sábado, 9 de dezembro de 2017

Imagens do Brasil - Erechim - Rio Grande do Sul


Erechim é um município do estado do Rio Grande do Sul.
Etimologia - O município, quando emancipado, em 30 de abril de 1918, recebeu o nome de "Erechim", termo de origem caingangue que significa "campo pequeno", através da junção dos termos rê, ou erê, ("campo") e xim("pequeno").
Em um dos shows relizados pelos festejos de cinquenta anos do município de Erechim, em 1968, Rubem Safro, popular e localmente conhecido como Buja, animava a festa e chamou a cidade de "Capital da Amizade". Logo a alcunha foi adotada pelo município, devido à diversidade das etnias que compunham a sua população e à harmonia de sua convivência.
História
Origens - De acordo com estudos realizados pela Eletrosul, o território que constitui, hoje, a região do Alto Uruguai já era habitada pelo homem há pelo menos 10 000 anos atrás. Nos últimos três séculos, a região foi habitada principalmente pelos indígenas da etnia caingangue. No entanto, muitos grupos guaranis também ocuparam as regiões de menor altitude.
Em 1908 foi fundada a Colônia Erechim, planejada pelo diretor de Terras e Colonização Carlos Torres Gonçalves, atendendo aos princípios positivistas para tornar-se modelo de colonização.
Pioneirismo e imigração - A região foi colonizada basicamente por imigrantes de origem polonesa(1918), alemã (1912), judaica (1911) e, principalmente, italiana. As primeiras famílias italianas chegaram na cidade por volta de 1910 através da ferrovia.
Economia
Setor primário - A agricultura em Erechim, apesar de ser a atividade menos representada no PIB municipal, é de grande importância pela diversidade de sua produção.  O município possuí um rebanho de bovinos, suínos, equinos, mulas, caprinos e ovelhas e aves, dentre estas galinhas, galos, frangos e pintinhos e codornas.
Setor secundário - A principal causa do grande desenvolvimento deste setor foi, especialmente, a expansão do parque industrial, que fez com que o município de Erechim crescesse quatro vezes mais que a média do Brasil e quase três vezes mais do que o Rio Grande do Sul
Setor terciário - Boa parte do PIB municipal são de prestações de serviços (terciário).
Educação - A cidade de Erechim têm uma universidade federal própria, que abriga cursos com excelente nota no MEC e professores doutores renomados, que é a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), que é destaque em Inclusão Social e pesquisa acadêmica em toda região Sul, tem ainda um campus da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), voltado para cursos bacharelado de excelência; e a privada Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões(URI).O município conta com escolas em todas as regiões de seu território. Devido à intensa urbanização os poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos.
Cultura e lazer 
Turismo - Entre os pontos turísticos mais visitados estão seus museus, como a Catedral São José e o Pólo da Cultura. Outros importantes pontos turísticos da cidade são: Parque Longines Malinowski; Castelinho; Centro Cultural 25 de Julho; Vale Dourado e Praça da Bandeira.
Arquitetura - Erechim, em especial a região central do município, se caracteriza pela presença de um conjunto arquitetônico diversificado e de significativa relevância. Segundo a prefeitura, o estilo arquitetônico de maior relevância na configuração da paisagem urbana da cidade é o art déco, apresentado pela primeira vez na Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas realizada em Paris, em 1925.
Costumes, artes e eventos - teatro e o cinema também possuem relevância no município. Ao longo do ano, a prefeitura municipal em parceria com empresas da própria cidade ou região organizam diversos eventos culturais. Recentemente Erechim recebeu o apelido de "Capital do Teatro Amador Gaúcho", por sediar diversos eventos relacionados.Um dos principais lugares onde são realizadas essas manifestações é o Centro Cultural 25 de Julho. Também são frequentemente organizados eventos que valorizam a música local e regional, como por exemplo a apresentação do coral da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI).
Fonte do texto: Wikipedia

domingo, 3 de dezembro de 2017

Imagens do Brasil - Carlos Barbosa - Rio Grande do Sul


Carlos Barbosa é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Seu nome é uma homenagem a Carlos Barbosa Gonçalves, governador do estado durante a República Velha.
História - A história de Carlos Barbosa começa por volta de 1855, com a vinda dos primeiros imigrantes alemães. Mas, o maior impulso ao desenvolvimento da localidade aconteceu na década de 1870, com a chegada dos imigrantes italianos, que constituíam o grupo mais numeroso que aqui se estabeleceu, fixando-se em quase todas as localidades do município. São procedentes de oito regiões da Itália, sendo que a maior parte veio do Vêneto e da Lombardia.
Primeira Secção do Caminho Geral, Trinta e Cinco e Santa Luiza, foram os primeiros nomes dados à localidade. Em 25 de janeiro de 1910, o intendente de Garibaldi deu-lhe a denominação oficial e definitiva, de Carlos Barbosa, em homenagem ao então Governador do Estado, Carlos Barbosa Gonçalves, em cuja gestão (1909 a 1913) foi construída a ferrovia Montenegro-Caxias do Sul.
Em 25 de setembro de 1959, foi assinado pelo então governador do estado Leonel Brizola, o decreto de criação do novo município de Carlos Barbosa.
Economia - A economia do município baseia-se principalmente no setor industrial onde destaca-se na produção de talheres, panelas, pias e equipamentos elétricos (Tramontina), calçados, esquadrias de madeira, móveis, leite e derivados(Cooperativa Santa Clara), entre outros.
Na agropecuária destaca-se a criação de gado leiteiro e a cultura de batata e milho, entre outras.
Turismo - As atividades turísticas do município estão fundamentadas na natureza exuberante, característica da região, bem como nos atrativos históricos deixados pelos imigrantes. Recentemente a administração municipal, através de concurso público, oficializou a logomarca turística do município de Carlos Barbosa, incentivando assim o fortalecimento da identidade visual da cidade. A marca possui como foco principal os trilhos e a Estação Ferroviária de Carlos Barbosa, juntamente com a caixa d’água que abastecia todo o município, símbolos históricos do desenvolvimento do município. Também inserida nesta composição está a torre, elemento marcante do centro da cidade e muito apreciada pelos barbosenses e turistas.
Ao lado da Estação estão três faixas que possuem significados específicos, e que traduzem o desenvolvimento do município. A faixa cinza representa o metal, remetendo às antigas ferramentas inicialmente fabricadas pela Tramontina e sua representatividade para a economia de Carlos Barbosa, bem como todas as outras indústrias metalúrgicas que aqui se firmaram. A faixa laranja faz alusão à ACBF, reconhecida mundialmente por suas conquistas esportivas. Por fim, a faixa amarela representa os deliciosos queijos que Carlos Barbosa produz, provenientes da significativa produção leiteira da cidade.Marca turística oficial do município.
Algumas atrações turísticas - o passeio de Maria Fumaça, cuja estação final é a estação de Carlos Barbosa;as igrejas; os capitéis; os passeios pelo interior do município; as festas tradicionais, entre elas, o Festiqueijo
Esporte - Dentre os esportes praticados em Carlos Barbosa destacam-se: o mundialmente conhecido time de futsal, a Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF); a rampa de saltos de parapente; a pista de motocross, onde é realizada uma etapa do campeonato brasileiro desse esporte;o futebol americano, esporte que vem crescendo no estado, através do Carlos Barbosa Ximangos; as várias equipes de bocha, esporte tradicional da colônia italiana; as várias equipes de bolão, esporte parecido com boliche, mas com algumas modificações, praticado pela colônia alemã; downhill é praticado por vários jovens da cidade.
Clima - O clima está classificado como subtropical de altitude, e as temperaturas absolutas variam entre -6 e 36 graus centígrados, com uma precipitação pluviométrica média anual de 1 500 milímetros. A média de temperatura é de 18 graus centígrados, com invernos frios, e verões com temperaturas elevadas. Os meses mais quentes, janeiro e fevereiro, têm temperatura máxima média de 26 graus centígrados e mínima média de 17 graus centígrados, enquanto os meses mais frios (junho e julho) têm máxima média de 15 e mínima média de 7 graus centígrados. Outono e primavera são consideradas estações de transição. O município tem maio como o mês mais seco, quando ocorrem 109 milímetros de precipitação, e março como o mais chuvoso, quando a média fica em 206 milímetros.

Fonte do texto: Wikipedia

sábado, 2 de dezembro de 2017

Imagens do Brasil - Marabá - Pará


Marabá é um município da microrregião de Marabá, na mesorregião do Sudeste Paraense, no estado do Pará, no Brasil. É o município sede da Região Metropolitana de Marabá.
O povoamento de origem europeia da região de Marabá principiou em fins do século XIX.
A emancipação municipal ocorreu em 1913, com seu desmembramento do município de Baião. O desenvolvimento do município, durante um grande período, foi dado pelo extrativismo vegetal, mas, com a descoberta da Província Mineral de Carajás, Marabá se desenvolveu muito rapidamente, tornando-se um município com forte vocação industrial, agrícola e comercial. Atualmente, Marabá é um grande entroncamento logístico, interligada por cinco rodovias ao território nacional, por via aérea, ferroviária e fluvial.

Etimologia
A etimologia da palavra "Marabá" é de um vocábulo indígena mayr-abá, que significa filho do estrangeiro com a índia ou ainda, fruto da índia com o branco. O tupinólogo Eduardo de Almeida Navarro aponta, como origem do termo, o tupi antigo maraba, que designava "filho de francês com índia" ou "bastardo".
Somente em 1904, a subprefeitura do "Burgo do Itacaiúnas" étransferida para o povoado de Pontal, na época com 1 500 habitantes, com o nome de Marabá. É a primeira vez que esta denominação aparece em um documento oficial.

História
A história de Marabá compreende, tradicionalmente, o período desde a chegada dos comerciantes de drogas do sertão, e chefes políticos deslocados do norte da província de Goyaz, até os dias atuais. Embora o seu território seja habitado continuamente desde tempos pré-históricos por índios nômades, a região permaneceu praticamente intocada até o início da década de 1890, com raros contatos com europeus e bandeirantes, que desde o século XVI exploravam a região.

Economia
O município de Marabá vivenciou vários ciclos econômicos. Até o início da década de 1980 a economia era baseada no extrativismo vegetal. No início o extrativismo girava em torno do látex do caucho, cuja lucrativa exploração atraiu grande número de nordestinos. Desde o fim do século XIX (1892) até o final da década de 1940, o extrativismo foi marcado pelo ciclo da borracha que contribuiu sobremaneira para a economia do Município e da região, porém, a crise da borracha levou o município a um novo ciclo, desta vez, o ciclo da castanha-do-pará, que liderou por anos a economia municipal. Houve também o ciclo dos diamantes, nas décadas de 1920 e 1940, que eram principalmente encontrados às margens do rio Tocantins. Com o despontamento da Serra Pelada e por situar-se na maior província mineral do mundo, Marabá também viveu o ciclo dos garimpos, que teve como destaque maior, a extração do ouro.
Desde o início da década de 1970 o município passou a vivenciar a instalação do Projeto Grande Carajás, e posteriormente de indústrias sídero-metalúrgicas, que dinamizaram bastante a economia local.

Agricultura, pecuária e extrativismo
Hoje, Marabá é o centro econômico e administrativo da região conhecida como "fronteira agrícola Amazônica" - maior produtora de commodities agrícolas da amazônia brasileira.
A pecuária com base na criação de gado bovino, é uma atividade de grande importância para o município. O rebanho local é destaque pela sua qualidade.
Possui também rebanhos de suínos, equinos e ovinos, além de grande criação de aves para corte. O setor pesqueiro também tem um relativo papel na base econômica local, exportando seu excedente para todo o norte e nordeste brasileiro. A agricultura do município é diversificada, tendo produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, como a castanha-do-brasil, milho, arroz e feijão, de frutas, como a banana, mamãoe o cajá.

Indústria
Através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará (CDI), foi instalado no final da década de 1980, numa área de 1.300 hectares, o Distrito Industrial de Marabá (DIM), para criar a base de um polo sídero-metalúrgico para o beneficiamento e semibeneficiamento do minério de ferro extraído da Serra dos Carajás, atualmente sob concessão da Vale S.A.
O parque industrial do município tinha como principal dínamo o setor sídero-metalúrgico (beneficiamento e semibeneficiamento de ferro-gusa e aço), havendo também destaque às indústrias madeireira, moveleira e de utensílios cerâmicos. A economia industrial do município também conta com a mineração de cobre e manganês, e com a agroindústria. Em Marabá, a agroindústria trabalha com processamento de polpas, beneficiamento de arroz, leite e palmito.

Educação
Marabá conta com escolas em praticamente todas as regiões do município. No que tange à educação profissional e superior, o município conta com duas universidades públicas, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará e a Universidade do Estado do Pará, e com o Instituto Federal do Pará, e ainda com mais cinco faculdades privadas. Há, ainda, vários centros de formação técnica como a Obra Kolping do Brasil e o SENAI.

Cultura e lazer
Turismo
Uma das principais fontes de renda da cidade é o turismo. O município possui várias atrações turísticas, com destaque aos seus grandes rios que além das praias oferece a pesca esportiva e a prática de esportes aquáticos. Destacam-se como atrações turísticas em Marabá: Praia do Tucunaré; Parque Zoobotânico de Marabá; Praia do Geladinho; Igreja de São Félix de Valois; Palacete Augusto Dias; Fundação Casa da Cultura e Museu Histórico-Antropológico.

Cultura e costumes
Culinária
A culinária marabaense se distingue um pouco da culinária paraense, mas tem muitos elementos desta, principalmente pelo fato de que todo o estado tem influência indígena neste ponto. Porém, em Marabá, alguns pratos relevam-se em relação ao resto do Pará, tanto por fator cultural quanto por fator étnico. Um exemplo disso é que o povoamento teve participação ativa de nordestinos, mineiros, goianos, palestinos e libaneses, que trouxeram para Marabá seus costumes e seus tipos de comida. São as principais iguarias da
culinária local e as que se integraram aos costumes: Marizabel, Suco natural de Guaraná da Amazônia, Tucunaré ao leite de Castanha do Pará, Cozidão de Bagre, Pão de queijo, Tacacá, Esfirra, Arroz-doce e Cuscuz. Há ainda muitos doces típicos: Bolo cabeça de negro, biscoitos de castanhas, castanha cristalizada, creme de cupu, Mungunzá e torta de castanha.

Música e literatura
Devido à intensa migração ter trazido brasileiros de todas as partes para o município, a cultura local diferenciou-se da cultura tradicional paraense, inclusive na música. É possível observar a preferência pelos gêneros sertanejo, forró e reggae, distanciando-se um pouco do brega que é estilo musical predominante no Pará. A influência de outras culturas se deu
também no campo da literatura. As misturas decorrentes das migrações têm ocasionado a produção de uma literatura e de uma arte diferente e de qualidade.

Festas populares
Destacam-se as Festas juninas e os Festejo de São Félix de Valois (o Padroeiro de Marabá).

Eventos
A cidade de Marabá sedia inúmeros eventos de relativa repercussão, tais como: Ficam – Feira da Indústria, Comércio e Arte de Marabá; Feirarte – Feira de Arte e Artesanato de Marabá; Expoama.

Fonte do texto: Wikipedia

sábado, 25 de novembro de 2017

Imagens do Brasil - Uberlândia - Minas Gerais


Uberlândia é um município da microrregião de Uberlândia, na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, no estado de Minas Gerais. 
A cidade de Uberlândia foi emancipada de Uberaba no final da década de 1880. Sua denominação atual foi introduzida pela Lei Estadual 1.128, de 19/10/1929. É também a principal e maior cidade do Triângulo Mineiro. 
O município conta ainda com uma importante tradição cultural, que vai desde o seu artesanato até o teatro, a música e o esporte. Uberlândia também é destaque no turismo, com seus diversos atrativos culturais, naturais e arquitetônicos. Alguns dos principais são o Mercado Municipal, o Parque do Sabiá e o Parque Municipal Victorio Siquierolli. 
Topônimo - O primeiro nome que a atual cidade de Uberlândia teve foi São Pedro de Uberabinha, denominação recebida quando elevada a distrito de Uberaba em 21 de maio de 1852. Pela Lei Estadual nº 23, de 14 de março de 1891, passou a denominar-se Uberabinha, mesma data de sua instalação. Pela Lei Estadual nº 1.128, de 19 de outubro de 1929, a cidade passou a chamar-se Uberlândia, denominação que permanece até os tempos atuais. "Uberlândia" é um termo composto por dois termos de origens diferentes: "uber" e "lândia": "Uber" provém do latim ("fértil"); "Lândia" provém do alemão land ("terra"). 
Origens e pioneirismo - O primeiro homem de origem europeia a pisar na região do atual município de Uberlândia, território até então habitado por índios caiapós e bororós[carece de fontes], foi o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, em 1632. A região, então pertencente à Capitania de São Vicente, passou a pertencer à Capitania de Minas Gerais e São Paulo por Carta Régia de 3 de novembro de 1709. João Pereira da Rocha (1818), após o desbravamento da região pelos bandeirantes, fixou-se pela região, demarcando área próxima à Aldeia de Santana (atual Indianópolis). Ali, ele instalou a sede da sesmaria, que denominou Fazenda São Francisco, dando origem ao município. Demarcou, ainda, a Fazenda Letreiro e a do Salto e deu o nome de Ribeirão São Pedro a um curso d'água encontrado. 
Formação administrativa e política - Através do Decreto nº 51, de 7 de junho de 1888, as freguesias de Santa Maria e São Pedro de Uberabinha foram elevadas à categoria de vila. Dois meses mais tarde, em 31 de agosto daquele ano, foi criado o município de São Pedro de Uberabinha, atual Uberlândia, emancipando-se de Uberaba, pela Lei Provincial nº 4.643. Ao longo dos anos, houve várias alterações na subdivisão distrital. Em 14 de março de 1891, foi instalada a Vila de São Pedro de Uberabinha, além de ocorrer a posse do 1º Conselho da Intendência Municipal. A criação da Comarca de São Pedro de Uberabinha ocorreu pela Lei Onze, de 13 de novembro daquele ano. Em 21 de dezembro, instalou-se o Foro Civil do Termo Judiciário de Uberabinha, Comarca de Araguari. 
Em 7 de março de 1892, aconteceu a posse da primeira Câmara Municipal de São Pedro de Uberabinha, sendo agente executivo Augusto César Ferreira e Souza. 
Desenvolvimento econômico e social - Após a emancipação de Uberlândia, houve um grande crescimento da área urbana da cidade. Em 1897, foi instalada a primeira escola secundária do município: o Colégio Uberabinhense. Em 7 de janeiro daquele mesmo ano teve início a circulação da folha "A Reforma", o primeiro Jornal da cidade, sendo seu fundador e diretor proprietário o professor João Luiz da Silva. No início do século XX, a cidade já possuía uma diversificação nos ramos industriais, tais como: fábrica de cerveja, sapataria, fábrica de cigarros, ferreiro, marceneiro, selaria, etc. Além dessas indústrias não muito complexas, cuja produção se caracterizava pela fabricação de utensílios domésticos, materiais para construção civil, ferramentas agrícolas, aparatos para montaria etc., existia a indústria agropastoril, que, apesar de rudimentar, foi regulamentada pelo Código de Posturas. A indústria pastoril movimentava-se em torno da criação do gado bovino para consumo interno e criação de suínos para o consumo e exportação para outros municípios e estados. 
História recente - Com o desenvolvimento demográfico da cidade, houve necessidade de investir na infraestrutura municipal e na área da cultura. Ao longo de todo o século XX, foram criados cerca de dez cinemas em Uberlândia. Ainda foram inauguradas diversas casas de diversão, os teatros e a Casa da Cultura, que é uma instituição que abriga acervos culturais do município, inaugurada em 2008. Sua sede está situada em um prédio que foi construído entre 1922 e 1924 com a meta de se tornar residência de Eduardo Marquez, intendente municipal entre 1923 a 1926. Com o crescimento de Uberlândia e cidades próximas, foi criada a Microrregião de Uberlândia, reunindo além do município, outras dez cidades. São elas: Araguari, Araporã, Canápolis, Cascalho Rico, Centralina, Indianópolis, Monte Alegre de Minas, Prata e Tupaciguara. 

Fonte para o texto: Wikipedia

sábado, 18 de novembro de 2017

Imagens do Brasil - Tibagi - Paraná


Tibagi é um município brasileiro localizado na região dos Campos Gerais do estado do Paraná, a 200 km da capital, Curitiba, sendo a cidade fundada em 1872.

Etimologia - O termo é referência ao Rio Tibagi, que nasce nos Campos Gerais, corta o território municipal e joga suas águas no Rio Paranapanema. Etimologicamente é denominação de origem Tupi, "Tibagy": o rio do pouso, o rio da parada.

História - A história registra que bem antes da povoação da região, o Rio Tibagi foi objeto de passagem de numerosas expedições e bandeiras, que levavam os intrépidos aventureiros sertão a dentro.
A notícia de que o Rio Tibagi era rico em ouro e pedras preciosas atraiu, para a região, milhares de pessoas com o pensamento de fácil enriquecimento. Depois das "entradas" dos paulistas, por ali estiveram muitos curitibanos, mas nada se efetivou em termos de povoamento.
O grande pioneiro do núcleo, que gerou o atual município de Tibagi, foi Antonio Machado Ribeiro, paulista que chegou à região acompanhado de sua família.
O povoado de Tibagi foi elevado à categoria de freguesia através da Lei Provincial n° 15, de 6 de março de 1846. Pela Lei Provincial n° 302, de 18 de março de 1872 foi criada a Vila de Tibagi, com território desmembrado do município de Castro, sendo instalada no dia 10 de janeiro do ano seguinte. Foi elevada à categoria de cidade através da Lei Estadual nº 259, de 27 de dezembro de 1897, cuja instalação deu-se nesta mesma data.
O maior nome da política tibagina e um dos maiores do Estado foi Telêmaco Augusto Enéas Morosini Borba, que entrou para a política em 1882 elegendo-se alternadamente prefeito municipal de Tibagi e deputado provincial, defendendo as cores do Partido Liberal. Com leis eleitorais na República Velha, Telêmaco Borba conseguiu permanecer no cargo de prefeito por 22 anos, cargo que em vários períodos exerceu ao mesmo tempo com o mandato de deputado estadual. Um recorde na época. Por ocasião da Revolução Federalista, em 1894, obrigou-se ao exílio, mas, ao ser anistiado retomou as lides políticas, elegendo-se deputado pela União Republicana Paranaense, posteriormente recupera o poder municipal, como prefeito. Segundo o historiador Túlio Vargas chamavam-no de "...prefeito vitalício e deputado crônico". Telêmaco Borba também notabilizou-se como sertanista e defensor das causas indígenas, faleceu na cidade de Tibagi, a 23 de novembro de 1918, vitima da gripe espanhola.

Atrativos Naturais - Parque Estadual do Guartelá; Arroio da Ingrata; Cachoeira da Dóra; Ladeira do Paredão; Parque Risseti; Salto Puxa-Nervos; Salto Santa Rosa; Rio Tibagi; Trilha do Hermitão; Morro do Jacaré.

Atrativos Culturais - Biblioteca Pública Municipal; Igreja Matriz Nossa Senhora dos Remédios; Museu Municipal Histórico Desembargador Edmundo Mercer Junior; Palácio do Diamante; Teatro Municipal; Carnaval de Tibagi.

Fonte do texto: Wikipedia

domingo, 12 de novembro de 2017

Imagens do Brasil - Teresópolis - Rio de Janeiro



Teresópolis é um município brasileiro no interior do estado do Rio de Janeiro.

Topônimo - "Teresópolis" é formado pela junção do antropônimo "Teresa" com o termo de origem grega "pólis" (que significa "cidade"), significando, portanto, "cidade de Teresa". Trata-se de uma homenagem à imperatriz brasileira Teresa Cristina, esposa do segundo Imperador brasileiro D. Pedro II.

História
Origens e povoamento - Antes da chegada dos primeiros portugueses à região da atual Teresópolis, no século XVI, a mesma era habitada por índios timbiras. Em 1583, índios temiminós da tribo de Arariboia receberam uma sesmaria que incluía a atual Serra dos Órgãos. Ao longo dos séculos seguintes, portugueses foram adquirindo sesmarias na região. A mesma também passou a abrigar, no chamado "Quilombo da Serra", escravos fugidos das plantações de cana-de-açúcar da Baixada Fluminense.

Fundação do município - Em 6 de julho de 1891, através do Decreto 280 do então governador Francisco Portela, a freguesia foi alçada à condição de município, com sede na freguesia de Santo Antônio do Paquequer ou "Teresópolis", em homenagem à Imperatriz Dona Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II, sendo desmembrado o seu território do município de Magé. A partir da República, graças à Lei Estadual nº43 de 31 de janeiro de 1893, a vila de Teresópolis é elevada à categoria de cidade e o Município de Teresópolis fica composto por dois distritos: Teresópolis e Santa Rita. Santa Rita, que fora criada pelos Decretos Estaduais ns 1 e 1-A de 1892, passa a se chamar Paquequer Pequeno com o Decreto Estadual nº641 de 15 de dezembro de 1938 (atualmente, chama-se Vale do Paquequer). Com a Lei Estadual nº517 de 17 de dezembro de 1901, o distrito de Sebastiana (a freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Ribeirão da Sebastiana do Município de Nova Friburgo, criada pelo Decreto Provincial nº1270 de 26 de novembro de 1862, toma a denominação de Sebastiana com os Decretos Estaduais ns 1 e 1-A de 1892),compreendendo a área onde localiza se o Vale Feliz e Albuquerque as divisas de Conquista e Salinas, passa a ser o terceiro distrito do Município de Teresópolis. Este último distrito chegou a tomar o nome de Nhunguaçu com o Decreto-lei Estadual nº1056 de 31 de dezembro de 1943), mas atualmente é conhecido como Vale de Bonsucesso. Vale lembrar também que a mesma Lei Estadual nº43 de 1893 anteriormente mencionada também ordenava a transferência da Capital do Estado do Rio de Janeiro de Niterói para Teresópolis em decorrência da Revolta da Armada, porém antes que esta lei fosse cumprida a Lei Estadual nº50 de 30 de janeiro de 1894 ordenava a transferência da Capital do Estado para Petrópolis, local de nascimento de José Tomás da Porciúncula, o então Presidente em exercício do Estado do Rio de Janeiro.

Chegada do trem - Durante o século XIX, o trem foi o principal meio de transporte e se expandiu mundialmente até a segunda metade do século XX. No estado do Rio, pioneiro no transporte ferroviário no país, havia um ramal que funcionava a partir do Cais da Piedade, onde atracavam as barcas de passageiros, até o distrito de Guapimirim, passando pelo centro do município de Magé. Até 1901, a estação de Guapimirim serviu como final da linha, até que iniciaram as obras para subir a Serra dos Órgãos. A expansão foi gradativa, chegando primeiro nas localidades de Barreira (1904), Miudinho (1905), Garrafão e Alto (1908), mais precisamente no dia 7 de setembro deste mesmo ano, quando todo esse trecho foi inaugurado oficialmente.

Fonte do texto: Wikipedia

sábado, 11 de novembro de 2017

Imagens do Brasil - Maringá - Estado do Paraná


Maringá é um município brasileiro do estado do Paraná, sendo uma cidade média-grande planejada e de urbanização recente e a terceira maior do estado e a sétima mais populosa da região sul do Brasil. Destaca-se pela qualidade de vida oferecida a seus moradores e por ser um importante entroncamento rodoviário regional. É considerada uma das cidades mais arborizadas e limpas do país.
Planejada pela empresa Companhia de Melhoramentos do Norte do Paraná, em 10 de maio de 1947, Maringá foi uma vila e depois, distrito do município de Mandaguari, sendo elevada à categoria de município pela Lei nº 790, de 14 de fevereiro de 1951, desmembrando-se daquele município.
Com traçado urbanístico inicialmente planejado e modernista, pelo urbanista Jorge Macedo Vieira, seguindo o princípio de Ebenezer Howard de cidade-jardim, sofreu crescimento acelerado nas décadas seguintes. Ainda assim, o município mantém índices de qualidade de vida elevados, preservando no perímetro urbano grandes áreas de mata nativa como o Horto Florestal, o Parque dos Pioneiros (bosque II) e o Parque do Ingá, sendo este último aberto ao público. Inclui ainda fragmentos menores como o Parque do Cinquentenário, ou áreas particulares e uma grande rede de áreas de conservação de fundos de vale.
Etimologia - Segundo a Nova História da MPB - Volume 22, o nome do município se deu porque os operários cantavam a música Maringá, Maringá (de Joubert de Carvalho) noite e dia, durante seus trabalhos. Fato é que, na placa da Rua Joubert de Carvalho, está escrito: "Compositor da música que deu o nome à cidade".

História
Fundação - O município tem origem com a colonização do norte do Paraná, que teve início no fim do século XIX. A região, que era predominantemente ocupada por florestas de mata atlântica, atraiu a atenção de produtores rurais paulistas e mineiros devido à presença da "terra roxa" – do italiano, terra rossa (vermelha) -, originada da decomposição do basalto e extremamente fértil. O principal interesse dos fazendeiros era a aumentar a área de produção de café. Para solucionar os problemas de logística da região, um grupo de fazendeiros da região, liderados pelo paulista Antonio Barbosa Ferraz, promoveu a construção de uma estrada de ferro ligando a cidade paranaense Cambará, no “norte velho”, a Ourinhos, no interior de São Paulo.
Em 1923, uma comitiva liderada por Edwin Samuel Montagu, ex-secretário de finanças do tesouro do Reino Unido, veio ao Brasil para negociar uma dívida que o país possuía junto a credores britânicos. Entre os membros da comitiva estava Simon Joseph Fraser, o 16º Lorde Lovat da Escócia, que viajou para procurar terras férteis para cultivar algodão para a indústria têxtil britânica. Lorde Lovat visitou propriedades do interior paulista e, seguindo a trilha das fazendas de café, chegou ao norte do Paraná.
A fundação oficial de Maringá e data em que a cidade comemora seu aniversário é 10 de maio de 1947, quando a Companhia de Terras Norte do Paraná (que foi adquirida por investidores brasileiros nos anos 1940 e foi rebatizada como Companhia Melhoramentos Norte do Paraná em 1951) abriu um escritório na cidade.

Colonização - A fertilidade da terra roxa que atraíram paulistas e mineiros à região alguns anos antes também agradou o britânico, que decidiu investir na plantação de algodão na região e fundou a empresa Brazil Plantation Sindicate, empresa responsável pelo gerenciamento de suas propriedades em terras brasileiras, que mais tarde foi absorvida pela Companhia de Terras Norte do Paraná, que planejou a colonização da região com a formação de quatro núcleos urbanos, que teriam aproximadamente 100 km de distância uns dos outros: Londrina, Maringá, Cianorte e Umuarama.

Planejamento urbanístico - O projeto da cidade de Maringá é datado de 1943 e assinado pelo urbanista paulista Jorge de Macedo Vieira, adepto do conceito de "Cidade Jardim" elaborado pelo britânico Ebenezer Howard e responsável pelo projeto de vários bairros de São Paulo. O traçado do município foi desenhado com largas avenidas, canteiros que valorizavam o paisagismo e ruas que seguiam a inclinação natural do relevo o mais fielmente possível. O planejamento contemplava também a divisão da cidade por zonas, de acordo com a função. A região central concentraria o centro cívico, a Zona 1 seria destinada ao comércio e à prestação de serviços, as Zonas 2, 4 e 5 seriam residenciais, enquanto as Zonas 3, 6 e 7 seriam zonas residenciais operárias, e assim por diante. A cidade foi planejada para comportar até 200 mil habitantes.

Composição étnica - A região de Maringá apresenta grande influência de imigrantes japoneses, devido ao grande número, estes, formaram a ACEMA; Maringá também teve influência de imigrantes italianos e alemães, na qual os alemães também se reuniram e formaram uma associação, a associação teuto-brasileira. Depois outros grupos de imigrantes foram chegando, como os portugueses, poloneses, espanhóis, ucranianos, árabes, judeus, entre outros, formando a nossa atual sociedade.
A distribuição étnica da população residente em Maringá é composta por brancos (70,84%), pardos (22%), amarelos (3,66%), negros (3,40%), pardos (19,6%), amarelos e indígenas (0,11%).

Economia - Maringá se destaca hoje pelo setor de comércio e prestação de serviços. A agricultura continua a ser fundamental para Maringá, apesar de sua importância ter diminuído nos últimos anos. A atividade agrícola diversificou-se, e além do café, hoje se plantam milho, trigo, algodão, rami, feijão, amendoim, arroz, cana-de-açúcar, e principalmente, soja.


Fonte para o texto: Wikipedia