Oeiras do Pará é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 02º00'11" sul e a uma longitude 49º51'16" oeste, estando a uma altitude de 2 metros. Sua população estimada pelo IBGE para o ano de 2025, era de 36.734 habitantes. Possui uma área de 3931,859 km².
Localizada ao norte do Pará, na microrregião de Cametá, limitando-se ao norte com o rio Pará, a oeste com Bagre, ao sul com os municípios de Mocajuba e Baião e a leste com Limoeiro do Ajurú e Cametá. Segundo o IBGE, a população oeirense está estimada em 23.252 habitantes. Desses habitantes, 34,31% vivem na zona urbana e 65,69%, na zona rural. O município ainda tem como atividades econômicas básicas o extrativismo vegetal (madeira, açaí e palmito) e animal (pescado e mariscos), e a agricultura familiar de subsistência, com o cultivo da mandioca da qual se extrai a farinha, elemento básico da alimentação do povo.
A Reserva Extrativista Arioca Pruanã é uma unidade de conservação federal criada por Decreto Presidencial em 16 de novembro de 2005 numa área de 83.445 hectares de floresta do município de Oeiras do Pará. É administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
História
A fixação dos primeiros moradores da área que mais tarde, viria a dar surgimento ao Município de Oeiras do Pará iniciou seu povoamento, por volta do ano de 1653. Ali os Jesuítas instalaram uma missão, que denominaram de Araticu, que no idioma nheengatu, significa “Língua de Papagaio” e em virtude de se localizar as margens do rio do mesmo nome. Pelo número de indígenas aldeados e pelo volume de extração extrativista, tornou-se uma das maiores missões Jesuítas no interior da província.
Os Padres Jesuítas com o trabalho junto aos indígenas transformaram a aldeia em Freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Oeiras.
No final do XVIII, o ex-governador e Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado, em 20 de Janeiro de 1758, pessoalmente elevou Araticu a Vila de Oeiras.
Portanto, 20 de Janeiro de 1758 é considerada a data de fundação do Município de Oeiras do Pará.
Oeiras do Pará é um município ribeirinho com uma área de 3.862,96 km² entrecortada por uma densa rede fluvial e vias rodoviárias.
A sede do município é distante 160 km em linha reta da Capital do Estado. O acesso ao município se dá através de vias aéreas (aviões de pequeno porte) ou fluvial com viagens semanais com duração de até 12 horas entre Oeiras/Belém.
O município localiza-se na mesorregião Nordeste Paraense, limitando-se ao Norte com o Rio Pará, nas coordenadas geográficas 02º 00′ 15” S e 49º 51′ 35”; ao Leste com os municípios de Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Cametá e Baião; ao Sul com os municípios Baião e Bagre; a Oeste com o município de Bagre.
Possui uma população de aproximadamente 31 Mil (trinta e um mil) Habitantes.
No período de 06 à 15 de agosto de cada ano, realiza-se a festividade da padroeira de Oeiras do Pará, Nossa Senhora da Assunção, que é uma das maiores manifestações do lugar. Seus festejos são acompanhados de Círio e Arraial em torno da igreja e comunidades.
Destacam-se, também, outras festas populares, tais como o Aniversário do Município, carnaval, Paixão de Cristo (Pastoral da Juventude), festa junina, Festival do Camarão (um dos maiores da região), torneio de férias, Festival Evangélico (Assembleia de Deus), Natal e Reveillon.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Oeiras, em 20 de janeiro de 1758.
Pela Lei Provincial n.º 479, de 06 de março de 1865, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Curralinho.
Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Oeiras, pela Lei Provincial n.º 584, de 23 de outubro de 1868, desmembrada de Curralinho. Sede na vila de Oeiras. Constituído do distrito sede. Reinstalado em 04 de julho de 1870.
Pela Lei Provincial n.º 1306, de 28 de novembro de 1887, é criado o distrito de Bagre e anexado ao município de Oeiras.
Pelo Decreto Estadual n.º 198, de 09 de outubro de 1890, é desmembrado do município de Oeiras o distrito de Bagre. Elevado à categoria de município.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Oeiras e Murujucá
Pela Lei Estadual n.º 2.116, de 03 de novembro de 1922, é extinto novamente o município de Oeiras, sendo seu território anexado ao município de Curralinho.
Pelo Decreto Estadual n.º 559, de 29 de dezembro de 1931, o distrito de Oeiras é transferido para o município de Portel.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Oeiras figura no município de Portel.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Oeiras, pelo Decreto-Lei Estadual n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, desmembrado de Portel e Curralinho. Sede no antigo distrito de Oeiras. Constituído de 2 distritos: Oeiras e Bagre, desmembrado de Curralinho.
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 4.505, de 30 de dezembro de 1943, o município de Oeiras passou a denominar-se Araticu
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1950, o município é constituído de 2 distritos: Araticu e Bagre.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960.
Pela Lei Estadual n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, é desmembrado do município de Araticu o distrito de Bagre. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 3.400, de 1º de outubro de 1965, o município de Araticu voltou a denominar Oeiras do Pará.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1979, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
Relevo e Altitude
O município apresenta um relevo predominantemente plano, característico da Planície Amazônica. A altitude média da sede municipal é muito baixa, em torno de 12 metros acima do nível do mar. Não existem grandes elevações, sendo o terreno marcado por suaves ondulações e vastas áreas de várzea.
Clima
O clima é o Equatorial Úmido (Af), com temperaturas elevadas durante todo o ano, oscilando entre 24°C e 32°C. A umidade relativa do ar é altíssima. O regime de chuvas é intenso, com um período mais pluvioso conhecido regionalmente como "inverno amazônico" (dezembro a maio) e um período de menor pluviosidade (junho a novembro), embora chova quase todos os meses.
Em Oeiras do Pará, a estação com precipitação é de céu encoberto; a estação seca é de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é quente e opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 23 °C a 33 °C e raramente é inferior a 23 °C ou superior a 35 °C.
A melhor época do ano para visitar Oeiras do Pará e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao fim de setembro.
A estação quente permanece por 2,6 meses, de 24 de agosto a 11 de novembro, com temperatura máxima média diária acima de 32 °C. O mês mais quente do ano em Oeiras do Pará é outubro, com a máxima de 33 °C e mínima de 24 °C, em média.
A estação fresca permanece por 4,2 meses, de 4 de janeiro a 10 de maio, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Oeiras do Pará é fevereiro, com a mínima de 24 °C e máxima de 29 °C, em média.
Solo e Vegetação
Os solos predominantes são os Gleissolos (nas áreas de várzea, ricos em sedimentos orgânicos, porém sujeitos a inundações) e os Latossolos (nas áreas de terra firme). A vegetação é composta pela exuberante Floresta Tropical Úmida, dividida em três ecossistemas principais: Mata de Várzea: Inundada periodicamente pelas marés dos rios; Mata de Igapó: Constantemente alagada e Mata de Terra Firme: Localizada em áreas que nunca inundam, onde estão as árvores de maior porte.
Economia
A economia de Oeiras do Pará é impulsionada pelo setor primário, com destaque absoluto para o Açaí. O município é um dos maiores produtores mundiais do fruto, que é a base da alimentação local e um importante item de exportação. Além do extrativismo do açaí, destacam-se:
- Pesca: Especialmente de camarão e peixes de água doce.
- Extrativismo de Madeira: Realizado sob regime de manejo em áreas autorizadas.
- Agricultura de Subsistência: Cultivo de mandioca para a produção de farinha.
Oeiras do Pará é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
De janeiro a setembro de 2025, foram registradas 21 admissões formais e 22 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -1 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1.
Até novembro de 2025 houve registro de 2 novas empresas em Oeiras do Pará, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2024 inteiro, foram registradas 2 empresas.
Turismo
O turismo em Oeiras do Pará é focado na contemplação da natureza e nas tradições religiosas.
- Praia do Cruzeiro: Uma bela praia fluvial que surge no período de vazante dos rios.
- Culinária Típica: A experiência gastronômica de comer o açaí legítimo com peixe frito ou camarão é o maior atrativo para os visitantes.
- Festa de Nossa Senhora da Conceição: Ocorre em dezembro e é a principal manifestação cultural e religiosa do município, atraindo milhares de fiéis de toda a região do Marajó e Baixo Tocantins.
Oeiras do Pará permanece como uma sentinela das tradições paraenses, onde o rio dita o tempo e a floresta oferece o sustento, mantendo viva a memória de um Pará colonial integrado à modernidade produtiva do açaí.
Referência para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .
Localizada ao norte do Pará, na microrregião de Cametá, limitando-se ao norte com o rio Pará, a oeste com Bagre, ao sul com os municípios de Mocajuba e Baião e a leste com Limoeiro do Ajurú e Cametá. Segundo o IBGE, a população oeirense está estimada em 23.252 habitantes. Desses habitantes, 34,31% vivem na zona urbana e 65,69%, na zona rural. O município ainda tem como atividades econômicas básicas o extrativismo vegetal (madeira, açaí e palmito) e animal (pescado e mariscos), e a agricultura familiar de subsistência, com o cultivo da mandioca da qual se extrai a farinha, elemento básico da alimentação do povo.
A Reserva Extrativista Arioca Pruanã é uma unidade de conservação federal criada por Decreto Presidencial em 16 de novembro de 2005 numa área de 83.445 hectares de floresta do município de Oeiras do Pará. É administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
História
A fixação dos primeiros moradores da área que mais tarde, viria a dar surgimento ao Município de Oeiras do Pará iniciou seu povoamento, por volta do ano de 1653. Ali os Jesuítas instalaram uma missão, que denominaram de Araticu, que no idioma nheengatu, significa “Língua de Papagaio” e em virtude de se localizar as margens do rio do mesmo nome. Pelo número de indígenas aldeados e pelo volume de extração extrativista, tornou-se uma das maiores missões Jesuítas no interior da província.
Os Padres Jesuítas com o trabalho junto aos indígenas transformaram a aldeia em Freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Oeiras.
No final do XVIII, o ex-governador e Capitão-General Francisco Xavier de Mendonça Furtado, em 20 de Janeiro de 1758, pessoalmente elevou Araticu a Vila de Oeiras.
Portanto, 20 de Janeiro de 1758 é considerada a data de fundação do Município de Oeiras do Pará.
Oeiras do Pará é um município ribeirinho com uma área de 3.862,96 km² entrecortada por uma densa rede fluvial e vias rodoviárias.
A sede do município é distante 160 km em linha reta da Capital do Estado. O acesso ao município se dá através de vias aéreas (aviões de pequeno porte) ou fluvial com viagens semanais com duração de até 12 horas entre Oeiras/Belém.
O município localiza-se na mesorregião Nordeste Paraense, limitando-se ao Norte com o Rio Pará, nas coordenadas geográficas 02º 00′ 15” S e 49º 51′ 35”; ao Leste com os municípios de Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Cametá e Baião; ao Sul com os municípios Baião e Bagre; a Oeste com o município de Bagre.
Possui uma população de aproximadamente 31 Mil (trinta e um mil) Habitantes.
No período de 06 à 15 de agosto de cada ano, realiza-se a festividade da padroeira de Oeiras do Pará, Nossa Senhora da Assunção, que é uma das maiores manifestações do lugar. Seus festejos são acompanhados de Círio e Arraial em torno da igreja e comunidades.
Destacam-se, também, outras festas populares, tais como o Aniversário do Município, carnaval, Paixão de Cristo (Pastoral da Juventude), festa junina, Festival do Camarão (um dos maiores da região), torneio de férias, Festival Evangélico (Assembleia de Deus), Natal e Reveillon.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Oeiras, em 20 de janeiro de 1758.
Pela Lei Provincial n.º 479, de 06 de março de 1865, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Curralinho.
Elevado novamente à categoria de vila com a denominação de Oeiras, pela Lei Provincial n.º 584, de 23 de outubro de 1868, desmembrada de Curralinho. Sede na vila de Oeiras. Constituído do distrito sede. Reinstalado em 04 de julho de 1870.
Pela Lei Provincial n.º 1306, de 28 de novembro de 1887, é criado o distrito de Bagre e anexado ao município de Oeiras.
Pelo Decreto Estadual n.º 198, de 09 de outubro de 1890, é desmembrado do município de Oeiras o distrito de Bagre. Elevado à categoria de município.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Oeiras e Murujucá
Pela Lei Estadual n.º 2.116, de 03 de novembro de 1922, é extinto novamente o município de Oeiras, sendo seu território anexado ao município de Curralinho.
Pelo Decreto Estadual n.º 559, de 29 de dezembro de 1931, o distrito de Oeiras é transferido para o município de Portel.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Oeiras figura no município de Portel.
Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Oeiras, pelo Decreto-Lei Estadual n.º 3.131, de 31 de outubro de 1938, desmembrado de Portel e Curralinho. Sede no antigo distrito de Oeiras. Constituído de 2 distritos: Oeiras e Bagre, desmembrado de Curralinho.
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 4.505, de 30 de dezembro de 1943, o município de Oeiras passou a denominar-se Araticu
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1950, o município é constituído de 2 distritos: Araticu e Bagre.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960.
Pela Lei Estadual n.º 2.460, de 29 de dezembro de 1961, é desmembrado do município de Araticu o distrito de Bagre. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 3.400, de 1º de outubro de 1965, o município de Araticu voltou a denominar Oeiras do Pará.
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1979, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
Relevo e Altitude
O município apresenta um relevo predominantemente plano, característico da Planície Amazônica. A altitude média da sede municipal é muito baixa, em torno de 12 metros acima do nível do mar. Não existem grandes elevações, sendo o terreno marcado por suaves ondulações e vastas áreas de várzea.
Clima
O clima é o Equatorial Úmido (Af), com temperaturas elevadas durante todo o ano, oscilando entre 24°C e 32°C. A umidade relativa do ar é altíssima. O regime de chuvas é intenso, com um período mais pluvioso conhecido regionalmente como "inverno amazônico" (dezembro a maio) e um período de menor pluviosidade (junho a novembro), embora chova quase todos os meses.
Em Oeiras do Pará, a estação com precipitação é de céu encoberto; a estação seca é de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é quente e opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 23 °C a 33 °C e raramente é inferior a 23 °C ou superior a 35 °C.
A melhor época do ano para visitar Oeiras do Pará e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao fim de setembro.
A estação quente permanece por 2,6 meses, de 24 de agosto a 11 de novembro, com temperatura máxima média diária acima de 32 °C. O mês mais quente do ano em Oeiras do Pará é outubro, com a máxima de 33 °C e mínima de 24 °C, em média.
A estação fresca permanece por 4,2 meses, de 4 de janeiro a 10 de maio, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Oeiras do Pará é fevereiro, com a mínima de 24 °C e máxima de 29 °C, em média.
Solo e Vegetação
Os solos predominantes são os Gleissolos (nas áreas de várzea, ricos em sedimentos orgânicos, porém sujeitos a inundações) e os Latossolos (nas áreas de terra firme). A vegetação é composta pela exuberante Floresta Tropical Úmida, dividida em três ecossistemas principais: Mata de Várzea: Inundada periodicamente pelas marés dos rios; Mata de Igapó: Constantemente alagada e Mata de Terra Firme: Localizada em áreas que nunca inundam, onde estão as árvores de maior porte.
Economia
A economia de Oeiras do Pará é impulsionada pelo setor primário, com destaque absoluto para o Açaí. O município é um dos maiores produtores mundiais do fruto, que é a base da alimentação local e um importante item de exportação. Além do extrativismo do açaí, destacam-se:
- Pesca: Especialmente de camarão e peixes de água doce.
- Extrativismo de Madeira: Realizado sob regime de manejo em áreas autorizadas.
- Agricultura de Subsistência: Cultivo de mandioca para a produção de farinha.
Oeiras do Pará é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
De janeiro a setembro de 2025, foram registradas 21 admissões formais e 22 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -1 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 1.
Até novembro de 2025 houve registro de 2 novas empresas em Oeiras do Pará, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (0). No ano de 2024 inteiro, foram registradas 2 empresas.
Turismo
O turismo em Oeiras do Pará é focado na contemplação da natureza e nas tradições religiosas.
- Praia do Cruzeiro: Uma bela praia fluvial que surge no período de vazante dos rios.
- Culinária Típica: A experiência gastronômica de comer o açaí legítimo com peixe frito ou camarão é o maior atrativo para os visitantes.
- Festa de Nossa Senhora da Conceição: Ocorre em dezembro e é a principal manifestação cultural e religiosa do município, atraindo milhares de fiéis de toda a região do Marajó e Baixo Tocantins.
Oeiras do Pará permanece como uma sentinela das tradições paraenses, onde o rio dita o tempo e a floresta oferece o sustento, mantendo viva a memória de um Pará colonial integrado à modernidade produtiva do açaí.
Referência para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .