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segunda-feira, 23 de maio de 2022

SANTANA DO ARAGUAIA - PARÁ

Santana do Araguaia é um município brasileiro no extremo sul do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 9°32'23.98" sul e a uma longitude 50°51'35.54" oeste, estando a uma altitude de 160 metros. Sua população estimada em 2020 era de 74.419 habitantes. Possui uma área de 11.639,29 km².
História
A história do município de Santana está intimamente relacionada com a fundação do povoado de Altas Barreiras (hoje sede do município de Santa Maria das Barreiras) em 1892. Formado por imigrantes goianos com apoio de frei Gil de Villa Nova, esta localidade desenvolveu-se pela extração de borracha-caucho e outros produtos extrativistas. Teve como principal marco de formação, a construção da Paróquia de Sant'Anna.
Com o passar dos anos, Altas Barreias mostrou-se um povoado muito dinâmico, sendo elevado á categoria de distrito em 31 de dezembro de 1936, passando a denominar-se Santa Maria das Barreiras. Finalmente ganhou autonomia política através da lei estadual nº 2460, de 29 de dezembro de 1961, desmembrado de Conceição do Araguaia, denominando-se município de "Santana do Araguaia".
Formação de Campo Alegre
Entretanto a configuração atual do município de Santana foi construída a partir do ano de 1966 com a implantação do projeto "Fazenda Campo Alegre", sob responsabilidade da Cia. Industrial e Agropastoril Vale do Rio Campo Alegre, uma espécie de joint-venture formada por 13 empresas diferentes, encabeçadas pela Volkswagen do Brasil. O empreendimento com área de aproximadamente 130 mil hectares deveria produzir rezes para o abete em frigoríficos de Belém.
Em 1975 o empreendimento conseguiu autorização junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) para a construção de uma company town na área a ser denominada de "Campo Alegre", com o intuito de formar um núcleo administrativo e fixador de mão-de-obra. A construção de Campo Alegre foi muito rápida, com sua conclusão sendo efetivada em 1976.
Sob os auspícios da Volkswagen (com participação de outros grupos financeiros) começa a construção em 1978 nas proximidades de Campo Alegre o mega-empreendimento "Frigorífico Atlas", com aporte financeiro da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM). Campo Alegre transformou-se a partir de então numa espécie de cidade operária e ponto demográfico atrator.
Grande cheia de 1980/1981
Em 1980 a região do Tocantins Araguaia é atingida por uma grande enchente de seus rios, fato que destruiu parcialmente a sede do município de Santana do Araguaia. Tal cheia prolongou-se pelo ano de 1981. Como Campo Alegre era a localidade dotada de melhor infraestrutura no município (inclusive melhor que a própria sede), os aparelhos administrativos foram para ela transferidos e ali permaneceram.
A vulnerabilidade da antiga sede e a dificuldade para reconstruí-la, desqualificou-a para que permanecesse com tal categoria. Desta forma em 5 de novembro de 1984 por meio da lei estadual nº 5.171 transferiu-se definitivamente a sede de Santana do Araguaia para a localidade de Campo Alegre, revertendo a localidade de Santa Maria das Barreiras á sua antiga categoria, como distrito.
Com isto, por mais que Santana do Araguaia (Campo Alegre) seja "original" de Santa Maria das Barreiras, tornou-se herdeira dos direitos administrativos do antigo município.
Desmembramento
Por pressão da comunidade barreirense, insatisfeita com seu novo status político, em 10 de maio de 1988 é criado o município de Santa Maria das Barreiras, através da lei estadual nº 5.451, desmembrado de Santana do Araguaia.
Clima
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de abril de 2011 a março de 2020, a menor temperatura registrada em Santana do Araguaia foi de 12,8 °C no dia 14 de agosto de 2015, e a maior atingiu 42 °C em 14 de setembro de 2019. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 131,2 milímetros (mm) em 25 de março de 2018
Subdivisões
O município é subdividido em três distritos principais e inúmeras vilas e povoados. O próprio distrito sede, a cidade de Santana do Araguaia, é subdividido em bairros, que servem para melhor a distribuição espacial.
Os distritos do município são:
- Distrito Sede: formado basicamente pela cidade de Santana do Araguaia, mas que comporta os vilarejos de Santa Fé, Barreira do Aricá, Fartura e Nova Barreira;
- Distrito de Barreira do Campo: assentado na vila homônima, mas que comporta também os vilarejos de Porto Trajano e Pai Eterno;
- Distrito de Vila Mandi: assentado na vila homônima, mas que comporta também os vilarejos de Paxiba e Promissão.
Infraestrutura
Transportes

No transporte aéreo o município é servido pelo Aeroporto de Santana do Araguaia, que a liga, com voos domésticos regionais, principalmente aos município do Pará, Tocantins e Mato Grosso.
No transporte rodoviário Santana é cortada de norte a sul pela rodovia federal BR-158, que a liga ao estado do Mato Grosso a os municípios vizinhos do Pará, sendo seu principal tronco viário.
Outras rodovias são as estaduais PA-411, PA-463 e a PA-485. As duas primeiras ligam Santana ao município de Santa Maria das Barreiras e ao estado do Tocantins e; a última liga a sede municipal à vila de Barreira do Aricá, na região da Ilha do Bananal. Na extremidade norte há também uma porção da PA-235.
Os únicos portos do município estão localizado no distrito de Barreia do Campo e na vila de Porto Trajano, ambos às margens do rio Araguaia; o Porto Fluvial de Porto Trajano dá acesso, pelo serviço de balsas, ao município de Caseara, no Tocantins.
Educação
O município abriga um dos campus da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), a principal instituição pública de ensino superior do sul e sudeste do Pará.
Referência para o texto: Wikipédia .

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

PARANAVAÍ - PARANÁ

Paranavaí é um município brasileiro localizado no Noroeste do estado do Paraná, principal centro da microrregião local. Sua altitude e de 425 m e sua área total é de 1.202,266 km². Em 2020, a sua população foi estimada em 88 922 habitantes, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
História
Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está a imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul.
Período pré-colonial e colonial
No início do século XVI, espanhóis e portugueses fizeram suas primeiras penetrações, quase ao mesmo tempo, desencadeando as primeiras lutas pela posse efetiva da terra. Assim, o descobrimento, o desbravamento e o povoamento das terras que constituem hoje o estado do Paraná foram obra de castelhanos, portugueses e bandeirantes paulistas que, a partir de 1602, começaram a fazer suas primeiras "entradas" no "Sertão guairenho", trilhados ou caminhos fluviais e as "picadas" íngremes do sertão. Data do início dessas penetrações a abertura dos primitivos caminhos através do sertão conhecido pelas denominações de caminho de Peabiru, caminho fluvial do Rio Cubatão, de Itupeva e do "Arraial" e de Sorocaba a Viamão, por onde transitaram, no século XVI, expedições das mais diversas.
A partir de 1554, já existiam nas bacias dos rios Paranapanema, Ivaí, Tibagi, Piquiri e Paraná as "reduções" jesuíticas e as cidades da República do Guairá.
De qualquer forma, durante quase quatro séculos, a zona setentrional do Paraná ficou esquecida e abandonada, sendo visitada apenas por viajantes, bandeirantes e exploradores europeus.
Primeiro núcleo populacional
A região onde hoje se encontra o município de Paranavaí pertenceu em épocas sucessivas do povoamento às comarcas de Tibagi, Londrina, Rolândia, Apucarana e Mandaguari. Até o ano de 1920, a zona era completamente desabitada, constituída de terras devolutas de propriedade do Estado. A partir desta data foi que iniciou o povoamento e colonização da região. O único meio de comunicação até então existente era uma estrada antiga que, partindo de Presidente Prudente, no estado de São Paulo, cruzava o rio Paranapanema, em sentido leste-oeste, atingindo a localidade, onde surgiu, mais tarde, o município de Paranavaí. O primeiro núcleo populacional surgiu na antiga "Fazenda Montoia", que se situava no mesmo local onde hoje se encontra a "Fazenda Experimental do Estado". Aí, em 1930, já existia um Cartório de Registro Civil, o que significa que Montoia, naquela época, já era Distrito judicial.
Fazenda Velha Brasileira
A partir de 1930, o povoamento deslocou-se rapidamente para a "Fazenda Velha Brasileira" (atual zona urbana de Paranavaí), em cujas terras virgens e férteis foi plantado nada menos que um milhão de pés de café. A inesgotável exuberância da terra da "Fazenda Velha Brasileira" atraiu, em curto lapso de tempo, pessoas de todos os quadrantes do país, que vieram, de uma ou outra forma, contribuir para o progresso e desenvolvimento da cidade nascente. A "Fazenda Velha Brasileira" - surgindo sob inspiração de Dr. Lindolfo Collor, um dos líderes da Revolução de 1930 e autor da legislação trabalhista brasileira, veio a pertencer-lhe. Posteriormente foi transferida à "Companhia Braviaco".
Colônia Paranavaí
Algum tempo mais tarde, por conta do "Decreto No. 800" de 8 de abril de 1931, assinado pelo General Mário Tourinho, então Interventor Federal do Paraná, as terras de Paranavaí voltaram ao domínio do Estado, sendo autorizado o seu loteamento. Data dessa época o início da decadência da povoação e da localidade. Devido à burocracia existente, verificou-se um verdadeiro êxodo na população, que abandonava o patrimônio para fixar-se noutra localidade. Somente a partir de 1944, reiniciou-se o loteamento sob orientação do Dr. Francisco de Almeida Faria, quando, então se acredita, a localidade recebeu a denominação de "Colônia Paranavaí", neologismo formado pela junção dos nomes dos rios Paraná e Ivaí.
Estrada boiadeira
Considerando que a colônia estava ligada unicamente ao Estado de São Paulo, o interventor Manoel Ribas resolveu determinar a abertura de um picadão que, partindo de Arapongas, ligasse Paranavaí ao resto do estado. Esse caminho foi novamente aberto e melhorado em 1939 pelo Capitão Telmo Ribeiro, e desde a sua abertura foi conhecida pela denominação de Estrada Boiadeira. Em virtude da Companhia Colonizadora haver retirado o apoio à localidade, caiu o desanimo sobre a população, ao ponto de desaparecer completamente e ser extinto o Distrito de Montoia. Assim, em 1944, a população de Montoia era inferior à existente em 1930.
Retomada do desenvolvimento
A partir de 1944, Paranavaí ressurgiu num surto de realizações e progresso sem interrupção, nem mesmo com as catastróficas geadas de 1953 e 1955. Para construir a primeira capela, foi derrubada a mata virgem. A primeira missa foi celebrada na casa de Waldomiro de Carvalho, nas proximidades da antiga estação Rodoviária. O fato ocorreu no dia 25 de dezembro de 1944, sendo celebrante o padre João Guerra.
Criação do município
O município foi criado com o desmembramento de Mandaguari, pela Lei Estadual No. 790 de 14 de dezembro de 1951, e solenemente instalado em 14 de dezembro de 1952, com a posse do seu primeiro prefeito municipal, o médico José Vaz de Carvalho, e instalação da Câmara Municipal. Na época de sua autonomia, o município de Paranavaí era formado apenas por dois distritos: Catarinenses e Porto São José.
Comarca de Paranavaí
A administração de José Vaz de Carvalho imprimiu tal progresso no município que, já em 1953, pela Lei Estadual No. 1542, de 14 de dezembro, era elevado à categoria de Comarca, sendo instalada como Comarca de 2ª entrância em 1 de março de 1954, tendo como primeiro Juiz de Direito, Sinval Reis e primeiro Promotor Público, Carlos Alberto Manita. Em 2012 foi elevada para Comarca de Entrância Final, mais alto grau da estrutura judiciária Paranaense e conta com dois varas cíveis, 2 varas criminais, uma vara do juizado especial e uma vara de família e anexos, bem como com os cartórios de Registro de Imóveis, Protesto, Registro Civil e o Tabelionato Oscar Tomazoni, Tabelionato Carlos Gomes Roque e Tabelionato Itajana Barreto Costa.
Diploma de honra
Em 1956, no concurso promovido pela Associação Brasileira de Municípios, Paranavaí foi classificada, recebendo o "Diploma de Honra", como um dos cinco municípios de maior progresso e desenvolvimento em todo o Brasil sendo entregue pelo então presidente da república Juscelino Kubitschek.
Ensino superior e técnico
A cidade é considerada um polo da educação superior da região Noroeste do Paraná, com instituições como a Universidade Estadual do Paraná[6], que possui sete campi. Em 2013, o governador Beto Richa apresentou o projeto de lei 144/2013 que previa a efetiva criação da universidade e a definição da cidade de Paranavaí, como sede da reitoria da Unespar. O projeto foi aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa (por 46 votos a zero).
Instituições de ensino - Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) - Campus Paranavaí; Universidade Paranaense (UNIPAR) - Campus Paranavaí; Faculdade de Tecnologia e Ciências do Norte do Paraná (UNIFATECIE); Universidade Aberta do Brasil (UAB); Instituto Federal do Paraná (IFPR) - Campus Paranavaí; Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) - Campus Paranavaí; Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) - Unidade de Paranavaí e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) - Unidade de Paranavaí.
Economia
A citricultura é uma das mais recentes alternativas agrícola da região. Apesar de nova, ela veio com muita força e transformou Paranavaí no maior produtor de laranjas do Paraná. A safra 2002/2003 produziu 6 milhões de caixas de laranja (estimativa baseada na quantidade vendida para as duas indústrias instaladas no município). A multinacional Louis Dreyfus Commodities e a Indústria, Comércio e Exportação LTDA (Citris), são as responsáveis pela transformação da laranja. Dois outros subprodutos da laranja, óleo essencial e o D'limoneno, também são exportados. No mercado interno, o suco abastece as indústrias de refrigerantes.
A região de Paranavaí também produz mandioca, algodão, café, bicho-da-seda, pecuária, abacaxi e soja. Dessas, a produção de mandioca é a mais significativa. É a segunda maior do estado e ocupa 30 mil hectares. A produtividade da região é duas vezes superior que a média nacional. Na região se colhe, em média, 30 toneladas por hectare. A média brasileira é de 13 toneladas por hectare. Boa parte da produção é processada em indústrias da cidade como a multinacional General Mills do Brasil e outras fecularias.
O café ocupa 14 mil hectares de lavouras. Este número aumenta a cada dia com a implantação do sistema de café adensado, que está trazendo de volta a cafeicultura para o Noroeste do estado.
O bicho da seda é uma cultura que gera muitos empregos. São duas mil toneladas de casulos de bicho da seda produzidos na região, comercializados nas indústrias de fiação de seda.
A principal atividade da região é a pecuária de corte. As pastagens ocupam 75% da área da região. O rebanho é de aproximadamente 1 milhão e 100 mil cabeças e a raça predominante é a nelore.
Na região, também é forte a criação de búfalos. É o segundo maior rebanho de bubalinos do Paraná.
Para atender um segmento deste, Paranavaí conta com dois grandes frigoríficos com capacidade de abate de 1400 bois por dia. São aproximadamente 450 toneladas de carne por dia, que abastecem os estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Juntos, os frigoríficos geram mais de 650 empregos diretos e estão prontos para colocar seus produtos no Mercado Comum Europeu.
Paranavaí conta com uma estrutura de pesquisas e difusão de tecnologia, Instituto Paranaense de Assistência Rural (IAPAR) e a Estação Experimental de Cana-de-Açúcar da Universidade Federal do Paraná representam um avanço tecnológico para a agricultura da região.
Cultura
Paranavaí conta com um dos mais modernos teatros do Paraná. O Teatro Municipal Dr. Altino Afonso Costa, que foi inaugurado na noite de primeiro de abril de 2003 com o espetáculo "O Segundo Sopro", do Balé Teatro Guaíra. O Teatro está no Centro Cultural Rodrigo Ayres, possui 357 lugares, palco em estilo italiano, três camarins e ar condicionado central. A obra tem ainda um elevador para pessoas deficientes e um moderno sistema de som.
O Festival de Música, Poesia e Contos de Paranavaí (Femup) é um dos únicos do gênero no Brasil, realizado desde a década de 1960. E ainda o projeto Ler para Crescer, que é uma feira onde são expostos vários livros e trabalhos para todo tipo de idade.
Além do Teatro Municipal, a cidade conta com uma Casa de Cultura, um pequeno teatro para apresentações e eventos menores. Paranavaí possui duas salas de cinema.
Indústria e comércio
No setor industrial, Paranavaí conta com mais de 340 empresas nacionais e multinacionais. O parque industrial tem uma área de mais de 100 hectares. O comércio de Paranavaí responde com 45% do valor da economia, enquanto a indústria corresponde com 32% do bolo. O restante, cerca de 23%, é formado pelos produtos primários da agricultura e da pecuária. A cidade possui um comércio atrativo que conta com grandes redes nacionais, além de diversas franquias de vários seguimentos. Paranavaí conta com supermercados, hipermercados e um Shopping Center, que faz da cidade referência no setor de comércio, serviços e lazer.
Esporte
Paranavaí é um dos polos esportivos do Estado, possuindo uma equipe de futsal, a São Lucas, que disputa a elite do futsal paranaense. Possui também a equipe de atletismo, equipe de ciclismo e equipe de xadrez, time de handebol, estas com destaque em cenário nacional e internacional. Ainda possui vários esportes amadores pela cidade, que são organizados através de associações. A principal equipe esportiva da cidade é o Atlético Clube Paranavaí, campeão paranaense de 2007 e vice de 2003.
Em Janeiro de 2009, Paranavaí sediou o Campeonato Paranaense Absoluto de Xadrez.
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