Araticu.
Elevado à categoria de município a denominação de Bagre, pela Lei Estadual n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, desmembrado de Araticu. Sede no antigo distrito de Bagre. Constituído de 2 distritos: Bagre e Pedreira. Instalado em 25 de março de 1962.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1979, o município é constituído de 2 distritos: Bagre e Pedreira.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
O município está a uma altitude de 31 metros acima do nível do mar e ocupa uma área de 4.417,699 km².
Relevo
Como a maior parte do Marajó, o relevo é de uma planície aluvial extremamente plana.
História
São poucas as informações sobre a fundação do povoado que deu origem a esse Município, sabendo-se que foi a época da Proclamação da República. A Lei n.º 934, de julho de 1879, criou no lugar chamado Bagre, que pertencia ao Município de Oeiras, uma capela curada que, através da Lei n.º 1.173, de 23 de abril de 1883, passou para o Município de Melgaço. E em 1887, já no crepúsculo do regimento monárquico, pela Lei n.º 1.306, de 28 de novembro, foi elevada á condição de Freguesia, permanecendo, assim, até a República.
Por solicitação de seus habitantes, o governo provisório do Pará – o primeiro republicano – em 1890, pelo Decreto n.º 210, de 28 de outubro, criou o Município de Bagre. Da mesma data é a portaria que nomeava o Conselho de Intendência Municipal, sendo presidido pelo intendente Manoel Evaristo de Mendonça, eleito no primeiro pleito municipal ali realizado.
A posse dos nomeados e a instalação oficial do município, ocorreu a 11 de novembro de1891, Bagre pertenceu, sucessivamente, aos Municípios de Portel (Decreto n.º 72, de 27 de dezembro de 1930), Curralinho (Decreto n.º 72, de 27 de dezembro de 1930) e, em 1935, com a Lei n.º 08, voltou a pertencer a Portel, apresentando-se como um de seus distritos, o que foi considerado pelo Decreto Lei n.º 2,.972 de 31 de março de 1938.
Pelo Decreto Lei n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, o Município de Portel perde para Oeiras o distrito de Bagre. Em face do disposto no Decreto Lei n.º 4.505, de 30 de novembro de 1943, o Município de Oeiras e o distrito de Bagre passaram a denominar-se Araticu, constituído de dois distritos Araticu e Bagre, Bagre, até 1961, pertencia ao município de Araticu, hoje Oeiras do Pará. A Lei n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, lhe restituiu a autonomia municipal.
O município é constituído dos distritos de Bagre e Pedreira.
A povoação foi fundada no século XIX, pertencendo então ao município de Oeiras do Pará. Em 1883 passou a pertencer ao município de Melgaço e em 1887 foi elevada a freguesia. Foi município autónomo entre 1890 e 1930. Nesse ano foi anexada ao município de Portel como distrito. Este foi, no entanto, transferido para o município de Curralinho até 1935. Em 1938 voltou ao município de Oeiras do Pará, então conhecido como Araticu, onde se manteve até a sua autonomia ser restaurada em 1961.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Bagre, por Lei Provincial n.º 1.306, de 28 de novembro de 1887, no município de Oeiras.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Bagre, por Decreto Estadual n.º 198, de 09 de outubro de 1890, desmembrado de Oeiras. Constituído do distrito sede.
Em divisão territorial administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 4 distritos: Bagre, Itaucu, Jaguarajó e Jacundá.
Pelo Decreto Estadual n.º 6, de 04 de novembro de 1930, o município de Bagre foi extinto, sendo seu território anexado ao município de Portel.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Bagre figura no município de Portel.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
Pela Lei Estadual n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, é desmembrado do município de Portel o distrito de Bagre, para constituir o novo município de Oeiras.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Bagre figura no município de Oeiras.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 4.505, de 30 de dezembro de 1943, o município de Oeiras passou a denominar-se Araticu.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1950, o distrito Bagre figura no município de Araticu.
Elevado à categoria de município com a denominação de Bagre, pela Lei Estadual n.º 1.127, de 11 de março de 1955, desmembrado de Araticu. Sede no antigo distrito de Bagre. Constituído do distrito sede.
Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 04 de outubro de 1955, é anulada a criação do município, voltando seu território a figurar como distrito no município de Araticu.
Em divisão territorial datada de 01 de julho de 1960, o distrito de Bagre permanece no município de Araticu.
Elevado à categoria de município a denominação de Bagre, pela Lei Estadual n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, desmembrado de Araticu. Sede no antigo distrito de Bagre. Constituído de 2 distritos: Bagre e Pedreira. Instalado em 25 de março de 1962.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1979, o município é constituído de 2 distritos: Bagre e Pedreira.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
O município está a uma altitude de 31 metros acima do nível do mar e ocupa uma área de 4.417,699 km².
Relevo
Como a maior parte do Marajó, o relevo é de uma planície aluvial extremamente plana.
Essa região tem como principal revelo a
planície que é uma grande área geográfica com pouca ou raramente nenhum
tipo de variação de altitude, são lugares onde se encontra a maior
variação de clima é tempo, sendo que dentro do bioma amazônico
encontramos outros tipos de relevo como: Planalto, Planície, depressão é
montanhas ou picos.
Solos
Os solos são predominantemente Hidromórficos (Gleissolos e Plintossolos), caracterizados pela baixa drenagem e riqueza em sedimentos orgânicos nas áreas de várzea.
Vegetação
A vegetação é um mosaico de Floresta de Várzea e Igapó, dominada por palmeiras como o açaizeiro (Euterpe oleracea) e o buriti, além de madeiras nobres em áreas de terra firme.
Hidrografia
A principal drenagem do Município é o rio Jacundá que corta seu território. No sentido Sudeste-Noroeste, tendo como principais afluentes os igarapés Águas-Claras, Açu, Braço, Repartimento do Jacundá e o rio Juruparí que deságua no Rio Pará.
Destaca-se, ainda, o rio Panaúba que, em sua foz, no Rio Pará, banha a sede municipal, e tem como principais afluentes o rio Tachí e os igarapés Pirarucu e Pimental. Fazendo limite a Leste, com Oeiras do Pará, encontra-se o rio Mocajatuba e, a Noroeste, o rio Jaguarajó, limite com Portel. Ao Norte, encontra-se a Furo Santa Maria, limite com Melgaço e Baia das Araras, limite com Curralinho, onde estão situados diversos furos e ilhas.
Clima
O clima corresponde ao tipo Ami (Kôppen), com média mensal é sua temperatura mínima superior a 20 °C é máxima de 37 °C. Estação seca de pequena duração é umidade suficiente para a manutenção da floresta é a amplitude térmica que não ultrapassa a escala de 5 a 10 °C, com ligeira variação para o tipo Aw, com chuvas que ocorrem com incidência de fevereiro a abril, onde ocorre a maiores níveis de pluviosidade chegando a ser superior ao valor registrado no ano.
Com temperatura do ar elevada, predominante na Amazônia, com média de 20 a 40 °C, máxima de 38 °C é mínima de 24 °C. a sensação térmica da região nos últimos anos vem apresentando muitas variedades, causando múltiplas mudanças na região, houve um aumento significativo sensação térmica é da temperatura aparente, que é a forma como os nossos sentidos percebem a temperatura do ar, de 2016 para cá essa sensação aumentou 40% a maior do século é da década (8 °C a mais que registrado nos últimos séculos que era de 1 °C em cada 20 anos). A umidade relativa está sempre acima de 80% sendo raramente inferior a 70%. A precipitação pluviométrica está regulada em cerca 2.202 mm anuais, podendo ultrapassar o limite devido ao aquecimento global que afeta nosso planeta.
Economia
A economia de Bagre é essencialmente extrativista e voltada para o setor primário.
Bagre é um dos protagonistas na produção de açaí no Marajó. O "ouro roxo" movimenta a economia local, desde a colheita artesanal até o transporte para os grandes centros processadores.
A pesca artesanal é tanto a base da segurança alimentar quanto um item de exportação regional (camarão, piramutaba e, claro, o bagre).
Embora sob rigorosa fiscalização ambiental, o setor madeireiro ainda possui relevância histórica e econômica, evoluindo para modelos de manejo sustentável.
Cultivos de mandioca (para a produção de farinha) e frutas regionais sustentam as famílias rurais.
De janeiro a dezembro de 2025, foram registradas 36 admissões formais e 28 desligamentos, resultando em um saldo de 8 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -18.
Até janeiro de 2026 não houve registro de novas empresas em Bagre. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, também não houve novos registros.
Educação
A educação em Bagre enfrenta os desafios logísticos da Amazônia. Grande parte das escolas situa-se em zonas ribeirinhas, exigindo uma frota de barcos-escola para o transporte dos alunos. O município conta com unidades de ensino fundamental e médio, buscando parcerias com o estado para a oferta de ensino técnico voltado para a agroecologia e o manejo florestal, ferramentas essenciais para fixar o jovem na região com perspectiva de renda sustentável.
Infraestrutura
Rodovias
O município é atendido pela rodovia PA-156.
Equipamentos urbanos
Orla de Bagre
Localizada ao longo da Avenida Barão do Rio Branco onde encontramos também os principais prédios da cidade e a área comercial. Onde culmina todo o movimento, principalmente aos finais de semanas por causa da Praça 29 de Dezembro que é próximo a Orla e o Hidroviário Municipal que se encontra lanchonetes e outros serviços.
Cultura
A memória cultural e histórica do município de Bagre está intimamente ligada ao Município de Oeiras do Pará. Devido ser criado através do desmembramento do antigo município de Oeiras, ganhando autonomia municipal, em 1961.
Como expressão religiosa, destaca-se a festa de Santa Maria, Padroeira do lugar, realizada no período de 20 a 30 de maio, com Círio fluvial, arraial, ladainha e festa dançante.
Os equipamentos culturais resumem-se a uma biblioteca e uma casa da cultura. Vinculadas à Prefeitura Municipal.
Turismo
O turismo em Bagre é de nicho, voltado para o Ecoturismo e a vivência ribeirinha.
A festa de Nossa Senhora de Nazaré, em novembro, é o ápice cultural, reunindo procissões fluviais que transformam os rios em caminhos de fé e cores.
Durante a baixa dos rios, surgem bancos de areia e praias de água doce cristalina nos arredores da sede municipal.
Bagre é um destino gastronômico para quem busca a essência paraense: peixe fresco com açaí "grosso", charque frito e frutas como o bacuri e o cupuaçu.
Referências para o texto: Wikipédia; IBGE ; Caravela .
Solos
Os solos são predominantemente Hidromórficos (Gleissolos e Plintossolos), caracterizados pela baixa drenagem e riqueza em sedimentos orgânicos nas áreas de várzea.
Vegetação
A vegetação é um mosaico de Floresta de Várzea e Igapó, dominada por palmeiras como o açaizeiro (Euterpe oleracea) e o buriti, além de madeiras nobres em áreas de terra firme.
Hidrografia
A principal drenagem do Município é o rio Jacundá que corta seu território. No sentido Sudeste-Noroeste, tendo como principais afluentes os igarapés Águas-Claras, Açu, Braço, Repartimento do Jacundá e o rio Juruparí que deságua no Rio Pará.
Destaca-se, ainda, o rio Panaúba que, em sua foz, no Rio Pará, banha a sede municipal, e tem como principais afluentes o rio Tachí e os igarapés Pirarucu e Pimental. Fazendo limite a Leste, com Oeiras do Pará, encontra-se o rio Mocajatuba e, a Noroeste, o rio Jaguarajó, limite com Portel. Ao Norte, encontra-se a Furo Santa Maria, limite com Melgaço e Baia das Araras, limite com Curralinho, onde estão situados diversos furos e ilhas.
Clima
O clima corresponde ao tipo Ami (Kôppen), com média mensal é sua temperatura mínima superior a 20 °C é máxima de 37 °C. Estação seca de pequena duração é umidade suficiente para a manutenção da floresta é a amplitude térmica que não ultrapassa a escala de 5 a 10 °C, com ligeira variação para o tipo Aw, com chuvas que ocorrem com incidência de fevereiro a abril, onde ocorre a maiores níveis de pluviosidade chegando a ser superior ao valor registrado no ano.
Com temperatura do ar elevada, predominante na Amazônia, com média de 20 a 40 °C, máxima de 38 °C é mínima de 24 °C. a sensação térmica da região nos últimos anos vem apresentando muitas variedades, causando múltiplas mudanças na região, houve um aumento significativo sensação térmica é da temperatura aparente, que é a forma como os nossos sentidos percebem a temperatura do ar, de 2016 para cá essa sensação aumentou 40% a maior do século é da década (8 °C a mais que registrado nos últimos séculos que era de 1 °C em cada 20 anos). A umidade relativa está sempre acima de 80% sendo raramente inferior a 70%. A precipitação pluviométrica está regulada em cerca 2.202 mm anuais, podendo ultrapassar o limite devido ao aquecimento global que afeta nosso planeta.
Economia
A economia de Bagre é essencialmente extrativista e voltada para o setor primário.
Bagre é um dos protagonistas na produção de açaí no Marajó. O "ouro roxo" movimenta a economia local, desde a colheita artesanal até o transporte para os grandes centros processadores.
A pesca artesanal é tanto a base da segurança alimentar quanto um item de exportação regional (camarão, piramutaba e, claro, o bagre).
Embora sob rigorosa fiscalização ambiental, o setor madeireiro ainda possui relevância histórica e econômica, evoluindo para modelos de manejo sustentável.
Cultivos de mandioca (para a produção de farinha) e frutas regionais sustentam as famílias rurais.
De janeiro a dezembro de 2025, foram registradas 36 admissões formais e 28 desligamentos, resultando em um saldo de 8 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -18.
Até janeiro de 2026 não houve registro de novas empresas em Bagre. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2025 inteiro, também não houve novos registros.
Educação
A educação em Bagre enfrenta os desafios logísticos da Amazônia. Grande parte das escolas situa-se em zonas ribeirinhas, exigindo uma frota de barcos-escola para o transporte dos alunos. O município conta com unidades de ensino fundamental e médio, buscando parcerias com o estado para a oferta de ensino técnico voltado para a agroecologia e o manejo florestal, ferramentas essenciais para fixar o jovem na região com perspectiva de renda sustentável.
Infraestrutura
Rodovias
O município é atendido pela rodovia PA-156.
Equipamentos urbanos
Orla de Bagre
Localizada ao longo da Avenida Barão do Rio Branco onde encontramos também os principais prédios da cidade e a área comercial. Onde culmina todo o movimento, principalmente aos finais de semanas por causa da Praça 29 de Dezembro que é próximo a Orla e o Hidroviário Municipal que se encontra lanchonetes e outros serviços.
Cultura
A memória cultural e histórica do município de Bagre está intimamente ligada ao Município de Oeiras do Pará. Devido ser criado através do desmembramento do antigo município de Oeiras, ganhando autonomia municipal, em 1961.
Como expressão religiosa, destaca-se a festa de Santa Maria, Padroeira do lugar, realizada no período de 20 a 30 de maio, com Círio fluvial, arraial, ladainha e festa dançante.
Os equipamentos culturais resumem-se a uma biblioteca e uma casa da cultura. Vinculadas à Prefeitura Municipal.
Turismo
O turismo em Bagre é de nicho, voltado para o Ecoturismo e a vivência ribeirinha.
A festa de Nossa Senhora de Nazaré, em novembro, é o ápice cultural, reunindo procissões fluviais que transformam os rios em caminhos de fé e cores.
Durante a baixa dos rios, surgem bancos de areia e praias de água doce cristalina nos arredores da sede municipal.
Bagre é um destino gastronômico para quem busca a essência paraense: peixe fresco com açaí "grosso", charque frito e frutas como o bacuri e o cupuaçu.
Referências para o texto: Wikipédia; IBGE ; Caravela .