Capim Grosso é um município brasileiro do estado da Bahia. De acordo com estimativas do IBGE, para o ano de 2025, sua população era de 35.437 habitantes.
História
O território que compõe o atual município de Capim Grosso foi originariamente povoado por diversas etnias indígenas, com destaque para os povos genericamente denominados de tapuias e cariris. Com a invasão portuguesa nos territórios indígenas no interior do Nordeste, houve a expansão dos domínios dos proprietários "curraleiros" com destaque para a família dos descendentes do latifundiário "Garcia d'Ávila", família que viria ser conhecida historicamente como a Casa da Torre.
Os povos indígenas que viviam neste território foram expulsos da terra que tradicionalmente ocupavam, deslocando-se para outras regiões para sobreviver. Assim, os indígenas remanescentes acabaram sendo aldeados entre os séculos XVII e XVIII nas Missões religiosas do Sahy (Senhor do Bonfim da Tapera), de São Francisco Xavier (atual Jacobina Velha) e de Bom Jesus da Glória de Jacobina (Santo Antônio de Jacobina).
A concentração da população indígena remanescente em aldeamentos missionários e a expulsão dos indígenas que se recusaram a se aldearem nas missões religiosas contribuíram para um despovoamento da região entre os séculos XVII e XIX, condições que viabilizaram o estabelecimento de propriedades latifundiárias de grandes proporções, como ocorreu com a sesmaria doada à família da Casa da Torre, território que era ignorado pelas instituições governamentais do período colonial e do Império, o que explica a ausência do estado nessa região por séculos.
Com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, a situação não mudou nestas terras que faziam parte de um latifúndio denominado de Fazenda Capim Grosso situado no município de Jacobina. A mudança nesta situação ocorreu em 1916, quando, de acordo com a história oral, um casal de lavradores (dona Ursulina Araújo e o senhor Zózimo Amâncio de Araújo) que moravam nessa fazenda decidiram estabelecer uma moradia própria, tendo construído uma casa e uma casa de farinha na beira de uma lagoa chamada de Lago Capim Grosso. Estas construções passaram posteriormente a receber moradores no seu entorno que formaram o embrião do sítio urbano da futura cidade de Capim Grosso.
Na década de 1940, o povoado de Capim Grosso foi impactado pelas transformações no âmbito educacional, cultural e econômico causadas pela criação da Escola Paroquial de Capim Grosso, estabelecimento privado de ensino confessional implantada pelo padre Alfredo Maria Haasler, pároco da cidade de Jacobina, e em 1947 pela criação da primeira Feira livre do povoado, situada embaixo de uma cajazeira, feira que potencializou o comércio na comunidade local.
Emancipação política do município
Na década de 1980, com o fim da Ditadura Militar e a promulgação da Constituição Federal de 1988, as reivindicações da população de Capim Grosso passaram a ser mais escutadas pelas autoridades políticas instituídas com a redemocratização do Brasil, especialmente as autoridades locais do Município de Jacobina que passaram a apoiar a emancipação política da localidade.
Em 1984, o prefeito de Jacobina Carlos Alberto Pires Daltro, o Dr. Carlito, expressou seu apoio conferindo autonomia à localidade e articulando para viabilizar a ocorrência da emancipação propriamente dita, o que ocorreu no ano seguinte, em 9 de maio de 1985, quando a população local votou no plebiscito em favor da separação de Capim Grosso, que se desmembrou de Jacobina para formar um novo município, conforme a Lei Estadual n.º 4.437, de 9 de maio de 1985.
Após a primeira eleição municipal realizada em Capim Grosso, a população elegeu Cesiano Carlos para assumir o cargo de primeiro prefeito do Município de Capim Grosso.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Capim Grosso, pela Lei Estadual n.º 4.437, de 09 de maio de 1985, desmembrado de Jacobina. Sede no atual distrito de Capim Grosso (ex povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 01 de janeiro de 1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome é de uma simplicidade tipicamente sertaneja, porém carregada de significado prático.
"Reza a lenda (e a história oral) que, nos tempos das tropeadas, existia uma vasta área de vegetação rasteira, mas com talos extremamente grossos e resistentes, nas proximidades da lagoa da fazenda. Os viajantes usavam esse 'capim grosso' como ponto de referência geográfica para marcar encontros e descansos, batizando assim a localidade."
Geografia
Localizada a 293 km de Salvador, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2025, é de 35.437 habitantes, sendo o terceiro maior município da microrregião de Jacobina.
Aspectos Geográficos
A natureza em Capim Grosso impõe o ritmo do semiárido, mas oferece condições únicas para a sobrevivência e o trabalho.
Altitude
A altitude média de Capim Grosso é 435 metros acima do nível do mar.
Relevo
O relevo é predominantemente plano a suave ondulado, inserido na Depressão Sertaneja.
Solos
Predominam os solos Bruno Não Cálcicos e Latossolos Vermelho-Amarelos.
Vegetação
A vegetação dominante é a caatinga, com presença de cactáceas (xique-xique, mandacaru) e arbustos espinhosos.
O solo da região é rico em minerais, mas a escassez hídrica exige técnicas de convivência com a seca, sendo o município banhado por bacias como a do Rio Itapicuru.
Clima
Em Capim Grosso, o verão é longo, quente, úmido e de céu quase encoberto; o inverno é curto, agradável, seco e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 16 °C a 34 °C e raramente é inferior a 14 °C ou superior a 37 °C.
As melhores épocas do ano para visitar Capim Grosso e realizar atividades de clima quente são do meio de maio ao meio de julho e do meio de agosto ao fim de outubro.
A estação quente permanece por 6,0 meses, de 26 de setembro a 24 de março, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Capim Grosso é novembro, com a máxima de 34 °C e mínima de 21 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,4 meses, de 4 de junho a 16 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Capim Grosso é julho, com a mínima de 17 °C e máxima de 29 °C, em média.
Em Capim Grosso, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Capim Grosso começa por volta de 18 de maio e dura 5,1 meses, terminando em torno de 22 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Capim Grosso é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 22 de outubro e dura 6,9 meses, terminando em torno de 18 de maio.
O mês mais encoberto do ano em Capim Grosso é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 66% do tempo.
Economia
Capim Grosso é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia de Capim Grosso é o que muitos chamam de "cidade-serviço".
O comércio e os serviços de apoio rodoviário são os pilares do PIB municipal. A feira livre da cidade é uma das maiores da região, atraindo produtores e compradores de todo o sertão.
Capim Grosso está inserida na região produtora de Sisal, considerado o ouro verde. A fibra, extraída do agave, é fundamental para a indústria de tapetes, cordas e artesanato, sendo um dos principais produtos de exportação indireta.
A criação de gado bovino de corte e a caprinovinocultura possuem forte relevância na zona rural, adaptadas à resistência climática da Caatinga.
De janeiro a fevereiro de 2026, foram registradas 380 admissões formais e 319 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 61 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -72.
Até março de 2026 houve registro de 5 novas empresas em Capim Grosso, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, 2 novas empresas se instalaram. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 39 empresas.
Educação
Para uma cidade de seu porte, Capim Grosso destaca-se como um polo educacional regional. A presença do Campus IV da UNEB (Universidade do Estado da Bahia) é o grande motor do desenvolvimento acadêmico local, oferecendo cursos de graduação que atendem não apenas à cidade, mas a dezenas de municípios vizinhos. Além da universidade pública, a cidade conta com diversos polos de ensino a distância (EaD) de instituições privadas, democratizando o acesso ao ensino superior no interior baiano.
Turismo e Cultura
O turismo local é majoritariamente turismo de negócios e de passagem, mas a cultura oferece ricas experiências.
Como toda boa cidade do interior da Bahia, o período junino é a maior festa cultural. O "Arraiá do Capitão" atrai milhares de pessoas com muito forró, comidas típicas e tradições nordestinas.
A carne de sol de Capim Grosso é famosa em todo o estado, geralmente servida com pirão de leite, feijão fradinho e manteiga de garrafa nos diversos restaurantes de beira de estrada.
As rodas de samba, o artesanato em barro e fibra de sisal, e a literatura de cordel mantêm viva a identidade do povo sertanejo.
Esporte e Lazer
No âmbito esportivo, o município respira futebol. O Estádio Municipal Franciscão é o palco das principais competições amadoras da região, onde a rivalidade entre os times locais movimenta a cidade nos fins de semana. Além do futebol, as práticas de ciclismo de aventura e trilhas de moto têm crescido consideravelmente, aproveitando o relevo desafiador e as paisagens únicas da Caatinga.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .
História
O território que compõe o atual município de Capim Grosso foi originariamente povoado por diversas etnias indígenas, com destaque para os povos genericamente denominados de tapuias e cariris. Com a invasão portuguesa nos territórios indígenas no interior do Nordeste, houve a expansão dos domínios dos proprietários "curraleiros" com destaque para a família dos descendentes do latifundiário "Garcia d'Ávila", família que viria ser conhecida historicamente como a Casa da Torre.
Os povos indígenas que viviam neste território foram expulsos da terra que tradicionalmente ocupavam, deslocando-se para outras regiões para sobreviver. Assim, os indígenas remanescentes acabaram sendo aldeados entre os séculos XVII e XVIII nas Missões religiosas do Sahy (Senhor do Bonfim da Tapera), de São Francisco Xavier (atual Jacobina Velha) e de Bom Jesus da Glória de Jacobina (Santo Antônio de Jacobina).
A concentração da população indígena remanescente em aldeamentos missionários e a expulsão dos indígenas que se recusaram a se aldearem nas missões religiosas contribuíram para um despovoamento da região entre os séculos XVII e XIX, condições que viabilizaram o estabelecimento de propriedades latifundiárias de grandes proporções, como ocorreu com a sesmaria doada à família da Casa da Torre, território que era ignorado pelas instituições governamentais do período colonial e do Império, o que explica a ausência do estado nessa região por séculos.
Com a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, a situação não mudou nestas terras que faziam parte de um latifúndio denominado de Fazenda Capim Grosso situado no município de Jacobina. A mudança nesta situação ocorreu em 1916, quando, de acordo com a história oral, um casal de lavradores (dona Ursulina Araújo e o senhor Zózimo Amâncio de Araújo) que moravam nessa fazenda decidiram estabelecer uma moradia própria, tendo construído uma casa e uma casa de farinha na beira de uma lagoa chamada de Lago Capim Grosso. Estas construções passaram posteriormente a receber moradores no seu entorno que formaram o embrião do sítio urbano da futura cidade de Capim Grosso.
Na década de 1940, o povoado de Capim Grosso foi impactado pelas transformações no âmbito educacional, cultural e econômico causadas pela criação da Escola Paroquial de Capim Grosso, estabelecimento privado de ensino confessional implantada pelo padre Alfredo Maria Haasler, pároco da cidade de Jacobina, e em 1947 pela criação da primeira Feira livre do povoado, situada embaixo de uma cajazeira, feira que potencializou o comércio na comunidade local.
Emancipação política do município
Na década de 1980, com o fim da Ditadura Militar e a promulgação da Constituição Federal de 1988, as reivindicações da população de Capim Grosso passaram a ser mais escutadas pelas autoridades políticas instituídas com a redemocratização do Brasil, especialmente as autoridades locais do Município de Jacobina que passaram a apoiar a emancipação política da localidade.
Em 1984, o prefeito de Jacobina Carlos Alberto Pires Daltro, o Dr. Carlito, expressou seu apoio conferindo autonomia à localidade e articulando para viabilizar a ocorrência da emancipação propriamente dita, o que ocorreu no ano seguinte, em 9 de maio de 1985, quando a população local votou no plebiscito em favor da separação de Capim Grosso, que se desmembrou de Jacobina para formar um novo município, conforme a Lei Estadual n.º 4.437, de 9 de maio de 1985.
Após a primeira eleição municipal realizada em Capim Grosso, a população elegeu Cesiano Carlos para assumir o cargo de primeiro prefeito do Município de Capim Grosso.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Capim Grosso, pela Lei Estadual n.º 4.437, de 09 de maio de 1985, desmembrado de Jacobina. Sede no atual distrito de Capim Grosso (ex povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 01 de janeiro de 1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Origem do Nome
A origem do nome é de uma simplicidade tipicamente sertaneja, porém carregada de significado prático.
"Reza a lenda (e a história oral) que, nos tempos das tropeadas, existia uma vasta área de vegetação rasteira, mas com talos extremamente grossos e resistentes, nas proximidades da lagoa da fazenda. Os viajantes usavam esse 'capim grosso' como ponto de referência geográfica para marcar encontros e descansos, batizando assim a localidade."
Geografia
Localizada a 293 km de Salvador, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2025, é de 35.437 habitantes, sendo o terceiro maior município da microrregião de Jacobina.
Aspectos Geográficos
A natureza em Capim Grosso impõe o ritmo do semiárido, mas oferece condições únicas para a sobrevivência e o trabalho.
Altitude
A altitude média de Capim Grosso é 435 metros acima do nível do mar.
Relevo
O relevo é predominantemente plano a suave ondulado, inserido na Depressão Sertaneja.
Solos
Predominam os solos Bruno Não Cálcicos e Latossolos Vermelho-Amarelos.
Vegetação
A vegetação dominante é a caatinga, com presença de cactáceas (xique-xique, mandacaru) e arbustos espinhosos.
O solo da região é rico em minerais, mas a escassez hídrica exige técnicas de convivência com a seca, sendo o município banhado por bacias como a do Rio Itapicuru.
Clima
Em Capim Grosso, o verão é longo, quente, úmido e de céu quase encoberto; o inverno é curto, agradável, seco e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 16 °C a 34 °C e raramente é inferior a 14 °C ou superior a 37 °C.
As melhores épocas do ano para visitar Capim Grosso e realizar atividades de clima quente são do meio de maio ao meio de julho e do meio de agosto ao fim de outubro.
A estação quente permanece por 6,0 meses, de 26 de setembro a 24 de março, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Capim Grosso é novembro, com a máxima de 34 °C e mínima de 21 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,4 meses, de 4 de junho a 16 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Capim Grosso é julho, com a mínima de 17 °C e máxima de 29 °C, em média.
Em Capim Grosso, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Capim Grosso começa por volta de 18 de maio e dura 5,1 meses, terminando em torno de 22 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Capim Grosso é julho, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 75% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 22 de outubro e dura 6,9 meses, terminando em torno de 18 de maio.
O mês mais encoberto do ano em Capim Grosso é dezembro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 66% do tempo.
Economia
Capim Grosso é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
A economia de Capim Grosso é o que muitos chamam de "cidade-serviço".
O comércio e os serviços de apoio rodoviário são os pilares do PIB municipal. A feira livre da cidade é uma das maiores da região, atraindo produtores e compradores de todo o sertão.
Capim Grosso está inserida na região produtora de Sisal, considerado o ouro verde. A fibra, extraída do agave, é fundamental para a indústria de tapetes, cordas e artesanato, sendo um dos principais produtos de exportação indireta.
A criação de gado bovino de corte e a caprinovinocultura possuem forte relevância na zona rural, adaptadas à resistência climática da Caatinga.
De janeiro a fevereiro de 2026, foram registradas 380 admissões formais e 319 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 61 novos trabalhadores. Este desempenho é superior ao do ano passado, quando o saldo foi de -72.
Até março de 2026 houve registro de 5 novas empresas em Capim Grosso, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, 2 novas empresas se instalaram. Este desempenho é maior que o do mês imediatamente anterior (1). No ano de 2025 inteiro, foram registradas 39 empresas.
Educação
Para uma cidade de seu porte, Capim Grosso destaca-se como um polo educacional regional. A presença do Campus IV da UNEB (Universidade do Estado da Bahia) é o grande motor do desenvolvimento acadêmico local, oferecendo cursos de graduação que atendem não apenas à cidade, mas a dezenas de municípios vizinhos. Além da universidade pública, a cidade conta com diversos polos de ensino a distância (EaD) de instituições privadas, democratizando o acesso ao ensino superior no interior baiano.
Turismo e Cultura
O turismo local é majoritariamente turismo de negócios e de passagem, mas a cultura oferece ricas experiências.
Como toda boa cidade do interior da Bahia, o período junino é a maior festa cultural. O "Arraiá do Capitão" atrai milhares de pessoas com muito forró, comidas típicas e tradições nordestinas.
A carne de sol de Capim Grosso é famosa em todo o estado, geralmente servida com pirão de leite, feijão fradinho e manteiga de garrafa nos diversos restaurantes de beira de estrada.
As rodas de samba, o artesanato em barro e fibra de sisal, e a literatura de cordel mantêm viva a identidade do povo sertanejo.
Esporte e Lazer
No âmbito esportivo, o município respira futebol. O Estádio Municipal Franciscão é o palco das principais competições amadoras da região, onde a rivalidade entre os times locais movimenta a cidade nos fins de semana. Além do futebol, as práticas de ciclismo de aventura e trilhas de moto têm crescido consideravelmente, aproveitando o relevo desafiador e as paisagens únicas da Caatinga.
Referências para o texto: Wikipédia ; IBGE ; Weather Spark ; Caravela .