quarta-feira, 16 de outubro de 2024

RIBEIRÃO - PERNAMBUCO

Ribeirão é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Sua população, conforme censo do IBGE em 2022, era de 33.507 habitantes.
História
Ribeirão originou-se em decorrência da existência do Engenho Ribeirão.
A cidade de Ribeirão fazia parte da cidade vizinha Gameleira, e com passar do tempo teve sua independência conquistada. Os habitantes se chamam ribeirãoenses. Localizada próximo a cidade de Palmares, Água Preta e Xexeu, a 30 km da cidade de Vitória de Santo Antão mais desenvolvida aos arredores, e 90 km da capital Recife.
A cidade é conhecida como “canaviais”, segundos historiadores e pesquisadores este título está relacionado ao seguinte acontecimento: no início do século XVII os portugueses traziam negros africanos de suas colônias para utilizar sua mão de obra escrava nos engenhos de açúcar, esses negros eram vendidos como mercadorias qualquer entre os senhores e viviam em condições piores do que animais. Na região norte de Ribeirão, habitava o senhor de engenho mais rico de toda região da Mata Sul de Pernambuco e uma das suas escravas acabou engravidando de outro escravo, sua senhora desatava crianças é como punição de seu ato, planejava cortar sua cabeça na frente de outros escravos para conscientizá-los acerca dos seus comportamentos pecaminosos. Apreensiva, a escrava conseguiu a ajuda de outros escravos para fugir, correu para dentro os canaviais e lá entrou em trabalho de parto e em seguida, faleceu. A criança foi encontrada chorando, ao lado do corpo da sua mãe por capatazes da fazenda entre os canaviais, dizem que seus delicadamente olhos azuis comoveram a alma dos capatazes e deram o nome de Princesa dos Canaviais, por ser muito bela e por nascer em um berço esplêndido; o canavial. Poucos conhecem esta história que aconteceu no solo de Ribeirão, o lugar onde nasceu a princesa dos canaviais. Mais tarde esse título de Princesa dos canaviais foi denominado o “slogan” da cidade
Ribeirão tem um grande desenvolvimento na produção de cana de açúcar, e todo mês quando termina o tempo de moagem da cana tem uma comemoração para a cidade, a famosa festa da cana no mês de janeiro.
Cronologia
- 19 de agosto de 1895 - Lei Municipal de Gameleira cria o Distrito de Ribeirão.
- 1 de julho de 1909 - Lei Estadual 911 eleva à categoria de Vila
- 11 de setembro de 1928 - Elevação à categoria de cidade e criação do município.
- 9 de dezembro de 1938 - Incorporação do distrito de Aripibu e mudança de nome do distrito de Caxangá para José Mariano.
- 14 de fevereiro de 1945 - Criação da Comarca de segunda entrância de Ribeirão.
- 26 de dezembro de 1958 - É criado o distrito de Estreliana, ex povoado, e anexado ao município de Ribeirão pela Lei Municipal nº 245.
- 15 de outubro de 1969 - Extinção do distrito de Estreliana e incorporação de seu território ao distrito sede pela Lei Municipal nº 559.
Clima
Em Ribeirão, o verão é longo, quente e de céu quase encoberto; o inverno é curto, morno, com precipitação, de ventos fortes e de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o tempo é opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 21 °C a 32 °C e raramente é inferior a 19 °C ou superior a 34 °C.
Baseado no índice de praia e piscina, a melhor época do ano para visitar Ribeirão e realizar atividades de clima quente é do fim de julho ao fim de outubro.
A estação quente permanece por 5,2 meses, de 4 de novembro a 12 de abril, com temperatura máxima média diária acima de 31 °C. O mês mais quente do ano em Ribeirão é fevereiro, com a máxima de 32 °C e mínima de 24 °C, em média.
A estação fresca permanece por 2,7 meses, de 10 de junho a 1 de setembro, com temperatura máxima diária em média abaixo de 29 °C. O mês mais frio do ano em Ribeirão é julho, com a mínima de 21 °C e máxima de 28 °C, em média.
Economia
Ribeirão é uma pequena cidade que se destaca por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e a baixa regularidade das vendas no ano são fatores de atenção.
De janeiro a abril de 2024, foram registradas 519 admissões formais e 685 desligamentos, resultando em um saldo negativo de -166 novos trabalhadores.
Até maio de 2024 houve registro de 9 novas empresas em Ribeirão, sendo que uma delas atua pela internet. Neste último mês, 3 novas empresas se instalaram, sendo 1 com atuação pela internet.
Eventos Culturais
Ribeirão é conhecida por seus eventos culturais, que acontecem ao longo do ano e atraem visitantes de toda a região. Festivais de música, dança e teatro são realizados regularmente na cidade, oferecendo uma programação diversificada para todos os gostos. Além disso, há também eventos tradicionais, como festas religiosas e comemorações locais, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de conhecerem a cultura e as tradições da cidade.
Festas e Eventos
Em Ribeirão, suas festas e eventos acontecem ao longo do ano e atraem visitantes de toda a região. O Carnaval é uma das festas mais populares, com desfiles de blocos e trios elétricos animando as ruas da cidade. Além disso, há também festas juninas, festivais de música e eventos esportivos, que proporcionam diversão e entretenimento para todas as idades.
Carnaval: Ao longo dos anos vem mantendo uma tradição, com as Cambindas de Ribeirão um bloco carnavalesco que vem nas ruas lembrando o tempo da escravidão que todos os integrantes se pintam de preto com direito a rei e a rainha e saiam nas ruas horando essa tradição que já dura mais de 40 anos.
Turismo
Pontos turísticos: Banho Mina da Pedra; Minas EcoPark.
Paróquia de Nossa Senhora Sant’Ana: Com o tombamento da Capela do Engenho de Ribeirão e para não ficar paralisados os ofícios religiosos, foi improvisada uma capela em uma residência existente ao lado da Prefeitura (atual), alguns tempos depois, transferida para a praça Barão das Águas Clara, no local onde hoje funciona o Fórum, em quanto tudo isto acontecia Dona Fortunata Nicodemos, senhores Caetano Nicodemos e Alfredo Moreira saiam em comissão angariando fundos para a construção da Igreja. Feito o tombamento de Capela Ribeirão, fizeram a avaliação do terreno chegando a conclusão do seu valor de 200.000 (Duzentos mil reais), entretanto D.Fortunata Nicodemos em contato com a CIA Geral de Melhoramento de Pernambuco, então aconteceu a permuta daquele terreno por um em outro local, e pelo mesmo preço. No dia 30 de janeiro de 1923, foi realizada a permuta do terreno escolhido com uma área de 16 metros de frente e 40 metros de fundo na praça 14 de Julho, hoje 11 de Setembro, mas é bom deixar claro que só foi feita esta permuta graças a arte parlamentar e o prestígio de Dona Fortunata Nicodemos. Hoje são 64 Anos de Paroquia Sant’ Ana que se tornou a Padroeira da Cidade de Ribeirão.
- Igreja Matriz de São Sebastião: a Igreja Matriz é um dos pontos turísticos que valem a visita. É uma bela construção histórica que encanta os visitantes com sua arquitetura e detalhes. Além disso, há também o Engenho São Pedro, um antigo engenho de açúcar que preserva a história da região e oferece visitas guiadas.
- Parque Municipal: Outro ponto turístico interessante; um espaço verde onde é possível fazer caminhadas, piqueniques e aproveitar a natureza.
Praias
Ribeirão é privilegiada por estar localizada próxima ao litoral, o que significa que as praias são uma das principais atrações da cidade. A Praia de Ribeirão é uma das mais famosas e oferece uma bela paisagem, com areias brancas e águas cristalinas. Os visitantes podem desfrutar de um dia relaxante na praia, tomando sol, nadando ou praticando esportes aquáticos.
Passeios de Barco
Uma das melhores maneiras de explorar a região é através de passeios de barco. Ribeirão oferece várias opções de passeios, que permitem aos visitantes conhecerem as belezas naturais da cidade e seus arredores. Os passeios de barco geralmente incluem visitas a ilhas, manguezais e recifes de coral, onde é possível observar a fauna e a flora local. Além disso, alguns passeios oferecem a oportunidade de fazer mergulho ou snorkel, permitindo que os visitantes explorem as águas cristalinas e observem a vida marinha de perto.
Trilhas e Ecoturismo
Para os amantes da natureza e da aventura, Ribeirão oferece diversas trilhas e opções de ecoturismo. A região possui uma rica biodiversidade, com áreas de mata atlântica preservada e rios que cortam a paisagem. Os visitantes podem explorar trilhas que levam a cachoeiras, mirantes e áreas de preservação ambiental, proporcionando uma experiência única em contato com a natureza. Além disso, há também opções de passeios de bicicleta, quadriciclo e cavalgadas, que permitem aos visitantes explorarem a região de forma mais intensa.
Esportes
Ribeirão oferece diversas opções de prática esportiva para os moradores e visitantes. Há quadras de tênis, campos de futebol, academias e piscinas, que permitem a prática de diferentes modalidades esportivas. Além disso, a cidade possui uma ciclovia, que é ideal para quem gosta de pedalar e explorar a região de bicicleta. Para os amantes de esportes aquáticos, há também opções de surf, stand-up paddle e pesca esportiva.
Referências para o texto: Wikipédia ; Caravela ; Weather Spark  ; Prefeitura Municipal de Ribeirão ; Resumos .

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

BAIÃO - PARÁ

Baião é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 02º47'26" sul e a uma longitude 49º40'18" oeste, estando a uma altitude de 30 metros. Sua população de acordo com o censo do IBGE em 2022, é de 51.641 habitantes. Possui uma área de 3.202 km².
História
Baião, vila criada em 17 de maio de 1833 com a denominação de Tocantins, recebeu a sua atual denominação em 1841 pela Lei Provincial nº. 86. Baião originou-se de um povoado fundado em 1694. O governador e capitão-general do Estado do Maranhão e do Grão-Pará, Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho, reconhecido como donatário da Capitania do Camutá, entregou como doação ao português Antônio Baião uma vasta Sesmaria, com a condição de que fundasse um povoado. Impôs a Baião, a condição de que tal povoado deveria localizar-se à margem do rio Tocantins e que ele construísse uma casa grande e decente. Antônio Baião aceitou a oferta e cumpriu o compromisso pactuado, fundando o povoado, longe de Camutá, convertendo-o em sede da Sesmaria.
Em 30 de outubro de 1769, o capitão-general e governador, Fernando da Costa de Athayde Teive, consagrou a doação efetuada por Coelho de Carvalho e outorgou ao lugar o nome do sesmeiro, batizando-o de Baião. O encarregado de executar a ordem foi Manoel Carlos da Silva, então Diretor de Índios.
No ano de 1833, o Conselho do Governador da Província, nas suas sessões de 10 a 17 de maio, promulgou uma Resolução através da qual o “lugar Baião” foi elevado à categoria de vila, recebendo a denominação de Nova Vila de Santo Antônio do Tocantins. Na mesma Resolução foi determinada a instalação da sua Câmara Municipal, tendo como presidente o padre Francisco Gonçalves Martins e Pontes, o que veio a acontecer no dia 17 de outubro de 1833. Esse primeiro período legislativo terminou em 1837 – após a pacificação da Cabanagem -, quando nova Câmara foi eleita, sendo Francisco Mendes da Silva o seu novo presidente.
No ano de 1885 irrompeu uma grave crise política no Município, em decorrência da desorganização administrativa, o que forçou o presidente da Província a suspender o presidente da Câmara e alguns vereadores. Assim, no dia 25 do mesmo mês, assumiu a presidência da Câmara, pela sexta vez, o Coronel José Antônio Corrêa de Seixas. O período terminou a 7 de janeiro de 1887, data em que tomou posse a nova vereança, que foi a “última do Império”; esta, em nome do Município, aderiu ao regime republicano, em 1889.
No dia 10 de abril de 1890, o Governo Provisório do Pará, através do Decreto 131, extinguiu a Câmara Municipal de Baião, criando, na mesma data, o Conselho de Intendência Municipal, sendo o Coronel José Antônio Corrêa de Seixas, novamente reconduzido à presidência.
Em 1897, a política paraense atravessava a sua primeira grande crise no período republicano: os seguidores de Antônio Lemos permaneceram na mesma agremiação partidária e os falangiários de Lauro Sodré reuniram-se no recém-criado Partido Republicano Federal. Os reflexos dessa cisão fizeram-se sentir em Baião, onde ambos os partidos apresentaram os seus candidatos a intendente (prefeito) e a vogais (vereadores). O reconhecimento de poderes não foi respeitado e ficou o município com dois intendentes e dois Conselhos Municipais, gerando assim um descontentamento na população. Até que encontraram uma composição política, oportunidade em que formaram um conselho de conciliação, presidido pelo vogal mais votado, João Luís Soares. Exerceram o mandato até 25 de novembro do mesmo ano, quando tomaram posse os novos eleitos, sendo Samuel Benchimol o novo Intendente.
Segundo o historiador Theodoro Braga, esse município de grande extensão patrimonial incorporava as terras de São João do Araguaia, Conceição do Araguaia, Marabá e o Distrito de Alcobaça. Este último, posteriormente, daria lugar ao surgimento de Tucuruí. No ano de 1908, registrou-se a criação dos municípios de São João do Araguaia e de Conceição do Araguaia, com a promulgação das Leis nº 1.069 e 1.091. Mediante a Lei Nº 1.278, de 27 de fevereiro de 1913, foi criado o município de Marabá. No ano de 1930, após a Revolução sua organização político-administrativa voltou a sofrer alterações. O município de Mocajuba foi suprimido e suas terras incorporadas à área jurisdicional de Baião.
Em 31 de outubro de 1935, a Lei Estadual nº 8 reconheceu Baião como Município e, através desse mesmo ato, Mocajuba foi reconduzido à categoria de município.
No ano de 1943, a antiga povoação de Alcobaça que fora conhecida também como Freguesia de São Pedro de Alcântara, de São Pedro de Pederneiras e de Pedro de Alcobaça, mediante o Decreto-Lei nº 4.505, de 30 de dezembro, mudou sua denominação, passando a ser denominado de Tucuruí. Em 1947, a Lei nº 62, no seu artigo 36, outorgou a Tucuruí a categoria de município, desmembrando terras de Baião.
O município de Baião já foi o um dos maiores do mundo, onde sua extensão chegava ao município de Conceição do Araguaia, por exemplo. Municípios importantes do Estado como Tucuruí e Marabá surgiram de vilarejos baionenses. Hoje, o município de Baião é formado pelos distritos-sede de Baião e pelos distritos de Angelinópolis, Joana Peres, São Joaquim de Ituquara e Umarizal do Tocantins.
Localização e Acesso
Baião fica localizado na mesorregião do Baixo Tocantins (Rio que corta a região) na microrregião de Cametá, podendo ser acessado pela PA-151, BR-422 e pelo Rio Tocantins. A distância da capital paraense pela estrada é em torno de 265 quilômetros e pode ser feita através do Porto Arapari, em Barcarena, ou pela rodovia Alça Viária.
O Acesso ao Sul e Sudeste do Estado pode ser feito pela PA-151 até o município de Breu Branco ou pela rodovia transcametá (BR-422) pelo município de Tucuruí.
Clima
Em Baião, a estação com precipitação é morna e de céu encoberto; a estação seca é quente e de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é opressivo. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 23 °C a 35 °C e raramente é inferior a 22 °C ou superior a 38 °C.
Baseado no índice de praia/piscina, a melhor época do ano para visitar Baião e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao fim de agosto.
A estação de maior precipitação dura 5,4 meses, de 17 de dezembro a 28 de maio, com probabilidade acima de 53% de que um determinado dia tenha precipitação. O mês com maior número de dias com precipitação em Baião é março, com média de 28,5 dias com pelo menos 1 milímetro de precipitação.
Infraestrutura
Transporte

O transporte em Baião está atendido pelas seguintes facilidades: Terminal Rodoviário; Porto de Passageiros; Portos de Cargas e Porto de Travessia de Balsas.
Economia
A Economia do município gira em torno do comércio, atividade extrativista com a produção de pimenta-do-reino, cacau, mandioca, açaí, além da piscicultura e pesca artesanal.
Fatos Interessantes e Curiosidades do Município
- Baião já foi um dos maiores municípios do mundo, tendo uma extensão maior que países como a Holanda, por exemplo. Cidades como Marabá, Tucuruí e Conceição do Araguaia fizeram partes do território baionense antes dos processos de emancipação.
- Baião foi o segundo município do Estado a ter água encanada, instalando seu sistema logo após a implantação na capital, Belém. Uma caixa d’água histórica pode ser visitada ao lado do mercado municipal.
- Baião é um dos municípios com maior número de remanescentes de quilombos, tendo comunidades que ainda mantêm atividades e a cultura dos seus antecedentes.
- Baião tem o Terminal mais moderno e funcional da região, construído em 2010 e inaugurado em 2011. Possui também a Unidade de Educação Infantil mais moderna da região, o que é um orgulho para os pais do município.
Não se tem certeza se o nome ‘Baião’ foi escolhido por ser sobrenome de seu fundador ou se foi escolhido por sua cidade natal ser homônima.
Estrutura Urbana
Saúde

O atendimento à saúde no município consta de: Hospital Municipal São Joaquim; UBS I e II; UBS São Francisco; Dezenas de UBS-USF espalhadas na Zona Rural e CAPS – Centro de Atenção Psicossocial.
Educação
O setor de educação de Baião é composto de 75 Escolas Municipais Ativas (Ensino Fundamental e Infantil); 01 Escola Estadual de Ensino Médio; 02 Escolas Particulares; 01 Creche Pró-infância e 03 em construção; 01 Biblioteca Pública Municipal; 01 Polo da UFPA e 03 Faculdades Particulares
Principais Festividades Culturais e Religiosas
Baião possui diversas vilas e comunidades, por isso, o município tem anualmente dezenas de eventos religiosos em todas as comunidades e em diversas Igrejas. A seguir, os principais eventos tradicionais do município e algumas manifestações religiosas: Carnaval; Círio de Santo Antonio; Círio de São Raimundo Nonato; Círio de Nossa Senhora de Nazaré; Festival do Camarão; Festival da Pimenta; Festival Junino. Louva Baião; Noite dos Evangélicos; Noite dos Católicos; Semana Estudantil; Festival de Verão; Semana da Pátria; Festival de Baião-Aniversário do Município; Festival Batalha dos Botos; Cavalgada; Motocross e Rally da Vaca.
Principais Pontos Turísticos
Os
principais pontos turísticos da cidade são: Igarapé da Encanação; Praias; Praça da Luz (Pau da Gaivota); Praça Matriz Santo Antônio; Igreja Matriz Santo Antonio; Praça João Câncio; Praça de Nazaré; Praça da Bíblia; Igarapé de Calados-Encontro das Águas; Igarapé Santo Antonio; Vila de São Joaquim de Ituquara; Vila de Umarizal; Vila de Joana Peres; Igarapé na Vila Cajú; Igarapé do Tambaí; Balneário do Manteiga; Balneário Sempre com Deus (Organização Conca); Balneário Maracanã (Organização Dona Socorro) e Balneário do Inácio.
Esporte
No esporte, os destaques são: Estádio Municipal; Centro de Treinamanto A.A.C.B. (Motocross); Estádio Norte América; Ginásio Poliesportivo Higino Ramos; Ginásio Poliesportivo Escola Santo Antônio; Ginásio Poliesportivo Escola Levindo Rocha; Quadra do Instituto Imaculada Conceição e Quadra Gamaliel (Ituquara).
Referências para o texto: Wikipédia ; Prefeitura Municipal de Baião ; Weather Spark .

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

SANTANA DO IPANEMA - ALAGOAS

Santana do Ipanema é um município brasileiro do estado de Alagoas, com uma população, conforme censo do IBGE de 2022, de 46.220 habitantes e um território de 437,875 km². Sua altitude média é de 250 m acima do nível do mar, e tem temperaturas que variam de 19 °C a 39 °C.
História
Foi primitivamente chamado Sant'Ana da Ribeira do Ipanema, por estar situado à margem do Rio Ipanema ou Panema. Ipanema é palavra indígena: ypanema - água ruim, imprestável. Passou a se chamar, depois, Santana do Ipanema.
A atual cidade de Santana do Ipanema, nos últimos anos do século XVIII, era um arraial habitado por índios e mestiços. Por essa época chegou à região o padre Francisco José Correia de Albuquerque, missionário natural de Serinhaém, em Pernambuco.
Com a chegada, vindos de Penedo, dos irmãos Martins e Pedro Vieira Rego, descendentes de portugueses e tendo conhecimento de que na Ribeira do Panema, primeiro nome da localidade, existiam extensões de terras devolutas e estando interessados na agricultura e na pecuária, resolveu Martins ir ao Rio de Janeiro pleitear uma sesmaria.
Conseguindo seu intento, foi-lhe doada uma extensão de doze léguas, aproximadamente, de nascente a poente, ou seja, da serra do Caracol à ribeira do Riacho Grande e outras tantas léguas de norte a sul, da ribeira dos Dois Riachos à ribeira dos Cabaços. Os irmãos e suas famílias fixaram-se à margem esquerda da ribeira do Panema, num local cercado de colinas, próximo às serras da Camonga do Poço, Caiçara e Gugy. Como eram trabalhadores, prosperaram. Novas fazendas foram sendo organizadas e entregues aos filhos e filhas de Martins.
A freguesia foi criada em 24 de fevereiro de 1836, pela Lei nº 9, sob a invocação de Sant Ana.
Através da Resolução de nº 681, de 24 de abril de 1875, tornou-se vila e pelo artigo 6º da mesma Lei foi desmembrado do território de Traipu. A Lei nº 893, de 31 de maio de 1921, elevou-a a categoria de cidade.
Possui vários povoados entre eles São Felix, Olho D'Água do Amaro, Poço da Pedra, Óleo e Areia Branca, sendo este último o maior e mais urbanizado com mais de 14 ruas, das quais menos de duas são pavimentadas e não existe tratamento de esgoto. Areia Branca possui: 01 centro de saúde (PSF), 03 escolas públicas, 01 biblioteca, 01 rádio comunitária, 01 Associação de Desenvolvimento Comunitário, 01 quadra para a prática de esportes além de um comércio local em crescente desenvolvimento. 
Hidrografia
O principal recurso hídrico de Santana do Ipanema é o rio Ipanema, que tem sua nascente em Pernambuco e foz na Barra do Ipanema, formada pelo Rio São Francisco. Outras fontes de água são o rio Camuxinga, os riachos Grande e do Bode, as lagoas Grande e João Gomes e o açude do Bode. 
Economia
Santana do Ipanema é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios. O baixo potencial de consumo e o desempenho econômico são os pontos de atenção.
De janeiro a agosto de 2024, foram registradas 1,2 mil admissões formais e 1 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 150 novos trabalhadores.
Até setembro de 2024 houve registro de 65 novas empresas em Santana do Ipanema, sendo que 6 atuam pela internet.
Educação
A cidade conta com o ensino superior das seguintes instituições: Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL); Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Instituto Federal de Alagoas (IFAL).
Clima
Em Santana do Ipanema, o verão é longo, escaldante, seco e de céu quase encoberto; o inverno é curto, morno e de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o tempo é abafado e de ventos fortes. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 18 °C a 36 °C e raramente é inferior a 16 °C ou superior a 38 °C.
Baseado no índice de praia/piscina, a melhor época do ano para visitar Santana do Ipanema e realizar atividades de clima quente é do fim de maio ao meio de outubro.
Esporte
O representante do município no Campeonato Alagoano de Futebol é o Ipanema Atlético Clube, mandando seus jogos no Estádio Arnon de Mello que tem capacidade para 6000 pessoas. O Ipanema, que é conhecido como canarinho do sertão, já foi vice-campeão do Torneio Acesso de 1989 e vice-campeão do Campeonato Alagoano da 2ª divisão de 2005.
Santana do Ipanema tem grande tradição no handebol, principalmente na categoria feminina, na qual algumas atletas já foram convocadas para a seleção brasileira de handebol.
O município conta ainda com a prática de esportes radicais, tais como escalada esportiva, escalada tradicional, boulder, rapel e slack-line.
Eventos
São os seguintes os eventos de destaque em Santana do Ipanema: Carnaval; Emancipação Política, realizada no mês de abril; Festas juninas; Festa de Senhora Santana, realizada no mês de julho; Festa da juventude, realizada no mês de julho; Festa Fura Olho, realizada no domingo da Festa da Juventude; Moto Fest, realizada no mês de setembro e Festa de São Cristovão, realizada no mês de outubro.
Referência para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

SANTA CRUZ DO RIO PARDO - SÃO PAULO

Santa Cruz do Rio Pardo é um município do estado de São Paulo. O município é formado pela sede e pelos distritos de Caporanga, Clarínia e Sodrélia. Sua população, conforme censo de 2022, do IBGE, era de 46.442 habitantes.
A região em que hoje está Santa Cruz do Rio Pardo, originalmente habitada por indígenas coroados, começa a ser colonizada por não-índios em meados do século XIX, quando migrantes vindos de Minas Gerais, como os sertanistas José Theodoro de Souza e depois Joaquim Manuel de Andrade e Manoel Francisco Soares, se fixam na região. Nessa época, os mineiros fundam, às margens do Rio Pardo, na confluência com o ribeirão São Domingos, o povoado de Capela de São Pedro.
Em 1872, o povoado de Capela de São Pedro é elevado à categoria de freguesia, com o nome "Santa Cruz do Rio Pardo", subordinada à vila de Lençóis. Em 1876, devido ao desenvolvimento da Freguesia, Santa Cruz do Rio Pardo se torna vila, emancipando-se de Lençóis. Em 1884, se torna sede de comarca.
A economia santa-cruzense, que originalmente era baseada no cultivo de milho e cereais e depois na criação de gado bovino e suíno, passa a ter, no final do século XIX, a cafeicultura como grande produto. Para o cultivo do café, vieram para Santa Cruz do Rio Pardo milhares de imigrantes italianos. A vila se desenvolve rapidamente e, com isso, a sua Câmara Municipal tenta lhe dar o título de cidade em 1896, algo só concretizado dez anos depois, tendo sido eleito o primeiro prefeito o Dr. Olympio Rodrigues Pimentel. Em 1908, a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana à cidade alavanca o desenvolvimento. Entretanto, faltavam muitos serviços básicos e a primeira escola só foi inaugurada em 1915.
No final do século XIX e primeiras décadas do século XX, os principais distritos de Santa Cruz do Rio Pardo são emancipados, como Campos Novos (1885), São Pedro do Turvo (1891), Salto Grande (1911), Ipaussu (1915), Óleo (1917), Chavantes (1922) e Bernardino de Campos (1923).
Com o fim do ciclo do café, ocorrido devido à Grande Depressão, a economia da cidade passa a ser baseada em outras culturas e a produção de alfafa passa a se destacar entre as demais. Houve um grande crescimento ao longo da década de 1940 e Santa Cruz teve melhoramentos antes de muitas outras cidades do interior.
Na década de 1950, a agricultura entra em decadência. A Estrada de Ferro Sorocabana foi desativada na década seguinte.
Atualmente, Santa Cruz é o quarto polo calçadista do Estado de São Paulo; possuindo cerca de 32 fábricas de calçados, com produção diária de 25 mil pares. Por ano, isso significa uma produção de aproximadamente 5 milhões de pares. O município possui também um polo Cerealista, produzindo 25% do arroz consumido em São Paulo, sendo o maior beneficiador desse grão no estado.
Apresenta também números relevantes na plasticultura (cultura sob plástico). É a maior representante no estado de São Paulo, com setenta hectares de estufas de hortaliças e legumes. 66% dessa produção é destinada à CEAGESP e 34% distribuído na região.
Atividades Econômicas
Santa Cruz sempre se destacou no cultivo do arroz irrigado. A produção de arroz é a principal atividade do município desde o princípio, mantendo-se até meados do século XX, quando iniciou a atividade canavieira extensiva – com técnica adquirida dos holandeses que aqui residiram, como Haward Hollenbark e Van der Hellyk II. Mas a cidade continua até hoje a ser o principal polo arrozeiro do estado de São Paulo.
Ao menos 30% de todo arroz consumido no Estado de São Paulo são provenientes das cerealistas de Santa Cruz do Rio Pardo e a indústria do setor a cada ano aumenta sua capacidade de beneficiamento, aumentando seus portfólios em variedades de produtos. Sendo a cidade um dos grandes polos de alimentos do Estado.
Santa Cruz do Rio Pardo é um município de grande relevância na região que se destaca pelo elevado potencial de consumo e pela alta regularidade das vendas no ano.
De janeiro a abril de 2024, foram registradas 2,4 mil admissões formais e 3,4 mil desligamentos.
Até maio de 2024 houve registro de 98 novas empresas em Santa Cruz do Rio Pardo, sendo que 10 atuam pela internet. Neste último mês, 17 novas empresas se instalaram, sendo 5 com atuação pela internet.
Geografia
Sua população é estimada em 46.366 habitantes, segundo o IBGE, o que deixa o município, portanto, como o 141° mais populoso do estado. A sua extensão territorial é de 1 114,984 km² (Lista dos municípios de São Paulo por área), o que lhe confere a densidade demográfica de aproximadamente 37,9 hab/km² e ser o 26º maior município em área territorial do estado.
Clima
Em Santa Cruz do Rio Pardo, o verão é longo, quente, abafado, com precipitação e de céu quase encoberto; o inverno é curto, agradável e de céu quase sem nuvens. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 15 °C a 31 °C e raramente é inferior a 11 °C ou superior a 34 °C.
Baseado no índice de turismo, a melhor época do ano para visitar Santa Cruz do Rio Pardo e realizar atividades de clima quente é do fim de abril ao meio de setembro.
Em Santa Cruz do Rio Pardo, a porcentagem média de céu encoberto por nuvens sofre significativa variação sazonal ao longo do ano.
A época menos encoberta do ano em Santa Cruz do Rio Pardo começa por volta de 26 de março e dura 6,5 meses, terminando em torno de 9 de outubro.
O mês menos encoberto do ano em Santa Cruz do Rio Pardo é agosto, durante o qual, em média, o céu está sem nuvens, quase sem nuvens ou parcialmente encoberto 71% do tempo.
A época mais encoberta do ano começa por volta de 9 de outubro e dura 5,5 meses, terminando em torno de 26 de março.
O mês mais encoberto do ano em Santa Cruz do Rio Pardo é janeiro, durante o qual, em média, o céu está encoberto ou quase encoberto 68% do tempo.
Hidrografia
A hidrografia de Santa Cruz do Rio Pardo está composta dos seguintes elementos: Rio Pardo; Rio Turvo; Ribeirão Mandassaia; Ribeirão da Onça, Ribeirão São Domingos; Ribeirão do Alambari; Rio Apiaí e Ribeirão da Figueira.
Rodovias
O município é atendido pelas seguintes rodovias: SP-327 - Rodovia Orlando Quagliato; SP-280 - Rodovia Castelo Branco; SP-225 - Rodovia Engenheiro João Baptista Cabral Rennó; Rodovia Vicinal Plácido Lorenzetti; Rodovia Vicinal Anísio Zacura e Rodovia Vicinal Paulo Blumer.
Esporte
O município possui o Estádio Municipal Leônidas Camarinha, pertencente à Prefeitura do município, com capacidade de cerca de 7.500 lugares. É nele em que o time profissional de futebol do município, a Associação Esportiva Santacruzense, manda seus jogos. Além do futebol profissional, há diversos times amadores, que jogam nos espalhados campos de futebol do município.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

segunda-feira, 7 de outubro de 2024

ALTOS - PIAUÍ

Altos é um município brasileiro do estado do Piauí que faz parte da Grande Teresina. Fundado em 1922, possui uma área total de 957,62 km² e sua população era de 47.416 habitantes, conforme dados do censo do IBGE de 2022.
História
O lugar São José dos Altos, de João de Paiva, também conhecido por Altos de João de Paiva, é hoje a atual cidade de Altos. Pertenceu, primitivamente, ao casal João de Paiva Oliveira e sua mulher, D. Raimunda Maria de Jesus, que ali fixaram residência, vindos do Ceará, no ano de 1800, passando, por herança, aos seus filhos, João de Paiva Oliveira, Raimunda Maria de Jesus e João Ribeiro da Silva, que residiram, por muitos anos, nos lugares próximos denominados Alto-Franco, Alto da Casa Nova e Alto de João de Paiva, que ficaram, dessa época em diante, conhecidos pela denominação única de Altos de João de Paiva, cujas terras, em sua maioria, pertencem hoje ao patrimônio do município.
Em 1885, o Reverendíssimo Cônego Honório José Saraiva, então Vigário da Freguesia de Nossa Senhora do Amparo, de Teresina, que, por pertencer o lugar à sua freguesia, era seu frequentador assíduo desde muitos anos, tudo fez pelo seu progresso. Assim é que, juntamente com João. de Paiva, proprietário do lugar, iniciaram a construção de um cemitério, cuja conclusão se verificou no mesmo ano.
Para esse empreendimento contribuíram materialmente todos os moradores do lugar, especialmente os membros da família dos idealizadores da obra. Em 1891, por iniciativa do cônego Honório Saraiva, o Dr. Jaime de Albuquerque Rosa obteve do governo a criação da primeira escola pública em Altos. Criada a escola pública foi, pouco depois e no mesmo ano, nomeada professora a Senhora D. Joana de Abranches Saraiva, depois de prévio exame exigido por lei.
A 27 de setembro do mesmo ano de 1891 transferiu-se de Alto Longá para Altos o capitão Francisco Raulino da Silva, onde. se estabeleceu com a primeira loja de fazendas (nacionais e estrangeiras) e outras mercadorias, inclusive iniciando a compra de gêneros de exportação, no que foi imitado por outros, vindos depois, que lhe fizeram concorrência comercial. Nessa época, contava o povoado apenas nove casas, todas cobertas de palha. Em 1892 foi criada a coletoria e nomeado para o cargo de coletor o capitão Francisco Raulino da Silva, que conseguiu, em janeiro de 1893, do então Governador do Estado, capitão Coriolano de Carvalho e Silva, a vinda para Altos, do primeiro destacamento policial e a verba de nove contos de réis para perfuração de um poço, que João de Paiva levou a cabo com grande proveito para a população, e a construção de um pequeno açude, de cujo trabalho foi encarregado o tenente-coronel Manoel da Costa Teixeira.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila e distrito com a denominação de Altos, pela Lei Estadual nº 1.401, de 18 de julho de1922, desmembrado dos municípios de Teresina, Campo Maior e Alto Longá. Sede na antiga povoação de São José dos Altos. Constituído do distrito sede. Instalado em 12 de outubro de 1922.
Pela Lei Estadual nº 1135, de 07 de julho de 1925, é criado o distrito de São Benedito e anexado ao município de Altos.
Pelo Decreto nº 1279, de 26 de junho de 1931, o município de Altos adquiriu o extinto município de Alto Longá.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 3 distritos: Altos, Alto Longá e São Benedito.
Pelo Decreto Estadual nº 1575, são desmembrados do município de Altos os distritos de Alto Longá e São Benedito, elevados à categoria de município.
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022. 
Geografia
Clima
Em Altos, a estação com precipitação é quente, opressiva e de céu encoberto; a estação seca é escaldante, abafada e de céu parcialmente encoberto. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 22 °C a 37 °C e raramente é inferior a 20 °C ou superior a 39 °C.
Baseado no índice de praia/piscina, a melhor época do ano para visitar Altos e realizar atividades de clima quente é do meio de junho ao fim de agosto.
Economia
Altos é uma pequena cidade que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano e por apresentar novas oportunidades de negócios.
De janeiro a junho de 2024, foram registradas 666 admissões formais e 637 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 29 novos trabalhadores.
Até julho de 2024 houve registro de 47 novas empresas em Altos, sendo que 5 atuam pela internet. Neste último mês, 11 novas empresas se instalaram, sendo 1 com atuação pela internet.
Educação
- Biblioteca Pública Municipal de Altos
- Biblioteca Municipal João Bastos - criada em 1937, é um cartão-postal da cultura de Altos. De acordo com a lista do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas a Biblioteca Municipal João Bastos está situada na Praça Cônego Honório, s/n, Centro. Foi criada por Lei Municipal no ano de 1937.
Transportes
Estação Ferroviária de Altos, atualmente operada pela Ferrovia Transnordestina Logística como parte da Ferrovia São Luís-Fortaleza.
O município é servido por várias rodovias estaduais e as rodovias federal BR-343, BR 226 e a Ferrovia São Luís-Fortaleza cruzam a zona urbana da cidade.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

PRESIDENTE DUTRA - MARANHÃO

Presidente Dutra (antigamente denominado "Curador") é um município brasileiro do estado do Maranhão. Localiza-se no Centro do estado, na microrregião homônima. Sua população, conforme censo do IBGE de 2022, era de 45.155 habitantes.
História
Situado às margens do riacho Preguiça, sub afluente do Mearim, Presidente Dutra era conhecido antigamente pela denominação de Curador, com a qual foi elevado à categoria de município pelo Decreto-Lei nº 820, de 30 de dezembro de 1943.
Somente a 12 de dezembro de 1948, pela Lei nº 208, esse topônimo foi substituído, numa homenagem da classe política maranhense ao então presidente Marechal Eurico Gaspar Dutra. Foi desmembrado de Barra do Corda, cuja jurisdição não passava de um distrito.
Clima
Em Presidente Dutra, a estação com precipitação é opressiva e de céu encoberto; a estação seca é abafada e de céu parcialmente encoberto. Durante o ano inteiro, o clima é quente. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 22 °C a 36 °C e raramente é inferior a 20 °C ou superior a 39 °C.
Baseado no índice de praia/piscina, a melhor época do ano para visitar Presidente Dutra e realizar atividades de clima quente é do início de junho ao fim de agosto.
Economia
Situado na região central do estado do Maranhão, o município tornou-se ponto de passagem e por isso evidencia alto índice movimentação cambial.
Presidente Dutra é um município de grande relevância na região que se destaca pela alta regularidade das vendas no ano.
De janeiro a abril de 2024, foram registradas 1 mil admissões formais e 838 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 176 novos trabalhadores.
Até maio de 2024 houve registro de 38 novas empresas em Presidente Dutra, sendo que 4 atuam pela internet. Neste último mês, 10 novas empresas se instalaram, sendo 2 com atuação pela internet.
Infraestrutura
Educação

O município conta com uma unidade de ensino médio técnico em tempo integral do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), bem como do Instituto Federal do Maranhão (IFMA).
Também há um campus da Universidade Estadual do Maranhão, e instituições de ensino superior privado da UNIASSELVI e Uninter.
Cultura
O município realiza anualmente as festas do padroeiro São Sebastião as festas de São Francisco e de São José Operário.
Clubes
Há os clubes de associações, como a AABB, pertencente ao Banco do Brasil; a ASEEL, associação recreativa localizada no condomínio residencial da Eletronorte e a ASCERCA, referente aos funcionários da CAEMA.
Gastronomia
Uns dos principais pratos da culinária local são a panelada e o arroz de cuxá. Existem também os espetinhos que se concentram durante toda a Avenida Tancredo Neves e o bairro Vila Militar. A cidade ainda conta com redes de pizzarias, hamburguerias, choperias, bares e outros estabelecimentos.
Pontos turísticos
No centro da cidade localizam-se a Praça São Sebastião, com sua caixa d'água, inaugurada em agosto de 1970 pelo prefeito Antenor Arruda Léda e pelo então governador Antônio Dino. Na praça também está localizada a Igreja São Sebastião e a antiga capela do padroeiro São Bento (datada de 1949) e o antigo convento das irmãs franciscanas, que hoje abriga o Colégio Sagrada Família, instituição de ensino privada e ligada à paróquia de São Sebastião, que tem como anexo a Escola Nossa Senhora de Fátima e que pertence a Paróquia São Francisco e São José. Presidente Dutra também é conhecida por suas praças arborizadas e com fontes iluminadas. No interior do município encontram-se ainda pontos turísticos: o riacho Firmino, no povoado de mesmo nome; o riacho Preguiças (popularmente conhecido como Rio Preguiças, o que pode confundir com o verdadeiro Rio Preguiças localizado ao norte do estado).
Esporte
Tem como referência o Central, principal time de futebol de Presidente Dutra, quando nos anos de 1970 e 1980, era um dos principais times do estado.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

MONTE CARMELO - MINAS GERAIS

Monte Carmelo é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população, segundo dados do IBGE em 2019, era de 47.692 habitantes.
História
A escolha da localidade se deu quando os bandeirantes estavam desbravando a região e como aqui é longe da costa onde havia gente, ou seja, mercado consumidor e fácil exportação, eles então estavam procurando alguma mercadoria que poderiam explorar e carregar facilmente para vender ou trocar.
Na época a região de Estrela do Sul, era conhecida pelo Rio Bagagem, onde as lavadeiras da região achavam diamantes na "flor d'água" e os bandeirantes como bons exploradores que eram, chegavam na região e conversavam com os moradores e esta história foi contada a eles. Então começaram a exploração onde já era o município de Bagagem (hoje Estrela Do Sul). Após o começo da exploração de diamantes o povoado cresceu rapidamente e consequentemente desorganizado e cheio de aventureiros e pessoas sem boa índole.
Os bandeirantes queriam encontrar um lugar um pouco afastado de Bagagem onde eles poderiam trazer suas famílias e então chegando na região onde hoje é Monte Carmelo, viram dois córregos (Mumbuca e Olaria) que possuíam boa quantidade e qualidade de água. Então as famílias foram povoando a região e passou a se chamar Carmo do Bagagem, um distrito ligado a Bagagem, todas as decisões e a administração do povoado estava subordinado a Bagagem.
O nome veio quando uma comitiva de carmelitas chegou na região e o povo queria mudar o nome da cidade que já não mais pertencia a Bagagem, mas por outro lado, não queriam que mudasse muito e estas carmelitas identificaram um morro (hoje conhecido como Igrejinha) que parecia com um morro de Israel chamado de Monte Carmel (carmel em árabe significa uvas de Deus).
A padroeira da cidade é Nossa Senhora do Carmo e a paróquia foi erguida em 1870.
Os primeiros movimentos que deram origem ao povoado tiveram início em 1840.
Diversos moradores de São João del-Rei e Tamanduá (Itapecerica) e de outras cidades do pais, atraídos pela descobertas de garimpos diamantíferos em Bagagem (Estrela do Sul) e depois em Nossa Senhora D’Abadia de Água Suja (Romaria), migraram para Monte Carmelo.
Por causa do ambiente dos garimpos, pouco recomendado à famílias e ainda, devido ao clima saudável e excelente água dessa região, estes pioneiros, deixavam aqui suas famílias e se dirigiam para os garimpos à cata de diamantes. Assim formou-se o povoado.
Contam os primeiros habitantes que nesta região havia uma fazendeira chamada Clara Chaves. Dona Clara era muito devota de Nossa Senhora do Carmo. Por isso, doou a área de uma légua quadrada (6 km x 6 km) à Nossa Senhora do Carmo, região onde estavam localizadas as famílias dos garimpeiros, para que aí se construísse uma capela em louvor à Santa. Nesta área iniciou o povoado, que pertenceu à freguesia de Araxá e posteriormente à de Patrocínio.
Em 14 de setembro de 1870, o distrito de Bagagem emancipou-se eclesiasticamente de Patrocínio, tornando-se paróquia. Com isso, a freguesia de Nossa Senhora do Carmo também se desmembrou daquela paróquia, anexando-se à recém-criada paróquia da Bagagem, com denominação de arraial ou povoado de Carmo da Bagagem.
Em 6 de outubro de 1882 pela Lei Provincial nº 2.927 a freguesia do Carmo da Bagagem foi levada à categoria da Vila.
Em 14 de setembro de 1891, pela Lei Estadual nº 2 é confirmado a criação do distrito.
Em 24 de maio de 1892, por força da Lei Estadual nº 23, Carmo da Bagagem é elevada à cidade.
A Comarca foi criada pela Lei Estadual nº 11 de 13 de novembro de 1891, sendo instalada solenemente em 4 de abril de 1893, por Dr. Tito Fulgêncio Alves Pereira, seu primeiro Juiz de Direito, que se tornou um dos maiores nomes da magistratura mineira.
Em 1896 a comarca do Carmo da Bagagem estabelece seus limites com Patrocínio.
Em 25 de junho de 1900 pela Lei Estadual nº 286, Carmo da Bagagem passou a denominar-se Monte Carmelo.
O nome da cidade tem sua origem num monte situado próximo à sede, o qual se chama Monte Carmelo, devido sua semelhança com Monte Carmelo, morro existente na Palestina, perto de Nazareth.Esse morro nos arredores da cidade tem no seu cume uma capelinha em homenagem a São José. Todo ano no dia 19 de março, celebra-se uma missa na capelinha.
Em 1900, o município de Monte Carmelo abrangia cinco distritos de paz: Monte Carmelo (sede), Nossa Senhora D’Abadia de Água Suja, São Sebastião da Ponte Nova e Espírito Santo do Cemitério (Iraí de Minas), Santa Cruz do Boqueirão (Doradoquara).
Em 1923, perdeu o distrito da sede parte de seu território com a criação do Distrito de Doradoquara (Ex-Santa Cruz do Boqueirão) o qual continuou a pertencer ao município contando com 5 distritos: Monte Carmelo (sede), Doradoquara, Iraí, Nossa Senhora D’Abadia de Água Suja, São Sebastião da Ponte Nova.
Pela Lei Estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938 o distrito de São Sebastião da Ponte Nova foi anexado ao recém-criado município de Nova Ponte, ficando o município composto apenas de 4 distritos: Monte Carmelo, Água Suja, Iraí e Doradoquara.
Em 31 de dezembro de 1963 o município perdeu os distritos de Romaria (Ex-Água Suja), Iraí de Minas e Doradoquara, que passou a chamar-se Douradoquara.
Os mesmos tornaram-se sede de novos municípios pela divisão administrativa do Estado de Minas Gerais publicada no Órgão Oficial daquele dia.
Assim, o município de Monte Carmelo ficou com os distritos de Celso Bueno, Gonçalves, Buritis, Associação ACAPIM e Folhados.
Geografia
O município integra o circuito turístico do Triângulo Mineiro.
Clima
Em Monte Carmelo, a estação com precipitação é úmida e de céu encoberto; a estação seca é de céu quase sem nuvens. Durante o ano inteiro, o clima é morno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 14 °C a 30 °C e raramente é inferior a 11 °C ou superior a 34 °C.
Baseado no índice de turismo, a melhor época do ano para visitar Monte Carmelo e realizar atividades de clima quente é do fim de abril ao meio de setembro.
Economia
A principal atividade econômica da cidade é a produção de telhas, tijolos, artefatos cerâmicos e também é destaque na produção de curtume e de embalagens e ainda na produção de café. O município, juntamente com Araguari, Uberaba e Patrocínio, está no eixo de destaque da produção de café no Cerrado para exportação, no Brasil.
De janeiro a abril de 2024, foram registradas 2,1 mil admissões formais e 1,9 mil desligamentos, resultando em um saldo positivo de 213 novos trabalhadores.
Até maio de 2024 houve registro de 80 novas empresas em Monte Carmelo, sendo que 5 atuam pela internet. Neste último mês, 11 novas empresas se instalaram, sendo 2 com atuação pela internet.
Educação
Na área da Educação existem Três instituições de Ensino Superior particular: a FUCAMP e a UNIPAC e Uma instituição de Ensino Superior pública : Universidade Federal de Uberlândia.
Campus da Universidade Federal de Uberlândia
Em Monte Carmelo, está localizado um dos campi da Universidade Federal de Uberlândia, denominado Campus Monte Carmelo, inaugurado no primeiro semestre de 2011. São ministrados os cursos de bacharelado em Agronomia, Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, Sistemas de Informação, Geologia e Engenharia Florestal. Os cursos são oferecidos gratuitamente, após seleção pelo SiSU (ENEM), pelo vestibular tradicional composto de duas fases (sendo a primeira composta por questões fechadas e a segunda por questões abertas e redação), ou por preenchimento de vagas ociosas.
Acessos
As Principais rodovias que servem de acesso a Belo Horizonte: BR-381, BR-262, MG-187, MG-230, BR-365, MG-223, MG-190 e as Principais rodovias que servem ao município são: MG-223, MG-190, BR-365, BR-352
Entre 1937 e início dos anos 1990, o município era também servido pela Linha Tronco da antiga Rede Mineira de Viação, que ligava-o às cidades de Araguari, Goiandira e Angra dos Reis, sendo responsável pelo transporte de minérios e de passageiros. Porém, devido a construção de uma represa no Rio Parnaíba, que aproveitava parte de seu trajeto final e da inauguração de uma variante próxima pela antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA) que encurtava o caminho até Araguari, fez com que este trecho da ferrovia que cortava a cidade fosse desativado.
Os últimos trens de passageiros que seguiam a cidade de Ibiá, realizaram suas últimas paradas em Monte Carmelo no ano de 1989. No início dos anos 90, os trilhos foram retirados da cidade.
Referências para o texto: Wikipédia ; Weather Spark ; Caravela .