sábado, 17 de janeiro de 2026

COXIM - MATO GROSSO DO SUL

Coxim é um município brasileiro da região centro-oeste, situado ao norte do estado de Mato Grosso do Sul, numa região dominada antigamente por índios das etnias Caiapó e Bororó, e também é reconhecido por suas denominações populares de "Capital Nacional do Peixe", "Terra do Pé-de-cedro" e "Portal do Pantanal". 
Situado na borda setentrional da Bacia do Alto-Paraguai, Coxim é um dos principais pontos de pesca de água-doce do país, atraindo milhares de turistas, pescadores amadores, que buscam nas águas piscosas dos rios Taquari, Coxim, Jauru e Piquiri a oportunidade de realizarem suas incursões pesqueiras, sendo, desta forma, considerado também um centro econômico e turístico regional, conhecido nacionalmente também por abrigar diversos ícones paisagísticos como as cachoeiras do Salto e Palmeiras, além de inúmeros rios, serras e pantanais. Possui dezenas de hotéis, pousadas, balneários, restaurantes e demais empreendimentos gastronômicos, além de centenas de ranchos pesqueiros e áreas de camping que fazem a festa de turistas e visitantes que optam por Coxim como destino de sua viagem. Cerca de um terço de seu território, mais especificamente 2.132 quilômetros quadrados, está dentro da planície pantaneira do Paiaguás. 
Considerado um município polo na região norte do estado, Coxim tem a 14ª maior população dos 79 municípios sul-mato-grossenses, e representa o 19º maior PIB do estado, estimado em mais de R$ 530 milhões em 2012 segundo o IBGE,[8] possuindo um dos maiores rebanhos de bovinos do estado, e vem se tornando também um pólo universitário, sendo que, nos últimos anos, estabeleceram-se na cidade as Universidades Federal e Estadual de Mato Grosso do Sul, bem como o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS). 
Sua população estimada pelo IBGE, para o ano de 2025, era de 33.440 habitantes.
História
Os irmãos Lemes, fugidos de São Paulo em 1719, chegaram à região da atual cidade de Cuiabá por Coxim. Em 1722 passa pela região o então Governador da Capitania de São Paulo Dom Rodrigo César de Menezes, que assinou a concessão de três sesmaria nos sertões do Taquari em 1727: uma em 4 de março, a favor de João de Araújo Cabral, a segunda sesmaria no Rio Taquari em 4 de abril, a favor do Sargento Mor Manoel Lopes do Prado e uma terceira ainda no Rio Taquari, em 31 de dezembro, a favor de Domingos Gomes Biliago. Este último, unindo-se a Antônio de Sousa Bastos, Manoel Caetano e os Padres Antônio de Morais e José Frias, em 1729, fundaram o Arraial do Biliago, à margem esquerda do Rio Taquari, onde atualmente, na margem oposta, se situa Coxim, cujo finalidade era o de socorrer as monções que iam de São Paulo até Cuiabá. 
No início o arraial pouco se desenvolveu e, criado o Destacamento Militar do Piquiri, foi elevado à Freguesia em 1850, sendo Biliago incluído dentro dos seus limites. Por ficar às margens de um rio navegável e com a ligação terrestre que ligou a região ao interior de Goiás, o arraial foi se desenvolvendo e em 1862, mudou o nome de Núcleo do Taquari com criação no lugar, de uma Colônia Militar, pelo Governador da Província, Herculano Ferreira Penna. 
Em abril de 1865 o Núcleo é povoado por forças invasoras paraguaias e seu Comandante, Capitão Antônio Pedro, se retirou do Povoado com um contingente de 125 pessoas em direção a norte do Estado. Em 8 de maio do 1866, a notícia da ocupação local chegou à Cuiabá pelo cidadão Antônio Teodoro de Carvalho, morador na Fazenda São Pedro, distante oito léguas do Núcleo. Segundo um ofício do Capitão Antônio Pedro ao Presidente da Província, datado de 15 de maio de 1866, as forças invasoras que ocuparam o Núcleo eram de 400 a 500 soldados, com dois canhões que incendiaram o Povoado, saqueando e abandonando-o depois de seis dias de ocupação. 
Em 1872, o Núcleo foi elevado à categoria de Freguesia com a denominação de São José de Herculânia, em homenagem ao Presidente Herculano Ferreira Penna, que lhe dera os primeiros impulsos. Em 1892, a Assembleia Legislativa apresentou ao Presidência do Estado para ser sancionada uma Lei mudando o nome de Herculânia para Coxim, o que não foi aceito. Em 11 de abril de 1898 a localidade é elevada à categoria de vila e município, substituiu-lhe finalmente Herculânia por Coxim, restituindo em 1944, pelo Interventor Júlio Müller. 
Em 1913, Coxim foi elevada à categoria de Comarca, sendo presidido pelo Juiz Amâncio Ramos, conservando-se o nome e os mesmos limites. De 1916 a 1926, houve um período de turbulências, crimes e desgraças, com um maníaco subindo ao Poder, causando estrago na Comarca. Houve até a extinção da Comarca, restabelecida depois. Em 1977 Coxim passa a fazer parte do novo estado de Mato Grosso do Sul. E com a criação dos municípios de Camapuã, Rio Verde de Mato Grosso, Pedro Gomes e Alcinópolis, Coxim perdeu parte do seu grande território.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de São José de Herculânea, pela Lei Provincial n.º 1, de 06 de novembro de 1872, subordinado ao município de Corumbá. 
Pela Lei Estadual n.º 13, de 26 de outubro de 1892, o distrito de São José de Herculânea tomou a denominação de Coxim. 
Elevada à categoria de vila com a denominação de Coxim, pela Resolução n.º, 202, de 11 de abril de 1898, desmembrado do município de Corumbá. Sede na antiga vila de Coxim. Instalado em 11 de setembro de 1898. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede. 
Elevado à condição de cidade com a denominação de Coxim, pelo Decreto Estadual n.º 891, de 04 de janeiro de 1930. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede. 
Em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, o município aparece constituído de distritos: Coxim, Camapuã, Itiquira e Rio Verde. 
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 208, de 26 de outubro de 1938, o município de Coxim tomou a denominação de Herculânea. 
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Herculânea (ex Coxim), Camapuã e Rio Verde. 
Pelo Decreto-Lei Estadual n.º 545, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Rio Verde tomou a denominação de Coronel Galvão. 
Pela Lei Estadual n.º 127, de 28 de setembro de 1948, o município de Herculânea volta a denominar-se Coxim. 
Pela Lei Estadual n.º 134, de 30 de setembro de 1948, é desmembrado do município de Coxim o distrito de Camapuã. Elevado à categoria de município. 
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1950, o município de Coxim (ex Herculânea) é constituído de 2 distritos: Coxim e Coronel Galvão. 
Pela Lei Estadual n.º 707, de 15 de dezembro de 1953, é desmembrado do município de Coxim o distrito de Coronel Galvão. Elevado à categoria de município com a denominação de Rio Verde de Mato Grosso. 
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1955, o município é constituído do distrito sede. 
Pela Lei Estadual n.º 1.161, de 19 de novembro de 1958, é criado o distrito de Pedro Gomes e anexado ao município de Coxim. 
Em divisão territorial datada de 1º de julho de 1960, o município é constituído de 2 distritos: Coxim e Pedro Gomes. 
Pela Lei Estadual n.º 1.942, de 11 de novembro de 1963, é desmembrado do município de Coxim o distrito de Pedro Gomes. Elevado à categoria de município. 
Em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1963, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31 de dezembro de 1971. 
Pela Lei Estadual n.º 3.736, de 04 de junho de 1974, é criado o distrito de São Romão e anexado ao município de Coxim. 
Pela Lei Estadual n.º 3.738, de 04 de junho de 1976, é criado o distrito de Taquari e anexado ao município de Coxim. 
Em divisão territorial datada de 1º de janeiro de 1979, o município é constituído de 3 distritos: Coxim, São Romão e Taquari. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1995. 
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 4 distritos: Coxim, Jauru, São Romão e Taquari. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2023.
Calamidade
No dia 2 de fevereiro de 1977, o Rio Taquari, repentinamente extravasou de seu leito natural e inundou grande parte do município, causando uma enchente de proporções altamente calamitosa para a população e para a economia do município, o que obrigou o prefeito da época a declarar situação de emergência e a mobilizar todos os recursos disponíveis para socorrer as inúmeras vítimas do flagelo, no que foi auxiliado pelo 47.º Batalhão de Infantaria (aliado as ações do Governo do Estado), através da presença do Chefe da Casa Civil, a Cemat e o Dermat. 
Em janeiro de 1989, volta-se a repetir o mesmo fenômeno, desta vez com maiores agravantes, quando até a antiga ponte de concreto construída na administração de Alaor Garcia da Silveira, em 1948, sofreu danos estruturais. Até trechos da BR-163 que corta o município e a cidade, sofreu as consequências de desaterros em várias partes do seu percurso. 
Topônimo
Segundo Silveira (1995), a toponímia de Coxim é: Coxim, ou Dores de Coxim, era a denominação que lhe dava o Estado de Goiás que pretendia firmar posse nesta parte de Mato Grosso. 
É derivado do dialeto Bororó, com o significado de peixe (Cojim = Peixe). 
Geografia
Localização

O município de Coxim está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião do Alto Taquari). Localiza-se na latitude de 18º30’25” Sul e longitude de 54°45’36” Oeste. Distâncias: 242 km da capital estadual (Campo Grande) e 982 km da capital federal (Brasília).
Geografia física
Solo

No município de Coxim os tipos de solos são variados. Na porção compreendida pela depressão pantaneira, verifica-se a ocorrência de solos Hidromórficos diversos. Na porção serrana são encontrados solos Litólicos e Luvissolos de textura variável ambos com baixa fertilidade natural. Já na porção central, verifica-se a dominância de Podzólicos e Latossolos de textura média associados a Neossolos, ambos álicos. 
Altitude
Está a uma altitude de 238 m. 
Clima, temperatura e pluviosidade
Está sob influência do clima tropical (Aw) úmido e sub-úmido, sendo registradas variações anuais de temperaturas de cerca de 15 °C no inverno a 32 °C no verão. As temperaturas médias compensadas variam de 20 °C a 26 °C, com período seco de três a quatro meses. Na porção que compreende a depressão pantaneira, apresentam-se duas estações bem definidas, período seco com duração de quatro a cinco meses, a precipitação anual oscila em torno de 1 500 mm/ano. 
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1973 a 1994, a menor temperatura registrada em Coxim foi de −1,4 °C em 18 de julho de 1975, e a maior atingiu 44,1 °C em 30 de setembro de 2020. O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 118,6 milímetros em 20 de dezembro de 1980. O índice mais baixo de umidade relativa do ar atingiu apenas 15%, na tarde de 17 de agosto de 1978.
Hidrografia
Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Os principais cursos d'água no município são os seguintes: 
- Rios: Coxim, Jauru, Piquiri e Taquari
- Ribeirões: Bonsucesso, Cachoeirinha, Claro, Furna, Salto, São Bento, Torrinhas, Urutau e Córrego da Onça.
Vegetação
Se localiza na região de influência de Cerrados, encontrando-se ainda, pequenas manchas de campos limpos. Se apresenta nas suas diferentes fisionomias e em encraves com a Floresta Estacional. A pastagem plantada é expressiva na porção central do município. Pequenas áreas de cultura cíclica se integram à vegetação. 
Geografia política
Fuso horário

Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação a Greenwich. 
Área
Ocupa uma superfície de 6.411,552 km², o equivalente a 35,5% da microrregião e a 4,42% do total do Estado. 
Pantanal
A Unesco reconheceu o Pantanal como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do Planeta integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, é a maior extensão úmida contínua do planeta, possuindo cerca de 250 mil km². Destaca-se pelas inúmeras espécies de animais e vegetações decorrentes do ambiente contraditório que alterna entre períodos úmidos e de estiagem. O Pantanal, entretanto, não é um só. Existem dez pantanais na região com características diferentes: Nabileque - 9,4 %; Miranda - 4,6%; Aquidauana - 4,9 %; Abobral - 1,6 %; Nhecolândia - 17,8 %; Paiaguás - 18,3 %; Paraguai - 5,3 %; Barão de Melgaço - 13,3 %; Poconé - 12,9 %; Cáceres - 11,9 %. 
A beleza proporcionada pela paisagem pantaneira fascina pessoas de todo o mundo fazendo com que o turismo se desenvolva em vários municípios da região. O desenvolvimento de um pensamento ambientalista e social para o pantanal tem levado vários pesquisadores a discutirem o impacto da ocupação humana neste ecossistema. Dentre os principais problemas ambientais destacamos: a pesca predatória; a caça de jacarés; a poluição dos rios da bacia do Paraguai; os garimpos do Estado de Mato Grosso e a poluição das águas pelo mercúrio; a hidrovia Paraguai-Paraná. Tais questões tem sido alvo de uma extensa discussão e algumas ações ambientais por parte dos órgãos ambientais e da comunidade tem coibido tais agressões. 
Cerrado
O Cerrado é um bioma do tipo biócoro savana que ocorre no Brasil, constituindo-se num dos seis grandes biomas brasileiros. É uma forma de vegetação que tem diversas variações fisionômicas ao longo das grandes áreas que ocupam do território do país. É uma área zonal, como as savanas da África, e corresponde grosso modo ao Planalto Central. O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, estendendo-se por uma área de 2.045.064 km², abrange 4 estados do Brasil Central (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), 2 estados da região Sudeste (São Paulo e Minas Gerais), 3 estados da região Nordeste (Bahia, Maranhão e Piauí) e 3 estados da Região Norte (Tocantins, Pará e Rondônia). Cortado por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, tem índices pluviométricos regulares que lhe propiciam sua grande biodiversidade. Há também os ecossistemas de transição com os outros biomas que fazem limite com o Cerrado. 
A paisagem do Cerrado possui alta biodiversidade, embora menor que a mata atlântica e a floresta amazônica. Pouco afetado até a década de 1960, está desde então crescentemente ameaçado, principalmente os cerradões, seja pela instalação de cidades e rodovias, seja pelo crescimento das monoculturas, como soja e o arroz, a pecuária intensiva, a carvoaria e o desmatamento causado pela atividade madeireira e por frequentes queimadas, devido às altas temperaturas e baixa umidade, quanto ao infortúnio do descuido humano. Grande parte do Cerrado já foi destruída, em especial para a instalação de cidades e plantações, o que o torna um bioma muito mais ameaçado do que a Amazônia. 
Subdivisões
Os distritos abrigam geralmente a população da zona rural, derivado das fazendas de gado de corte da região. Alguns contam com escolas, creches e postos de saúde. Com uma zona rural vasta, o município contém vários distritos ligados a ele, dentre eles os mais importantes são: 
- Jauru - população estimada: 600 habitantes; distância de Coxim: 60 km.
- São Romão - população estimada: 500 habitantes; distância de Coxim: 12 km.
- Taquari - população estimada: 1.000 habitantes; distância de Coxim: 4 km.
- Silviolândia - população estimada: 1.100 habitantes; distância de Coxim: 5 km.
Arredores
Limites
Limita-se com Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste, Camapuã, Alcinópolis, Pedro Gomes e Sonora. 
Economia
Sua economia está fortemente ligada ao turismo de pesca, cultura, pecuária e agricultura. 
O município é um dos maiores produtores de soja do estado. A pecuária é outra atividade econômica de grande importância para o município, que detém um rebanho bovino de 523.928 cabeças, segundo o IBGE. 
Município situado a leste do Pantanal, Coxim é um dos principais pontos de pesca do País atraindo diversos pescadores que buscam as águas piscosas dos Rios Coxim, Jauru e Taquari. 
Potencial de consumo (2005): 0.01% 
Centro de zona B
Coxim, com mais de 30 mil habitantes e um relacionamento direto, é um Centro de Zona B. Nível formado por cidades de menor porte e com atuação restrita à sua área imediata; exercem funções de gestão elementares. Coxim é uma das 364 cidades no Brasil com a classificação Centro de Zona B.
Infraestrutura
Ensino e pesquisa
Ensino médio e técnico

- Escola Estadual Viriato Bandeira (Ensino Medio Inovador) período Integral.
- Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – IFMS.
Ensino superior
- Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS - Biologia, Gestão Ambiental.
- Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS - História, Letras, Sistemas de Informação e Enfermagem.
- Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul - IFMS – Química.
Marco Geodésico
O município de Coxim conta com um marco geodésico, que pertence à Rede Geodésica de MS. O Marco MS-11 está situado na rodovia BR-163 (Substação de Energia elétrica da ENERSUL). Tem como objetivo obter levantamentos planimétricos urbanos-rurais, topográficos e geodésicos executados, mapeamentos de pontos turísticos, obras de expansão de energia e telecomunicações, estudos ambientais, bases cadastrais e atividades agropecuárias.
Turismo
O Turismo é o cartão-postal de Coxim, intimamente ligado à pesca e à natureza.
- Pesca Esportiva: O município é considerado a Capital Nacional do Peixe e atrai pescadores de todo o Brasil e do exterior, principalmente para a pesca de espécies como o pintado, pacu e dourado, nos rios Coxim e Taquari.
- Porta do Pantanal: Coxim é o ponto de partida para expedições ao Pantanal, oferecendo diversas pousadas pantaneiras, safáris fotográficos e ecoturismo.
- Rios e Cachoeiras: A região também possui belas cachoeiras e balneários em seus rios, como a Cachoeira das Palmeiras, ideais para o lazer e a contemplação da natureza.
Referência para o texto: Wikipédia ; IBGE .