sábado, 21 de junho de 2025

SANTA MARIA DA VITÓRIA - BAHIA

´
Santa Maria da Vitória é um município brasileiro do estado da Bahia. Localizada na borda esquerda do Rio Corrente, está ligada por uma ponte e uma passarela à cidade de São Félix do Coribe. O Rio Corrente é um dos principais afluentes da margem esquerda do Rio São Francisco. Possui em suas margens enormes pedreiras com até 15 metros de altura. Atrai turistas do Centro-Oeste, principalmente nas suas festas: Carnaval, festa junina, além do tradicional Festejo do Divino Espírito Santo, organizado no interior do município, nas comunidades de Água-Quente, São João,Currais, Nova Franca, Mocambo e Porco Branco, movimentando uma parte maciça da população, inclusive de outras cidades, ao interior. 
A cidade de Santa Maria da Vitória fica localizada na Região intermediária de Barreiras, a 220 KM da maior e principal cidade do Oeste da Bahia Barreiras, sendo também Barreiras umas das principais e maiores cidades da Bahia, faz limite com Santana, Baianópolis, Canápolis, São Desidério, Correntina, Jaborandi e São Félix do Coribe. 
A população estimada de Santa Maria da Vitória, na Bahia, em 2024 é de 40.467 habitantes 
Etimologia
A cidade recebeu esse nome por causa da devoção do seu fundador, o português André Afonso de Oliveira, devoto de Nossa Senhora da Vitória, um título mariano católico bastante venerado em Portugal, sua terra natal, tanto que trouxe uma imagem da santa diretamente de sua terra para colocar na igreja matriz da cidade. 
História
Na época da chegada dos colonizadores europeus ao Brasil (século XVI), a porção central do país era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê. Particularmente, a região de Santa Maria da Vitória era ocupada por índios Acroás, um subgrupo dos índios Xacriabás, sendo estes um grupo indígena que habita a margem esquerda do rio São Francisco. 
A história do município se inicia no ano de 1792 com a vinda do fidalgo português André Afonso de Oliveira, natural da cidade do Porto que, em contato com seus conterrâneos que residiam na província da Bahia, adquiriu alguns alqueires de terra às margens de um rio de águas claras que logo recebeu o nome de Corrente. Nessa época, o Oeste da Bahia pertencia à província de Pernambuco e tinha o nome de Comarca do Rio de São Francisco. Esta vasta região pertenceu a Pernambuco até meados de 1824. D. Pedro I a desligou do território pernambucano como punição pelo movimento separatista conhecido como Confederação do Equador. Este foi o último território desmembrado de Pernambuco, impondo àquele estado uma grande redução da extensão territorial, de 250 mil km² para os 98.311 km² atuais. Após três anos sob administração mineira, a região foi anexada à Bahia em 1827. Nesta época, a região que hoje compreende o município de Santa Maria da Vitória, pertencia ao município de Carinhanha. 
Em virtude dos grandes baixios alagados às margens do Rio Corrente, o português foi obrigado a mudar para o centro de suas terras, acampando e instalando a sua moradia em um local distante três léguas para dentro, que logo recebeu o nome de Arraial do Brejo do Espírito Santo. Com ele, vieram as primeiras mudas de cana de açúcar que cultivavam nos sítios Maranhão e Arrependido. Atualmente, há uma praça no centro da cidade em homenagem aos seus primeiros moradores: Praça dos Afonsos. André Afonso de Oliveira foi sepultado na Capela do Divino Espírito Santo por ele construída com a ajuda dos seus escravos. Logo depois de sua morte, o seu filho Joaquim foi agraciado com a patente de Oficial da Guarda Imperial. 
O tenente-coronel Joaquim Afonso de Oliveira aguardava a promessa do imperador para melhorar o Arraial do Brejo do Espírito Santo, quando foi surpreendido com a notícia da elevação do arraial de Curral das Éguas (atual Correntina) à condição de vila. Desgostoso com esse ato, Joaquim abandonou o Brejo do Espírito Santo e voltou para as margens do Rio Corrente, fixando-se em uma fazenda que recebeu o nome de sua terra natal: Porto, local que hoje é Santa Maria da Vitória. 
Necessitando de carpinteiros para a construção de casas e de uma igreja, teve que fazer uma viagem até a cidade de Cachoeira, trazendo de lá o carpinteiro Antônio Pereira Façanha. Antônio construiu a casa grande dos Afonsos, bem como a igrejinha do Alto Menino Deus. Em 1840, viam-se apenas poucas casas, circundadas de frondosas gameleiras. Era, naquela época, o porto frequentado constantemente por tropeiros, que faziam transações comerciais, especialmente pela venda de rapaduras produzidas no Brejo do Espírito Santo. Quando a fazenda do Porto estava já bastante habitada, e também com a igreja matriz já em construção, pessoas da Vila de Curral das Éguas (atual Correntina) vieram abalar a paz da família Afonso. Os invasores eram chefiados pelo Capitão Severiano Antônio de Magalhães, com ataques à mão armada. Esse bando foi escurraçado e tiveram que fugir para a localidade de Lavandeira, distante duas léguas do Porto. Lá, não encontrando resistência por parte dos moradores, praticaram todo tipo de barbaridade, inclusive dispersaram uma missão de frades que pregavam a religião católica, cujos missionários tiveram que se esconder na outra margem do rio. 
No combate da lavandeira, os fanáticos assassinaram barbaramente o velho Maciel. Receoso de uma nova investida pelos bandoleiros, o tenente-coronel Joaquim pediu providências e auxílio às autoridades da província. Estas atenderam o pedido enviando via Cachoeira, um alferes denominado Reimualdo, com dez praças para garantir a segurança do povoado. Sendo assim, o tenente-coronel conseguiu concluir a igreja matriz e trouxe de Portugal a imagem da Santa Virgem da Vitória que demorou dois meses e dezesseis dias para chegar na localidade, tendo desembarcado em Cachoeira e vindo em braços de escravos. Ao falecer o tenente-coronel Joaquim Afonso de Oliveira, seus restos mortais foram enterrados em frente ao altar mor da Igreja Matriz. 
Já em 1850, um pescador, vindo da localidade de Barra do Rio Grande, construiu a primeira embarcação para transportar mercadorias e animais da região, por conseguinte, outras embarcações foram construídas e o arraial começou a crescer com a chegada de grande um grande número de pessoas para praticar a agricultura. Foi nesse ínterim que é construída um símbolo da cidade, a capela dedicada à Nossa Senhora das Vitórias. Com esse desenvolvimento o arraial cresceu a ponto de se transformar no maior porto comercial do imenso município do Rio das Éguas. 
Logo a paz voltou ao povoado, que foi elevado à categoria de Vila no ano de 1878 com o nome de Porto de Santa Maria da Victoria, desmembrada de Carinhanha, em homenagem à santa trazida de Portugal, tomando o lugar de Rio das Éguas (Correntina) como sede do termo. Porém, a vila do Porto de Santa Maria da Victoria foi extinta em 1886 para restaurar o município (antigo) de Rio das Éguas (atual Correntina). Dois anos mais tarde, em 1888, foi extinto novamente o município de Rio das Éguas para restaurar a vila de Santa Maria da Vitória. Com isto, surgiu uma rivalidade entre as populações dos dois núcleos - Santa maria da Vitória e Rio das Éguas - o que impediu por muito tempo o progresso de ambos os locais. Só com o advento da república foi que cessou a rivalidade com a elevação de ambas os lugares à condição de vilas. 
Em 1878, este foi o parecer acerca da elevação do Porto de Santa Maria da Victoria à condição de município, tomando o lugar de Rio das Éguas, conforme Ata da Assembleia Legislativa Provincial publicada no português arcaico: 
"À commissão de estatística foi presente a representação documentada dos moradores do arraial do Porto de Santa Maria da Victoria, municipio do Rio das Éguas, pedindo transferência da sede da villa e freguezia do Rio das Eguas para o dito arraial. Considerando que a villa do Rio das Eguas é sita na extremidade do município, perto da fronteira de Goyaz, e que acha-se em decadencia. Considerando que o arraial do Porto de Santa Maria, já pela sua população, já pelo seu estado de adiantamento, já pelos edifícios que possue, já por suas relações commerciaes, já pelas condições topographicas, é digno de ser a sede da villa e freguezia. Considerando que o Arraial do Porto de Santa Maria está no centro do termo entre as extremas de Goyaz (lado do sul) e da freguezia de Sant'Anna dos Brejos (lado do norte); é banhado pelo rio corrente, confluente navegavel do Rio de S. Francisco, e entretem com as localidades da margem deste magestoso rio importante commercio, digno de incremento e animação. É a commissão de parecer que se adopte o seguinte: A sede da parochia e da villa do Rio das Eguas, termo do mesmo nome, comarca de Carinhanha, fica transferida para o arraial do Porto de santa Maria da Victoria." 
Em 1886, como já foi dito, a sede da vila voltou a ser Rio das Éguas (atual Correntina) e este foi o argumento utilizado na época pelo deputado provincial Martiniano de Almeida: 
"A povoação do Rio das Egoas tem o edificio indispensavel para funccionar a câmara, tem a igreja matriz e na povoação nascente de Santa Maria da Victoria não existe matriz, não há casa de câmara. É portanto, de notória conveniência a transferência da villa para a antiga séde; e esta necessidade é de tal ordem que todos querem e reclamam." 
Pela Lei Estadual nº 737, de 26 de junho de 1909, recebeu o status de cidade, mas teve seu nome alterado para apenas Santa Maria. Entre 1943 e 1944, o nome oficial voltou a ser Santa Maria da Vitória. Hoje o município é constituído de três distritos: Santa Maria da Vitória, Açudina e Inhaúmas. 
Geografia
O município de Santa Maria da Vitória está a 220 km de Barreiras, Capital regional, 860 km de Salvador, capital estadual, e 584 km de Brasília, capital federal.
Infraestrutura
O setor de estrutura urbana de Santa Maria da Vitória é de responsabilidade da Secretaria de Obras e Serviços Púbicos que, dentro de sua delegação, tem a função de zelar pela limpeza e desenvolvimento da urbanização na cidade. 
Clima
Em Santa Maria da Vitória, a estação com precipitação é abafada e de céu encoberto; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é quente. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 36 °C e raramente é inferior a 15 °C ou superior a 39 °C. 
A melhor época do ano para visitar Santa Maria da Vitória e realizar atividades de clima quente é do início de maio ao início de outubro. 
Transportes
Do ponto de vista ferroviário, atualmente está em construção a Ferrovia de Integração Oeste-Leste. O projeto prevê que tenha 1.527 quilômetros de extensão em bitola larga, e passe pelos estados da Bahia e Tocantins, ligando o Porto Sul no município baiano de Ilhéus à Ferrovia Norte-Sul (FNS) em Figueirópolis, município tocantinense. A construção da ferrovia está a cargo da VALEC, empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes. 
A ferrovia ligará Santa Maria da Vitória a regiões produtoras de minério de ferro e afins (cidades como Caetité, Pindaí, Tanhaçu, Lagoa Real, Livramento de Nossa Senhora, Maracás, Brumado) e de grãos (Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, São Desidério), além da cidade portuária de Ilhéus. 
No setor de transporte coletivo rodoviário há o Terminal Rodoviário da cidade, que é responsável pelo fluxo de linhas de ônibus para outras cidades da Bahia e também interestaduais. Santa Maria da Vitória é cortada pela rodovia federal BR-349, e a estadual BA-172.
Economia
Santa Maria da Vitória é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano. O desempenho econômico e o baixo potencial de consumo são os pontos de atenção.
De janeiro a dezembro de 2024, foram registradas 1,4 mil admissões formais e 1,3 mil desligamentos, resultando em um saldo de 45 novos trabalhadores.
Até janeiro de 2025 houve registro de 3 novas empresas em Santa Maria da Vitória, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, 3 novas empresas se instalaram.
Cultura
Música
A Sociedade Philarmônica Seis de Outubro foi fundada em 22 de novembro de 1908, conforme o que está escrito em seu estatuto datado de 25 de maio de 1948. São os seguintes os nomes de seus fundadores: Coronel Bruno Martins da Cruz, José Alfaiate, Francisco Coimbra, José Págda e outros. O primeiro regente da Seis de Outubro foi o Mestre Ápio Biquiba dy Lafuente. O segundo foi Pedro Nolasco, que foi o primeiro regente da Vitória. O 3º o foi Mestre Vilares. O nome Seis de Outubro foi dado à Philarmônica em homenagem ao seu cabeça, o Coronel Bruno Martins da Cruz. Isto porque seis de outubro foi o dia do nascimento de Bruno, natural de Juazeiro. 
A Philarmônica 15 de novembro (Conhecida como Philarmônica Vitória) foi fundada em 15 de novembro de 1908, portanto, no mesmo ano da sua co-irmã, sendo sete dias mais velha que aquela. Não foi fundada pelo Coronel Clemente, como supõe a maioria pois este chegou a Santa Maria da Vitória em 1917. A fundação da Vitória deve-se aos Afonsos, João Afonso, Antônio Laranjeira Barbosa e outros.
Fonte: Wikipédia ; Caravela ; Weather Spark .

quinta-feira, 19 de junho de 2025

INHAMBUPE - BAHIA

Inhambupe é um município do estado da Bahia, no Brasil. Localiza-se a 153 quilômetros de Salvador. Sua população estimada em 2024 segundo o IBGE era de 35.397 habitantes. 
Topônimo
"Inhambupe" é uma palavra proveniente da língua tupi, significando "no rio dos inhambus", através da junção de ïnã'bu, "inhambu", 'y , "água, rio" e pe, "em". A população de Inhambupe, na Bahia, era de 33.790 habitantes em 2022, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE.
História
Entre 1572 e 1582, desenvolveu-se a catequese indígena à margem esquerda do Rio Inhambupe, denominado Rio Inhambupe de Cima. Posteriormente, os jesuítas estabeleceram um colégio em Água Fria e estimularam a povoação da região.
A partir de 1624, uma sesmaria foi concedida a um Marechal da Casa da Torre dos Garcia D’Ávila, que erigiu uma igreja sob a invocação do Divino Espírito Santo de Inhambupe, em torno da qual foram surgindo casas, contribuindo para a formação e evolução da nova comunidade.
Em 1718 o povoado passou a pertencer à Freguesia de Água Fria, vila criada em 1710 e notável pelo colégio dos jesuítas. Mais tarde, foi a capela elevada à categoria de paróquia, ficando, porém, o povoado de Inhambupe de Cima subordinado a Água Fria até 1727, quando Vasco Fernandes Cézar de Menezes, pela Resolução de 24 de abril, elevou a povoação à categoria de vila.
Em 26 de junho de 1801, por Carta Régia, foi instalada a Vila de Inhambupe de Cima, sendo criada a freguesia em 7 de novembro de 1816. Inhambupe ganhou foros de cidade em 6 de agosto de 1806, pela Lei Estadual nº. 134.
Gentílico: inhambupense
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Inhambupe, pelo Alvará de 07 de novembro de 1816.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Inhambupe, pela Resolução de 28 de abril de 1728 e Carta Régia de 26 de janeiro de 1801, desmembrada de Água Fria. Sede no antigo Distrito de Inhambupe. Instalada em 13 de março de 1802.
Elevado à condição de cidade com a denominação de Inhambupe, pela Lei Estadual nº 134, de 06 de agosto de 1896.
Pela Lei Municipal nº 1, de 20 de outubro de 1909, foram criados os distritos de Barreiro, Bebedouro, Caetitú, Calumbi, Caueira, Curralinho, Encantado, Gibóia, Jacu, Junco, Lagoa, Mulungu, Recreio e Tanquinho e anexados ao Município de Inhambupe.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 17 distritos: Inhambupe, Aporã, Barreiro, Bebedouro, Caetitu, Calumbi, Caueira, Curralinho, Encantado, Gibóia, Jacu, Junco, Lagoa, Mulungu, Recreio, Serra e Tanquinho.
Pela Lei Municipal nº 5, de 11 de fevereiro de 1926, é criado o Distrito de Sátiro Dias e anexado ao Município de Inhambupe.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: Inhambupe, Aporá, Itapororocas e Sátiro Dias. Não figurando os distritos criados pela Lei Municipal nº 1, de 20 de outubro de 1909.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.
Pelo Decreto-Lei Estadual nº 11.089, de 30 de novembro de 1938, o Distrito de Itapororoca é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município Inhambupe. Pela mesmo Decreto acima citado é criado o Distrito de Itamira (ex-Serra do Aporã), com terras desmembrada do extinto Distrito de Serra e anexado ao Município de Inhambupe.
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1950, o município é constituído de 4 distritos: Inhambupe, Aporã, Itamira Sátiro Dias.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1º de julho de 1955.
Pela Lei Estadual nº 1.021, de 14de agosto de 1958, desmembra do Município de Inhambupe o distritos de Aporã e Itamira, para constituírem o novo Município de Aporã.
Pela Lei 1032, de 14 de agosto de 1958, desmembra do Município de Inhambupe o Distrito de Sátiro Dias. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Clima
Em Inhambupe, o verão é longo, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, agradável, com precipitação e de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 34 °C e raramente é inferior a 16 °C ou superior a 37 °C. 
A melhor época do ano para visitar Inhambupe e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao meio de outubro. 
A estação quente permanece por 4,9 meses, de 11 de novembro a 9 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Inhambupe é fevereiro, com a máxima de 34 °C e mínima de 22 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,6 meses, de 7 de junho a 28 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 29 °C. O mês mais frio do ano em Inhambupe é julho, com a mínima de 19 °C e máxima de 28 °C, em média. 
Economia
Inhambupe é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios. A baixa regularidade das vendas no ano e o baixo potencial de consumo são os pontos de atenção.
Até janeiro de 2025 houve registro de 5 novas empresas em Inhambupe, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, 5 novas empresas se instalaram.
Referência para o texto: Wikipédia ; Site da Prefeitura Municipal ; Caravela ; Weather Spark .

terça-feira, 17 de junho de 2025

MACHADINHO D'OESTE - RONDÔNIA

Machadinho d'Oeste é um município brasileiro do estado de Rondônia. 
Etimologia
O nome é uma homenagem ao rio homônimo "Rio Machadinho" localizado no dito município. 
História
A cidade de Machadinho D´Oeste surgiu em 15 de fevereiro de 1982 por meio de um Projeto de Assentamento da reforma agrária criado pela Resolução nº 25 do Conselho de Diretores do INCRA, idealizado pelos engenheiros Paulo Botelho Martins, Fábio Costa Marques, Nestor Carlos dos Santos e Cézar Alberto Carneiro Soares, que foram os principais responsáveis. Pertenceu inicialmente ao município de Ariquemes, com a denominação de "Projeto de Assentamento Machadinho". Situada na bacia do Vale do Jamari, tem todo o seu território atravessado do sul ao norte pelos rios Ji-Paraná e Machado. 
O rápido crescimento populacional e desenvolvimento econômico decorrentes das atividades agrícolas exigiram a sua autonomia política e administrativa. A área do Projeto de Assentamento (PA) Machadinho foi elevada à categoria de município, com o nome alterado para Machadinho D'Oeste e sede no povoado do mesmo nome, elevado então à categoria de cidade. O seu nome é em homenagem ao rio Machadinho, afluente da margem esquerda do rio Ji-Paraná. 
O Município foi criado em 11 de maio de 1988 pela Lei Estadual nº 198, assinada pelo então governador Jerônimo Garcia de Santana, que empossou José Carlos de Souza Freitas como primeiro prefeito, após aprovação de seu nome pela Assembleia Legislativa de Rondônia. José Carlos de S. Freitas exerceu o cargo provisoriamente até a primeira eleição ocorrida no município que definiu o primeiro prefeito escolhido diretamente pelo voto popular. 
O território municipal de Machadinho D'Oeste foi formado com áreas desmembradas dos municípios de Ariquemes, Jaru e Ji-Paraná. 
Geografia
Localiza-se entre os municípios de Ariquemes e Jaru. Sua sede dista aproximadamente 400 km da capital do estado e está localizada na latitude 09º26'38" sul e na longitude 61º58'53" oeste, a uma altitude de 102 metros. A população do município pelo Censo 2022 era de 30.707 habitantes, porém estima-se que atualmente já ultrapasse 40.000 habitantes. Possui uma área de 8.509,270 quilômetros quadrados. 
Clima
O clima é predominantemente Equatorial Quente Úmido, um "Clima tropical Chuvoso", se mantendo uma temperatura anual estável com mínimas de 16°C a 23°C e máximas 30°C a 42°C, com umidade relativa do ar entre 50% a 90% e altos índices pluviométricos entre 1300 a 2600 mm/ano. No período do "inverno amazônico" ocorre uma diminuição da temperatura chegando a mínimas de 16 ºC a 22 ºC, que dura em média de 3 a 5 dias, sendo conhecido este fenômeno como "friagem". A umidade relativa do ar e dos índices pluviométricos também diminuem, sobretudo entre os meses de junho a agosto, alcançando os níveis de 50 milímetros por mês.
Demografia
A população machadinhense se formou principalmente por colonos atraídos pela oferta de terras oferecidas durante Projeto de Assentamento da reforma agrária criado pela Resolução nº 25 do Conselho de Diretores do INCRA. Os emigrantes se originaram de diversas regiões do Brasil, principalmente Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo), Nordeste (Pernambuco, Ceará e Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso).
A população de Machadinho D'Oeste, em 2022, conforme censo do IBGE, era de 30.707 habitantes.
Economia
A economia se baseia principalmente em serviços, agricultura, pecuária, piscicultura, extrativismo mineral e vegetal. 
O município tem vários projetos de assentamento, influenciando diretamente na economia da cidade, por meio da produção rural. 
Turismo
O principal ponto turístico localizado no município é a "Cachoeira São José" onde anualmente ocorre o Festival de Praia Garota Cachoeira e etapa estadual de Motocross, reunindo visitantes de diversos municípios e estados vizinhos. 
Um setor turístico que vem se expandindo é o da pesca desportiva, atraindo pessoas de outras localidades para a prática, principalmente na cachoeira 2 Novembro, localizada no Rio Machado.
Referência para o texto: Wikipédia .

sábado, 14 de junho de 2025

CURUÇÁ - PARÁ

Curuçá é um município brasileiro do estado do Pará, pertencente à mesorregião do Marajó e sede da microrregião de Salgado. Localiza-se no norte brasileiro na zona fisiográfica do Salgado, a uma latitude 00º43'44" sul e longitude 47º50'53" oeste (0° 43′ 44″ S, 47° 50′ 53″ O). 
Possui uma área de 676,3279 km², em uma altitude de 37 metros ao nível do mar. A população de Curuçá, no estado do Pará, era de 41.262 habitantes, em 2022, conforme censo realizado pelo IBGE.
História
Curuçá surgiu no século XVIII, quando à margem do Rio Curuçá, os jusuítas fundaram a fazenda do mesmo nome, com importante feitoria de pesca onde, mais tarde, formou-se o povoado sob o orago de Nossa Senhora do Rosário. Em 1757, no governo de Francisco Xavier de Mendonça Furtado, logo após a expulsão daqueles religiosos do domínio português, a localidade adquiriu categoria de Vila com o nome de Vila Nova D'El-Rei. Entretanto, no período da Revolução da Cabanagem, em 1833, foi extinta, ficando o seu território incorporado ao do Município de Vigia, donde restabeleceu-se, em 1850, com a primitiva denominação. Em 1895, após ter aderido à República, a Vila de Curuçá obteve foros de cidade. Porém, a partir de 1930, sofreu outras supressões, até que, em 1933, emancipou-se político administrativamente, em definitivo, sendo desmembrado do território de Castanhal. 
O Município está localizado no litoral nordeste do Pará, Curuçá teve suas origens pelas ações missionários jesuítas que no século XVII fundaram uma fazenda denominada Curuçá, sob a devoção de Nossa Senhora do Rosário em decorrência a uma provisão régia sancionada em 23 de setembro de 1652 pelo então rei de Portugal, Dom João IV. Daí surgiu o nome do Município, que perdurou até 1757, quando lhe foi atribuída a denominação de Vila Nova de El Rey, por ocasião da expulsão da Companhia de Jesus dos domínios portugueses.
Tendo perdido a categoria de vila em 1833, foi restituída a esta categoria e a antiga denominação somente por efeito da Resolução Provincial nº 167, de 21 de novembro de 1850, com o nome de Vila de Curuçá.
Dentre os principais atos que afetaram a circunscrição legal do Município, a expulsão dos jesuítas em 1757, cabanagem e a tentativa de transferência da sede municipal para o lugar denominado Ponta do Abade.
Sua emancipação política deu-se pela Lei estadual nº 236, de 14 de maio de 1895, sancionada pelo então governador Lauro Sodré.
Município que tem a honra de ser o berço para importantes nomes da literatura paraense como Augusto Ramos Pinheiro, Olavo Nunes, Mâncio Teixeira, Natividade Lima, além de representantes da política como Senador Gonçalo de Lima Ferreira um dos principais republicanos paraenses, Senador Dias Júnior, Deputado Estadual Acindino Campos, e na educação estadual, como a renomada Prof.ª Laura Mendes (falecida recentemente), Maria Veras Alves de Campos, Crispina Sousa, e nas letras jurídicas vale ressaltar a pessoa do Desembargador Manoel de Christo Alves.
Toda essa trajetória histórica faz de Curuçá um verdadeiro museu a céu aberto, pelos testemunhos de sua história representados no casario do centro histórico, com as residências e palacetes dos antigos coronéis da época da borracha, a secular Igreja do Rosário, a praça Coronel Horácio, cercada da realeza das palmeiras imperiais. Construções essas que por suas bandeiras e azulejos portugueses nos remetem à memória dos períodos áureos que a sociedade paraense viveu observados pela imponência das edificações.
Esse acervo foi tombado pela Prefeitura Municipal, recentemente com vistas à preservação desse legado deixado pelos primeiros moradores desta municipalidade.
Etimologia
Segundo historiadores a origem do nome é controvérsia e possui várias versões, a versão mais aceita é a que "Curuçá" vem do Tupi, e significa lugar em que há seixos ou cascalhos. 
Correntes de historiadores curuçaenses também sustentam que a partir da palavra tupi kuara que pode ser traduzido para o português como buraco, furo, e do sufixo tupi uça que seria uma designação pela fartura de caranguejo-uçá (Ucides cordatus cordatus). Assim, ter-se-ia um nome por justaposição de kûara e uça que ter-se-ia como uma corruptela do Tupi, na Língua Geral Amazônica (LGA) e teria uma pronúncia próxima da atual Cruçá ou Curuçá, por tanto ter-se-ia o nome com o sentido de "furo do Caranguejo".
Geografia
Solo

Atualmente predomina o latossolo amarelo com textura média, concrecionário laterítico e solos indiscriminados de mangues.
Hidrografia
O rio Mocajuba é um dos mais importantes rios do Município, formado pelo Igarapé Pimenta e outros tributários sem grandes expressões, servindo de limite natural a oeste entre os municípios de Curuçá e São Caetano de Odivelas, corre em direção a Sudeste - Noroeste formando meandros, para depois tomar a direção Norte, até desembocar no Oceano Atlântico.
Apresenta-se lago, em grande parte do seu trecho, atravessando os povoados conhecidos como Nazaré do Mocajuba e Murajá. Recebe vários afluentes, sendo os da margem direita os de maior importância para o Município, como os rios Tijoca, Candeua, e o furo Maripanema ou Muriá, que banha o povoado de São João do Abade.
Curuçá possui várias ilhas de consideráveis extensões e de formação recente, como as ilhas Mutucal, Ipomonga, Marinteua, do Pacamurema, Cipoteua e Santa Rosa, que se comunicam com uma infinidade de furos, belas praias, banhadas pelo Atlântico como as ilhas marinteua e Cipoteua, ao norte do Município.
O rio Curuçá é o segundo mais expressivo do Município, sendo que no seu afluente, rio Baunilha, pela esquerda, se encontra a sede municipal.
Ainda, outro curso de maior importância, é o igarapé Araquaim, que parte do montante do povoado de Araquaim, recebe, pela margem esquerda, o igarapé Cachoeira para Noroeste, onde deságua numa das reentrâncias da Baía de Curuçá. Na porção meridional do Município, destaca-se o rio esquerdo do Marapanim, que se limita com o município de Castanhal.
Vegetação
A cobertura vegetal original (formada pela floresta primitiva) foi removida, em consequência, dos desmatamentos ocorridos de forma intensiva e extensiva, para o plantio de espécies agrícolas de subsistência. Por isso, atualmente, o predomínio da cobertura florestal do Município é formado por Florestas Secundárias.
É importante, também, a presença das Florestas de Mangue ou Manguezais, que ocupam as porções litorâneas e semi litorâneas, onde existe a influência da salinidade da água do mar.
Geologia e Relevo
A geologia do Município apresenta-se, em grande parte, formada pelos sedimentos da formação Barreiras de idade terciária, principalmente constituindo as partes mais internas do seu território; e pelos sedimentos inconsolidados datados do quaternário atual e sub atual, localizado na zona litorânea.
Da referida estrutura resulta a pobreza geológica, que inclui as áreas de planícies de inundações, terraços e esporádicos restos de tabuleiros, inseridos em duas unidades morfo estruturais do relevo regional: Planalto Rebaixado da Amazônia (da zona Bragantina) e litoral de “Rias”.
Topografia
A baixa altitude apresentada no Município condiz com a inexistência de acidentes topográficos expressivos, dada a altitude média de 5 a 15 metros na área e com sua cota mais elevada de 63m no centro do Município.
Clima
Em Curuçá, a estação com precipitação é de céu encoberto; a estação seca é de ventos fortes e de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é quente e opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 24 °C a 32 °C e raramente é inferior a 23 °C ou superior a 33 °C. 
A melhor época do ano para visitar Curuçá e realizar atividades de clima quente é do meio de agosto ao início de novembro. 
A estação quente permanece por 2,8 meses, de 17 de maio a 11 de agosto, com temperatura máxima média diária acima de 31 °C. O mês mais quente do ano em Curuçá é junho, com a máxima de 32 °C e mínima de 25 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 3,4 meses, de 14 de setembro a 26 de dezembro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 30 °C. O mês mais frio do ano em Curuçá é outubro, com a mínima de 24 °C e máxima de 30 °C, em média. 
Economia
No município de Curuçá, as principais atividades econômicas são: a pesca e as principais espécies são a corvina, o bagre, a pratiqueira, a tainha, o bandeirado, cação e pescada amarela e a dourada. Existe uma boa produção comercializada de caranguejo, o mexilhão e o camarão, e a agricultura com uma produção de pimenta doce e mamão. A economia do município está alicerçada também nas atividades que serão a seguir apresentadas.
Comércio
O comércio de Curuçá, atualmente está consolidado e atende às necessidades dos moradores como de turistas e visitantes. Tem uma variedade muito grande e percebe-se a chegada de lojas importantes como a Jomoveis e o Armazém Paraíba.
Agricultura
Iniciadas por Índios Tupinambás e escravos africanos, desde a época da colonização, foi uma das heranças deixada por esses descendentes. A agricultura está disseminada no município. No fértil solo de Curuçá se cultivam várias culturas como: frutas, hortaliças e mandioca. Atualmente o município produz 1.750 toneladas/mês. Parte da produção é comercializada junto a CEASA/Belém e os produtos são enviados em parceria com a Prefeitura Municipal de Curuçá, através da Secretaria de agricultura que disponibiliza 4 ônibus semanais ao preço de R$ 1.00 (um real)por volume embarcado. Outra parte é comercializada junto aos supermercados e feiras do município.
98% dos produtos não contêm agrotóxicos, o que valoriza sua comercialização. Curuçá é hoje o maior produtor de Pimenta Doce do Estado.
A Lei n° 11.947 determina que pelo menos 30% dos recursos repassados pelo FNDE sejam destinados à compra direta dos produtos da agricultura familiar, porém, o município ultrapassou este limite no início de 2012 chegando a 87% dos recursos destinados ao município e é comprado diretamente do agricultor local
Pecuária
Na produção pecuária do município de Curuçá, destaca-se a criação de galinha caipira para subsistência.
Curuçá é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pela alta regularidade das vendas no ano. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
De janeiro a novembro de 2024, foram registradas 325 admissões formais e 302 desligamentos, resultando em um saldo de 23 novos trabalhadores. 
Até dezembro de 2024 houve registro de 7 novas empresas em Curuçá, sendo que a maioria delas atua com estabelecimento fixo. Neste último mês, não foi identificada nenhuma nova empresa. 
Turismo
 A cidade de Curuçá possui grandes atrativos naturais como os igarapés e praias, também se destaca pelo seu carnaval com o famoso bloco 'Pretinhos do Mangue' que sai às ruas da cidade no domingo e terça-feira de carnaval, e no mês de julho durante o terceiro fim de semana quando ocorre o festival do folclore.
Na divisão do Pará em polos turísticos, o Município de Curuçá está inserido no polo Amazônia Atlântica, e é um dos vinte e seis municípios contemplados no Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo Legal – PROECOTUR. É um dos 40 municípios paraense inserido no mapa de regionalização do turismo a partir de 2009 do Ministério do Turismo. Faz parte da Associação dos Municípios do Nordeste Paraense – AMUNEP. Tem uma secretaria estruturada que hoje desenvolve um trabalho de base e conscientização dos atores envolvidos na prestação de bens e serviços turísticos e tem por finalidade ser um instrumento de transformação do turismo local, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população, da prestação de serviços públicos e da oferta de produtos, de forma a impulsionar a sustentabilidade da atividade turística com a geração de emprego e renda e da divulgação do potencial turístico do Município. No mesmo prédio da secretaria de turismo funciona o posto de informações turísticas – PIT com 03 (três) agentes de turismo aptos a prestarem informações turísticas do município e região, além de coletar dados e informações sobre o turismo receptivo local através de pesquisas.
Em janeiro de 2010 o município foi contemplado com o Certificado de Município Turístico, outorgado pela Companhia Paraense de Turismo – PARATUR. Curuçá faz parte da Diretoria do Polo Amazônia Atlântica.
Curuçá apresenta abundância em recursos naturais, com atrativos bastante diversificados, reunindo num só lugar um conjunto significativo de atratividade turística, que encantam os que visitam. Rico por natureza pode-se trabalhar no setor turístico com segmentos como: pesca; turismo de aventura; turismo sol e praia; turismo religioso; turismo rural; turismo histórico cultural, de forma planejada e responsável, com orientação de especialistas da área e com a participação da comunidade local. O município de Curuçá evidencia-se pelo carnaval que tem como ponto alto o ecológico bloco “Pretinho do Mangue”, além da grande quantidade de “mascarados” que desfilam pelas ruas. No mês de julho tem o famoso “Festival do Folclore” que vai para sua XXXVI edição no ano de 2012.
Para o desenvolvimento da atividade turística de forma definitiva, é necessário melhorar a infraestrutura turística e investir na capacitação de mão de obra local, o que já vem acontecendo. Em 2011 em parceria com a PARATUR capacitou-se 80 pessoas nos cursos de camareira, manipulação de alimentos, qualidade no atendimento e gestão de negócios.
A sustentabilidade no desenvolvimento turístico do Município pode ser favorável com um agrupamento do empresariado local, organização social, conscientização da comunidade, do poder público e de alguns investimentos, o que hoje se nota de forma embrionária, mas real.
Cultura
Conhecida como "Terra do Folclore" ou "Cidade do Folclore", Curuçá possui forte influência indígena à suas lendas. A influência é tão grande que se foi dedicado um festival que ocorre todos os anos chamado "Festival do Folclore". 
O "Frete"
Outro acontecimento que marca, por vezes, o cotidiano do município é o chamado "Frete". Uma manifestação, em forma de cortejo, motivada pela morte de um morador da vila São João do Abade. Na ocasião, o cortejo entre o local onde o corpo é velado e o cemitério da cidade, os familiares e pessoas próximas consomem bebidas alcoólicas, cantam e dançam. Ou seja, celebram a passagem do espírito para outro plano da existência humana. Via de regra, qualquer morador da vila de Abade pode ter enterrado nesse sistema, desde que haja a sinalização de conivência por parte da família. 
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela ; Inventário Turístico do Município .

quinta-feira, 12 de junho de 2025

NOVA OLINDA DO NORTE - AMAZONAS

Nova Olinda do Norte é um município brasileiro no interior do estado do Amazonas, Região Norte do país. Pertencente à Mesorregião do Centro Amazonense e Microrregião de Itacoatiara, localiza-se a sul de Manaus, capital do estado, distando cerca de 126 quilômetros. Sua população, segundo censo de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 27.062 habitantes.
Etimologia
Nova Olinda do Norte recebeu este nome proveniente de Olinda, denominação da propriedade de Fulgêncio Rodrigues Magno, um comerciante que habitava a região do Paraná do Urariá. A expressão do Norte, foi acrescentada pelo Governador do Amazonas à época de sua criação, Plínio Ramos Coelho, ao criar o município, com a finalidade de abençoar uma Nova Olinda na Região Norte do Brasil. 
História
Os habitantes primitivos da região de Nova Olinda do Norte, de acordo com registros históricos, eram os índios. Entres estes, destacavam-se os índios Turás, Muras e Mundurucus. 
Nova Olinda do Norte tem sua história centrada estreitamente à exploração do petróleo no Amazonas. Em 1955, em 13 de maio, descobriu-se abundante petróleo em território nova-olindense. À época, Nova Olinda do Norte era um distrito pertencente ao município de Itacoatiara. O acontecimento tornou-se destaque nacional, principalmente após grande ênfase dada pelo então governador Plínio Ramos Coelho, que apareceu nas primeiras páginas dos jornais brasileiros com um terno branco manchado de petróleo, que havia jorrado do poço pioneiro 1-NO-1-AM, da Petrobrás. Assim sendo, Nova Olinda do Norte ganhou grande notoriedade nacional, sendo visitada por dois presidentes da república, Café Filho e Juscelino Kubitschek. 
Após a descoberta de petróleo na região do então distrito de Nova Olinda, outras cinco perfurações foram executadas nas proximidades do poço pioneiro, nos dois anos que sucederam essa data histórica. Entretanto, o período de esperança e euforia teve pouca duração. O petróleo voltou a ser encontrada no poço 2-NO-AM, mas a Petrobrás alegou que o hidrocarboneto da região não tinha valor comercial e determinou o fechamento dos poços, acatando o argumento do famoso Relatório Link. 
Ainda assim, foi criado o município de Nova Olinda do Norte. Em 19 de dezembro de 1955, através da Lei Estadual nº 96, o município de Nova Olinda do Norte foi criado, com sede na localidade de Nova Olinda do Norte, elevada então à categoria de cidade. A instalação definitiva do município ocorreu apenas em 31 de janeiro de 1956, quando foi determinada sua área territorial, desmembrada dos municípios de Maués e Itacoatiara, de quem recebeu autonomia política e deixou de ser um distrito. 
Paróquia Nossa Senhora de Nazaré e São José Nova Olinda do Norte
A Paróquia Nossa Senhora de Nazaré e São José foi fundada como sociedade civil no dia 30 de outubro de 1966, com sede e foro na cidade de Nova Olinda do Norte, destinada a prestar assistência religiosa, social e educacional à população do município. 
Sendo o primeiro pároco Frei Carlos Nápoli e primeiro vigário Frei Roberto Sisk.e tendo como frades auxiliares na época: Frei Marcelo, Frei Samuel, Frei Vitor e Frei Angelo. E como religiosas as irmãs: Serafina, Josefa, Auristela, Genoveva e Tereza. 
As primeiras religiosas que a se estabelecerem na Prelazia foram as irmãs Adoradoras do Sangue de Cristo, de 1965 a 1978, atuaram em nova Olinda nos setores de Educação, Saúde e Assistência Social. Depois chegaram as irmãs de São José, vindas dos Estados Unidos e finalmente, em 1990 vieram as irmãs de São José de Chambery – irmãs brasileiras. 
Antes de ser constituída Paróquia as visitas na área de Nova Olinda eram feitas pelo padre Cônego Bento José de Souza, ocasião em que a dependência pastoral se dava pela Paróquia Nossa Senhora de Assunção – Foz de Canumã. Com a vinda dos padres franciscanos no auge dos trabalhos da Petrobrás, iniciou-se o processo de criação da Paróquia de Nossa Senhora de Nazaré e São José. 
Festejos
- Festa de São Pedro - teve como fundadores: o Sr. Carlos Rodrigues Jardim e Frei Roberto Sisk, tendo como motivação a celebração Eucarística, a Procissão Fluvial e a Ladainha. 
- Festa dos padroeiros Nossa Senhora de Nazaré e São José
Centro paroquial
Foi construído sob a administração de frei Samuel, mestre obras Sr. Sabá, tendo como ajudantes Zé Mota, Zé Maria, Carlito, Marino, Mimi, Laborda, Aluísio Reis e Sebastião Pantoja (carpinteiro). Com 
muito trabalho, construíram o centro paroquial em 90 dias.
Geografia
O município de Nova Olinda do Norte está localizado no interior do estado brasileiro do Amazonas, distante 126 km a sul da capital amazonense. Ocupa uma superfície de 5.633 km².
Clima
Em Nova Olinda do Norte, o verão é curto e quente; o inverno é longo, morno e com precipitação. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo e de céu encoberto. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 24 °C a 34 °C e raramente é inferior a 23 °C ou superior a 37 °C. 
A melhor época do ano para visitar Nova Olinda do Norte e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao meio de agosto. 
A estação quente permanece por 2,6 meses, de 23 de agosto a 10 de novembro, com temperatura máxima média diária acima de 33 °C. O mês mais quente do ano em Nova Olinda do Norte é setembro, com a máxima de 34 °C e mínima de 25 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 5,5 meses, de 26 de dezembro a 11 de junho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 31 °C. O mês mais frio do ano em Nova Olinda do Norte é fevereiro, com a mínima de 24 °C e máxima de 30 °C, em média. 
Economia
Nova Olinda do Norte é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios e pelo alto crescimento econômico.
De janeiro a fevereiro de 2025, foram registradas 28 admissões formais e 32 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -4 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de -4.
De janeiro a fevereiro de 2025, foram registradas 28 admissões formais e 32 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -4 novos trabalhadores. Este desempenho é inferior ao do ano passado, quando o saldo foi de -4.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

terça-feira, 10 de junho de 2025

ARCOS - MINAS GERAIS

Arcos é um município brasileiro do interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se a uma latitude 20º17'29" sul e a uma longitude 45º32'23" oeste, estando a uma altitude de 740 metros. A população de Arcos, em 2022, de acordo com o censo do IBGE, era de 41.416 habitantes.
História
Arcos, que por volta de 1823 se chamava São Julião (em 1833 passou a denominar-se Arcos) e possuía 1.175 habitantes. Em 1839, o distrito de Formiga é elevado a categoria de Vila e à de Cidade em 1858. Arcos passou, assim, a pertencer à Vila de Formiga, juntamente com os distritos São João do Glória, Abadia do Porto além dos de Estiva, Aterrado e Bambuí. 
A origem do nome do município possui várias versões. A mais corrente diz que, havia uma trilha que percorria o riacho à margem do qual se encontrava a cidade, cujo caminho era utilizado pelos bandeirantes rumo a Goiás. Certos tropeiros, vindos de longa viagem, resolveram pernoitar no local. Alguns arcos foram deixados de lado ao desprenderem uma barrica. 
No dia seguinte, ao seguir viagem, a comitiva encontrou-se com outra que se dirigia ao interior de Minas Gerais. Interpelado pelo chefe da expedição que seguia para o interior sobre o local do pernoite anterior, o responsável pela tropa respondeu: à margem de um córrego onde deixamos alguns arcos. 
Tal pergunta se repetiria algumas vezes e, pouco depois o Córrego era conhecido como Córrego dos Arcos, ou simplesmente Arcos. Aos poucos, as primeiras residências arcoenses foram sendo construídas onde hoje é o bairro Niterói para abrigo das comitivas e, alguns anos depois, o lugar transformou-se em povoado. 
Geografia
O município de Arcos possui 510,048 km² de área, dos quais 5,023 km² são zona urbana, está localizado na Zona do Alto São Francisco (região centro-oeste de Minas Gerais), a 170 km da nascente do Rio São Francisco, Arcos foi emancipada em 17 de dezembro de 1938. Naquela época, a cidade ficou conhecida pelos Arcos de Barris deixados pelos Bandeirantes à beira do córrego que mais tarde foi chamado de Córrego dos Arcos e que originou o atual nome da cidade. Agora ela é reconhecida com o título de Capital do Calcário, e isso se dá pela quantidade e qualidade dos minerais encontrados na região. 
Às margens da BR-354, está no eixo de ligação rodoviária das principais rodovias federais do país, como BR-262, BR-040, BR-381e MG-050. O município também se situa às margens da Linha Tronco da antiga Rede Mineira de Viação, utilizada no escoamento de calcário das pedreiras locais, ligando a cidade ao estado do Rio de Janeiro e a cidade de Araguari, onde se situa o Corredor de Exportação Araguari-Santos. De acordo com dados da Prefeitura, o PIB da cidade de Arcos em 2000 cresceu mais do que o Produto Interno Bruto do Estado de Minas Gerais. O crescimento de Arcos foi de 44% e o crescimento do Estado foi de 16%. 
Clima
Em Arcos, a estação com precipitação é abafada e de céu encoberto; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é morno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 12 °C a 31 °C e raramente é inferior a 9 °C ou superior a 35 °C. 
A melhor época do ano para visitar Arcos e realizar atividades de clima quente é do meio de abril ao meio de setembro. 
A estação quente permanece por 2,2 meses, de 1 de setembro a 8 de novembro, com temperatura máxima média diária acima de 30 °C. O mês mais quente do ano em Arcos é outubro, com a máxima de 31 °C e mínima de 18 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,8 meses, de 30 de abril a 22 de julho, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Arcos é junho, com a mínima de 13 °C e máxima de 25 °C, em média. 
Economia
Arcos é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e pelo elevado potencial de consumo.
De janeiro a novembro de 2024, foram registradas 8,2 mil admissões formais e 7,6 mil desligamentos, resultando em um saldo de 597 novos trabalhadores.
Até dezembro de 2024 houve registro de 381 novas empresas em Arcos, sendo que 307 atuam pela internet. Neste último mês, 24 novas empresas se instalaram, sendo 17 com atuação pela internet.
Com as reservas de calcário situadas próximas à cidade, encontram-se instaladas em Arcos várias empresas de grande porte exploradoras e mineradoras de calcário. Elas são responsáveis pela grande mão de obra gerada na cidade. O calcário retirado da cidade é utilizado para a fabricação de cimento, utilizado no processo de fabricação do aço, bem como para ser utilizado na agricultura, na forma de corretivos de solo, que contribui para aumento de alimentos, sementes, etc. 
Comércio e serviços
A cidade possui vários pontos comerciais, onde se destacam as lojas de vestuários, confecção de roupas, lojas de utensílios domésticos, prestação de serviços, supermercados, farmácias, bancos, restaurantes, conserto de automóveis, oficinas, etc. 
Turismo
Arcos faz parte do circuito turístico Grutas e Mar de Minas e no município está localizada a Estação Ecológica Estadual Corumbá, uma unidade de conservação mantida pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. 
Educação
A cidade destaca-se na educação regional por abrigar vários centros educacionais importantes. 
No nível da educação superior estão incluídas as seguintes instituições: 
- Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUCMG), atualmente oferece o curso de Bacharel em Direito no campus da cidade.
- Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), atualmente oferece o curso de Bacharel em Engenharia Mecânica (nota 5, nota máxima na avaliação do Ministério de Educação) e Pós-graduação em Docência no campus da cidade.
Na educação básica a cidade tem diversas escolas municipais e estaduais. Destacam-se: 
- Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) com o curso de Técnico em Mecânica integrado ao Ensino Médio.
- CESEC, mantido pela Secretaria de Ensino Estadual com o Ensino médio e cursos profissionalizantes;
- SENAI - Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial.
- Escola de Formação Gerencial - Metodologia Sebrae, com foco em educação empreendedora. Curso técnico em Administração concomitante ao Ensino Médio.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

domingo, 8 de junho de 2025

BRUMADINHO - MINAS GERAIS

Brumadinho é um município brasileiro no estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Está localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte e sua população recenseada em 2022, pelo IBGE, era de 38.915 habitantes. 
História
O nome "Brumadinho" deriva-se do nome do povoado que deu origem à cidade. A região do vale do Paraopeba foi ocupada por bandeirantes no fim do século XVII. Nessa época, foram fundados os povoados de São José do Paraopeba, Piedade do Paraopeba, Aranha e Brumado do Paraopeba, também conhecido como Brumado Velho. Este nome deve-se às brumas comuns em toda a região montanhosa em que se situa o município, especialmente no período da manhã. 
Rompimento da Barragem de Brumadinho
O rompimento de barragem em Brumadinho em 25 de janeiro de 2019 foi o maior acidente de trabalho no Brasil em perda de vidas humanas e o segundo maior desastre industrial do século. Foi um dos maiores desastres ambientais da mineração do país, depois do rompimento de barragem em Mariana. Três anos após a tragédia, quatro das 270 vítimas permanecem desaparecidas. 
Geografia
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE, o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Belo Horizonte. Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Belo Horizonte, que por sua vez estava incluída na mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte. 
O município de Brumadinho é cortado pelas rodovias BR-381 (São Paulo - Belo Horizonte) e BR-040 (Rio de Janeiro - Belo Horizonte), sendo possível chegar à sede municipal a partir de ambas as rodovias. O acesso mais curto da capital à cidade de Brumadinho é pela rodovia MG-040, a chamada Via do Minério, uma estrada mais direta que sai da região do Barreiro, na parte sudoeste da capital, e atravessa os municípios de Ibirité e Mário Campos antes de chegar a Brumadinho. Há uma curta divisa direta de Brumadinho com o município da capital, localizada entre uma remota área montanhosa, de difícil acesso. Possui um acesso ferroviário voltado atualmente para o transporte de cargas pela Linha do Paraopeba da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil, ligando a cidade à capital mineira e ao Rio de Janeiro, ao se entroncar com a Linha do Centro da antiga companhia. 
Hidrografia
Apesar de sua pequena população, Brumadinho se destaca na Região Metropolitana de Belo Horizonte por causa de seus grandes mananciais de água, possibilitados pela extensão relativamente grande do município e pelo relevo montanhoso. Um quarto da água que abastece a região metropolitana vem dos mananciais de Brumadinho e dos municípios vizinhos, através dos sistemas Rio Manso e Catarina, operados pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA). 
Ainda no município, há uma grande lavra de água mineral, explorada pela empresa Hidrobrás e comercializada sob a marca "Ingá". Segundo o jornal Estado de Minas, "a maior fonte de água mineral do mundo" estaria localizada na serra que separa os municípios de Brumadinho e Mário Campos. 
Em 25 de janeiro de 2019, ocorreu um rompimento na barragem do córrego do Feijão, construída para contenção de rejeitos de minério de ferro pela mineradora Ferteco Mineração e adquirida pela mineradora Vale S.A.. O evento provocou o escoamento de lama que atingiu parte da área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco e comprometeu a área a jusante da barragem. 
Divisão territorial
Distritos

O município de Brumadinho é constituído pelos seguintes Distritos: Sede; Aranha; Conceição de Itaguá; Piedade do Paraopeba e São José do Paraopeba.
Clima
Em Brumadinho, a estação com precipitação é úmida e de céu encoberto; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é morno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 13 °C a 30 °C e raramente é inferior a 10 °C ou superior a 33 °C. 
Baseado no índice de turismo, a melhor época do ano para visitar Brumadinho e realizar atividades de clima quente é do fim de abril ao fim de setembro. 
A estação quente permanece por 2,2 meses, de 15 de janeiro a 22 de março, com temperatura máxima média diária acima de 29 °C. O mês mais quente do ano em Brumadinho é fevereiro, com a máxima de 30 °C e mínima de 20 °C, em média. 
A estação fresca permanece por 2,6 meses, de 19 de maio a 7 de agosto, com temperatura máxima diária em média abaixo de 26 °C. O mês mais frio do ano em Brumadinho é julho, com a mínima de 13 °C e máxima de 26 °C, em média. 
Economia
O município de Brumadinho tem sua principal base econômica sustentada pela atividade da mineração, sobretudo pela atuação da Vale S.A.. Em 2017 o município recebeu 35,6 milhões de reais a título de compensação ambiental pelos estragos causados pela extração de minério em seu território. Deste total, 65% vieram apenas da mineradora Vale. Até 2018, somente a Mina Córrego do Feijão produziu anualmente 8,5 milhões de toneladas de minério de ferro, o 

Circundado por pelo menos quatro serras, entre elas0
que era equivalente a 2% da produção de minério de ferro da Vale. em 2008 para 1.300 no levantamento de 2016. 
Turismo
Embora o turismo no município ainda seja considerado recente e contribui com uma pequena parcela das receitas municipais, centenas de empreendedores dependem do setor em Brumadinho, que possuía até então, inúmeros atrativos turísticos, turismo cultural e ecológico que também movimentam a economia local, a exemplo: o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, a Serra da Moeda (local de prática de esportes radicais), o circuito turístico de Veredas do Paraopeba, que engloba vários conjuntos paisagísticos e que são considerados patrimônios históricos tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, onde incluem edificações construídas no século XVIII, a exemplo da Fazenda dos Martins, o povoado histórico de Piedade do Paraopeba, a histórica tricentenária Igreja Nossa Senhora da Piedade inaugurada em 1713 com ricos elementos artísticos e sacros, a Igreja Nossa Senhora das Dores na localidade de Córrego do Feijão, o distrito de Casa Branca, vilarejo rodeado por montanhas, abrigando pousadas e uma gastronomia baseada na culinária tradicional mineira, e o Instituto Inhotim, o maior museu a céu aberto da América Latina, com uma das mais expressivas coleções de arte contemporânea do Brasil, no distrito de mesmo nome; que atraem muitas pessoas pela quantidade de belezas locais e regionais.
 A Corporação Musical Banda São Sebastião, fundada em 13 de maio de 1929 por Tarcilio Gomes da Costa, é uma atração à parte e é inclusive mais antiga que a própria instalação do município de Brumadinho, tendo completado 80 anos de existência em 2009Brumadinho começou a explorar, sobretudo recentemente, as paisagens naturais. O número de leitos de hotelaria saltou de 30rado recente e contribui com uma pequena parcela das receitas municipais, centenas de empreendedores dependem do setor em Brumadinho que possuía até então, inúmeros atrativos turísticos, turismo cultural e ecológico que também movimentam a economia local, a exemplo: o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, a Serra da Moeda (local de prática de esportes radicais), o circuito turístico de Veredas do Paraopeba, que engloba vários conjuntos paisagísticos e que são considerados patrimônios históricos tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, onde incluem edificações construídas no século XVIII, a exemplo da Fazenda dos Martins,[23] o povoado histórico de Piedade do Paraopeba, a histórica tricentenária Igreja Nossa Senhora da Piedade inaugurada em 1713 com ricos elementos artísticos e sacros, a Igreja Nossa Senhora das Dores na localidade de Córrego do Feijão, o distrito de Casa Branca, vilarejo rodeado por montanhas, abrigando pousadas e uma gastronomia baseada na culinária tradicional mineira, e o Instituto Inhotim, o maior museu a céu aberto da América Latina, com uma das mais expressivas coleções de arte contemporânea do Brasil, no distrito de mesmo nome; que atraem muitas pessoas pela quantidade de belezas locais e regionais. 
A Corporação Musical Banda São Sebastião, fundada em 13 de maio de 1929 por Tarcilio Gomes da Costa, é uma atração à parte e é inclusive mais antiga que a própria instalação do município de Brumadinho, tendo completado 80 anos de existência em 2009. 
Atrações
Principais pontos turísticos

Os principais pontos turísticos de Brumadinho são: Instituto Inhotim - Centro de Arte Contemporânea;  Mansão Matosinhos; Estação de Marinhos; Fazenda dos Martins; Topo do Mundo Bar e Restaurante; Arvorismo em Casa Branca; Clube de Voo Livre; Safári Rural; Serra da Moeda; Serra do Rola Moça; Mirante dos Veados; Templo Budista; Forte de Brumadinho e Túnel do Sapê.
Eventos
Os eventos que ocorrem regularmente na cidade são: Rodeio de Brumadinho; Dezembrega; Carnaval de Brumadinho; Festa de São Sebastião; Jubileu de Nossa Senhora das Mercês; Festa da Cachaça; Festa da Mexerica; Festa do Milho e Festa da Jabuticaba.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark .