segunda-feira, 15 de novembro de 2021

PATO BRANCO - PARANÁ

Pato Branco é um município brasileiro localizado no sudoeste do Paraná. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 82.881 habitantes. A cidade se destaca na microrregião como um centro de serviços com ênfase nos setores da saúde e da educação.
A partir de 1996, Pato Branco diversificou sua economia através de incentivos fiscais a empresas dos setores de informática e eletroeletrônico, o que resultou na criação de um pequeno centro tecnológico industrial. A agricultura também representa uma importante fatia na economia do município. A existência de uma instituição federal de ensino superior, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (antigo CEFET) enfatiza o caráter de "centro provedor de serviços" regional de Pato Branco.
História
As primeiras explorações dos Campos de Palmas, onde atualmente se localiza o município de Pato Branco, começaram em 1720, através das expedições de Zacarias Dias Côrtes. Em meados dos anos 1830, a expedição de Pedro de Siqueira Côrtes explorou mais adentro os Campos de Palmas, na mesma época em que os primeiros colonos vindos principalmente do Sul do Brasil se instalaram na região.
No início do século XX, dois pequenos povoados se formaram próximo dos rios Pato Branco e Ligeiro. Em 1918, para acolher os insatisfeitos quanto a decisão sobre a Guerra do Contestado e aumentar a ocupação das terras próximas a divisa com Santa Catarina, o Governo do Paraná criou a Colônia Bom Retiro. Tratava-se de pessoas que, entre outros motivos, não aceitavam morar nas terras contestadas que passaram a ser de Santa Catarina. Na Colônia de Bom Retiro, estavam inclusos os dois povoados que haviam se tornado vilas: Bom Retiro e Vila Nova. Vendo a prosperidade da nova região muitos moradores de Palmas e Clevelândia mudaram-se para as vilas, contribuindo ainda mais para o desenvolvimento local.
Na década de 1930, sabendo do crescimento da região Sudoeste do Paraná, o Governo Federal criou uma linha telegráfica de Ponta Grossa até Barracão, passando por Guarapuava e Clevelândia. Entre Clevelândia e Barracão foram criados dois postos de telégrafo, sendo um deles em Bom Retiro, conhecido como Posto do Rio Pato Branco, utilizado também pelos moradores de Vila Nova. O ramal trouxe consigo a expressão “Pato Branco”, ou seja: o telégrafo de Vila Nova continuou sendo identificado como posto do Rio Pato Branco. Os operadores jamais se correspondiam com outras localidades utilizando os nomes de Vila Nova ou Bom Retiro. Logo as demais cidades do estado conheciam a região como Pato Branco, promovendo assim a mudança de nome do distrito.
A partir de 1938, os cartórios oficializaram, aos poucos, o nome “Pato Branco”. Registros relatam uma mutação que passou por nomes como: Vila Nova de Pato Branco, Vila de Pato Branco, ex-Bom Retiro, Distrito de Pato Branco e Pato Branco.
A instalação oficial se deu no dia 14 de dezembro de 1952. O território foi emancipado do município de Clevelândia.
Símbolos municipais
Bandeira
O significado da bandeira de Pato Branco, município brasileiro do estado do Paraná, se da de acordo com a Lei Municipal 655/86, que apresenta o significado da bandeira em três cores:
- O verde do triângulo é a natureza vegetal, na área do município e em seu estado primitivo e é ainda a esperança;
- O branco traz a mensagem da paz, também representa as bases sobre as quais se constroi uma sociedade coesa e sadia;
- O amarelo representa as riquezas naturais com que Pato Branco foi agraciada, e também o progresso, coragem e fé inabaláveis.
Brasão
O Brasão do Município compõe-se de um escudo de formato ibérico, terciado em pala de blau (azul). O pato, de plumagem branca volante e centrado no chefe do escudo e a faixa ondulada no contra chefe diminuto do escudo evocam o nome do Município, revelando assim as armas falantes do lugar. A faixa branca ondulada representa o Rio Pato Branco. As duas chaves, de ouro e prata, postas em aspa do escudete de goles (vermelho) sobre a porta central da coroa mural, representam o Santo padroeiro do Município (São Pedro).
Os dois suportes, representados por um ramo de milho espigado à direita e por um ramo de soja frutificado à esquerda, simbolizam as principais culturas agrícolas do Município (1987). A abreviatura cronológica à direita indica a data de criação do Município e a abreviatura cronológica à esquerda indica a data da Instalação do Município. (Lei Municipal 655/86).
Geografia
Clima
O clima de Pato Branco na Classificação de Köppen é o mesotérmico Cfa na classificação de Köppen, caracterizado por temperaturas médias no mês mais frio inferiores a 18 °C e temperaturas médias no mês mais quente acima de 22 °C, com verões relativamente quentes, geadas frequentes e chuvas bem distribuídas ao ano. O clima de Pato Branco é também sujeito a nevadas ocasionais, as quais, nos anos recentes, ocorreram em 1994, 2000 e 2013. Trata-se de um clima tipicamente subtropical úmido, com chuvas bem distribuídas ao longo de todo ano, isto é, sem uma estação seca definida, mas com um verão, outono, inverno e primavera sensivelmente perceptíveis.
O clima da cidade é também influenciado pela altitude moderada da região e também pela continentalidade (em razão da distância em relação ao litoral). Em 21 de agosto de 1965, foi feita uma fotografia da Praça Getúlio Vargas coberta de neve, uma tempestade relativamente grande, mas não há registro da temperatura no momento do retrato.
Educação
Pato Branco possuí várias instituições de nível superior, das quais as principais são: Centro Universitário Internacional (UNINTER) - PAP Pato Branco; Centro Universitário de Pato Branco (UNIDEP) - Campus Pato Branco; Faculdade Mater Dei; Universidade Aberta do Brasil (UAB) - Polo de Pato Branco; Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) - Unidade Pato Branco e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - Campus de Pato Branco;
Esporte
A cidade conta com Pato Futsal e no futebol de campo com o Pato Branco Esporte Clube e o Azuriz Futebol Clube Pato Branco. No passado também contou com os clubes de futebol Internacional e Palmeiras.
Títulos estaduais no futsal
- Campeonato Paranaense de Futsal Chave Ouro: 1 (2006 e 2017).
- Campeonato Paranaense de Futsal Chave Prata: 3 (2002, 2011 e 2016).
- Taça Paraná de Futsal: 1 (1990).
- Jogos Abertos do Paraná: 2 (1997 e 2004).
- Jogos Abertos do Paraná divisão B: (2002 e 2013).
Títulos nacionais no futsal
- Jogos Abertos do Brasil: 2 (1997 e 2004).
- Taça Brasil de Futsal: 1 (2018).
- Liga Nacional de Futsal: 2 (2018 e 2019).
Títulos estaduais no futebol
- Divisão de Acesso Paranaense: 2 (1981 e 1986)
- Terceira Divisão Paranaense: 1 (2009)
Cultura
No seriado Toma Lá, Dá Cá, Alessandra Maestrini interpretava a empregada Bozena, que vivia contando histórias bizarras de moradores da sua cidade natal, Pato Branco, começadas com o bordão "Lá em Pato Branco daí...". Maestrini, que na verdade é paulista de Sorocaba, foi homenageada pela Câmara de Pato Branco, e se tornou garota-propaganda de uma das principais empresas da cidade, a Indústria de Fogões Atlas Eletrodomésticos.
Referência para o texto: Wikipédia .

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

RIO ANTIGO 8 - RIO DE JANEIRO

A cidade foi, sucessivamente, capital da colônia portuguesa do Estado do Brasil (1763-1815), depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), do Império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida definitivamente para a recém-construída Brasília. 
O litoral do atual estado do Rio de Janeiro era habitado por índios do tronco linguístico macro-jê há milhares de anos. Por volta do ano 1000, a região foi conquistada por povos de língua tupi procedentes da Amazônia. Um destes povos, os tamoios, também conhecidos como tupinambás, ocupava a região ao redor da Baía de Guanabara no século XVI, quando os portugueses chegaram à região. 
A Baía de Guanabara, à margem da qual a cidade foi fundada, foi descoberta pelo explorador português Gaspar de Lemos em 1 de janeiro de 1502. No entanto, em 1 de novembro de 1555, os franceses, capitaneados por Nicolas Durand de Villegagnon, apossaram-se da Baía da Guanabara, estabelecendo uma colônia na ilha de Sergipe (atual ilha de Villegagnon). Lá, ergueram o Forte Coligny, enquanto consolidavam alianças com os índios tupinambás locais. Enquanto isso, os portugueses se aliaram a um grupo indígena rival dos tupinambás, os temiminós e foi com o auxílio destes que atacaram e destruíram a colônia francesa em 1560. Os franceses só foram completamente expulsos da região pelos portugueses em 1567.
Persistindo a presença francesa na região, os portugueses, sob o comando de Estácio de Sá, acompanhado por um grupo de fundadores incluindo também D. Antônio de Mariz, desembarcaram num istmo entre o Morro Cara de Cão e o Morro do Pão de Açúcar, fundando, a 1 de março de 1565, a cidade de "São Sebastião do Rio de Janeiro". Uma vez conquistado o território, em uma pequena praia protegida pelo Morro do Pão de Açúcar, edificaram uma fortificação de faxina e terra, o embrião da Fortaleza de São João. 
A expulsão e derrota definitiva dos franceses e seus aliados indígenas, no entanto, só se deu em janeiro de 1567. A vitória de Estácio de Sá, subjugando elementos remanescentes franceses (os quais, aliados aos tamoios, dedicavam-se ao comércio e ameaçavam o domínio português na costa do Brasil), garantiu a posse do Rio de Janeiro, rechaçando, a partir daí, novas tentativas de invasões estrangeiras e expandindo, à custa de guerras, seu domínio sobre as ilhas e o continente. A povoação foi refundada no alto do antigo Morro do Castelo, que se localizava no atual centro da cidade. 
O morro foi removido em 1922 como parte de uma reforma urbanística. O novo povoado marcou o começo de fato da expansão da cidade. Durante quase todo o século XVII, a cidade acenou com um desenvolvimento lento. Uma rede de pequenas ruelas conectava entre si as igrejas, ligando-as ao Paço e ao Mercado do Peixe, à beira do cais. A partir delas, nasceram as principais ruas do atual Centro. Com cerca de 30.000 habitantes na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial. 
Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro. 
A vinda da corte portuguesa, em 1808, marcaria profundamente a cidade, então convertida no centro de decisão do Império Português, debilitado com as guerras napoleônicas. Após a Abertura dos Portos, tornou-se um proeminente centro comercial. Nos primeiros decênios, foram criados diversos estabelecimentos de ensino, como a Academia Militar, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios e a Academia Imperial de Belas Artes, além da Biblioteca Nacional - com o maior acervo da América Latina - e o Jardim Botânico. O primeiro jornal impresso do Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, entrou em circulação nesse período. Foi a única cidade no mundo a sediar um império europeu fora da Europa. 
Após a Independência do Brasil (1822), a cidade tornou-se a capital do Império do Brasil, enquanto a província enriquecia com a agricultura canavieira da região de Campos e, principalmente, com o novo cultivo do café no Vale do Paraíba. Em 1823, o Rio de Janeiro recebeu o título de Muito Leal e Heroica por carta imperial de D. Pedro I, por seus habitantes terem apoiado o então príncipe regente em sua decisão de permanecer no Brasil, no que viria ser conhecido como Dia do Fico. De modo a separar a província da capital do Império, a cidade foi convertida, no ano de 1834, em Município Neutro, passando a província do Rio de Janeiro a ter Niterói como capital.
Referência para o texto: Wikipédia .

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

MATÃO - SÃO PAULO

Matão é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localizado na região Norte do estado a 585 metros de altitude, na latitude 21°36'12" sul e na longitude 48°21'57" oeste. Sua população estimada no ano de 2017 era de 82.307 habitantes, distribuídos em 524,899  km² de área. O município é formado pela sede, pelo distrito de São Lourenço do Turvo e pelo povoado de Silvânia[
História
A partir de 1890, quando os primeiros fazendeiros de café se instalaram na região, o núcleo populacional começou a se formar. Por volta de 1894, iniciou-se a construção da capela e a primeira missa foi celebrada no dia 25 de março de 1895, data considerada a de fundação da antiga vila do Senhor do Bom Jesus das Palmeiras.
O número cada vez maior de colonos que chegavam para cultivar suas terras e o estabelecimento de casas de comércio e indústrias impulsionaram o desenvolvimento da região.
A prova maior do interesse que a região despertava foi a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Araraquara em fins de 1889, um dos principais fatores de desenvolvimento do município.
Em 19 de setembro de 1895, foi criado o distrito policial de Bom Jesus das Palmeiras e, em 7 de maio de 1897, passou à categoria de distrito, mudando o nome para Matão, do município de Araraquara. Em 27 de agosto de 1898, criava-se o município.
Clima
O clima predominante é o tropical de altitude, com verões quentes e chuvosos e invernos amenos e secos. A temperatura média é de 22 °C, sendo que o mês mais quente é fevereiro (média de 25 °C) e o mais frio, julho (18 °C). A máxima absoluta registrada foi de 41,7 °C, em outubro de 2014, e a mínima absoluta, -3,4 °C, em julho de 1975.
Hidrografia
A hidrografia da cidade é constituída pelo Rio São Lourenço, pelos Córregos: Córrego do Cascavel; Córrego do Cortume; Córrego da Tabuleta; Córrego do Tobias; Córrego Milho Vermelho; Córrego Espiga Vermelhae Córrego Las Palmas. Completa a hidrografia da cidade a Microbacia de Tietê-Batalha.
Referência para o texto: Wikipédia .

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

RIO ANTIGO 7 - RIO DE JANEIRO

A cidade foi, sucessivamente, capital da colônia portuguesa do Estado do Brasil (1763-1815), depois do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), do Império do Brasil (1822-1889) e da República dos Estados Unidos do Brasil (1889-1968) até 1960, quando a sede do governo foi transferida definitivamente para a recém-construída Brasília. 
O litoral do atual estado do Rio de Janeiro era habitado por índios do tronco linguístico macro-jê há milhares de anos. Por volta do ano 1000, a região foi conquistada por povos de língua tupi procedentes da Amazônia. Um destes povos, os tamoios, também conhecidos como tupinambás, ocupava a região ao redor da Baía de Guanabara no século XVI, quando os portugueses chegaram à região. 
A Baía de Guanabara, à margem da qual a cidade foi fundada, foi descoberta pelo explorador português Gaspar de Lemos em 1 de janeiro de 1502. No entanto, em 1 de novembro de 1555, os franceses, capitaneados por Nicolas Durand de Villegagnon, apossaram-se da Baía da Guanabara, estabelecendo uma colônia na ilha de Sergipe (atual ilha de Villegagnon). Lá, ergueram o Forte Coligny, enquanto consolidavam alianças com os índios tupinambás locais. Enquanto isso, os portugueses se aliaram a um grupo indígena rival dos tupinambás, os temiminós e foi com o auxílio destes que atacaram e destruíram a colônia francesa em 1560. Os franceses só foram completamente expulsos da região pelos portugueses em 1567.
Persistindo a presença francesa na região, os portugueses, sob o comando de Estácio de Sá, acompanhado por um grupo de fundadores incluindo também D. Antônio de Mariz, desembarcaram num istmo entre o Morro Cara de Cão e o Morro do Pão de Açúcar, fundando, a 1 de março de 1565, a cidade de "São Sebastião do Rio de Janeiro". Uma vez conquistado o território, em uma pequena praia protegida pelo Morro do Pão de Açúcar, edificaram uma fortificação de faxina e terra, o embrião da Fortaleza de São João. 
A expulsão e derrota definitiva dos franceses e seus aliados indígenas, no entanto, só se deu em janeiro de 1567. A vitória de Estácio de Sá, subjugando elementos remanescentes franceses (os quais, aliados aos tamoios, dedicavam-se ao comércio e ameaçavam o domínio português na costa do Brasil), garantiu a posse do Rio de Janeiro, rechaçando, a partir daí, novas tentativas de invasões estrangeiras e expandindo, à custa de guerras, seu domínio sobre as ilhas e o continente. A povoação foi refundada no alto do antigo Morro do Castelo, que se localizava no atual centro da cidade. 
O morro foi removido em 1922 como parte de uma reforma urbanística. O novo povoado marcou o começo de fato da expansão da cidade. Durante quase todo o século XVII, a cidade acenou com um desenvolvimento lento. Uma rede de pequenas ruelas conectava entre si as igrejas, ligando-as ao Paço e ao Mercado do Peixe, à beira do cais. A partir delas, nasceram as principais ruas do atual Centro. Com cerca de 30.000 habitantes na segunda metade do século XVII, o Rio de Janeiro tornara-se a cidade mais populosa do Brasil, passando a ter importância fundamental para o domínio colonial. 
Em 1763, o ministro português Marquês de Pombal transferiu a sede da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro. 
A vinda da corte portuguesa, em 1808, marcaria profundamente a cidade, então convertida no centro de decisão do Império Português, debilitado com as guerras napoleônicas. Após a Abertura dos Portos, tornou-se um proeminente centro comercial. Nos primeiros decênios, foram criados diversos estabelecimentos de ensino, como a Academia Militar, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios e a Academia Imperial de Belas Artes, além da Biblioteca Nacional - com o maior acervo da América Latina - e o Jardim Botânico. O primeiro jornal impresso do Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, entrou em circulação nesse período. Foi a única cidade no mundo a sediar um império europeu fora da Europa. 
Após a Independência do Brasil (1822), a cidade tornou-se a capital do Império do Brasil, enquanto a província enriquecia com a agricultura canavieira da região de Campos e, principalmente, com o novo cultivo do café no Vale do Paraíba. Em 1823, o Rio de Janeiro recebeu o título de Muito Leal e Heroica por carta imperial de D. Pedro I, por seus habitantes terem apoiado o então príncipe regente em sua decisão de permanecer no Brasil, no que viria ser conhecido como Dia do Fico. De modo a separar a província da capital do Império, a cidade foi convertida, no ano de 1834, em Município Neutro, passando a província do Rio de Janeiro a ter Niterói como capital.
Referência para o texto: Wikipédia .

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

ESTEIO - RIO GRANDE DO SUL

Esteio é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Conquistou em 2010 o 2º melhor Índice de Desenvolvimento Socioeconômico do Rio Grande do Sul (IDESE). É atualmente o menor município em área do Rio Grande do Sul e da Região Sul.
História
A área onde hoje se localiza o município de Esteio era parte da Fazenda Areião do Meio, propriedade da Baronesa do Gravataí. Em 1873, a construção de uma linha férrea entre Porto Alegre e Novo Hamburgo dividiu a fazenda ao meio. Consequentemente, ao longo dos trilhos surgiu um vilarejo, vinculado ao 7° distrito de Sapucaia do Sul, que foi habitado pelas famílias dos operários que construíram a ferrovia.
Em 1905, foi inaugurada a Estação da Estrada de Ferro, que intensificou o crescimento do vilarejo, com o surgimento de residências, comércio e ruas. A estação foi demolida anos depois para viabilizar as operações da Trensurb.
No dia 13 de janeiro de 1948, Esteio foi desmembrada do 7° distrito de São Leopoldo, passando à categoria de Vila por meio da Lei Municipal n°10. Porém, em 1950, Esteio passou a integrar o 11° Distrito de São Leopoldo por meio da Lei Municipal n° 174 devido à expansão de seu perímetro urbano. No dia 08 de dezembro de 1953, Esteio foi emancipada após a realização de um plebiscito.
Geografia
Esteio pertence à mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e à microrregião Porto Alegre.
Tem altitude de 29 metros acima do nível do mar, latitude de 29 graus, 50 minutos, 10 segundos e longitude de 51 graus, 09 minutos, 15 segundos.
É um município pequeno, possuindo apenas 32,5 quilômetros quadrados, sendo a menor cidade do estado em território e está localizada a 20 quilômetros da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, fazendo parte das cidades que compõem o eixo da grande Porto Alegre.
Pode-se ter acesso pela rodovia BR-116 e por via metroviária pelo Trensurb. Também conta com o rio dos Sinos, que banha a cidade a noroeste. Os limites de Esteio são os municípios de Canoas, Sapucaia do Sul, Gravataí, Cachoeirinha e Nova Santa Rita.
Turismo e Lazer
De grande destaque no município é o Parque de Exposições Assis Brasil, onde ocorrem os maiores eventos da cidade, como a Expointer, a ExpoLeite e outros eventos de igual monta, Além do Ginásio Municipal Edgar Piccioni, onde ocorre todos os eventos esportivos da cidade, como a Copa dos Campeões, que no ano de 2012, reuniu mais de 3.500 pessoas na final da competição, entre os maiores eventos culturais está o Rock na Praça que já ocorre há 18 anos na cidade levando um público médio de 3.000 pessoas por edição.
Há também algumas casas de cultura, como a Lufredina de Araújo Gaya e a Casa da Cultura Hip Hop, gerida pela Associação da Cultura Hip Hop de Esteio.
Expointer
A Expointer é uma feira agropecuária de destaque nacional e internacional, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil. É considerada a maior feira de exposição de animais da América Latina. A primeira edição ocorreu em 24 de fevereiro de 1901, em Porto Alegre. Em 2004 a feira recebeu um público recorde de 720 mil pessoas. Além de ser uma feira agropecuária, a Expointer reúne parques, brinquedos, praças de alimentações e várias lojas. A feira de exposições, chegou a Esteio em 1970. Porém, somente alguns anos mais tarde fora batida com o atual nome "Expointer".
Referência para o texto: Wikipédia .

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

PINHEIRO - MARANHÃO

Pinheiro é um município do estado do Maranhão, Brasil, localizado na microrregião da Baixada Maranhense e mesorregião do Norte Maranhense. Sua área é de 1.512,968 km² e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2020, era de 83.777 habitantes. A cidade é conhecida por ser terra natal do ex-Presidente da República José Sarney.
Economia
A economia do município é baseado na agricultura e na pecuária.
Agricultura
A agricultura oferece boa fonte de renda, sendo os principais produtos agrícolas cultivados no município: arroz; feijão; milho e mandioca.
Pecuária
A pecuária tem boa projeção, onde o número efetivo de cabeças de gado é de 37.327, as quais fornecem 851.000 litros de leite por ano. A criação de suínos tem um número de 5.026 e as aves contam 177.000. Em menor número, estão os equinos e ovinos.
Ainda em relação a pecuária pinheirense é oportuno ressaltar a criação bubalina, a qual já foi muito destacada, chegando a existir aproximadamente 36.000 cabeças, nos anos 1970 a 1980.
Cultura
As manifestações culturais de Pinheiro são: Carnaval, Reveillon, Festejos de Santo Inácio, Regata de Ramos, desfiles de 7 de Setembro, Jogos Escolares (JEPS), Festas Juninas, Bumba-meu-boi, Tambor de Crioula, capoeira, Festival de Músicas Pinheirense (FESMAP) e o Aniversário de Pinheiro.
Educação
No ensino básico privado, possui o tradicional Colégio Pinheirense, a filantrópica Fundação Bradesco e no âmbito público destaca-se o Instituto Federal do Maranhão. No ensino superior, possui campus da Universidade Federal do Maranhão e da Universidade Estadual do Maranhão. Também conta com uma unidade do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA).
Saúde
O município conta com o Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr. Jackson Lago.
Geografia
Limite
Limita-se ao norte, com os municípios de Santa Helena e Central, ao Sul com Pedro do Rosário e Presidente Sarney; ao leste com Bequimão, Peri Mirim, Palmerândia e São Bento e, a oeste, com Presidente Sarney e Santa Helena.
Relevo
Pinheiro apresenta topografia variável. Com campos altos e baixos e cobertura vegetal de matas, cerrados, campos alagados, chapadas e matas de cocais.
Clima
O clima do município é tropical, quente e úmido, sendo que a zona da chapada oferece clima mais ameno. As estações do ano são apenas duas – chuvosa (chamada localmente de inverno)- que vai de janeiro a junho, e seca (chamada de verão) – de julho a dezembro.
Hidrografia
As águas do Rio Pericumã são utilizadas para o abastecimento da população após serem tratadas pela Caema, e delas são tirados os pescados, fonte principal de alimentação Pinheirense. A população ribeirinha o utiliza como meio de transporte diariamente, com lanchas motorizadas, com horário de chegada e saída para diversas localidades circunvizinhas. Em seu curso, foi construída a Barragem do rio Pericumã.
Lazer
- Balneário Maria Santa: é um local de eventos as margens do rio Pericumã
- Rio Pericumã: rio que circunda a cidade e onde a maior parte da população retira seu sustento
- Campos: considerado o pantanal maranhense, com as primeiras chuvas as gramíneas brotam e outras espécies florescem deixando a paisagem bela. Com a elevação do nível do rio (Pericumã) uma vasta área alaga permitindo a prática do ecoturismo, atividade ainda pouco explorada na região.
- Carnaval: é considerado o melhor carnaval do Maranhão. Recebe turistas de várias cidades brasileiras.
- Parque do Babaçú: a 2 km do Centro, o parque é voltado a pratica de esportes e lazer, com praça de alimentação que inclui restaurante.
- Praça da Matriz: encontramos a Igreja de Santo Inácio de Loyola e o anfiteatro.
- Praça Centenário e Praça Sarney: as mais frequentadas da cidade.
- Complexo Poliesportivo: possui quadras de futebol de areia, volei de praia e circuito de motocross.
- Estádio Costa Rodrigues: onde acontece o Campeonato Pinheirense entre outros eventos.
Monumentos históricos
- Prédio mais antigo: está localizado na Praça Padre Newton, no bairro da Matriz. Em estilo colonial, foi sede do Poder Legislativo e da Intendência. Propriedade da família de Adão Amorim.
- Obelisco: a construção foi um presente da Associação Comercial do Maranhão, para a cidade de Pinheiro, durante as comemorações do Centenário da Princesa da Baixada em 1956.
- Busto de José Sarney: foi inaugurado em 24 de abril de 1980, em uma praça que também leva o seu nome, por ocasião do cinquentenário do ex-presidente da República José Sarney, nascido em Pinheiro.
- Busto de Elisabetho Carvalho: homenagem do município ao desembargador, fundador do "Jornal Cidade de Pinheiro" e ex-prefeito Elisabetho Barbosa de Carvalho.
Referência para o texto: Wikipédia .

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

PACATUBA - CEARÁ

Pacatuba é um município da Microrregião de Fortaleza, na Mesorregião Metropolitana de Fortaleza, no Ceará, no Brasil. Faz parte da Grande Fortaleza. É a 19° cidade mais populosa do Ceará, com 71.079 habitantes em 2018.
Etimologia
O topônimo Pacatuba vem da língua tupi e significa "ajuntamento de pacas", através da junção dos termos paka ("paca") e tyba ("ajuntamento").
História
A história de Pacatuba se mistura com a dos primeiros habitantes destas terras: os índios pitaguaris, potiguaras e outras tribos pertencentes ao grupo linguístico macro-tupi, como os jenipapos-canindés. A eles, somaram-se os portugueses religiosos e militares que vieram habitar a região devido aos processos de aldeamento e catequização e visando a resguardá-la contra invasões de outros povos europeus.
Como proteção contra as invasões de outros europeus, em 1683, foi concedida, através de sesmarias, aos membros da família Correia (originários do Rio Grande do Norte), o sítio chamado Pacatuba. O povoamento da cidade se iniciou nessa época. Numa segunda concessão, em 1693, foram destinadas terras a outros posseiros. A freguesia, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, foi criada em 5 de novembro de 1869. Em 1876, com a construção da Estrada de Ferro Fortaleza-Baturité, Pacatuba recebe duas estações de trem. Foi o terceiro município cearense a libertar os escravos. Em 18 de março de 1842, passou a ser distrito de Maranguape. Em 8 de outubro de 1869 (comemorada como a data de criação da cidade), tornou-se vila. O município foi criado oficialmente em 17 de agosto de 1889.
Geografia
Clima
Tropical quente semiárido brando com pluviometria média de 1.433 mm com chuvas concentradas de janeiro a junho.
Hidrografia e Recursos Hídricos
As principais fontes de água fazem parte da bacia do Rio Cocó, sendo elas os riachos do Gavião, Alegrete, Salgado, da Água Fria e outros tantos. Existem ainda diversos açudes, dentre eles Açude Gavião.
Relevo
A maior parte do município situa-se nas planícies litorâneas, no entanto uma parte é localizada na Serra da Aratanha.
Vegetação
Vestígios de Mata Atlântica, caatinga.
Subdivisão
O município é dividido em quatro distritos: Pacatuba (sede), Monguba, Pavuna, Senador Carlos Jereissati.
Economia
Embora Pacatuba não faça parte do Distrito Industrial de Fortaleza, com 26 indústrias, nos últimos 20 anos a agricultura passou a ser uma atividade secundária por conta da baixa atratividade fiscal e da falta de políticas públicas de apoio ao pequeno produtor, bem como a baixa infra estrutura hídrica de alguns distritos da cidade como Pavuna, Monguba, Comunidade dos Macacos. O Município sofre com o êxodo de seus operários para a Cidade vizinha Maracanaú e para a Capital.
O principal corredor comercial de Pacatuba se localiza no Conj. Carlos Jeireissati onde consta pequenos e médios comércios de mistas atividades. Pacatuba possui ainda três Auto Escolas. Duas empresas de transporte coletivo e uma cooperativa fazem rota pelo Grande Jereissati. Nos últimos anos Pacatuba viu a cidade de Maracanaú que é mais nova que ela contar com uma vasta zona comercial e um shopping center. Em 2012 Pacatuba passou a contar com uma das estações do metrô de Fortaleza, a estação Carlitos Benevides, a última estação da Linha Sul.
Pacatuba possui riquezas naturais que alimentam o setor de Ecoturismo como a Bica das Andréias, Voo Livre, Voo de Parapente, Montanhismo e Trilhas.
Na área social e de Economia Solidária, se destacam os trabalhos realizados pelo Centro de Ação Comunitária do Ceará CACC-Pacatuba, que atua diretamente com a população através de cursos, palestras, simpósios, debates e fortalecimento dos Movimentos Sociais em Pacatuba e da Economia Popular e Solidária. Com ajuda de universitários e de voluntários oferece atividades que proporcionam aos Pacatubanos noções sobre Cooperativismo, Empreendedorismo social, Voluntariado a partir de uma visão social humanista, inovadora e moderna. Acredita nos postulados da Economia heterodoxa
Cultura
Os principais eventos culturais são: Dia do Município (8 de outubro); Paixão de Cristo (Semana Santa); Festa de Nossa Senhora do Carmo (16 de julho); Festa de Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro).
Referência para o texto: Wikipédia .