quinta-feira, 9 de julho de 2026

JARINU - SÃO PAULO

Jarinu é um município brasileiro do estado de São Paulo, com uma população estimada em 40.007 habitantes, conforme dados do IBGE de 2025. Pertence à Região Metropolitana de Jundiaí.
Toponímia
Conforme o Dicionário de Tupi Antigo, o nome viria de jarina, nome da língua geral meridional (um desenvolvimento do tupi antigo) que designa uma palmeira, e 'y, rio: rio das jarinas. 
História
Segundo alguns historiadores, o bandeirante Garcia Rodrigues Velho Filho foi o responsável por realizar as expedições conquistadoras que desbravaram as terras da sesmaria de Cahajossara no ano de 1637-1639. A partir dos documentos testamentários (1652) do bandeirante Antônio Pedroso de Barros deparamo-nos com o primeiro registro do estabelecimento colonizador português na região. Atualmente a localidade da terra de Cahajossara corresponde a muitos bairros do município de Atibaia e a totalidade do município de Jarinu.
De acordo com a História oral presente entre a população do bairro do Maracanã (Jarinu), os bandeirantes teriam batizado um grupo étnico cultural indígena justamente com o nome de Maracanã, devido à grande abundância da ave Primolius maracana na região.
Família Alvarenga
A história da família Alvarenga é rica em tradições e legados, sendo uma das fundadoras da cidade. Os Alvarenga têm raízes indígenas e iniciaram sua descendência por volta do século XVII com os familiares do indio Inácio Antônio de Alvarenga e Maria Ferreira, ele tupi-guarani e ela tupinambá, eram donos de terras e possuíam uma fazenda com 484 hectares de extensão que fazia divisa com alguns bairros e outras fazendas da região, Jarinu ainda era Campo Largo de Atibaia nessa época e a família acompanhou a emancipação política da cidade auxiliando assim no desenvolvimento econômico e cultural da cidade, o casal teve o herdeiro de toda a riqueza, João Antônio de Alvarenga que desde menino começou a cuidar das terras com seu pai, João cresceu e casou-se com Elidia Francisca de Jesus ambos tiveram três filhos: José de Alvarenga, Rosário de Alvarenga e Jacinta de Alvarenga, João negociou muita terra e isso diminuiu a fazenda da família ele faleceu novo com apenas 45 anos já Elidia tempos depois.
Apenas Rosário seguiu com a descendência casando-se com a Italiana Maria Vitalina Candeu e sendo pai de doze filhos sete ainda vivos, Rosário herdou não só terras, mas todo o conhecimento obtido por seus antepassados, muitas famílias tradicionais de Jarinu seguiram pelo ramo agrário contribuindo para a agricultura local, a família Alvarenga não é exceção. Ao longo das gerações, eles se envolveram na agricultura, ajudando a moldar a cultura local e contribuindo para a economia, Rosário e família eram produtores de uva e hortaliças, as uvas eram vendidas para o Sr. Alcides Biasini que fazia parte de outra família tradicional jarinuense. os filhos do casal foram crescendo em meio a lavoura adquirindo o conhecimento dos pais depois de grandes casaram-se e tiveram muitos filhos que ainda residem em Jarinu. Algumas pessoas dessa família se destacaram na cidade e receberam nomeação em algumas ruas como por exemplo a rua Rosário De Alvarenga, Maria vitalina de Alvarenga e José de Alvarenga sobrinho.
Em 1786, o alferes Lourenço Franco da Rocha (segundo filho de Francisco da Silveira Franco, o segundo capitão mor de Atibaia) é denominado capitão do bairro de Campo Largo da vila de São João Batista de Atibaia. Não temos uma documentação precisa sobre a criação do bairro de Campo Largo (Jarinu), mas no censo realizado na freguesia de São João Batista de Atibaia, no ano de 1765, podemos encontrar uma menção ao bairro em questão.
Depois de 20 anos residindo no bairro de Campo Largo, Rita de Cássia de Morais (filha do abastado burguês Francisco Lourenço Cintra) convence o seu marido, Lourenço Franco da Rocha, a desmembrar parte de sua propriedade em detrimento da construção da ermida de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo, no dia 7 de janeiro de 1807. Devido à doação das terras, Lourenço Franco da Rocha e Rita de Cássia de Morais são considerados os fundadores oficiais do município de Jarinu.
No dia 12 de outubro de 1830, o povoado em torno da ermida de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo, que até então contava com 1.398 almas (habitantes) e 257 fogos (habitações), é elevado à categoria de Capela Curada por força do Bispado de São Paulo. Sob a administração do primeiro vigário, o capelão curado Estanislao José Soares, a antiga igreja construída através das técnicas de taipa começa a ganhar características arquitetônicas das igrejas paulistas do estilo Rococó (estilo de transição entre o Barroco e o Neoclássico, que conserva até hoje).
Em 1842, a capela curada de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo passa à categoria de Freguesia através da Lei n.º 3, de 5 de fevereiro. 
Em 1844, a freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo passa a pertencer por força da Lei Provincial n.º 251, de 15 de março, à administração da vila de Jundiaí; incorporação de brevíssima duração. A mudança ocorreu devido a Revolução Liberal de 1842, da qual o líder do Partido Liberal e presidente da Câmara Municipal da vila de São João Batista de Atibaia, o alferes José Jacinto de Araújo Cintra, declara apoio ao presidente aclamado Rafael Tobias de Aguiar e a nova capital provisória da Província de São Paulo, levando os súditos atibaianos - consequentemente os súditos campolarguenses - para a guerra contra as forças imperiais do barão de Caxias. A partir de 1846, com a anistia concedida aos envolvidos, por meio da Lei Provincial n.º 282, de 19 de fevereiro, a freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo volta a pertencer à administração da vila de São João Batista de Atibaia.
De acordo com os números levantados durante a pesquisa para o projeto Jarinu tem Memória, o censo demográfico da freguesia de Nossa Senhora do Carmo do Campo Largo no ano de 1876, era de 1.532 habitantes, dos quais 158 eram escravizados. A título de comparação, o censo demográfico de 1872 do município de São João Batista de Atibaia, registrava o número de 5.080 habitantes livres e 1.066 escravizados.
Através de pesquisas realizadas na Europa em meados de 1878-1885, o Dr. Antônio de Queirós Telles, futuro Conde do Parnaíba, identifica no camponês italiano do norte da Itália, o elemento humano para colonizar as terras agrícolas do interior do Estado de São Paulo; os seus estudos estavam enraizados nos pensamentos de Joseph Arthur de Gobineau, autor do livro Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas. Os primeiros imigrantes italianos chegaram no distrito de paz de Campo Largo (Jarinu), por volta do ano de 1890, muitos sob a tutela da Sociedade Promotora da Imigração. Entre as primeiras famílias italianas no distrito de paz estão: os Beasin, os Bego, os Bernucci, os Bonança, os Bulgarelli, os Brollo, os Candeu, os Casarim, os Cavallaro, os Censi, os Comim, os Contesini, os Doratioto, os Farinelli, os Ferrara, os Ferrarezi, os Formosinho, os Gastaldi, os Lorencini, os Manara, os Marani, os Marim, os Malerba, os Meneghim, os Musselli, os Parise, os Pauletto, os Paulini, os Perini, os Perobelli, os Rosa, os Salessi, os Scarelli, os Soranz, os Spinassi, os Squizatto, os Tafarello, os Tofanin, os Uvinha, os Vincenzi, os Zambotto e os Zanoni; mas de acordo com Angelo Zani no livro Travessias memórias do povoamento e da imigração de uma cidade paulista: Jarinu, "um total de 50 famílias de imigrantes italianos contribuiu para a formação do universo populacional de Jarinu".
Em 1895, o coronel comandante da Guarda Nacional do município de São João Batista de Atibaia, José Ignácio da Silveira, provocou críticas na imprensa paulista ao encaminhar o primeiro projeto de emancipação política administrativa do distrito de paz de Campo Largo. A apresentação oficial ficou a cargo dos Deputados Estaduais José Cardoso de Almeida (PRP) e José da Costa Rangel Júnior (PRP), mas foi rejeitada pelo Congresso do Estado de São Paulo depois de averiguar as demandas políticas da Câmara Municipal de Atibaia.
Por meio da Lei Estadual n.º 1.257, de 29 de setembro de 1911, o distrito de paz de Campo Largo passa a ser denominado como distrito de paz de Jarinu. A mudança de nome ocorreu devido a confusões e extravios de correspondência para outras localidades, que também eram conhecidas como Campo Largo no Estado de São Paulo. Ao propor o nome Jarinu, uma tradução literária foi utilizada para transcrever a expressão Campo Largo para a língua guarani, através do dicionário de Montoya, um padre espanhol do século XVII. 
Em 1929, o fazendeiro italiano Aurélio Bulgarelli registrou a maior colheita de café da região, 60 mil pés de café, ou aproximadamente 150 toneladas do grão.
A partir de agosto de 1948, com o aumento da receita e da população, o distrito de Jarinu ficaria conhecido como município de Jarinu. Um plebiscito, em outubro, endossa a mudança que é finalmente decretada em 24 de dezembro de 1948. No dia 17 de abril de 1949, o município de Jarinu ganha sua emancipação política administrativa, desprendendo-se em definitivo do município de Atibaia.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Campo Largo, pela Lei Provincial n.º 3, de 05 de fevereiro de 1842, subordinado ao município de Atibaia. 
Pela Lei Estadual n.º 1.257, de 29 de setembro de 1911, o distrito de Campo Largo tomou a denominação de Jarinu. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito Jarinu (ex Campo Largo) figura no município de Atibaia. 
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937. 
Elevado à categoria de município com a denominação de Jarinu, pela Lei n.º 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembrado do município de Atibaia. Constituído do distrito sede. Instalado em 19 de abril de 1949. 
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Geografia
Localiza-se numa região com vales e montanhas, rios e lagos que permanecem como nos tempos de sua fundação, há quase 200 anos, mesmo com o grande crescimento da infraestrutura do município. Possui uma área de 207,67 km².
Relevo e Altitude
O relevo de Jarinu é tipicamente ondulado, caracterizado pelo domínio dos "Mares de Morros" do Planalto Atlântico. A sede do município encontra-se a uma altitude média de 755 metros, o que lhe confere uma vista privilegiada das serras vizinhas, como a Serra da Cantareira e a Serra da Mantiqueira.
Solo e Vegetação
O solo é predominantemente de Terra Roxa e Latossolos, extremamente férteis e propícios para a fruticultura. A vegetação original, composta por fragmentos da Mata Atlântica, ainda é preservada em diversas áreas de proteção ambiental e propriedades rurais, onde é possível encontrar espécies como o ipê, a aroeira e a araucária nas partes mais altas.
Clima
Clima tropical de altitude tipo Cwb segundo a classificação internacional de Köppen, para o clima do município (Com invernos frios e secos e verões amenos e chuvosos com média máxima no verão menor ou igual a 22 °C). O clima tropical de altitude é semelhante ao subtropical, porém, ele predomina acima do Trópico de Capricórnio e tem verões mais amenos e mais chuvosos, como ocorre no município.
A média anual de Jarinu, gira em torno dos 19 °C; no inverno a média é de 10 °C, e no verão é de 25 °C.
Em Jarinu, o verão é longo, morno, abafado, com precipitação e de céu quase encoberto; o inverno é curto, ameno e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 12 °C a 28 °C e raramente é inferior a 9 °C ou superior a 32 °C. 
As melhores épocas do ano para visitar Jarinu e realizar atividades de clima quente são do início de abril ao início de julho e do meio de julho ao fim de setembro. 
A estação morna permanece por 4,2 meses, de 20 de novembro a 26 de março, com temperatura máxima média diária acima de 27 °C. O mês mais quente do ano em Jarinu é fevereiro, com a máxima de 28 °C e mínima de 19 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,7 meses, de 13 de maio a 3 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 24 °C. O mês mais frio do ano em Jarinu é julho, com a mínima de 12 °C e máxima de 23 °C, em média. 
Em Jarinu, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano. 
A época menos encoberta do ano em Jarinu começa por volta de 1 de abril e dura 6,4 meses, terminando em torno de 13 de outubro. 
O mês menos encoberto do ano em Jarinu é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 70% do tempo. 
A época mais encoberta do ano começa por volta de 13 de outubro e dura 5,6 meses, terminando em torno de 01 de abril. 
O mês mais encoberto do ano em Jarinu é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 72% do tempo. 
Composição étnica
Em 2022, segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do município era composta por 20.502 brancos (54,62%), 14.682 pardos (39,12%), 2.103 pretos (5,6%), 213 amarelos (0,57%) e 35 indígenas (0,09%).
Economia
Jarinu é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo
Jarinu faz parte do Polo Turístico do Circuito das Frutas juntamente com mais oito municípios: Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo.
Na cidade, encontra-se a fábrica de automóveis fora de série Chamonix, que produz réplicas de modelos antigos da marca alemã Porsche.
- Produção: morangos, poncãs, laranjas, pêssegos, ameixas e uvas, além de vinho e cachaça artesanais.
A economia de Jarinu é um motor híbrido que combina tradição agrícola com modernização industrial.
- Agricultura: Jarinu é um dos pilares do Circuito das Frutas. É uma das maiores produtoras de morango do estado de São Paulo, além de se destacar no cultivo de uvas, pêssegos, ameixas e nectarinas. A produção de vinhos artesanais e cachaças também possui relevância histórica e econômica.
- Indústria e Logística: Devido à sua localização estratégica próxima às rodovias Dom Pedro I e Fernão Dias, o município atraiu um Polo Industrial diversificado, com empresas nos setores de cosméticos, plásticos e logística, gerando empregos e aumentando a arrecadação municipal.
- Mercado Imobiliário: O setor de serviços é impulsionado pelo turismo e pela manutenção de condomínios, que se tornaram uma fonte de receita vital para a cidade.
De janeiro a fevereiro de 2026, foram registradas 1,1 mil admissões formais e 1,2 mil desligamentos, resultando em um saldo negativo de -181 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de 283.
Até março de 2026 houve registro de 4 novas empresas em Jarinu, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, uma nova empresa se instalou na cidade. Este desempenho é igual ao do do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 138 empresas.
Cultura e lazer
Grupos culturais

Destaca-se pela representatividade cultural em diversos segmentos artísticos, tais como o Grupo Folkloristico " Stella Bianka" que representa a cidade pelo Brasil e o mundo. Conta, também, com a "Banda Filarmónica 17 de Abril", tradicional orquestra que engradece e enaltece a cidade de Jarinu pela sua representatividade. O grupo teatral "Brasil em Cena", que leva o teatro para os jarinuenses e representa a cidade pela região, encantando o público com suas produções.
Religião
De acordo com o Censo 2022 (IBGE), 86,25% da população do município é cristã, sendo 61,06% católicos e 25,19% evangélicos. Outras religiões representam 8,33% da população total.
O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma:
- Igreja Católica: a igreja faz parte da Diocese de Bragança Paulista.
- Igrejas Evangélicas: entre as igrejas protestantes históricas, pentecostais e neopentecostais, encontram-se na cidade: Assembleia de Deus Ministério do Belém e Congregação Cristã no Brasil.
Educação
O município tem investido na modernização de sua rede de ensino municipal, focando na alfabetização na idade certa e na integração tecnológica nas salas de aula. Jarinu conta com escolas estaduais e uma rede privada em crescimento. Para o ensino superior e técnico, os estudantes geralmente recorrem aos centros universitários de Jundiaí, Bragança Paulista e Itatiba, que ficam a poucos minutos de distância, garantindo uma formação qualificada para os jovens jarinuenses.
Turismo
Jarinu é conhecida como cidade hospitaleira e aconchegante, refúgio para aqueles que amam belezas naturais exuberantes, aromas e sabores, adrenalina sob duas rodas ou tranquilidade no ar puro do campo: o perfeito clima de interior.
A cidade já foi eleita segundo melhor clima do mundo, atestado pela Unesco.
A produção rural em Jarinu é majoritariamente baseada em frutas, com destaque para o morango, tema anual da festa mais tradicional da cidade. Menção importante também dos cultivos de uva, pêssego, pitaia e atemoias, que são exportadas para vários países.
Os vinhos, licores, cachaças e cervejas de produção artesanal de Jarinu são referência na região.
Jarinu também é conhecida como Polo de Duas Rodas no meio esportivo, sendo destino obrigatório para apaixonados por Motocross, Bicicross e Mountain bike.
Inclusive, as novas trilhas do Parque Orestes Lorencini podem ser feitas pedalando ou caminhando. A dica é fazer uma parada no ponto mais alto para contemplar o horizonte.
A riqueza histórica e arquitetônica de Jarinu está presente na Estação do Campo Largo, no Casarão da Rua José Inácio, no Centro Histórico e Cultural Divanir Vitório Contesini, prédio da primeira sede da Prefeitura e na Igreja da Matriz.
Jarinu faz parte do Circuito das Frutas, ao lado dos municípios de Atibaia, Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo.
O turismo em Jarinu é focado na experiência sensorial e no contato com a natureza.
- Festa do Morango: realizada anualmente entre junho e julho, em conjunto com Atibaia, é o maior evento da região, celebrando a colheita com gastronomia típica e shows culturais.
- Rotas do Vinho: diversas vinícolas familiares abrem suas portas para visitação, permitindo que o turista acompanhe o processo de produção e deguste vinhos e sucos produzidos nas encostas da cidade.
- Casarão da Cultura: um marco histórico localizado no centro, que preserva a memória dos fundadores e a arquitetura do período colonial.
Esporte
No esporte, Jarinu destaca-se pelo Mountain Bike (MTB). O relevo acidentado e as estradas de terra que cortam as fazendas de morango formam um cenário perfeito para ciclistas de todo o estado. O município frequentemente sedia etapas de campeonatos regionais de ciclismo e corridas de montanha. O futebol amador também é uma paixão local, com clubes tradicionais que mantêm viva a integração entre os bairros.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .